Lançado o frutaPois é, vampirinho. Às vezes nem tudo são flores zumbis e podres no seu cemiterinho.
O fruta está lançado e a ti coube apenas fingir o apoio, frente ao constrangimento que não sentes dentro de teu “partido”.
Pode ser até que a tucanocracia vire a mesa pró-chinalha. E nesse caso quem vai é a Erunda, pra perder, evidentemente.
Mas atentemo-nos ao vampiro, a chave do imbróglio: “Sou muito ligado ao fruta. O pêéçedebê vai fechar em torno do seu nome”. O jutaíno elogiou!
O grande “pô”A plataforma frutista é de recomposição de salários pela inflação. Ele diz rejeitar o atrelamento aos salários indecentes dos majistrados. Para conseguir estar com seu nominho cotado à prizidência da casa, o fruta venceu o piçól e, assim, não pode dar bandeira.
Balcão de negócios do çapo está afundando
E nessas quem se enfia na lama fedida é o petê. O pêéçebê ficou mordidinho, mas não mais que o peçêdubê. Os “aliados” do çapo e do petê estão debandando...
Assim, um segundo turno entre aldinho e frutinha poderá ser realidade – em ambos os casos significará grande derrota para o çapotário que só pensa em balcãozinho para negócios escusos e fétidos.
AtordoaldoForam pedir ao aldinho que desistisse.
Que impáfia çapista-petelóide de gente arrogantemente burra! Quiseram cravar na testa do nunca-mais-lealdinho que ele é “cavalo de tróia do pefelê”. Que gente sem escrúpulos!
“Meus amigos são os que me apóiam. Os outros são amigos do chinalha”.
Atordoaldinho ex-defensor do çapismo maldito está a rever seus conceitos... Está quase conseguindo alcançar a faca cravada nas costas, para removê-la...
O babaluf agora quer que as ações na justiça contra sua excremência sejam extinguidas ou que sejam transferidas ao çupremo. O povo, imbecil, o elegeu. Ele tem agora o foro privilegiado.Milícia improdutiva
Uma milícia expulsou o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra que haviam tomado por justa causa a fazenda do mençaleiro que não foi cassado.
Ficam perguntas, como: Eles têm porte de arma, registrado? São superiores ao poder da polícia? São superiores ao poder do Estado? (nesse caso todos são, portanto. Às armas!!) O que lhes dá o direito de, armados, fazerem o que fizeram, defendendo um patrimônio de um ladrão (portanto não é patrimônio nenhum) e um latifúndio improdutivo? Para que defender o patrimônio do ladrão mençaleiro? (por um punhadinho de notas de um real, povo besta) ACORDA BRASIL.
O Sumidouro
Ficamos então com a carta desse ilustre senhor. Explica bem como jogamos fora, literalmente, tudo o que os índios sabiam e não tiveram chance (por motivos de sangue) de nos ensinar. Dissemos aqui que os nomes tupis são sempre poéticos, e dizem muita coisa, por isso são também instrutivos e educativos. Atentemo-nos sempre aos nomes que os índios davam às coisas...
“Localização Deve-se ouvir os mais velhos. A construção da Usina Nuclear Angra 1, nas proximidades da Praia de Itaorna, encontrou sérias dificuldades técnicas e financeiras, pois o solo no local é pouco consistente. Posteriormente descobriram que a palavra Itaorna, em tupi-guarani, significaria “terra da pedra podre”. No primeiro inverno depois de construído o Aeroporto de Cumbica e verificadas as péssimas condições de visibilidade, deu-se conta de que, analogamente, Cumbica significaria “ter-ra das nuvens baixas”. Notei, estarrecido, que nas proximidades da cratera do Metrô existe uma via chamada Rua Sumidouro...
”José Sebastião de Paiva, Piratininga