Caros leitores, aconteceu desse palhaço não conseguir andar mais acompanhado. Nossos colaboradores que desde o início de nossa trajetória Online nos apoiaram e seguiram conosco, pedem hoje autonomia e vôo próprio. Portanto, quem gostava do Teresa Social Club, ou do Mosqueteiro, terá o prazer de seguir a preferência. Um aviso será mantido debaixo da minha cara de palhaço aí do lado, e os respectivos links também.
O Jornar Online segue sua veia original, aquela parte denominada Murar. Foi nisso que nasceu o Jornar Hecho a Mano, e é nisso que seguiremos agora aqui. Talvez não tão constante, mas certamente mais assiduamente.
O Editor
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sábado, abril 05, 2008
sábado, março 01, 2008
Teresa Social Club
Começou a escola! Começou o Grupo Um para a nossa Princesa. Já passou a adaptação e mais duas semanas além disso e tudo corre como o esperado: às mil maravilhas.
A Teresa é uma menininha que se dá imensamente bem em rotinas escolares. Não que seja disciplinada, pois nenhuma criança de quase três anos o é, mas me refiro aqui ao fato, justamente, de ela não precisar de disciplina. Ela compreende e basta. Se não compreende é porque está a exigir explicações para a razão de certa e dita coisa. Na escola tudo fica claro para ela, que lida muito bem com o que se deve ou não deve fazer, a tal da ordem das coisas. Mesmo que, por vezes, faça o contrário do devido, atingindo e ultrapassando os limites da coisa, só para ver o que acontece.
Pois é isso que é saúde. Mental, muito mais que fisica.
A professora Regina já é muito querida da pequena e a recíproca é ainda mais verdadeira. O mesmo vale para a auxiliar Mariana.
E os dois amiguinhos meninos da Teresa são dois irmãos gêmeos, de Recife, e Bruno já deu o ar de sua graça na escola com a camisa do sport. Mais precisamente da bafo de leão... Eu perguntei ao Felipe se ele também era sport, ele disse que não. Mas não me revelou ainda.
Das amiguinhas meninas, uma já era amiga do Espaço da Vila, é a Camila, a da primeira foto, e a outra já interage como companheirinha.
A Teresa é uma menininha que se dá imensamente bem em rotinas escolares. Não que seja disciplinada, pois nenhuma criança de quase três anos o é, mas me refiro aqui ao fato, justamente, de ela não precisar de disciplina. Ela compreende e basta. Se não compreende é porque está a exigir explicações para a razão de certa e dita coisa. Na escola tudo fica claro para ela, que lida muito bem com o que se deve ou não deve fazer, a tal da ordem das coisas. Mesmo que, por vezes, faça o contrário do devido, atingindo e ultrapassando os limites da coisa, só para ver o que acontece.
Pois é isso que é saúde. Mental, muito mais que fisica.A professora Regina já é muito querida da pequena e a recíproca é ainda mais verdadeira. O mesmo vale para a auxiliar Mariana.
E os dois amiguinhos meninos da Teresa são dois irmãos gêmeos, de Recife, e Bruno já deu o ar de sua graça na escola com a camisa do sport. Mais precisamente da bafo de leão... Eu perguntei ao Felipe se ele também era sport, ele disse que não. Mas não me revelou ainda.
Das amiguinhas meninas, uma já era amiga do Espaço da Vila, é a Camila, a da primeira foto, e a outra já interage como companheirinha.
Bem, para tão pouco tempo de escola, já podemos ver como a Tetê é sociável, como se não soubéssemos. E a coisa tende a avançar, evidentemente. São quinze pentelhinhos na classe...
E já aconteceu o ilustríssimo Chá de Rebeca, e nos conhecemos todos, família Lisboa e família Barba.
Um brinde do tamanho do mundo para essa linda menina que está pra chegar, com amor e graça.
Teresa já vê seu irmãozinho deitado na cama e diz que ele irá dormir ao seu lado.
Apontando o cantinho onde ele repousará, diz com todo o amor do mundo que o irmãozinho vai dormir junto dela.
E para a Mãe diz: "eu agora sou seu irmãozinho, fala "tá com fome, irmãozinho?""
"Aaah, irmãozinho lindo..."
Hoje Teresa vai na casa da Rê e do Zé, e lá tem o Chulapa, um labrador preto que é dominado pela Princesa (a Filó, minha xará pastora, também). Ao menos era. Como ela está nessa onda de ter medo de cachorro, vamos ver...
Ah sim.
E já aconteceu o ilustríssimo Chá de Rebeca, e nos conhecemos todos, família Lisboa e família Barba.Um brinde do tamanho do mundo para essa linda menina que está pra chegar, com amor e graça.
Teresa já vê seu irmãozinho deitado na cama e diz que ele irá dormir ao seu lado.
Apontando o cantinho onde ele repousará, diz com todo o amor do mundo que o irmãozinho vai dormir junto dela.
E para a Mãe diz: "eu agora sou seu irmãozinho, fala "tá com fome, irmãozinho?""
"Aaah, irmãozinho lindo..."
Hoje Teresa vai na casa da Rê e do Zé, e lá tem o Chulapa, um labrador preto que é dominado pela Princesa (a Filó, minha xará pastora, também). Ao menos era. Como ela está nessa onda de ter medo de cachorro, vamos ver...Ah sim.
Tetê foi ao Parque São Jorge, dia desses. Não pela primeira vez, naturalmente.
domingo, fevereiro 10, 2008
Teresa Social Club
Catarina, um ano
Chuac!
E teve festa em casa. O tempo passa muito rápido...
Teresa está prestes a ganhar um(a) irmãozinho(a). Colocamos, ainda, desta forma pois há 95% de chance de ser, mesmo, um menino. Como a médica do schmillevich chega a este numero tão natural, tão absoluto, não sabemos. Analisando, porém, o ultrassom, na mesma época de vida, da nova prima de Teresa, a Rebeca, que deve nascer em março, podemos notar a diferença.
Papai sempre disse que seria menino. Mais de 95% disso porque quer muito que seja. Tias diziam que a sina Lebrão-Lisboa peruraria. Não temos porém a inteireza do fato, que nos fornece a segura e distinta certeza para podermos manchetear, mas que já fique assinalado.
Mas independentemente do sexo do(a) irmão(ã) de Teresa, fica a dúvida, levantada neste carnaval. E foi Teté quem percebeu, mesmo já tendo esta dúvida perpassado silenciosamente pensamentos do Papai. Qual seja, e que fique aqui exposta: e o Teresa Social Club? Permanecerá, tradicionalíssimo? Se fundirá com o novo "club" que nascerá, ganhando novo nome e tudo o mais? Está lançada a grande questão.
Na piscina
Carnaval
Não pulamos carnaval como se deve pular carnaval. Fomos, sim, ao maravilhoso Sítio São Jerônimo. Uma delícia!
Para Teresa tudo foi lindo. Até ganhou uma piscininha para chamar de sua. E aquela quantidade de cachorros a fez perder aquele medinho chato que insistia em querer criar. Logo ela, que nunca teve medo. Basta observar fotos dela com Chulapa, Fidelito, Shamu, Chiquinho, etc, desde tenra idade. Que para a Princesa significa um intervalo de um ou dois anos.
Fantasia
Vai começar a escola!
Nesta semana que chega Teresa vai iniciar a etapa da vida em que somos impelidos a estudar. Sim, é exagero falar isso de uma moleca que vai entrar no Grupo 1, que para mim sempre foi o Jardim de Infância. Mas também não é.
Optamos por colocá-la de tarde. Por nós e para ela. O cotidiano dela vai mudar muito. Teresa cresce.
Que sejamos iluminados nos momentos críticos da educação desta Maravilhosa, amém.
Vovô chegou em casa, do Rio, e Teresoca estava cochilando. Deitou, pois, ao lado da neta que estava prestes a despertar.
Ela então acordou, e exclamou um "ah!".
"Eu não achei que era você, Vovô!"
"E quem você achou que era?"
"A Vovó!"
Chuac!
E teve festa em casa. O tempo passa muito rápido...Teresa está prestes a ganhar um(a) irmãozinho(a). Colocamos, ainda, desta forma pois há 95% de chance de ser, mesmo, um menino. Como a médica do schmillevich chega a este numero tão natural, tão absoluto, não sabemos. Analisando, porém, o ultrassom, na mesma época de vida, da nova prima de Teresa, a Rebeca, que deve nascer em março, podemos notar a diferença.
Papai sempre disse que seria menino. Mais de 95% disso porque quer muito que seja. Tias diziam que a sina Lebrão-Lisboa peruraria. Não temos porém a inteireza do fato, que nos fornece a segura e distinta certeza para podermos manchetear, mas que já fique assinalado.
Mas independentemente do sexo do(a) irmão(ã) de Teresa, fica a dúvida, levantada neste carnaval. E foi Teté quem percebeu, mesmo já tendo esta dúvida perpassado silenciosamente pensamentos do Papai. Qual seja, e que fique aqui exposta: e o Teresa Social Club? Permanecerá, tradicionalíssimo? Se fundirá com o novo "club" que nascerá, ganhando novo nome e tudo o mais? Está lançada a grande questão.
Na piscina
CarnavalNão pulamos carnaval como se deve pular carnaval. Fomos, sim, ao maravilhoso Sítio São Jerônimo. Uma delícia!
Para Teresa tudo foi lindo. Até ganhou uma piscininha para chamar de sua. E aquela quantidade de cachorros a fez perder aquele medinho chato que insistia em querer criar. Logo ela, que nunca teve medo. Basta observar fotos dela com Chulapa, Fidelito, Shamu, Chiquinho, etc, desde tenra idade. Que para a Princesa significa um intervalo de um ou dois anos.
Fantasia
Vai começar a escola!Nesta semana que chega Teresa vai iniciar a etapa da vida em que somos impelidos a estudar. Sim, é exagero falar isso de uma moleca que vai entrar no Grupo 1, que para mim sempre foi o Jardim de Infância. Mas também não é.
Optamos por colocá-la de tarde. Por nós e para ela. O cotidiano dela vai mudar muito. Teresa cresce.
Que sejamos iluminados nos momentos críticos da educação desta Maravilhosa, amém.
Vovô chegou em casa, do Rio, e Teresoca estava cochilando. Deitou, pois, ao lado da neta que estava prestes a despertar.Ela então acordou, e exclamou um "ah!".
"Eu não achei que era você, Vovô!"
"E quem você achou que era?"
"A Vovó!"
domingo, janeiro 13, 2008
Teresa Social Club
Primeiro acampamentoTeresoca acampou na praia da Fazenda nesse Revéillon.
Ali do lado do camping tem um riozinho, palco de suas artes e da corajosa decisão de andar em direção às ondas do mar. Ela que jamais tinha ido, sozinha, de frente para as ondas, perdeu esse medo.
Fez amizades com lindas menininhas, curtiu a onda de passear por entre as barracas de um camping organizado, limpo, silencioso, um ambiente familiar no meio de um Parque Nacional, ganhando seus quitutes e os sorrisos simpáticos de boas pessoas.
Teresa, como é sabido, é bastante sociável. Claro que sempre fará suas manhas, ainda mais quando estiver cansada. Mas é uma ótima fedelhinha.A tia Xica e o querido amigo Celsinho também estavam no acampamento e nos acompanharam nessa deliciosa viagem. Em Picinguaba, o casal do Canadá passava um fim de ano para matar as saudades do Brasil, junto com todos (as) os (as) amelinhas.
Empreitada foi andar toda a Fazenda, atravessar o riozão da ponta inversa à nossa e subir a trilha para Picinguaba.
Claro que resolvemos fazer isso só porque não havia como atravessar a praia novamente e voltar para o acampamento em pleno sol do meio-dia. Casca!
Estávamos descalços, com uma mochila (a boa e velha, que completa dez anos em junho), uma canga cobrindo nossa filhota, e a trilha que nos esperava.
Este Papai não quer se gabar, não, até porque foi difícil para a menininha, mas ela foi em meu colo a trilha toda. Que nem é muito extensa, mas é complicada. Aventura das boas.
(momento pós-espinho)

Chegamos lá e decidimos ir para a Brava da Almada, no carro do casal. Tetê dormiu no caminho de carro, toda linda. E com a canga fizemos uma rede para o Papai levá-la. Esta trilha é uma descida (na volta é que são elas), mas como o clima estava seco, o céu limpo, e a mata com o suor bem evaporado, não estava tão escorregadio como sempre está. O morro é íngreme, e a Princesa dormia.
Chegamos bem, na areia que estava pelando. Fomos pelo riozinho, na água fresca, em meio a algumas pedras. E Tetê, em algum movimento em falso das suas lindas perninhas, excede o espaço calculado pelo Pai para passar entre uma pedra e uma planta espinhosa. E na sola de seu lindo pézinho, dois espinhos a acordam num susto com berros. Que coisa... Mas depois tudo passou, e Tetê contemplou o mar lindo, a praia maravilhosa, o tempo perfeito. E se recompôs. E brincou com Caique.
Na noite de Revéillon ela ficou assustada com os fogos. Eram muitos, em Picinguaba, e estavam estourando perto. Foi barulhento demais para ela. Ela agarrou o Pai e não largou mais. Até dormir...
Pena que uma viagem dessas tende a terminar sempre antes do que devia...
Depois, ainda foi com a Vovó pra Peruíbe. Com a Mari e a Catarina. Teresoca merece.
Pérolas
Em uma das broncas que Mamãe é obrigada a dar na pequena, pudemos observar como a menininha está em plena evolução. Pelo menos na argumentação. A questão girava em torno do convencimento da pentelha de que ela não poderia fazer algo (Mamãe, me lembre o que foi)."Isso é coisa para gente grande, Teresa"
"Eu sô gândi. Sô a mamãe da Laís".
Laís é a amiga imaginária da figura...
Paulão, agora Vovô, pergunta para o Vovô Guilhermão: "O que você faz quando a Teresa faz manha para você?", "ela não faz", responde o experiente Vovô. "Eu não deixo".
Suspense de três segundos.
"Eu faço o que ela quer antes dela pensar em fazer manha".
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Teresa Social Club
O ano de 2007 foi muito bom para a Princesa. Veio morar em uma casa com quintal, ganhou priminha, encerrou suas atividades no Espaço da Vila, o que significa que vai "estudar" na escola, agora, se desenvolveu enormemente.
E linda, feliz, muito querida.
Foi no Pacaembu, foi para o Mato Grosso, para o Rio de Janeiro, passeou muito, foi para a praia (não só Peruíbe!...).
E encerra o ano com chave de ouro, indo acampar com a Mamãe e o Papai, e mais um monte de amigos.
E sabendo que, em meados de 2008, vai ganhar um(a) irmãozinho(ãzinha).
VIVA A TERESOCA!!!
FELIZ 2008
domingo, dezembro 09, 2007
Teresa Social Club
Teresoca está linda, ótima e aguarda o final do ano para acampar. E para a Princesa temos toda estrutura. Fiquem tranqüilos...
Como de costume publico aqui o Relatório 2007, de despedida do Espaço da Vila.
Qualquer um chora.
Teresa Lisboa Gonçalves
Oração ao Tempo
Caetano Veloso
És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo tempo tempo tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo tempo tempo tempo
Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo tempo tempo tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo tempo tempo tempo
Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo tempo tempo tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo tempo tempo tempo
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo tempo tempo tempo
Quando o tempo for propício
Tempo tempo tempo tempo
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo tempo tempo tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo tempo tempo tempo
O que usaremos pra isso
Fica guardado em sigilo
Tempo tempo tempo tempo
Apenas contigo e comigo
Tempo tempo tempo tempo
E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo tempo tempo tempo
Não serei nem terás sido
Tempo tempo tempo tempo
Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo tempo tempo tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo tempo tempo tempo
Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo tempo tempo tempo
Nas rimas do meu estilo
Pois é, o tempo passa e quando menos esperamos chega hora da despedida.
Ao chegar aqui eram todos tão pequenos, precisavam de tantos cuidados. Agora nós que somos pequenos para eles. Atingiram um grau de autonomia e precisam de novos desafios.
Nosso vínculo ficará marcado pelo afeto, na lembrança dos cheiros, sabores, cores e de todas as sensações intensas desta fase da vida.
Esses bebês que aqui chegaram, com uma percepção frágil sobre si mesmos, foram construindo sua identidade, reconhecendo seus gostos e preferências e com isso, sabendo fazer suas escolhas. Em seu percurso individual foram delineando suas características e deixando suas marcas nos relacionamentos aqui estabelecidos, sejam com os colegas, com os educadores e mesmo com os conteúdos de trabalho.
Cada uma dessas conquistas evidencia o objetivo de nosso trabalho no Espaço da Vila, que é o de criar uma unidade entre as necessidades de cada uma das crianças que por aqui circulam, sem perder de vista seu aspecto coletivo.
Por tudo isso a história da Teresa dentro do Espaço da Vila ficará marcada por grandes conquistas, alegrias, carisma e autonomia.
Hoje, dentre inúmeras conquistas podemos destacar o seu desfralde, sua autonomia para se alimentar e se calçar sem muito auxilio, iniciativa para solucionar seus conflitos através do diálogo e não do choro, superação de desafios motores e da incorporação da nossa rotina, sendo capaz de prevê-la e sugerir brincadeiras e atividades. Sempre com o seu jeitinho faceiro e moleca de ser!
Nem é preciso dizer o quanto sentiremos saudades dessa menininha faladeira e companheira de todas as manhãs. Com certeza muitos pais, amigos e educadores sentirão saudades dos agradáveis diálogos com a famosa Tetê.
Não é por menos que Teresa estabelece uma relação de muita cumplicidade e envolvimento com toda a equipe do Espaço da Vila e os pais que aqui freqüentam. É só sobrar um tempinho e lá está ela papeando com os pais que encontram pelo caminho, mesmo que seja só para perguntar: “Oi, sô a Tetê!”.
– “Mas é exibida, não?”.
O carisma, preocupação com o bem estar e acolhimento que Teresa dispensa às crianças mais novas da turma sempre foram características marcantes da sua personalidade. Atualmente tem a Miwa como sua protegida.
Durante sua história no Espaço da Vila Teresa nos envolveu em seu mundo de fantasias com direito até a amigos imaginários. Além dos “poucos” amigos que tem, encontra tempo para receber visitas de seres, que segundo a anfitriã são pequeninos e moram na praia.
– “Existe criança mais sociável que esta?”.
Nos momentos livres além de ser mamãe, Tetê se diverte a bordo das motocas. Percorre o Espaço da Vila realizando grandes manobras radicais junto aos amigos, controlando muito bem o movimento e a velocidade que exerce sobre a moto. Dificilmente se envolve em acidentes. Guilherme, Victor, Julia, Nininha e Chico também fazem parte da sua “tribo”.
Participa com grande desenvoltura das Rodas de música, apreciando as mais agitadas como – Chocolate (Tim Maia), Criança não trabalha e Preguiça (Palavra Cantada), Pato (Toquinho) e a sua preferida executada em diversos momentos da rotina, Sopa (Palavra Cantada).
Certo dia iniciou a “cantoria” dizendo: “Vitô vamu badunça? Sela qui tem fejão, se lá qui tem aguião,...”.
– “Veja se eu posso com essa criança!”.
Demonstrando muita coerência, clareza e desenvoltura ao comunicar-se com adultos e crianças (mesmo que na língua do T), Teresa nos envolve em suas histórias e comentários sobre o seu dia a dia dentro e fora do Espaço da Vila. Ultimamente interage como uma boa mamãe da Julia e Guilherme Villares. “Te. Ti foi filha? Dúlia, fala pa mamãe, eu tô fazendo bolo pa você canta parabéns filha!”.
Seu carisma também envolve a nós, educadoras, que estamos sempre brincando e rindo com esta criança pra lá de animada.
Por falar em música... Este foi um semestre muito agitado e harmonizado pela música. Realizamos o projeto ”Que som é esse?”.
Entramos no mundo da música. Entre diversas possibilidades sonoras, descobrimos o quanto podemos explorar inúmeros sons do nosso corpo, com diferentes objetos e até mesmo com a água. Através de grandes descobertas sonoras Teresa se rendeu às propostas com muito entusiasmo, descobrindo sons diferentes com a língua, pés, cotovelos, cabeça...
Realizamos passeios pelo Espaço da Vila nos atentando os diversos sons. Nesse trajeto Teresa chamou a atenção aos sons dos carros, músicas e passarinhos.
No decorrer do projeto, diversos shows foram apresentados entre as crianças e com alguns convidados especiais - Clara, irmã da Nina e o Tio Tutu da sua grande amiga e companheira Marina Checchia.
Com certeza, descobrir novos instrumentos e presenciar a execução e construção dos mesmos, foram os pontos mais significativos do projeto.
Cada instrumento foi cuidadosamente explorado pela Teresa que se esbaldou ao som dos tambores, flautas, reco-reco que antes era “roco-roco” e chocalhos elaborados pela mamãe Paula e crianças da sua turma. – “Obrigada Paula, pela participação no projeto”.
Sem dúvidas, esse trabalho balançou o Espaço. Sem falar, da mais nova banda, lançada com os integrantes da turma 3 apresentando seu maior sucesso com a música “A banda do Zé Pretinho”.
– “Essa turma é do barulho!” Selá “que a Tete gostou?”.
Enfim é chegada à hora da nossa menina festeira, cantar e encantar outros amigos, pais e educadores.
– “Quantos bons momentos e bailes (que não serão os mesmos) nós agitamos em” “Teresa Maria”?
Sentiremos muitas, mas muitas saudades das suas histórias, zelos, carinhos, gargalhadas, canções, companheirismo e principalmente da sua alegria de viver.
– “E agora, quem vai me acompanhar logo cedinho durante todas as manhãs? Hum... Vou sentir falta dessa” malutete “.
Agradecemos com muito carinho a vocês, Paula e Filipe (o pai mais corinthiano do Espaço da Vila), pelo carinho, contribuição, confiança e cumplicidade dispensados.
Obrigada em confiar uma parte da educação da nossa pequena e “grande” Tetê que deixará muitas saudades!
O melhor de tudo é saber que estaremos ligados indiretamente pela Escola da Vila, onde poderemos nos encontrar para matar a saudade.
A você querida Tete obrigada por transmitir toda a alegria e simplicidade que só existem nas crianças especiais como você.
Monitora e redatora: Ana Paula Carrascosa Vasco
Auxiliar: Angélica Dienne
Orientadora e Revisora: Ana Paula Yazbek
Novembro/2007
Como de costume publico aqui o Relatório 2007, de despedida do Espaço da Vila.
Qualquer um chora.
Teresa Lisboa Gonçalves
Oração ao Tempo
Caetano Veloso
És um senhor tão bonitoQuanto a cara do meu filho
Tempo tempo tempo tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo tempo tempo tempo
Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo tempo tempo tempo
Entro num acordo contigo
Tempo tempo tempo tempo
Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo tempo tempo tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo tempo tempo tempo
Que sejas ainda mais vivo
No som do meu estribilho
Tempo tempo tempo tempo
Ouve bem o que te digo
Tempo tempo tempo tempo
Peço-te o prazer legítimo
E o movimento preciso
Tempo tempo tempo tempo
Quando o tempo for propício

Tempo tempo tempo tempo
De modo que o meu espírito
Ganhe um brilho definido
Tempo tempo tempo tempo
E eu espalhe benefícios
Tempo tempo tempo tempo
O que usaremos pra isso
Fica guardado em sigilo
Tempo tempo tempo tempo
Apenas contigo e comigo
Tempo tempo tempo tempo
E quando eu tiver saído
Para fora do teu círculo
Tempo tempo tempo tempo
Não serei nem terás sido
Tempo tempo tempo tempo
Ainda assim acredito
Ser possível reunirmo-nos
Tempo tempo tempo tempo
Num outro nível de vínculo
Tempo tempo tempo tempo
Portanto peço-te aquilo
E te ofereço elogios
Tempo tempo tempo tempo
Nas rimas do meu estilo
Pois é, o tempo passa e quando menos esperamos chega hora da despedida.Ao chegar aqui eram todos tão pequenos, precisavam de tantos cuidados. Agora nós que somos pequenos para eles. Atingiram um grau de autonomia e precisam de novos desafios.
Nosso vínculo ficará marcado pelo afeto, na lembrança dos cheiros, sabores, cores e de todas as sensações intensas desta fase da vida.
Esses bebês que aqui chegaram, com uma percepção frágil sobre si mesmos, foram construindo sua identidade, reconhecendo seus gostos e preferências e com isso, sabendo fazer suas escolhas. Em seu percurso individual foram delineando suas características e deixando suas marcas nos relacionamentos aqui estabelecidos, sejam com os colegas, com os educadores e mesmo com os conteúdos de trabalho.
Cada uma dessas conquistas evidencia o objetivo de nosso trabalho no Espaço da Vila, que é o de criar uma unidade entre as necessidades de cada uma das crianças que por aqui circulam, sem perder de vista seu aspecto coletivo.
Por tudo isso a história da Teresa dentro do Espaço da Vila ficará marcada por grandes conquistas, alegrias, carisma e autonomia.
Hoje, dentre inúmeras conquistas podemos destacar o seu desfralde, sua autonomia para se alimentar e se calçar sem muito auxilio, iniciativa para solucionar seus conflitos através do diálogo e não do choro, superação de desafios motores e da incorporação da nossa rotina, sendo capaz de prevê-la e sugerir brincadeiras e atividades. Sempre com o seu jeitinho faceiro e moleca de ser!
Nem é preciso dizer o quanto sentiremos saudades dessa menininha faladeira e companheira de todas as manhãs. Com certeza muitos pais, amigos e educadores sentirão saudades dos agradáveis diálogos com a famosa Tetê.
Não é por menos que Teresa estabelece uma relação de muita cumplicidade e envolvimento com toda a equipe do Espaço da Vila e os pais que aqui freqüentam. É só sobrar um tempinho e lá está ela papeando com os pais que encontram pelo caminho, mesmo que seja só para perguntar: “Oi, sô a Tetê!”.
– “Mas é exibida, não?”.
O carisma, preocupação com o bem estar e acolhimento que Teresa dispensa às crianças mais novas da turma sempre foram características marcantes da sua personalidade. Atualmente tem a Miwa como sua protegida.
Durante sua história no Espaço da Vila Teresa nos envolveu em seu mundo de fantasias com direito até a amigos imaginários. Além dos “poucos” amigos que tem, encontra tempo para receber visitas de seres, que segundo a anfitriã são pequeninos e moram na praia.
– “Existe criança mais sociável que esta?”.
Nos momentos livres além de ser mamãe, Tetê se diverte a bordo das motocas. Percorre o Espaço da Vila realizando grandes manobras radicais junto aos amigos, controlando muito bem o movimento e a velocidade que exerce sobre a moto. Dificilmente se envolve em acidentes. Guilherme, Victor, Julia, Nininha e Chico também fazem parte da sua “tribo”.
Participa com grande desenvoltura das Rodas de música, apreciando as mais agitadas como – Chocolate (Tim Maia), Criança não trabalha e Preguiça (Palavra Cantada), Pato (Toquinho) e a sua preferida executada em diversos momentos da rotina, Sopa (Palavra Cantada).
Certo dia iniciou a “cantoria” dizendo: “Vitô vamu badunça? Sela qui tem fejão, se lá qui tem aguião,...”.
– “Veja se eu posso com essa criança!”.
Demonstrando muita coerência, clareza e desenvoltura ao comunicar-se com adultos e crianças (mesmo que na língua do T), Teresa nos envolve em suas histórias e comentários sobre o seu dia a dia dentro e fora do Espaço da Vila. Ultimamente interage como uma boa mamãe da Julia e Guilherme Villares. “Te. Ti foi filha? Dúlia, fala pa mamãe, eu tô fazendo bolo pa você canta parabéns filha!”.
Seu carisma também envolve a nós, educadoras, que estamos sempre brincando e rindo com esta criança pra lá de animada.
Por falar em música... Este foi um semestre muito agitado e harmonizado pela música. Realizamos o projeto ”Que som é esse?”.
Entramos no mundo da música. Entre diversas possibilidades sonoras, descobrimos o quanto podemos explorar inúmeros sons do nosso corpo, com diferentes objetos e até mesmo com a água. Através de grandes descobertas sonoras Teresa se rendeu às propostas com muito entusiasmo, descobrindo sons diferentes com a língua, pés, cotovelos, cabeça...
Realizamos passeios pelo Espaço da Vila nos atentando os diversos sons. Nesse trajeto Teresa chamou a atenção aos sons dos carros, músicas e passarinhos.
No decorrer do projeto, diversos shows foram apresentados entre as crianças e com alguns convidados especiais - Clara, irmã da Nina e o Tio Tutu da sua grande amiga e companheira Marina Checchia.
Com certeza, descobrir novos instrumentos e presenciar a execução e construção dos mesmos, foram os pontos mais significativos do projeto.Cada instrumento foi cuidadosamente explorado pela Teresa que se esbaldou ao som dos tambores, flautas, reco-reco que antes era “roco-roco” e chocalhos elaborados pela mamãe Paula e crianças da sua turma. – “Obrigada Paula, pela participação no projeto”.
Sem dúvidas, esse trabalho balançou o Espaço. Sem falar, da mais nova banda, lançada com os integrantes da turma 3 apresentando seu maior sucesso com a música “A banda do Zé Pretinho”.
– “Essa turma é do barulho!” Selá “que a Tete gostou?”.
Enfim é chegada à hora da nossa menina festeira, cantar e encantar outros amigos, pais e educadores.
– “Quantos bons momentos e bailes (que não serão os mesmos) nós agitamos em” “Teresa Maria”?
Sentiremos muitas, mas muitas saudades das suas histórias, zelos, carinhos, gargalhadas, canções, companheirismo e principalmente da sua alegria de viver.
– “E agora, quem vai me acompanhar logo cedinho durante todas as manhãs? Hum... Vou sentir falta dessa” malutete “.
Agradecemos com muito carinho a vocês, Paula e Filipe (o pai mais corinthiano do Espaço da Vila), pelo carinho, contribuição, confiança e cumplicidade dispensados.
Obrigada em confiar uma parte da educação da nossa pequena e “grande” Tetê que deixará muitas saudades!
O melhor de tudo é saber que estaremos ligados indiretamente pela Escola da Vila, onde poderemos nos encontrar para matar a saudade.
A você querida Tete obrigada por transmitir toda a alegria e simplicidade que só existem nas crianças especiais como você.
Monitora e redatora: Ana Paula Carrascosa Vasco
Auxiliar: Angélica Dienne
Orientadora e Revisora: Ana Paula Yazbek
Novembro/2007
sexta-feira, novembro 16, 2007
Teresa Social Club
Teresa foi à Cidade Maravilhosa
... e volta já.
Enquanto isso vamos relembrando de fases marcantes da vida dessa Princesa, como o dia do seu primeiro aniversário. É o retrato da festividade dessa menina maravilhosa.
A segunda é Teresa em essência, a cara de todos nós muito bem misturada.
Carequinha, tinha lá seus quatro meses e pouco.
Mas o fato é que foi com Mamãe e Vovó visitar o Vovô, lá em Copacabana. E nossa câmera quebrou...
Quer dizer, teremos quase nenhuma foto. Culpa da codaque, que fabrica tranqueiras.
Sorte é que a Camila nos presenteou com estas fotos (e muitas mais...) que estavam em algum lugar, e temos o que estampar aqui.
Espero que você, caro fã, não ache de todo ruim...
Enquanto isso vamos relembrando de fases marcantes da vida dessa Princesa, como o dia do seu primeiro aniversário. É o retrato da festividade dessa menina maravilhosa.
Carequinha, tinha lá seus quatro meses e pouco.
Mas o fato é que foi com Mamãe e Vovó visitar o Vovô, lá em Copacabana. E nossa câmera quebrou...
Quer dizer, teremos quase nenhuma foto. Culpa da codaque, que fabrica tranqueiras.
Sorte é que a Camila nos presenteou com estas fotos (e muitas mais...) que estavam em algum lugar, e temos o que estampar aqui.
Espero que você, caro fã, não ache de todo ruim...
domingo, novembro 04, 2007
Teresa Social Club
Gatinha
Teresoca cresce e todo dia isso se faz latente. Mesmo nos períodos em que fica doentinha, com a Vovó em casa, sem ir para o Espaço da Vila, Tetê dá sinais de que é mesmo uma menininha esperta. E, para uma fedelha de dois anos e meio, ela se comunica melhor que muitos adultos. Comunicação é seu forte. Além de ser musicista. Pois não basta a ela contar história, recitar poeminhas, conversar. Ela tem de fazer tudo isso musicalmente e afinadíssima.
E ela quer um piano.
Mas também gosta de se pintar, e certa vez o fez com canetinha. Resultou em irritação nos olhos e uma febrinha...
E, na festa da Lalá, onde as moças estavam pintando as crianças, não resistiu e fez essa linda gatinha. Fotogênica a menina, não? A data também favorece.
Ano que vem Tetê vai para o grupo um da Escola. Mamãe e Papai já estão preenchendo o extenso questionário sobre o rebento maravilhoso.
Imagina só... Tetê cresce... Linda, maravilhosa, espetacular. E bem pentelhinha, pois os genes nunca erram.
quarta-feira, agosto 15, 2007
Teresa Social Club
A Princesinha de Copacabana
Ah, que delícia é ser pai da Teresa em férias! Nesta última semana de férias levo e busco a Queridíssima na escola, para irmos buscar a Mamãe no trabalho.
Tetê adora. Pergunta, no caminho para sua escola; "Vamos bucá a Mamãe, Papai? Eu télo bucá a Mamãe!!"...
Ela entra na escola da mãe como se entrasse na sua própria.
Bom sinal...
Mas o que é legal, prazeroso e muito bom, é acordar/ser acordado pela Princesa de manhã, cuidar dela e incentivá-la (como se precisasse) a ir para a escola. Ela adora a escola e se arruma já falando dos colegas que vai encontrar, alardeando um por um enquanto coloca a camiseta, a calça, o tênis, penteia o cabelo, lava a cara, escova os dentes...
Teresa é divertidíssima e canta quando acorda, assim que acorda.
Canta no carro de manhã, indo para a escola.
Canta na saída, se não dorme.
Canta toda hora. E fala feito uma matraca. E deixa o Papai muito contente nas férias (e na vida, ora pois) que conta com esta ilustríssima companhia.
Mas vamos ao que interessa...
(Tetê e Pauleca no orquidário do Jardim Botânico)
Teresa foi à casa do Vovô em Copacabana. Copacabana teve a honra de conhecer Teresa.
E todos os seus habitantes tiveram a oportunidade de se deliciar com a presença pequena - bem graaande - desta menininha linda.
Não só Copacabana, mas toda Rio de Janeiro...
Logo Teresa se ambientou e passou a ser conhecida e reconhecida por onde passava. E logo ouviu de todos "nunca vi criança tão simpática", "nossa, como é esperta", e outras coisas mais.
Ela começa já a se acostumar com essa bajulação. Por ser falante e comunicativa, arruma amigos/as crianças por todo lugar em que passa. Exemplo foi no bonde de Santa Teresa. Até o Largo das Neves só se ouvia as duas crianças matraqueando na manhã quietinha de sábado naquele delicioso bairro.
(Tetê e Papai, Copacabana)
Aliás o Rio é uma cidade deliciosa. Existem as cidades que são verdadeiras flores, verdadeiras jóias, pérolas, esmeraldas, o que for. Sevilla, por exemplo, é um tesouro. Lutécia, que é Luz. Até Barberino di Mugello é flor que se cheire.
Se compararmos com cidades litorâneas, descobriremos logo que não há comparação.
O Rio é uma cidade que é isso tudo em cada parte. Mas é algo que nenhuma cidade é.
O Rio é uma fruta tropical deliciosa, pra se degustar com volúpia. O Rio é uma curva feminina a se admirar. Um amor a se paquerar a cada encontro...
E Teresa, em seu coração, adorou o Rio de Janeiro. Integrou e promoveu a paisagem da Cidade Maravilhosa.
(Tetê e Vovô, no apê com som de passarinho)
Teresa passeou por Santa Teresa, Lapa, Cosme Velho, Jardim Botânico, Lagoa, Cinelândia, Leme... Foram poucos dias, muito bem aproveitados. Foi à praia, em Copacabana, em frente àquele hotel famoso, que se curvou à imperiosa Princesinha de Copacabana.
Mas o que ela gostou mesmo nesta viagem foi da companhia e do colo do Vovô.
Agora fala, a todo instante, que quer ir no "lio de janelo na tasa do Vovô". Aliás, um privilegiadíssimo apartamento, com vista para a Mata Atlântica de um morro remanescente em Copacabana.
Uma maravilha para a Maravilha Teresa!
Voltaremos à Cidade Maravilhosa, muitas vezes ainda. Só porque a Teresa quer.
Ah, que delícia é ser pai da Teresa em férias! Nesta última semana de férias levo e busco a Queridíssima na escola, para irmos buscar a Mamãe no trabalho.Tetê adora. Pergunta, no caminho para sua escola; "Vamos bucá a Mamãe, Papai? Eu télo bucá a Mamãe!!"...
Ela entra na escola da mãe como se entrasse na sua própria.
Bom sinal...
Mas o que é legal, prazeroso e muito bom, é acordar/ser acordado pela Princesa de manhã, cuidar dela e incentivá-la (como se precisasse) a ir para a escola. Ela adora a escola e se arruma já falando dos colegas que vai encontrar, alardeando um por um enquanto coloca a camiseta, a calça, o tênis, penteia o cabelo, lava a cara, escova os dentes...
Teresa é divertidíssima e canta quando acorda, assim que acorda.
Canta no carro de manhã, indo para a escola.
Canta na saída, se não dorme.
Canta toda hora. E fala feito uma matraca. E deixa o Papai muito contente nas férias (e na vida, ora pois) que conta com esta ilustríssima companhia.
Mas vamos ao que interessa...
(Tetê e Pauleca no orquidário do Jardim Botânico)
Teresa foi à casa do Vovô em Copacabana. Copacabana teve a honra de conhecer Teresa.E todos os seus habitantes tiveram a oportunidade de se deliciar com a presença pequena - bem graaande - desta menininha linda.
Não só Copacabana, mas toda Rio de Janeiro...
Logo Teresa se ambientou e passou a ser conhecida e reconhecida por onde passava. E logo ouviu de todos "nunca vi criança tão simpática", "nossa, como é esperta", e outras coisas mais.
Ela começa já a se acostumar com essa bajulação. Por ser falante e comunicativa, arruma amigos/as crianças por todo lugar em que passa. Exemplo foi no bonde de Santa Teresa. Até o Largo das Neves só se ouvia as duas crianças matraqueando na manhã quietinha de sábado naquele delicioso bairro.
(Tetê e Papai, Copacabana)
Aliás o Rio é uma cidade deliciosa. Existem as cidades que são verdadeiras flores, verdadeiras jóias, pérolas, esmeraldas, o que for. Sevilla, por exemplo, é um tesouro. Lutécia, que é Luz. Até Barberino di Mugello é flor que se cheire.Se compararmos com cidades litorâneas, descobriremos logo que não há comparação.
O Rio é uma cidade que é isso tudo em cada parte. Mas é algo que nenhuma cidade é.
O Rio é uma fruta tropical deliciosa, pra se degustar com volúpia. O Rio é uma curva feminina a se admirar. Um amor a se paquerar a cada encontro...
E Teresa, em seu coração, adorou o Rio de Janeiro. Integrou e promoveu a paisagem da Cidade Maravilhosa.
(Tetê e Vovô, no apê com som de passarinho)
Teresa passeou por Santa Teresa, Lapa, Cosme Velho, Jardim Botânico, Lagoa, Cinelândia, Leme... Foram poucos dias, muito bem aproveitados. Foi à praia, em Copacabana, em frente àquele hotel famoso, que se curvou à imperiosa Princesinha de Copacabana.Mas o que ela gostou mesmo nesta viagem foi da companhia e do colo do Vovô.
Agora fala, a todo instante, que quer ir no "lio de janelo na tasa do Vovô". Aliás, um privilegiadíssimo apartamento, com vista para a Mata Atlântica de um morro remanescente em Copacabana.
Uma maravilha para a Maravilha Teresa!
Voltaremos à Cidade Maravilhosa, muitas vezes ainda. Só porque a Teresa quer.
quarta-feira, julho 04, 2007
Teresa Social Club
Relatório
Antes de mais nada, devo dizer que Tetê está ótima, um pouco irritada com seu último molar nascendo. Está crescendo firme e forte. Passou uma quase-pneumonia-séria e tomou antibiótico, teve que faltar uma semana na escola.
Aliás, é esse o tema.
É que chegou o dia da Reunião de Pais, também. Foi ótima, serviram caldo verde e mostraram o vídeo da turma. Quarenta minutos de alegria.
E como é praxe, o Relatório.
Divirtam-se.
Teresa Lisboa Gonçalves
Identidade e Autonomia
Este foi um semestre importante na vida da nossa querida Teresa. Afinal, ela completou dois aninhos de muita alegria e autonomia.
Logo que chega ao Espaço, inicia o seu dia brincando com os amigos de todas as turmas. Faladeira e muito sociável, está sempre cantando e convidando os amigos para uma agradável conversa. “Vamo tanta parabéns?” como ocorre diariamente no momento da areia, por exemplo.
Teresa já conhece muito da nossa rotina, envolvendo-se em todas as propostas, com grande entusiasmo e animação. Uma simples gracinha frente ao espelho, como uma careta, por exemplo, já é o bastante para contagiar a todos com as suas gargalhadas.
Por tudo isso, Teresa estabelece contato com diversas crianças de outras turmas, apresentando em alguns momentos grande poder de liderança, sempre iniciando as brincadeiras.
Em sua relação com as crianças apresentou, por um período, certa instabilidade. Resolvia seus conflitos através do choro e, algumas vezes, por meio de tapas e empurrões. Apresentou, também, grande intolerância e muita sensibilidade em sua relação com as educadoras. Na tentativa de reverter o quadro procurávamos nomear seus incômodos. “Tete, você está com sono, fome, quer descansar um pouquinho?” com o passar do tempo começou a verbalizar seus sentimentos, diminuindo a freqüência com que entrava em conflito.
Sabemos que o nascimento da sua tão querida priminha mexeu com a nossa pequena, que por fim conseguiu superar esse momento de transição de sua vida. Casa nova, Prima nova, muitas coisas pra dar conta, né?
Aceitar os limites vem sendo uns dos grandes desafios para a Teresa. Diariamente, reforçamos a sua capacidade de falar, explicando o porquê de não poder subir na corda vermelha sem colchão, ou de não arrancar um objeto do amigo.
Hoje, estabelece uma relação mais harmoniosa com todos os amigos, porém ainda se utiliza do choro, como recurso de comunicação quando, por exemplo, deseja o brinquedo, ou é contrariada e, principalmente, quando esta com sono.
Nada que um soninho não resolva, para Teresa voltar a sua rotina normal, com todo o seu entusiasmo característico.
Sua relação com as educadoras é pautada por muita confiança, carinho e respeito. Sempre que necessário, expressa seus desejos, dividindo momentos de muitas descobertas ao longo do dia.
Sempre prestativa e carinhosa, nos auxilia na preparação das atividades, como carregar o calendário ou um livro. Em alguns momentos, antecipa o nosso chamado para a atividade. “Tuma teis vem tenta na roda!”.
Não elegeu nenhum amigo como preferido, apesar de demonstrar grande carinho e zelo pela Marina, Júlia, Victor e Gui, que o recebem de bom grado.
Linguagem Oral e Comunicação
Humm, o que dizer de uma criança de dois anos que consegue transmitir tudo o que deseja e sente de forma clara e precisa? Mesmo que seja na língua do T? rs.
Com certeza só temos que admirar a oralidade da Teresa. Não é mesmo?
Sua atuação é notória durante as diversas rodas do calendário, música, conversa e imagem, permanecendo sempre atenta e participativa.
Nas rodas do calendário relembra os eventos registrados, assim como no diário da turma contribuindo para a escrita do texto. “Paula iteve aí que o Gui usa tueta!”.
Nas rodas de conversa, estabelece um diálogo coerente com o assunto colocado em pauta. Seu alto tom de voz, acompanhado de uma risadinha e olhos arregalados, proporcionam momentos muito divertidos.
Teresa é uma grande apreciadora de poesias, recitando frequentemente as suas preferidas. Entre todas, podemos citar Chatice, Mistério de Amor do José Paulo Paes e Melequinha, Amizade do Lalau e Laurabeatriz. Entre outras, há ainda as do livro Arca de Noé – Vinicius de Moraes.
Sua atenção aos livros se apresenta em todos os contextos. Como na roda de histórias, quando vibra com algumas ilustrações, dramatizando entre caras e bocas a narrativa da história. Demonstra grande apreço pelas histórias da Ninoca, Grúfalo, Penélope e Meg a gatinha feliz.
Cantar? Com certeza é uma das suas principais diversões. Teresa cantarola a manhã inteira. Impossível um dia em que não cante Cai Cai Balão, Parabéns pra você, o Trá -la e a música Vem cá Bidu.
É a cantora da turma! Quando apresentamos uma nova música, percebemos o seu silêncio e atenção. Não demora muito, para a Tetê memorizar e iniciar sua cantoria pelo Espaço da Vila.
“Boi boi boi, boi do Piaui pega essi menino que não que dumi!”.
“Sai piguiça, aqui não tem luga vai pega u fegueis...”.
Desafios lúdicos e Motores
Os circuitos são grandes desafios que Teresa supera a cada dia.
Já não cai com tanta freqüência, caminha com mais segurança e explora os brinquedos expostos, como a corda vermelha, brinquedo de madeira, equilibrando-se, sem o auxilio das mãos.
Durante os circuitos, tem preferência por escorregar, rolar e correr. Estamos trabalhando no movimento da cambalhota e do saltar.
Inicia o circuito percorrendo todo o trajeto, até focar em um dos módulos oferecidos. Em geral elege o escorregador, acama elástica ou as teclas.
Suas brincadeiras preferidas são as panelinhas, motocas e cirandas. Sempre solícita, prepara bolos para todos. “Vo tota o bolo!”, “Pemeio o da Tetê depois a Paula e depois o Gui!”.
Conhecimento de Mundo
Teresa vem aumentando gradativamente sua participação nas atividades de artes. Muito centrada e investigativa, explora o pincel de diversas formas; ora pinta com as cerdas, ora com o cabo, em movimentos circulares, nomeando as figuras obtidas de “giro total” (como a representação de giro que fazemos nos circuitos).
Gosta de exibir os seus trabalhos dizendo “Oía que lindu viu!”.
O envolvimento é o mesmo nas oficinas de percurso, quando dispomos diversos materiais de artes a serem escolhidos pelas crianças. Teresa explora grande parte dos materiais e auxilia os amigos em seu compartilhamento. “É pa dividi esse lápis ta bom!”, “ Peraí vo pinta uma folha!”.
Neste semestre, o projeto realizado pela Turma 3 foi “Nossa turma no Espaço”. Trata-se de um trabalho que permite explorar, ainda mais, cada momento, atividade e espaço vivenciados ao longo de nosso dia e, principalmente, possibilitar às crianças mais uma oportunidade de conhecimento individual e coletivo.
Fizemos uma excursão pelo Espaço da Vila, na qual cada criança levou seu “neném” (boneca) para um passeio. Foi possível descobrir novos objetos e formas de exploração. O jardim foi um lugar que atraiu significantemente a atenção da Teresa, que além de observar, aproximou-se e tocou nos sapinhos, carneirinhos e na Branca de Neve, sempre convidando seus colegas a entrar na brincadeira, principalmente com as araras na fonte; gritava, com voz fina, “Arara, arara!
A “Turma 3 está de Olho em Você”, foi um dos murais elaborados e espalhados por várias partes do Espaço da Vila. Neles, buscamos envolver outras turmas e os pais, aproximando-os ainda mais da Turma 3 e de momentos especiais de nossas atividades.
Elaboramos os Crachás de Olhos, Quebra-Cabeças de cada uma das crianças e educadoras e também um grande Quebra-Cabeça da turma. Durante as rodas para a confecção dos materiais, apreciação e exploração deles, Teresa se surpreendia ao ver sua foto grande, no quebra-cabeça. Desde a primeira apresentação do crachá de olhos, Teresa reconheceu todos os olhos, de cada uma das crianças do grupo, sem exceção.
Teresa brinca, chamando a nossa atenção. “Vo pega o olho da Nina, qué vê?!”. Logo, coloca o crachá da Nina em direção aos seus olhos e inicia mais uma de suas brincadeiras.
Através do projeto, apuramos o nosso olhar para as particularidades da nossa rotina e do espaço físico no qual passamos todas as manhãs e Teresa soube aproveitar desses momentos.
Finalizando
A elaboração deste relatório é muito prazerosa, pois nos permite constatar e avaliar, positivamente, todo o desenvolvimento de Teresa, no último semestre.
Suas conquistas motoras são notáveis, assim como sua fluência oral.
Mostra-se madura em muitas situações, mas como esperado para sua idade, deixa bem claro, quando sente dificuldade e solicita ajuda, fazendo uso de diferentes recursos. Com a ajuda de todos os adultos, educadores do Espaço da Vila e seus pais, vem conseguido superar os desafios do crescimento, que implicam, também, no lidar de forma mais tranqüila com os limites que lhe são impostos.
Em todas essas situações, nosso convívio diário é sempre muito intenso e prazeroso e nossas manhãs não seriam tão divertidas, sem essa nossa menininha faladeira.
Monitora: Ana Paula Carrascosa Vasco
Auxiliar: Angelica Dienni
Orientação e Revisão: Ana Paula Yazbek
Junho/2007
Antes de mais nada, devo dizer que Tetê está ótima, um pouco irritada com seu último molar nascendo. Está crescendo firme e forte. Passou uma quase-pneumonia-séria e tomou antibiótico, teve que faltar uma semana na escola.
Aliás, é esse o tema.
É que chegou o dia da Reunião de Pais, também. Foi ótima, serviram caldo verde e mostraram o vídeo da turma. Quarenta minutos de alegria.
E como é praxe, o Relatório.
Divirtam-se.
Teresa Lisboa Gonçalves
Identidade e Autonomia
Este foi um semestre importante na vida da nossa querida Teresa. Afinal, ela completou dois aninhos de muita alegria e autonomia.Logo que chega ao Espaço, inicia o seu dia brincando com os amigos de todas as turmas. Faladeira e muito sociável, está sempre cantando e convidando os amigos para uma agradável conversa. “Vamo tanta parabéns?” como ocorre diariamente no momento da areia, por exemplo.
Teresa já conhece muito da nossa rotina, envolvendo-se em todas as propostas, com grande entusiasmo e animação. Uma simples gracinha frente ao espelho, como uma careta, por exemplo, já é o bastante para contagiar a todos com as suas gargalhadas.
Por tudo isso, Teresa estabelece contato com diversas crianças de outras turmas, apresentando em alguns momentos grande poder de liderança, sempre iniciando as brincadeiras.
Em sua relação com as crianças apresentou, por um período, certa instabilidade. Resolvia seus conflitos através do choro e, algumas vezes, por meio de tapas e empurrões. Apresentou, também, grande intolerância e muita sensibilidade em sua relação com as educadoras. Na tentativa de reverter o quadro procurávamos nomear seus incômodos. “Tete, você está com sono, fome, quer descansar um pouquinho?” com o passar do tempo começou a verbalizar seus sentimentos, diminuindo a freqüência com que entrava em conflito.
Sabemos que o nascimento da sua tão querida priminha mexeu com a nossa pequena, que por fim conseguiu superar esse momento de transição de sua vida. Casa nova, Prima nova, muitas coisas pra dar conta, né?
Aceitar os limites vem sendo uns dos grandes desafios para a Teresa. Diariamente, reforçamos a sua capacidade de falar, explicando o porquê de não poder subir na corda vermelha sem colchão, ou de não arrancar um objeto do amigo.
Hoje, estabelece uma relação mais harmoniosa com todos os amigos, porém ainda se utiliza do choro, como recurso de comunicação quando, por exemplo, deseja o brinquedo, ou é contrariada e, principalmente, quando esta com sono.
Nada que um soninho não resolva, para Teresa voltar a sua rotina normal, com todo o seu entusiasmo característico.
Sua relação com as educadoras é pautada por muita confiança, carinho e respeito. Sempre que necessário, expressa seus desejos, dividindo momentos de muitas descobertas ao longo do dia.
Sempre prestativa e carinhosa, nos auxilia na preparação das atividades, como carregar o calendário ou um livro. Em alguns momentos, antecipa o nosso chamado para a atividade. “Tuma teis vem tenta na roda!”.
Não elegeu nenhum amigo como preferido, apesar de demonstrar grande carinho e zelo pela Marina, Júlia, Victor e Gui, que o recebem de bom grado.
Linguagem Oral e Comunicação
Humm, o que dizer de uma criança de dois anos que consegue transmitir tudo o que deseja e sente de forma clara e precisa? Mesmo que seja na língua do T? rs.
Com certeza só temos que admirar a oralidade da Teresa. Não é mesmo?
Sua atuação é notória durante as diversas rodas do calendário, música, conversa e imagem, permanecendo sempre atenta e participativa.
Nas rodas do calendário relembra os eventos registrados, assim como no diário da turma contribuindo para a escrita do texto. “Paula iteve aí que o Gui usa tueta!”.
Nas rodas de conversa, estabelece um diálogo coerente com o assunto colocado em pauta. Seu alto tom de voz, acompanhado de uma risadinha e olhos arregalados, proporcionam momentos muito divertidos.
Teresa é uma grande apreciadora de poesias, recitando frequentemente as suas preferidas. Entre todas, podemos citar Chatice, Mistério de Amor do José Paulo Paes e Melequinha, Amizade do Lalau e Laurabeatriz. Entre outras, há ainda as do livro Arca de Noé – Vinicius de Moraes.
Sua atenção aos livros se apresenta em todos os contextos. Como na roda de histórias, quando vibra com algumas ilustrações, dramatizando entre caras e bocas a narrativa da história. Demonstra grande apreço pelas histórias da Ninoca, Grúfalo, Penélope e Meg a gatinha feliz.
Cantar? Com certeza é uma das suas principais diversões. Teresa cantarola a manhã inteira. Impossível um dia em que não cante Cai Cai Balão, Parabéns pra você, o Trá -la e a música Vem cá Bidu.
É a cantora da turma! Quando apresentamos uma nova música, percebemos o seu silêncio e atenção. Não demora muito, para a Tetê memorizar e iniciar sua cantoria pelo Espaço da Vila.
“Boi boi boi, boi do Piaui pega essi menino que não que dumi!”.
“Sai piguiça, aqui não tem luga vai pega u fegueis...”.
Desafios lúdicos e Motores
Os circuitos são grandes desafios que Teresa supera a cada dia.Já não cai com tanta freqüência, caminha com mais segurança e explora os brinquedos expostos, como a corda vermelha, brinquedo de madeira, equilibrando-se, sem o auxilio das mãos.
Durante os circuitos, tem preferência por escorregar, rolar e correr. Estamos trabalhando no movimento da cambalhota e do saltar.
Inicia o circuito percorrendo todo o trajeto, até focar em um dos módulos oferecidos. Em geral elege o escorregador, acama elástica ou as teclas.
Suas brincadeiras preferidas são as panelinhas, motocas e cirandas. Sempre solícita, prepara bolos para todos. “Vo tota o bolo!”, “Pemeio o da Tetê depois a Paula e depois o Gui!”.
Conhecimento de Mundo
Teresa vem aumentando gradativamente sua participação nas atividades de artes. Muito centrada e investigativa, explora o pincel de diversas formas; ora pinta com as cerdas, ora com o cabo, em movimentos circulares, nomeando as figuras obtidas de “giro total” (como a representação de giro que fazemos nos circuitos).
Gosta de exibir os seus trabalhos dizendo “Oía que lindu viu!”.
O envolvimento é o mesmo nas oficinas de percurso, quando dispomos diversos materiais de artes a serem escolhidos pelas crianças. Teresa explora grande parte dos materiais e auxilia os amigos em seu compartilhamento. “É pa dividi esse lápis ta bom!”, “ Peraí vo pinta uma folha!”.
Neste semestre, o projeto realizado pela Turma 3 foi “Nossa turma no Espaço”. Trata-se de um trabalho que permite explorar, ainda mais, cada momento, atividade e espaço vivenciados ao longo de nosso dia e, principalmente, possibilitar às crianças mais uma oportunidade de conhecimento individual e coletivo.
Fizemos uma excursão pelo Espaço da Vila, na qual cada criança levou seu “neném” (boneca) para um passeio. Foi possível descobrir novos objetos e formas de exploração. O jardim foi um lugar que atraiu significantemente a atenção da Teresa, que além de observar, aproximou-se e tocou nos sapinhos, carneirinhos e na Branca de Neve, sempre convidando seus colegas a entrar na brincadeira, principalmente com as araras na fonte; gritava, com voz fina, “Arara, arara!
A “Turma 3 está de Olho em Você”, foi um dos murais elaborados e espalhados por várias partes do Espaço da Vila. Neles, buscamos envolver outras turmas e os pais, aproximando-os ainda mais da Turma 3 e de momentos especiais de nossas atividades.
Elaboramos os Crachás de Olhos, Quebra-Cabeças de cada uma das crianças e educadoras e também um grande Quebra-Cabeça da turma. Durante as rodas para a confecção dos materiais, apreciação e exploração deles, Teresa se surpreendia ao ver sua foto grande, no quebra-cabeça. Desde a primeira apresentação do crachá de olhos, Teresa reconheceu todos os olhos, de cada uma das crianças do grupo, sem exceção.
Teresa brinca, chamando a nossa atenção. “Vo pega o olho da Nina, qué vê?!”. Logo, coloca o crachá da Nina em direção aos seus olhos e inicia mais uma de suas brincadeiras.
Através do projeto, apuramos o nosso olhar para as particularidades da nossa rotina e do espaço físico no qual passamos todas as manhãs e Teresa soube aproveitar desses momentos.
Finalizando
A elaboração deste relatório é muito prazerosa, pois nos permite constatar e avaliar, positivamente, todo o desenvolvimento de Teresa, no último semestre.Suas conquistas motoras são notáveis, assim como sua fluência oral.
Mostra-se madura em muitas situações, mas como esperado para sua idade, deixa bem claro, quando sente dificuldade e solicita ajuda, fazendo uso de diferentes recursos. Com a ajuda de todos os adultos, educadores do Espaço da Vila e seus pais, vem conseguido superar os desafios do crescimento, que implicam, também, no lidar de forma mais tranqüila com os limites que lhe são impostos.
Em todas essas situações, nosso convívio diário é sempre muito intenso e prazeroso e nossas manhãs não seriam tão divertidas, sem essa nossa menininha faladeira.
Monitora: Ana Paula Carrascosa Vasco
Auxiliar: Angelica Dienni
Orientação e Revisão: Ana Paula Yazbek
Junho/2007
quinta-feira, junho 07, 2007
Teresa Social Club
A Festa Junina!
Por Mamãe
A tão aguardada festa junina da Escola da Vila e Espaço da Vila chegou bem em um dia de chuva que, se não estragou a festa, pelo menos atrapalhou bastante.
A quadra onde as crianças iriam dançar foi coberta com uma tenda e o restante da escola também recebeu algumas coberturas extras. Mas a espremeção de gente fugindo da chuva e se aglomerando nos lugares cobertos assustou um pouco os pequenos do Espaço que inauguraram a rodada de danças.
Era tanta gente em volta que a maioria não queria saber de ficar no chão, lááá embaixo submersos num verdadeiro mar de pernas de adultos. Choros, resmungos, manhas e sono. E mesmo assim, nossa corujice não nos impede de dizer que estavam todos lindos maravilhosos e que aquele minutinho que os pequenos se arriscavam a balançar o corpinho no ritmo da música já bastou para derreter todos os pais!
Teresa Teresoca não foi exceção: chorou e pediu colo. Mas teve alguns ousados e corajosos instantes durante a coreografia; depois que o foco não estava mais nos pequenos, e sua amiga Isadorinha chegou na festa, divertiu-se muito dançando com a comadrinha enquanto as outras turmas da escola dançavam no meio da quadra.
Isadora dá um show e nossa Teresa não fica atrás. Quando a Princesa ameaçava um muchocho, a querida amiga a puxava pelas mãos, em um balanço ritmado. Da festa curtimos ainda o churrasquinho no palito, o pastel, a canjica, o quentão... E finalizamos com um jogo de bola na lata que nos rendeu uma prenda pra pequena sair brincando.
Festa junina é bom demais, êita arraiá bão, sô!

Cotidiano
Uma noite dessa nossa menininha maravilhosa teve o sono prejudicado, imagino que por um sonho ruim. Acordei com ela me chamando "me ajuda, mamãe, me ajuda". Fui lá e ela se acalmou logo que me percebeu do seu lado, mas demorou pra eu conseguir sair do quarto sem ela acordar.
Quando saí estava decidida a levá-la comigo pra cama caso me chamasse de novo, mas daí ela dormiu pra valer, ainda bem.
Aconteceu que, dormindo profundamente, como ela, perdi completamente a hora, acordei no susto às 6h20! Vesti-me correndo, fui no banheiro, depois desci, fiz uma mamadeira -
ao invés do copo -, coloquei tudo no carro e levei a mamadeira pra ela ir tomando enquanto eu trocava a fralda dela, sem trocar de roupa.
Levei ela de pijama mesmo! Ela terminou a mamadeira no carro, se não íamos nos atrasar muito. Com isso tudo, uma bela correria, nós conseguimos chegar na hora habitual...
Por Mamãe
A tão aguardada festa junina da Escola da Vila e Espaço da Vila chegou bem em um dia de chuva que, se não estragou a festa, pelo menos atrapalhou bastante.A quadra onde as crianças iriam dançar foi coberta com uma tenda e o restante da escola também recebeu algumas coberturas extras. Mas a espremeção de gente fugindo da chuva e se aglomerando nos lugares cobertos assustou um pouco os pequenos do Espaço que inauguraram a rodada de danças.
Era tanta gente em volta que a maioria não queria saber de ficar no chão, lááá embaixo submersos num verdadeiro mar de pernas de adultos. Choros, resmungos, manhas e sono. E mesmo assim, nossa corujice não nos impede de dizer que estavam todos lindos maravilhosos e que aquele minutinho que os pequenos se arriscavam a balançar o corpinho no ritmo da música já bastou para derreter todos os pais!
Teresa Teresoca não foi exceção: chorou e pediu colo. Mas teve alguns ousados e corajosos instantes durante a coreografia; depois que o foco não estava mais nos pequenos, e sua amiga Isadorinha chegou na festa, divertiu-se muito dançando com a comadrinha enquanto as outras turmas da escola dançavam no meio da quadra.
Isadora dá um show e nossa Teresa não fica atrás. Quando a Princesa ameaçava um muchocho, a querida amiga a puxava pelas mãos, em um balanço ritmado. Da festa curtimos ainda o churrasquinho no palito, o pastel, a canjica, o quentão... E finalizamos com um jogo de bola na lata que nos rendeu uma prenda pra pequena sair brincando.
Festa junina é bom demais, êita arraiá bão, sô!

Cotidiano
Uma noite dessa nossa menininha maravilhosa teve o sono prejudicado, imagino que por um sonho ruim. Acordei com ela me chamando "me ajuda, mamãe, me ajuda". Fui lá e ela se acalmou logo que me percebeu do seu lado, mas demorou pra eu conseguir sair do quarto sem ela acordar.
Quando saí estava decidida a levá-la comigo pra cama caso me chamasse de novo, mas daí ela dormiu pra valer, ainda bem.
Aconteceu que, dormindo profundamente, como ela, perdi completamente a hora, acordei no susto às 6h20! Vesti-me correndo, fui no banheiro, depois desci, fiz uma mamadeira -
ao invés do copo -, coloquei tudo no carro e levei a mamadeira pra ela ir tomando enquanto eu trocava a fralda dela, sem trocar de roupa.Levei ela de pijama mesmo! Ela terminou a mamadeira no carro, se não íamos nos atrasar muito. Com isso tudo, uma bela correria, nós conseguimos chegar na hora habitual...
terça-feira, maio 29, 2007
Teresa Social Club
Mãe é quem sabe contar as coisas.É o que leremos abaixo, histórias a partir de fragmentos de e-mail, editados por este Papai.
Divirtam-se.
Semana passada
Por Mamãe
Tem dias que a Piriquitoléia acorda com a corda toda.
Outro dia mesmo, chego no quarto e ela estava sentadinha na cama, disse que tava com o jacaré: "Ó o jacaré, ó!". O jacaré era o edredon...
Fez eu fazer carinho nele e tudo, primeiro disse que ele era amigo, que era dela, que foi a Laurinha que deu, depois falou que o "jacaré morde, hein!". Uma coisa essa menininha!
Daí desceu na sala, acordou o vídeo porque queria ver a sopa, "uma veiz", e depois queria brincar, e tive que convencê-la a irmos embora para a escola deixando que ela levasse um brinquedo junto...
Daí já eram umas 5 e 40 e eu estava pensando se iria levantar pra lavar o cabelo ou não, tomando coragem pra tirar a roupa e entrar no banho. Quando ouço um barulhinho de porta abrindo e uma pequerrucha de macacão felpudinho cor de rosa entra no quarto!
Toda sorridente e descansada, afinal de contas dormiu uma bela noite de sono, praticamente 10 horas ininterruptas!
Que frio é esse???? Diz que até sexta-feira a temperatura vai baixar, baixar, baixar, que vai fazer o maior frio dos ultimos anos!!! aiaiaiaiaiaiai!!! Se a piriquitinha não fosse tão espaçosa na cama juro que eu a levava pra dormir com a gente nas noites frias...
Mas à noite ela acordou, não sei o que aconteceu, teve uma noite de sono agitado, desde as primeiras horas de sono ela me chamou, mas não é que ela acordasse, ela só chamava, falava e voltava a dormir, acho que era sonho...
Como tava sendo toda hora, resolvi levar ela pra nossa cama, um pouco depois que nós deitamos. E então ela ficou uma meia horinha lá, pegou num sono mais pesado e eu levei ela de volta pra conseguir dormir. Engraçado que o meu sono também ficou leve e meio agitado, sonhava um sono leve. Até que mais de madruga, era quase 3 ela acordou gritando, achei melhor ir ver o que era. Daí pronto, ela não queria deixar eu sair de lá... Fiquei um tempo dormindo em pé, do lado da cama dela, ela dormiu e eu saí. Fiquei um pouco na poltrona, pareceu que ela dormiu, eu saí e ela me chamou de novo.Levei ela pra cama, pra eu conseguir dormir um pouco
Acordei ela bem em cima da hora de sair, ela tava suada. só depois que eu já tinha vestido ela é que abri a janela e vi o céu nublado e um vento forte, ainda bem que deu tempo de pegar um casaco pra ela e uma malha pra mim, se não nós duas íamos passar frio hoje!
avisei a Paula (a professora) que ela não dormiu bem à noite, poderia ser que ela acabasse dormindo na escola... o que tem seu lado bom, pois daí ela dorme mais cedo a noite...
Esta semana
Ai, caramba, hoje o dia já começou brabo.Aliás, antes de começar é que começou brabo, o que foi essa noite, pelamordedeus!!!
A minininha acordou era uma e pouco, ou seja, eu tinha dormido pouco mais de 2 horas, 2 horas e meia, talvez.
Acordou pedindo leitinho no copo do leão - agora ela encanou nesse leitinho no copo, tudo é leitinho no copo. E a coragem pra descer lá e fazer o tal leitinho? Mas não tinha alternativa, coloquei um casaquinho nela e desci, porque descer sem ela é também impossível.
Fiz o leitinho no escuro, sem acender uma micro luzinha sequer, pra ela não sair do clima sono. Fomos para o quarto, ela tomou o leite no meu colo, escovamos o dente e deitei ela no meu colo pra ver se ela dormia mais rápido.
Ficamos um bom tempo assim, até que ela começou a cutucar o encosto da poltrona. E eu falei pra parar que era hora de dormir, isso se repetiu umas três vezes, até que ela falou que queria ir dormir na minha cama. Pensei que seria uma boa mesmo, achei que ela demoraria no máximo meia hora pra pegar no sono de novo, eu dormia um pouco também e depois levaria ela pra cama dela.
Mas você viu no que deu, né, seu filó? Nem ela dormiu, nem eu, nem você!!!
Era mais de três e ela ainda acordadássa, poxa vida!!! O pior foi uma hora que ela começou a ressonar, tipo pegando no sono, e a Mafalda resolveu afiar a unha no colchão!
Ai, que raiva!
Primeiro tirei ela, ela voltou eu tirei de novo, quando ela voltou pela 3a vez agarrei ela bem agarrado e joguei longe, tadinha...... ela demorou um tempo pra voltar, daí eu fiz um carinhozinho de desculpa... Bom, sei que a Tetê foi dormir depois da bronca desmedida que eu dei aquela hora.
É claro que atrasei pra caramba pra levantar de manhã, nem lembro do despertador tocar, acordei já era quase 6 e meia!!! e ela acordou também, com os vizinhos falando alto do lado da janela dela.
O segundo episódio do dia que começou de madrugada foi que deixei ela no espaço da vila chorando daquele jeito desesperado. É que ela tava comendo bisnaguinha no carro, quando a gente tava chegando eu contei pra ela que a Ana Paula (a diretora) pediu pra gente deixar o lanche no carro pras outras crianças não ficarem com vontade, e tal, ela disse “tá bom”. Então falei "Tetê, vamos guardar", até deixei a que ela tava acabando de comer, só queria guardar o potinho, mas ela não quis, não quis, não quis.
Não teve jeito, eu super atrasada, tinha que cumprir a regra e também tinha que ser rápida, não tinha muito tempo pra negociação. Peguei o potinho da mão dela.
Pra quê!
Ela começou a chorar desesperadamente e não queria sair do carro, e não queria ir pra escola, queria ficar no carro, desesperada. Passei a bomba pra Paula, que ficou tentando distrair a brabinha, mas não sei não, duvido que ela tenha se acalmado logo!
Bom, é isso, 3a feira nublada mas não tão fria (ainda), já cheia de histórias...
Carta
“Oi Pai!aquele dia no telefone você entendeu que a Tetê apertou o tal botão que eu não tava deixando ela apertar, né? Ela apertou e caiu a ligação, fiquei bem brava com ela. Depois ela falou pro Fi "eu di-liguei na cara do vovô."! Essa menininha ta uma coisa, pai, anda toda empolgada, incrível como o frio
deixou ela pilhada, te contei que ela nem dormiu a tarde, por três dias seguidos? pois é...
Daí ontem ela foi me ver contar história. No começo ela
ficou animadíssima, ficava pulando, participando, gritando de felicidade.
Até que resolveu que queria que eu colocasse um jacaré na história e eu não dei a atenção que ela esperava.
Começou a chorar, berrar, ofendidíssima, o Fi teve que sair com ela, disse que ela soluçava de tanto chorar. Depois em casa consegui que ela me falasse o que deixou ela tão chateada: eu perguntei algumas vezes se ela tinha gostado de ver a mamãe contar história, e tal, até que no meio da janta ela soltou uma "não go-tei de contá história" e eu falei "você não gostou de ver a mamãe contar história, Tetê?" "Não, a mamãe num pode". "Mas por que, Tete, porque a mamãe falou com as outras crianças e não falou com você?" "É, a mamãe num pode falá com as criança, só a Silvinha pode, a mamãe num pode". Acho que foi demais pra ela...
Então, pai, nesse sábado tem festa junina da escola, a Tetê vai dançar...
Tô super ansiosa pra nossa viagem de férias. Estamos vendo de ir de avião, sabe que fica até mais barato do que de ônibus, e com a Tetê é bem melhor, né! O ruim é que a partir de 2 anos já paga meia passagem, mas acho que vamos fazer isso mesmo.
Beijos, Paizão, e boa semana!”
terça-feira, maio 22, 2007
Teresa Social Club
O Vovô vai morar no Rio
Surpreendentemente o trabalho que Guilhermão vinha caçando há tempos, saiu. Foi já ontem, de mala e cuia. Suas netinhas (Tetê e Tata) ainda não medem a perda do cotidiano com o Vovozão...
Vai que vai
Teresoca segue firme em seu desenvolvimento. O que equivale a dizer que segue surpreendendo em tudo o que faz, cria, apronta, expressa, manifesta, relaciona, atinge, etc, etc, etc.
Outro dia mesmo nos parou e exclamou, na alta seriedade de seus dois anos: “agora eu vô fazê mágica!!”, e começou a balançar as mãos como se espalhasse papeizinhos grudados em uma bola, em quantidade mágica...
Foi engraçadíssimo perceber como se dá a expressão nessa pessoinha maravilhosa. Ela é espirituosa demais!
Melhor ainda foi o dia em que saímos para irmos à feijuca na quadra, com Vovó e tudo, e a Mamãe esqueceu o celular em casa. “Xi, esqueci meu telefone...”, e Teresa de prontidão exclamou “priciso do meu telular!...”; “mas Tetê, você também esqueceu o seu”, disse a Vovó, achando que enganaria a menina, mas tivemos que presenciar a resposta: “tu, tu, tu, tu, tu, tu...”
Surpreendentemente o trabalho que Guilhermão vinha caçando há tempos, saiu. Foi já ontem, de mala e cuia. Suas netinhas (Tetê e Tata) ainda não medem a perda do cotidiano com o Vovozão...Vai que vai
Teresoca segue firme em seu desenvolvimento. O que equivale a dizer que segue surpreendendo em tudo o que faz, cria, apronta, expressa, manifesta, relaciona, atinge, etc, etc, etc.Outro dia mesmo nos parou e exclamou, na alta seriedade de seus dois anos: “agora eu vô fazê mágica!!”, e começou a balançar as mãos como se espalhasse papeizinhos grudados em uma bola, em quantidade mágica...
Foi engraçadíssimo perceber como se dá a expressão nessa pessoinha maravilhosa. Ela é espirituosa demais!
Melhor ainda foi o dia em que saímos para irmos à feijuca na quadra, com Vovó e tudo, e a Mamãe esqueceu o celular em casa. “Xi, esqueci meu telefone...”, e Teresa de prontidão exclamou “priciso do meu telular!...”; “mas Tetê, você também esqueceu o seu”, disse a Vovó, achando que enganaria a menina, mas tivemos que presenciar a resposta: “tu, tu, tu, tu, tu, tu...”
terça-feira, maio 15, 2007
Teresa Social Club
Mais uma...
Por Mamãe
No fim de semana do dia das mães, quando nossa Tetê ficou na casa dos meus pais, mais uma cena teresística aconteceu.
No domingo de manhã teve uma hora que a Vovó começou a falar meio nervosa com Carô enquanto a Tetê chorava no colo dela. Conforme minha mãe ia falando brava, a Tetê de repente silenciou totalmente e ficou bem séria olhando a Vovó.
Resignou-se de tal forma àquele "poder" - acho que nunca viu uma pessoa falar tão sério daquele jeito! - que ficou bem quietinha, não respondeu mais uma palavra sequer à Vovó.
Quando a Vovó percebeu o silêncio da pequena parou de esbravejar e tentou conversar com ela: "você quer beber água, Tetê?". E a Tetê quieta.
"Quer comer alguma coisa?" E a Tetê bem quietinha...
Então a Vovó levou a pequena para o quarto, colocou-a na cama e ela deitou, se aconchegou, fechou os olhinhos e dormiu!!!
O interessante é que ela não tinha expressão de medo, não é que ela ficou com medo de levar bronca nem nada disso, ela simplesmente entendeu que a Vó estava no comando agora e o limite estava dado: era hora de dormir, sem fazer manha.
Inteligência pouca é bobagem!!!
Por MamãeNo fim de semana do dia das mães, quando nossa Tetê ficou na casa dos meus pais, mais uma cena teresística aconteceu.
No domingo de manhã teve uma hora que a Vovó começou a falar meio nervosa com Carô enquanto a Tetê chorava no colo dela. Conforme minha mãe ia falando brava, a Tetê de repente silenciou totalmente e ficou bem séria olhando a Vovó.
Resignou-se de tal forma àquele "poder" - acho que nunca viu uma pessoa falar tão sério daquele jeito! - que ficou bem quietinha, não respondeu mais uma palavra sequer à Vovó.
Quando a Vovó percebeu o silêncio da pequena parou de esbravejar e tentou conversar com ela: "você quer beber água, Tetê?". E a Tetê quieta.
"Quer comer alguma coisa?" E a Tetê bem quietinha...
Então a Vovó levou a pequena para o quarto, colocou-a na cama e ela deitou, se aconchegou, fechou os olhinhos e dormiu!!!
O interessante é que ela não tinha expressão de medo, não é que ela ficou com medo de levar bronca nem nada disso, ela simplesmente entendeu que a Vó estava no comando agora e o limite estava dado: era hora de dormir, sem fazer manha.
Inteligência pouca é bobagem!!!
domingo, maio 13, 2007
Teresa Social Club
Dia das mães!
Por Mamãe
Segundo domingo do mês de maio: Dia das mães.
Em 2005 eu era mãe havia quatro dias e me virava como podia com mamadas, peito doendo, recuperação do parto, soninhos do bebê...
Um ano depois o dia das mães foi bem mais tranqüilo, com uma bonequinha de um ano já dando sinais de tudo que viria a aprontar no próximo ano.
Agora em 2007, em meu terceiro dia das mães, ganhei um presente maravilhoso: poder dormir até a hora que eu quisesse!
Nossa pequena Princesa foi para a casa do Vovô e da Vovó para o Papai e a Mamãe poderem fazer um passeio de casal no sábado à noite e no domingo fiquei na cama até mais tarde.
Sinceramente, os milhares de comerciantes que me desculpem, mas não podia haver presente melhor que esse: ter meu maior tesouro em boas mãos para passar poucas horas como “um casal sem filhos”. De toda forma o verdadeiro presente de dia das mães é poder dizer que sou Mãe. Isso sim é um presente; um presente que ganhei dos céus no dia 4 de maio de 2005 e que seguirá comigo por toda a minha vida.
“Sêta fêra eu vô fazê dois anos!”
Por Mamãe
A idéia do aniversário é tão fascinante que quase dez dias depois a Princesa ainda fala a frase acima. Depois de tanto ouvir “A Teresa vai fazer dois anos! Vai ter festa! Vamos cantar parabéns!” etc, etc., finalmente chegou o grande dia, que nossa Princesa soube aproveitar ao máximo. Poder fazer a festa na nossa própria casa é um enorme privilegio que juntou dois eventos em um só: a festa de aniversario com a visita de tanta gente na nossa “casinha nova”.
Ela ficou radiante como só quem viu pode contar. Transitava pela casa confiante e cheia de si, circulando entre os vários grupos de convidados, fazendo papel de perfeita anfitriã.
Brincou um pouco com cada criança, conversou com os adultos, deu atenção a todos que vinham parabenizá-la.
No parabéns transbordou alegria e vibrou com toda aquela gente querida cantando para ela.
“E pra Teresa nada!?! TUDO!!!”
Por Papai
Teresoca é a coisa mais linda do mundo.
Outro dia estava o papai dando a janta dela, quando ela cuspiu no chão provocativamente.
Tetê gosta do limite.
Claro, tomou uma bronca seca, que a paralisou. Não chorou.
Ela queria gelatina de sobremesa, e já acabava de comer quando cometeu essa barbaridade. Perdeu a gelatina.
Papai continuou comendo, e passados alguns longos segundos desfranziu o rosto. “Você num tá babo Papai”, ela arriscou.
Olhei no olho dela, sério. “Ditupa...”, resignou.
“Claro, amor da minha vida. Qual gelatina você quer?”
Por MamãeSegundo domingo do mês de maio: Dia das mães.
Em 2005 eu era mãe havia quatro dias e me virava como podia com mamadas, peito doendo, recuperação do parto, soninhos do bebê...
Um ano depois o dia das mães foi bem mais tranqüilo, com uma bonequinha de um ano já dando sinais de tudo que viria a aprontar no próximo ano.
Agora em 2007, em meu terceiro dia das mães, ganhei um presente maravilhoso: poder dormir até a hora que eu quisesse!
Nossa pequena Princesa foi para a casa do Vovô e da Vovó para o Papai e a Mamãe poderem fazer um passeio de casal no sábado à noite e no domingo fiquei na cama até mais tarde.
Sinceramente, os milhares de comerciantes que me desculpem, mas não podia haver presente melhor que esse: ter meu maior tesouro em boas mãos para passar poucas horas como “um casal sem filhos”. De toda forma o verdadeiro presente de dia das mães é poder dizer que sou Mãe. Isso sim é um presente; um presente que ganhei dos céus no dia 4 de maio de 2005 e que seguirá comigo por toda a minha vida.
“Sêta fêra eu vô fazê dois anos!”
Por MamãeA idéia do aniversário é tão fascinante que quase dez dias depois a Princesa ainda fala a frase acima. Depois de tanto ouvir “A Teresa vai fazer dois anos! Vai ter festa! Vamos cantar parabéns!” etc, etc., finalmente chegou o grande dia, que nossa Princesa soube aproveitar ao máximo. Poder fazer a festa na nossa própria casa é um enorme privilegio que juntou dois eventos em um só: a festa de aniversario com a visita de tanta gente na nossa “casinha nova”.
Ela ficou radiante como só quem viu pode contar. Transitava pela casa confiante e cheia de si, circulando entre os vários grupos de convidados, fazendo papel de perfeita anfitriã.
Brincou um pouco com cada criança, conversou com os adultos, deu atenção a todos que vinham parabenizá-la.
No parabéns transbordou alegria e vibrou com toda aquela gente querida cantando para ela.
“E pra Teresa nada!?! TUDO!!!”
Por PapaiTeresoca é a coisa mais linda do mundo.
Outro dia estava o papai dando a janta dela, quando ela cuspiu no chão provocativamente.
Tetê gosta do limite.
Claro, tomou uma bronca seca, que a paralisou. Não chorou.
Ela queria gelatina de sobremesa, e já acabava de comer quando cometeu essa barbaridade. Perdeu a gelatina.
Papai continuou comendo, e passados alguns longos segundos desfranziu o rosto. “Você num tá babo Papai”, ela arriscou.
Olhei no olho dela, sério. “Ditupa...”, resignou.
“Claro, amor da minha vida. Qual gelatina você quer?”
quarta-feira, maio 09, 2007
terça-feira, maio 08, 2007
Teresa Social Club
O Parabéns
Temos aqui mais foto da esplendorosa festa da Princesa Teresa.
Na hora do parabéns a Tetê ficou mesmo muito feliz. Ela, que já gostava de cantar parabéns assim, sem mais nem menos, cantou com todo mundo naquela barulheira que ela adora. Viva a Tetê!!!
Em seguida, a lembrancinha que quem esteve na festa ganhou.
No mais, aguardamos um texto da Mamãe a respeito do tema, que não deve demorar.


Temos aqui mais foto da esplendorosa festa da Princesa Teresa.Na hora do parabéns a Tetê ficou mesmo muito feliz. Ela, que já gostava de cantar parabéns assim, sem mais nem menos, cantou com todo mundo naquela barulheira que ela adora. Viva a Tetê!!!
Em seguida, a lembrancinha que quem esteve na festa ganhou.
No mais, aguardamos um texto da Mamãe a respeito do tema, que não deve demorar.


segunda-feira, maio 07, 2007
Teresa Social Club
Teresa completa dois anos
A nossa queridíssima menina Princesa Maravilhosa completou nesta sexta-feira o seu segundo anos de existência enquanto Teresa.
Diz que é aos dois anos que se completa também a mente do individuo.
Seu pensamento já deve ter sido “sincronizado” e estruturado segundo a realidade. Espaço e tempo devem estar “a priori” – como disse o Kant – em todo juízo e asserção. A criação (de autoria da criança) é o teste do limite, pois a percepção deste deve ser construída.
Tetê caminha a passos largos.
O leitor mais assíduo saberá onde reencontrar quando dissemos aqui do potencial comunicativo de Teresa. Isto está intrinsecamente ligado.
Tetê cresce.
Linda e forte.
Teresa Maravilhosa.
A Festa
Os amigos que compareceram puderam participar da festa que comemorou os dois anos de uma maravilhosa criatura – Teresa – mas também a festa que inaugurou a nova e aconchegante morada desta Princesa doce e querida.
E tanto a festa quanto a morada foram avaliadas por igual, por todos que tiveram a honra de presenciar Tetê sorrindo no “parabéns”. Ou seja, fizeram a relação deste bom telhado que se faz nossa sede com a Princesa dona dele. E a festa, portanto, foi a cara da Princesa, pois a morada também é.
Não houve quem não pudesse ter gostado.
A nossa queridíssima menina Princesa Maravilhosa completou nesta sexta-feira o seu segundo anos de existência enquanto Teresa.Diz que é aos dois anos que se completa também a mente do individuo.
Seu pensamento já deve ter sido “sincronizado” e estruturado segundo a realidade. Espaço e tempo devem estar “a priori” – como disse o Kant – em todo juízo e asserção. A criação (de autoria da criança) é o teste do limite, pois a percepção deste deve ser construída.
Tetê caminha a passos largos.O leitor mais assíduo saberá onde reencontrar quando dissemos aqui do potencial comunicativo de Teresa. Isto está intrinsecamente ligado.
Tetê cresce.
Linda e forte.
Teresa Maravilhosa.
A Festa
Os amigos que compareceram puderam participar da festa que comemorou os dois anos de uma maravilhosa criatura – Teresa – mas também a festa que inaugurou a nova e aconchegante morada desta Princesa doce e querida.E tanto a festa quanto a morada foram avaliadas por igual, por todos que tiveram a honra de presenciar Tetê sorrindo no “parabéns”. Ou seja, fizeram a relação deste bom telhado que se faz nossa sede com a Princesa dona dele. E a festa, portanto, foi a cara da Princesa, pois a morada também é.
Não houve quem não pudesse ter gostado.
quinta-feira, maio 03, 2007
Teresa Social Club
Convite da Festa da Princesa
clique aqui
Saúde
Teresa está em um inferno astral. Passou esse feriado com congestão nasal que afetou os olhinhos. Ficaram inchadinhos. Até aí beleza, três gotas de Pulsatilla de duas em duas horas resolveram muito bem isso. O que não contávamos é com essas bactérias do ar, que pegaram o olhinho fragilizado.
Remelou tudo. Ficou vermelhinho. Não temos certeza de ser ou não conjuntivite, mas esses dias ela está de molho em casa, com a Vó querida, melhorando...
Hoje ela fica com o Vozão.
Tem que ficar boazinha para a Festa de Dois Anos, né, caro Fã de Teresa?
clique aqui
Saúde
Teresa está em um inferno astral. Passou esse feriado com congestão nasal que afetou os olhinhos. Ficaram inchadinhos. Até aí beleza, três gotas de Pulsatilla de duas em duas horas resolveram muito bem isso. O que não contávamos é com essas bactérias do ar, que pegaram o olhinho fragilizado.Remelou tudo. Ficou vermelhinho. Não temos certeza de ser ou não conjuntivite, mas esses dias ela está de molho em casa, com a Vó querida, melhorando...
Hoje ela fica com o Vozão.
Tem que ficar boazinha para a Festa de Dois Anos, né, caro Fã de Teresa?
quarta-feira, maio 02, 2007
Teresa Social Club
Convite da festa da
Princesa Teresa
(clique aqui)
Criança não trabalha
(Tetê enquanto uma réplica quase perfeita de Joe Ramone)
Tetê agora assiste o vídeo emprestado pela Laurinha, do “Palavra Cantada”, do Tatit e da Sandra Peres. Aquele “criança não trabalha, criança dá trabalho”. Ela adora.
E no devêdê tem o clipe, muito legal.
Ela adora o da sopa, o do rato, e o do “tabáio”.
E no fim deste clipe “do tabáio”, aparecem imagens em preto e branco de crianças carregando saco, capinando, trabalhando.
Foi nesta hora que ela perguntou:
“Papai, té isso?”
“Isso são crianças trabalhando, meu amor... olha lá a carinha daquele meninho, que tristinho”
“Mais... mais... tiança não tabáia, Papai!”
É... Vou me preparar para superar o Quino...
Princesa Teresa
(clique aqui)
Criança não trabalha
(Tetê enquanto uma réplica quase perfeita de Joe Ramone)
Tetê agora assiste o vídeo emprestado pela Laurinha, do “Palavra Cantada”, do Tatit e da Sandra Peres. Aquele “criança não trabalha, criança dá trabalho”. Ela adora.E no devêdê tem o clipe, muito legal.
Ela adora o da sopa, o do rato, e o do “tabáio”.
E no fim deste clipe “do tabáio”, aparecem imagens em preto e branco de crianças carregando saco, capinando, trabalhando.
Foi nesta hora que ela perguntou:
“Papai, té isso?”
“Isso são crianças trabalhando, meu amor... olha lá a carinha daquele meninho, que tristinho”
“Mais... mais... tiança não tabáia, Papai!”
É... Vou me preparar para superar o Quino...
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