Que falta faz um estadista
O çapo possivelmente não dará nada na esplanada para a vaca amarela. Já dizia o filósofo Vito Andolini, um verdadeiro sábio, criado por Mario Puzo; “Fique próximo de seus amigos, mas muito mais próximo de seus inimigos”. O çapo é um ignorante da pior marca. E poderá dar a pasta de cidades à vaca apenas se o bando chamado pepê aceitar agricultura. De toda forma nós, o povo, perderemos muito. E o çapo, como sempre, provará que é estadista de balcão de padaria.
Mas no fundo disso tudo esta um lobby, escuso e escondido, para a vaca se tornar prefeita de Piratininga, disputando e arregaçando com o nuncaçabe. E isso por parte dos mesmos bicudos tucanocratas que garantiriam, então, uma longa distância para a corrida de 2010, seja com o vampiro ou com don aecinho (essa guerra ainda derramará muito sangue).
A reforma ministerial completa deve ser anunciada depois da convenção do covil – se for anunciada...
Lavando as mãos
A tucanocracia recusou os cargos oferecidos por chinalha nas relatorias das emendas do empaque. Apesar de terem TUDO a ver com a panacéia atual e futura, pretenderão esses nojentinhos lavarem as mãos.
Indiciado pela pêéfe, o bigode terá arquivada a acusação no caso escuso vedoinesco.
Número de menores internos TRIPLICOU em dez anos.
O custo de um menor infrator “internado” é 28 vezes – RESSALTO: VINTE E OITO VEZES – maior que o do aluno estudando.
Educar para o crime é mais caro que educar para a vida, e isso ainda destrói a vida.
Isso é a modernidade.
MST
Como dizíamos aqui, os cães que babam estão salivando muito nesses tempos. Vejamos a cartinha de um tal de josué silva, que esse estrago da familha fascista colocou em primeiro lugar na sua seção de cartas, e expressa não só o “pençamento” desses espúrios como também da maioria dos leitores desses espúrios:
“Mais uma vez o MST nos prestigia com suas badernas pelo interior paulista,desta vez ocupando uma chusma de fazendas simultaneamente. Enquanto isso, o governo federal, padrinho dessa gente, não toma nenhuma atitude séria para deter esse movimento, que só traz atraso e descrédito à Nação. Os “líderes” Rainha e Stédile gritam em alto e bom som que as terras são improdutivas e após a invasão se tornam produtivas e devem gerar empregos para as famílias de baixa renda. Mas a realidade é outra, até hoje não vi um assentamento produtivo. Ao contrário, as matérias que leio dão conta de que nesses lugares imperam a violência e a pobreza, sem falar na esperteza. Pois já vi casos em revistas de pessoas que chegam até a mudar de município para conquistarem um pedaço de terra e depois venderem. O governo diz que precisamos investir na agricultura. Mas como, se ele mesmo inviabiliza os investimentos nessa área, fazendo vista grossa às atividades do MST? Como alguma empresa séria vai investir no Brasil, depois do que aconteceu com a Veracel? A questão agrária já está resolvida “nesse país”, temos uma enorme vantagem comparativa na agricultura e hoje conseguimos vender os nossos produtos agrícolas para inúmeros países do mundo. O que está atrapalhando um crescimento maior do Brasil nessa área são essas invasões cometidas pelo MST”
Você não viu assentamento produtivo porque não sai do seu mundinho de ar condicionado, mundinho elitista de quem se guia pela familha fascista, mundinho medíocre de espoliação, de pleibói ignário. Vá ao Pontal do Paranapanema, onde a “justiça”, que pretende manter esse pais de infelizes fascistóides como você nessa mediocridade atroz, mandou que desocupassem os latifúndios improdutivos que seriam transformados em assentamentos para quem sabe trabalhar a terra e produzir. Vá à Universidade que o MST mantém. O Movimento funciona, apesar da “mídia” e de fascistóides como você.
Mas há consciência. Vejamos o que disse Fernando Correa Prado, da baixada santista;
"A trolha mais uma vez ataca a reforma agrária (e, claro, o MST), mas desta vez sem argumentos e tentando enganar os leitores. O editorial "O bloco da invasão" (Opinião, 21/2) diz que "nunca na história deste país, para entoar o refrão presidencial, a execução da reforma agrária terá sido entregue a seus lobistas como nos últimos quatro anos". Ora, durante toda a história deste país, a não-execução da reforma agrária havia sido manuseada pelos lobistas contrários: latifundiários e companhia. A trolha bem que poderia dizer logo de cara: somos contra a reforma agrária no país campeão em concentração de terras".
Não só a trolha, meu caro. Aliás, é com o narizinho tapado que a trolha fria estampa que para o ministro existem invasões “compreensíveis”, enquanto todo o resto se dedica a acusar Rainha e Stédile de criminosos. Crime é o que a “mídia” ajuda os bancos a fazerem com o nosso povo.
Higienismo
Sobre o matarazo maquiador, que escreveu a besteira que segue abaixo, na trolha de hoje, deixo a resposta com o senhor Bruno, arquiteto e muito mais ajuizado que esse pleiboizinho que passa batom no furico – além de especular, demolir um casarão retirando dele o tombamento e sendo ele da “familha”, uma pérola no meio de uma avenida concentradora de carniceiros, que poderia ter se tornado algo que fizesse o bem para a cultura geral. Mas esse ser não está preocupado com o “geral”, o “público”. Só com sua privadinha particular. Como se a questão fosse somente a maquiagem na Praça da República, escreve esse energúmeno:
"É lamentável que o destaque da reportagem da Folha sobre a reinauguração da praça da República (Cotidiano, 22/2) tenha sido os bancos colocados ali, e não a recuperação dos canteiros, a substituição dos pisos, a reconstrução dos lagos, a poda da vegetação ou o restauro das esculturas do local.
Pergunto-me se o jornal preferiria que a prefeitura não a tivesse reformado, tampouco colocado bancos (pela primeira vez em sua história, já que, no projeto original, eles não existiam) e investido ali R$ 3,1 milhões, com suporte do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Pergunto-me se é tão importante chocar com um título maldoso em detrimento de um projeto que devolveu à cidade um de seus maiores patrimônios, a praça da República, completamente revitalizada.
Quanto aos bancos, repito o que disse à repórter: não são feitos para dormir, e sim para sentar-se. Mas, para que essa afirmação seja considerada, e não ignorada, como já aconteceu, lanço mão da definição segundo o "Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa': banco s.m. - 1. assento estreito e duro (de madeira, pedra, ferro, cimento etc.), com ou sem apoio para os braços, geralmente para mais de uma pessoa, provido ou não de encosto. 2. Mob. Tamborete (assento sem encosto e braços). 3. Mob. Escabelo (arca). 4. Mob. Assento reservado a certa categoria de pessoas nas assembléias, tribunais etc [ex.: b. dos réus]. 5. balcão de loja. 6. mesa rústica e forte sobre o qual o artífice executa seus trabalhos [ex.: b. de carpinteiro]. 7. bancada (prancha). A propósito, é preconceituosa a denominação "antimendigo", já que os bancos foram colocados para que qualquer pessoa os utilize, seja morador de rua ou não."
Ah, que bom que é pra todos “sentar”. Que bom que ele tem um dicionário em casa. Que pena que é um imbecil. Não por ele, mas pelo povo de Piratininga, que viu três milhões serem jogados no lixo nessa brincadeira, mas não viu escola, nem hospital, nem empregos serem gerados de forma sustentável...
Vamos para a carta de verdade:
"É lamentável. O secretário Andrea Matarazzo declarou que os novos bancos antimendigo da praça da República foram escolhidos porque são mais adequados para a arquitetura da República".
O que ele imagina ser uma República? Escamotear problemas sociais com técnicas higienizantes realmente foram atos recorrentes de nossa República. Será que ainda precisamos disso? Ou melhor, até quando vamos achar que isso é solução para nós?"
Bruno Silva Balthazar, arquiteto e urbanista pela FAU-USP, Piratininga
Marcado para domingo o despejo no Prestes Maia, um dos maiores crimes que essa "prefeitura" irá cometer no curtíssimo período que nem merecia governar.
Imperdível
LEONARDO DA VINCI, NA OCA, A PARTIR DE 1º DE MARÇO