Impáfia
O aldinho torna a exercer sua falta de vergonha, ele que quer ser reeleito e agora precisa ir até o fim nesta panacéia, essa maluquice, essa falta de respeito com o cerumano.
O encalheiros deu uma balançadinha – seu ex-espírito cumunista chora quando vê a imagem ser manchada em definitivo, mais do que já é.
Os congreçistas junguiman, freire, erunda, sungabeira e o adevogadozinho carlos çampaio formam a frente contra o abuso calhorda da corja fisiologista, entrando com um mandado de segurança contestando o reajuste infame.
Um deputado petelóide baiano, walterpinheiro, propôs salário de apenas dezesseis paus e meio.
O petê, por sua vez, isolou o chinalha. O aldinho provavelmente será reeleito com folga, pois defende a “claçe”.
A tucanagem paulista “adota” posição contra o reajuste. Tudo uma questão de imagem, bem sabe encalheiros.
A onda de protestos é crescente.
É hora de o povo criar vergonha, criar coragem, agir.
"Se Alagoas deu ao Brasil Graciliano Ramos, um político sério, um escritor sensível a contar a saga dos retirantes nordestinos, com suas vidas secas, vazias, sofridas, também produziu figuras como Aldo Rebelo, o boneco de Olinda, com seus braços sempre presos ao corpo, e Renan Calheiros, o eterno collorido. São políticos adesistas e fisiológicos, artífices dessa excrescência que foi o aumento salarial dos boas-vidas do Congresso. Pouco se importam com a fome do povo brasileiro, fome que grassa em todos os rincões deste país. Seguem sempre aquela máxima: "farinha pouca, meu pirão primeiro".
Ayres Pereira Filho, Campinas, SP
Azidéia imprestávil
O çapo quer criar o “gabinete do desenvolvimento” para acompanhar a “execução de medidas que irão destravar a economia”. Parte daquela idéia, nefasta, errada, ridícula, a qual ninguém com um mínimo de cérebro pode acreditar, de que é “só destravar” que acontece a economia, “muito bem estruturada”. Como se fosse verdade. É só mais um estelionato desse prizidente de merda. Mas o povo, imbecil, gosta dele.
In-felicidade
Rita de Cássia, esfaqueadora da marvadezinha, enfiou algo errado naquela coisinha, aquela bonequinha.
E que isto é a expressão da çituação lamentável a qual estamos neste país... ah, é. Triste.
InfelicidadeO pardinho tem data pra voltar a encher nossa paciência; o 3º congreço do petê. Ele quer voltar como militante... ê pardinho, perdidinho...
Água mole em pedra dura
De novo babaluf é denunciado. Mas agora o povo, imbecil, o elegeu. E palóbby também será denunciado. Mas o povo, imbecil, também o elegeu.
O carequinha e o ingênuíno foram denunciados.
AbusosAs guardas civis metropolitana, cujo serviço é tirar camelô “ilegal”, morador de rua “ilegal”, enfim, a sobra dessa lójica capitalista que só gera os excluídos, terá agora posse de arma de fogo oficialmente. É o projeto para cidades do entorno da capital. Outro dia aqui na Paulista vi dois capangas (sim, são analfabetos capangas, esses “guardas”) pularem da viatura em movimento já com a quadrada sacada, e sorrateiramente, escondidos, sem dar tempo para os “colegas” avisarem o camelô, assaltarem o pobre trabalhador informal por contingência, uma tábua de isopor repleta de óculos, e ainda darem uma bolacha na cara do rapaz.
E tem outra historinha, pior. Estávamos na Rua Alvarenga, parada. Uma viaturinha blazer da civil veio com tudo com a sirene a toda, com apenas um “civilzinho”. Não andava o trânsito, e quem estava na frente não abriu espaço. Ele então trançava as faixas buscando espaço (o que já é errado. Dois erros: os bói imbecil que não saíram da frente mesmo com a sirene ligada e o imbecil, cheirador, do guardinha que insistia em fazer merda). E numa dessas trançadas, uma elba velha, com um bicho-grilo meio desligado e nem um pouco culpado da situação a qual o guardinha cheirador se colocou e colocou todos os demais, tentava sair, mas o cara da frente não andava. E o guardinha insistiu, até que bateu na parte traseira meio na lateral esquerda da elbinha veia. Da janela estapeou a elbinha gritando “filha da puta”, parecendo a marvadezinha quando fica louca, toda cheiradinha, bicudinha, otário. E ficou um tempo estapeando o carro do cidadão que nem um pouco de culpa teve. E atravessou a rua com a blazer até estacionar na calçada. Saiu e, com a quadrada na mão, se dirigiu até a elbinha e gritou feito uma louca igual a marvadezinha para que o bicho-grilo encostasse, só pra xingar ele na cara. O trânsito andou, saímos fora. Não vimos e nem queríamos ver o desfecho do abuso autoritário que passa a ser comum nesse país infeliz de merda.
Mas fica a dúvida; se ele estava tão ocupado – sozinho!!! – em atender uma emergência, para que foi então que parou para exercer seu poder de abuso, sendo um guardinha inútil para a çoçiedade?
O Françinha, famoso por sua caipirinha, é tataraneto do (agora definitivamente) Santo Frei Galvão de França.