sábado, março 01, 2008

Teresa Social Club

Começou a escola!
Começou o Grupo Um para a nossa Princesa. Já passou a adaptação e mais duas semanas além disso e tudo corre como o esperado: às mil maravilhas.
A Teresa é uma menininha que se dá imensamente bem em rotinas escolares. Não que seja disciplinada, pois nenhuma criança de quase três anos o é, mas me refiro aqui ao fato, justamente, de ela não precisar de disciplina. Ela compreende e basta. Se não compreende é porque está a exigir explicações para a razão de certa e dita coisa. Na escola tudo fica claro para ela, que lida muito bem com o que se deve ou não deve fazer, a tal da ordem das coisas. Mesmo que, por vezes, faça o contrário do devido, atingindo e ultrapassando os limites da coisa, só para ver o que acontece. Pois é isso que é saúde. Mental, muito mais que fisica.
A professora Regina já é muito querida da pequena e a recíproca é ainda mais verdadeira. O mesmo vale para a auxiliar Mariana.
E os dois amiguinhos meninos da Teresa são dois irmãos gêmeos, de Recife, e Bruno já deu o ar de sua graça na escola com a camisa do sport. Mais precisamente da bafo de leão... Eu perguntei ao Felipe se ele também era sport, ele disse que não. Mas não me revelou ainda.
Das amiguinhas meninas, uma já era amiga do Espaço da Vila, é a Camila, a da primeira foto, e a outra já interage como companheirinha.
Bem, para tão pouco tempo de escola, já podemos ver como a Tetê é sociável, como se não soubéssemos. E a coisa tende a avançar, evidentemente. São quinze pentelhinhos na classe...

E já aconteceu o ilustríssimo Chá de Rebeca, e nos conhecemos todos, família Lisboa e família Barba.
Um brinde do tamanho do mundo para essa linda menina que está pra chegar, com amor e graça.

Teresa já vê seu irmãozinho deitado na cama e diz que ele irá dormir ao seu lado.
Apontando o cantinho onde ele repousará, diz com todo o amor do mundo que o irmãozinho vai dormir junto dela.
E para a Mãe diz: "eu agora sou seu irmãozinho, fala "tá com fome, irmãozinho?""
"Aaah, irmãozinho lindo..."

Hoje Teresa vai na casa da e do , e lá tem o Chulapa, um labrador preto que é dominado pela Princesa (a Filó, minha xará pastora, também). Ao menos era. Como ela está nessa onda de ter medo de cachorro, vamos ver...

Ah sim.
Tetê foi ao Parque São Jorge, dia desses. Não pela primeira vez, naturalmente.

Murar

Dura lex sed lex; a lei é para os fracos
As leis, por mais que queiram nos convencer de algo contrário, ou mesmo diferente, foram criadas para oficializar o crime. É esse o produto de todos os subprodutos, e mesmo que hajam tantos legistas, adevogádos, judiciosos, e mais pencas de contaminados pela bobagem que fundou a çoçiedade a tentar negar e dizer que não, que a lei serve para reger a conduta dos homens.
Bobagem, caro leitor.
Uma vez que as leis foram feitas por quem está a comandar, jamais elas regeriam condutas. Jamais, no sentido "democrático" do termo.
Pois quando há lei, é porque é necessário acobertar alguma conduta que está a ser praticada e que vai de encontro à própria lei. Sim, acobertar, caríssimo leitor.
É o caso emblemático no exemplo de vladimir putin, um "herói" russo semi-burguês e pós-bêbado ieltsin, que acachapou qualquer frente contrária ao seu pupilo, que o manterá, mesmo longe da cadeira, no comando daquele país. Como ele conseguiu? Ora, através da lei.
Quando a revolução burguesa sinalizou a nova ordem mundial do século dezoito, o que ela fez foi trazer À tona um compêndio de condutas baseadas em leis que levaram a alcunha de "republicanas". Era aquilo que Sir Thomas Hobbes quis, no inverno da humanidade, promover numa Inglaterra bárbara e barbaramente tomada por comandantes incestuosos e criminosos em suas próprias leis.
Que é necessário que todos cumpram a lei, que todos tomem para si a conduta necessária, isso é latente. Hobbes, do alto de seu pequeno gabinete de secretariado, passou noites e noites a imaginar o Leviathan, o Estado que impusesse a todos o necessário cumprimento da conduta social. Como se isso fosse mesmo vir a curar o mal do crime. Ele não enxergou a lei como a progenitora do crime, ao contrário disso.
Mas, justamente, o que se criou foram modos de burlar leis (os subprodutos incalculáveis e inevitáveis) e, por consequência, o crime.
Dessa feita, o que nos resta, contemporaneamente, é a aceitação das leis já burladas, e a oficiosa imposição do crime como conduta a ser "combatida" pela lei, que o criou. Assim, vivemos em uma farsa sem nem nos darmos conta.
É nessa farsa que se viu um ribamar, depois um narigudo-cheirador, depois um topetudo, depois o boca-de-çuvaco e agora esse çapo ignóbil fazerem tudo o que fizeram, toda a sorte de (perdão pelo rigor da palavra) merdas que impuseram a um povo já descrente de si mesmo, imerso em uma ignorância que parece não ter fim.
E, obviamente, tão imerso na aceitação das leis, que espera uma nova ditadura criminosa para que a lei seja cumprida. Que se possa proibir toda sorte de abuso, e aplacar a própria ira na pena de morte, por exemplo. Ou coisas até piores e menos sociais, típicas de uma çoçiedade molusca.
A vociferação de palanque, de um prizidente eternamente candidato (mais por não saber como agir como presidente que pela "capacidade" de ser eternamente candidato) contra o judiciário criminoso, que legisla para sua própria corja, como qualquer judiciário burguês pelo mundo depois da revolução supra-citada, é o exemplo mais do que cabal disso que pretendo expor aqui.
Nosso povo irá aceitar e aplaudir tudo o que o çapo "lançar" de novo, eleitoralmente. Pois está (ou não?) dentro da lei. Poucos se darão conta da farsa, é verdade. Mas haverá o espinho sempre atravessado na garganta que gritar lulalá.
Enquanto houver lei seguiremos nessa fraqueza çoçial.

Aos que, terminada esta leitura, imaginaram esse palhaço como um bufão insano a contradizer bobagens, em minha defesa devo afirmar que foi apenas uma extrapolação do mais puro positivismo. No Aurélio-pai-dos-burro seria a sexta definição, mas aqui é a primeira. E sem o positivismo parco em que embarca o dicionário.
Afinal a falta de lei não existe, uma vez que haverá sempre uma ordem. A questão é o tipo, origem, força vetorial e consequência desta ordem. Que deixa de ser lei, pois não é mais coleira para amarrar vira-lata. Pois não seremos mais cães ou rebanho a ser guiado pela comitiva. Por isso seria impossível qualquer transgressão à ordem.

Visto isso, o çapo diz que queria que o judiciário olhasse apenas o próprio nariz. Certo. Mas a lei eleitoral teoricamente vale pra todos, çapo, e você está nas mãos da lei, mesmo que não enxergue isso.
E vem aquele papagaio que tem a viúva como sogra arrotar que o çapo agiu "a partir da independência" do executivo... A que ponto chegou a farsa...
E o çapo retruca o primo do narigudo cheirador, dizendo que não há crise de poderes. Naturalmente que não, você está nas mãos da "lei", çapo. Percebeu isso? Seu ignorante. Fez o joguinho da "lei" achando que ia acabar onde? Parabéns por neutralizar toda e qualquer possibilidade no presente atual, seu serviçalzinho que jamais será alforriado.
E a dondoca virgília vem e tira sarro do çapo, dizendo que ele queria é governar com a turma da tapioca. Antes essa corja do que a sua corjinha abambibolada, seu animalzinho. Pois a maioria deles um dia talvez tenha sonhado, enquanto essa sua corja, por falta de alma, só tinha espasmos.

No çenário eleitoral a coisa tende a ficar cada vez mais esquisita. O don aecinho tende a viabilizar e forçar um chuchu aqui em Piratininga, num harakiri a longo prazo, só pra tirar o vampiro em 2010. Sendo o pupilo do çapo, é claro. Afinal o que sobra ao çapo agora é apoiar quem o apoiou, o que significa que estará pra sempre pendurado na teia dessa aranha mortífera, que é a hereditariedade burrazileira. Claro que, na história, aquele que estará sendo aclamado como vitorioso, o çapo, por emplacar um çuçeçôr, estará sendo na verdade o babaca traído. Achando que está abafando, portanto, o çapo estará engolindo o próprio veneno, com o qual já terá assassinado qualquer possibilidade. Isso já em 2010. Imaginemos, portanto, o que serão os anos subseqüentes.

Movimentos sísmicos abruptos e cada vez mais constantes no Ceará. 109 em 9 horas em Sobral. O mundo como um cachorro eu vejo/ que quando já não guenta mais as pulgas/ se livra delas num sacolejo...
Tem município no Amazonas que só tem 19% de mata nativa. E no sul/sudeste, boa parte tem 0%.

Mosqueteiro

"Nossa intenção é que o Corinthians volte a atuar como a sua tradição manda. Um time com raça, como sempre foi. O torcedor vai gostar de sua equipe desta maneira"
Luis Antônio Venker Menezes, o Mano

HONRA AO NECO

Mano começou há tempos a entender o Espírito Corinthiano e é sob a Alma desse Gigante que está trabalhando desde então.
É pela VONTADE que ele começa este trabalho. Poderia citar alguns exemplos nesses doze jogos, mas pela circunstância do vídeo após a vitória em Campinas (que pode ser encontrado no TimãoTV) podemos dizer que há um Comandante no Corinthians.
A RAÇA está amarrada na vontade do sujeito buscar sempre a superação. E, modéstia à parte, é este o Espírito Corinthiano.
É bom que Corinthianos doutrinem o Mano, que lhe forneçam elementos para compreender a História do Glorioso Corinthians, e isso ele faz mesmo por vontade própria.
Por ser um profundo conhecedor da profissão que escolheu, o futebol. Sabe o que diz, como é sempre o caso até então. Nenhuma declaração ou nada do que fez até agora tem qualquer elemento desabonador, muito pelo contrário. É ele o Comandante, com certeza. Demonstra ali não somente seriedade, mas total entrega da própria Alma neste projeto e vem merecendo os frutos que colhe, e faz tudo para merecer mais.

E numa semana tão importante, a justiça nos acena ao menos com o deleite da possibilidade de ver parte da corja imunda ter o que merece. Tá no Uruguai, MP. É só ir lá buscar.

Jogos na Fazendinha, evidentemente, é a grande solução para a vida do Coringão. Demorou mais de década.

Para o Maior Clássico do mundo, Mano teve uma semana inteira para preparar o Timão. E fez muitos treinos técnicos e táticos, que é uma especialidade que se prova mais que importante.
Nelsinho, no ano passado, fazia isso como quem atira, vesgo, as flechas na maçã na cabeça do menino. Em sua experiência de vida, Mano se deparou inúmeras vezes com a frase "treino é jogo, jogo é guerra". Ele sabe do que se trata quando está fazendo um coletivo em dois toques, depois de treinar finalização e cruzamentos, além de um dois contra três ou contra quatro. Ele sabe treinar assim, é bom nisso.
Daí o pessoal vem com as probabilidades: Júlio César (Felipe); Chicão, Carlão e William; Carlos Alberto, Bruno Octávio, Perdigão (Bóvio), Lulinha e André Santos; Lima e Herrera.
Sim, ele treinou Lima, que jogou só meio tempo em doze jogos. Assim como treinou Diogo Rincón. E Bóvio. Ele treinou todo mundo. Daí a acenar com Lima no ataque são mil passos. É evidente que é fumaça.
Notícias da manhã deste sábado nublado dão conta de que Felipe treinou. Carlão será mesmo o marcador de Valdívia e uma espécie de líbero e sobra em contra-ataques. Ele se mostrou competente com meias menos habilidosos, e Mano com certeza já o alertou, fazendo-o imaginar, prever, focar e não tirar da mente as possibilidades deste camisa dez tão craque quanto firuleiro.
É só mais um pequeno teste-de-fogo deste gigantesco vamo-vê que configura
esta batalha tão hecatômbica quanto gloriosa. Outro teste será para Lulinha, mas não quero me deter neste fato. Considero que Herrera também tenha em conta de vida esta guerra de amanhã. Bruno, o volante (o outro está suspenso, infelizmente), como bom soldado do Comandante, entende e executará tudo aquilo que lhe foi ensinado até agora. Ao lado de quem quer que seja, e o mais cotado é, naturalmente, Perdigão. E Lulinha pode sair para a entrada de Rincón II. Mas é muito difícil que alguém da contenção saia. Lima no ataque é, por enquanto, mais possibilidade que qualquer outra coisa, portanto vamos de: Felipe, Chicão, Carlão e Willian; C.Alberto,
Bruno, Perdigão, Lulinha e André; Herrera e a incógnita.
Digo incógnita, mas é que, por mais brincadeira que pareça, Mano sabe que precisa de um finalizador, que seria Finazzi. É apenas meia hora antes do jogo que teremos
isso confirmado. É assim que tem que ser.

Os dois técnicos acenam com ataque, mas sabemos que a retranca será a tônica do jogo.
CATENACCIO, CORINGÃO!!!

E se alguns deles lá juram qualquer "vingança", que saibam desde já que a nossa ainda não terminou.

A IMAGEM DE
SÃO JORGE
TE ILUMINA

VAI CORINTHIANS!!!