OzeuanozuzaEngraçado foi ler no texto do editor e de seu conselho que o Brasil é o principal fornecedor de etanol para ozeua. E que pode melhorar essa posição agora que o energúmeno bushit declarou que a sua federação que irá reduzir o teor de gasolina e usar etanol em porcentagens maiores. Vamos fazer a roda da economia girar, é o pensamento deles. Mas advertem, afinal faz bem para a pele ser politicamente correto: “só precisa cuidar para que isso não se faça à custa das florestas”. Mas o MMA (Ministério do Meio Ambiente) é um retrógrado, que não deixa fazer uma hidrelétrica na serrinha de uma bacia gigantesca. Opiniões dúbias que agradarão em diferentes ocasiões, diante dos mais variados temas. Se interessar a determinada engrenagem, usa-se tal ou tal natureza de conceito. Chamam de visão plural, ou qualquer nome que queiram dar.
Veja, porém, o sistema no modo como se determina; julgam eles fazer o correto, a serviço de seu povo, e de seu território. Não é mera disfunção de idéias, criteriosa semiótica a serviço do convencimento das imbecilidades. É que não lhes interessa enxergar o fato de que, se o império quiser, compra do país no qual investiu. Compreendem, meus caros cidadãos? Se eles quiserem, inclusive, produzir em seu próprio solo a tal da caninha, o çapo não vende mais cachaça pro bushit. Sequer cogitam – e aqui está a dubiedade, não querem mesmo enxergar, ou ganham algo com isso? – que o Grande Dragão que virá do oriente trabalhar aqui domina o fraquíssimo fazendeiro do nosso gigantesco sertão.
Desde criança ouço dizer das queimadas, das extinções, dos desastres, das bombas atômicas da França, terra de meu tataravô, testadas no Pacífico, de todas as bombas que já se soltou. Minha vida poderia ter sido o tempo necessário para a aquisição de consciência por parte do mundo, mas não é isso que aconteceu. A humanidade não mudou, piorou, e pelo menos nas metrópoles de pobreza conseguiu jogar-se numa vala.
O çapo falou que o que não se gasta em acordo comercial, se gastará sim em guerras intermináveis, como a do Iraque. É. Esse tal dezeua nozuza. A tendência do império agora é comércio, não é à toa que uma mulher é, enfim, presidente da Câmara. É que vem por aí a ditadura do dragão. Existe um certo receio de confronto, pois a história nos mostra que ozeua perdem confrontos. Isso vem da sua mátria saxônica, que prefere acordos espúrios para dominar na ponta da engrenagem, e assim dominar toda a produção. Mas agora é diferente.
Só o dragão vai papar. E cuspir fogo em quem chiar. Existe uma tendência naquele gigante de cercear total e definitivamente o que se diz na internet, por exemplo (nozeua há mera vigilância que favorecerá alguém, mas não interferirá diretamente na vida do cidadão). E é uma economia que não suporta concorrência – basta ver a história política do dragão em seus seis milênios, e não é necessário olhar muito profundo. Domina seus mercados tal como faz a cosa nostra, só que sistematicamente e com poder burocrático e econômico sem chance de deixar sobrevivente (latinas, a Mafia, a `Ndranghetta, a Camorra, possuem preceitos de onuri. O dragão possui estômago e língua de fogo). O medo do império não se cala mais.
Se analisarmos geopoliticamente o império errou até o fim. Enfraqueceu seus mercados, permitiu que fossem dominados por corrupção, pois assim não teriam concorrência. E isso é simples assim. E é a história da América Latina. Que gerou caudilhinhos, e ainda continua a gerar. Bolaños não merece ser lembrado por uma figura tão tosca. Seu personagem é uma besta, mas é puro. Dissociemos os nomes. Esse teatro se mantém, se manteve com a união soviética, no mundo todo. Mas agora está surgindo um novo monstro, muitíssimo mais assustador. Ele não é domável.
O império verá então todo esse “mercado”, dilacerado, ser devorado pelo dragão a resmungar coisas como “essa porcaria não presta”. Por isso mandam o bushit vomitar proposições como “menos gasolina, mais etanol. Nós compramos”. Assim o barril sobe um pouco o preço, e esperanças são cultivadas nesses mercados dilacerados, e alardeadas pelo conselho editorial e seu editorzinho. O dragão alça vôo rumo ao ocidente sem rumo.
Ozeuanozuzaram e zuaram, agora não teremos como nos defender. Não há associação com o dragão.
O uzodozeua sobre nós acontece em mínimas coisas. Na economia, todo movimento é contabilizado, não passa em branco. Nem o que passa debaixo do pano. Existe um exemplo recente, uma frase do noço prizidente.
EditoriarO Brasil possui 14,6 milhões de analfabetos adultos.
Analfabetos funcionais não estão contabilizados neste total, como é natural de se supor. Deste número gigantesco-dantesco, devemos ter muito medo.
“Não há nenhuma razão para o Brasil não crescer”, disse o çapo. Em que mundo vive tu, çapóide cara-de-pau?
De que forma podemos relacionar estes dois fatos, caro leitor? Não só existem inúmeras razões para que este crescimento tão “esperado” não se dê, como elas são incontáveis. Talvez seja por isso que não haja crescimento há pelo menos cinco séculos, caro leitor?
A carga tributária deste país é elevadíssima, e ainda assim é calamidade pública tudo o que deveria ser público, como infra-estrutura, educação, saúde, capacitação do cidadão enquanto um ser livre, todas essas besteiras. Poucos se beneficiam disso, e menos ainda se beneficiam dos que se beneficiam. São as elitezinhas golpistas.
O empaque não reforma nem constrói escolas, hospitais, estradas, ferrovias, casas, praças, parques, bibliotecas, essas besteiras. Não. Ele só premia setores selecionados por esta equipe econômica entreguista, çuvaco-çapista, com reduções de impostos bem pouco criteriosas. No fim é tudo questão de o quê se chama de “crescimento”.
CarniçaA previdência é vista como problema e entrave ao crescimento, nesse fórum econômico.
O déficit da previdência não é algo resolvível em termos de “déficit negativo”. Trata-se do princípio do conceito que o próprio Estado tem de seu cidadão; ele deve ser registrado, contribuir enquanto trabalha para garantir sua aposentadoria. Ora, se fôssemos pensar liberalmente – e não liberalói-demente – isso se trata de um acordo comercial perpétuo. Veja bem, comercial. É a compra de um bem-estar, mas quem lhe vende tem o compromisso de seu bem-estar. Assim seria se a lójica bonifaciana não tivesse contaminado verticalmente todas as instituições e cultura política desse país. O çapo fala como se ele mesmo fosse fundamental para a previdência... Mais uma falácia da lójica lulântica.
EmPACadaCrescer 2,5% ao ano significa que o povo está pagando caro. Antes da década de 80 crescia-se 7% em média, e havia escolas. Perdem-se os dez primeiros anos de minha vida e depois se mergulha no neoliberaloidismo çuvaco-çapista.
Que significa que as elitezinhas faturam, desses 2,5%, algo em torno de 1%. O restante pago aos capitais estratosféricos, e uma parte aos investidores.
Antes de 80 o povo “levava” (e não só pagava a conta toda) 0,5%. Hoje, além da conta inteirinha, paga o buraco deixado, que deve representar módicos -8,5%. Esse buraco tampado é a manutenção do status das elitezinhas, que fique claro. Elas são eternamente dependentes disso, afinal são çangueçugas. É para retornar algum lucro, sempre fajuto, ao que ela mesma “investiu” (nela mesma, obviamente. Exemplos são a rua Avanhadava, Oscar freire, e outras privadas que deixaram de ser públicas).
Se crescêssemos 3,5% ou 4% ao ano, o investidor estrangeiro poderia ganhar mais grana. Com marketing tudo se resolve. Reduz-se impostos das fábricas, mas não prepara o cidadão para dirigi-la (continuará ele varrendo o chão da multinacional). E nos custará um apagão geral, pois não estamos “preparados” para tanta infra-estrutura.
As elitezinhas seguem se suicidando e matando, e nos empobrecendo enquanto está apodrecendo. A história segue circular e viciosa...
HOJE: Reunião dos governadores para decidir o custo do apoio ao pôgrama çapista, que "pode" "favorecer" a economia. Há portanto dois entraves; o poder (pode ou não pode) e, se puder, o favorecer (favorece ou não favorece). É a lójica çuvaco-lulântica.3ª não-viaErra quem aposta na existência factual dessa “terceira via”. É fumaça funcional. Existe sim quem queira “moralização” – esse sentimento é latente em alguns, esses que sabem que podem perder carreira... Mas estes não determinam coisa alguma. A política aqui favorece quem não deveria, e a causa disso é a conjuntura bonifaciana.
Mudar isto é inverter totalmente o rumo em direção ao bem social, econômico e político, e não mais ver na frente todo esse sentido mediocrizante do espírito, baseado na aculturação e a-educação. Que seja antes que nosso povo se engula para virar excreta do excreta. O bonifacianismo gerou o çuvaco-çapismo e tudo antes dele. Não podemos deixar que gere mais nada.
Fruta
Erra mais ainda aqueles que crêem na candidatura deste fruta da “terceira via” com ouma representação da restituição da credibilidade. E um apoiante do fruta escreve artigo onde vomita seu “medo” – ou vontade? – de que caiamos no autoritarismo (caíamos?...) Eles, postulantes do mais nefasto çuvaquismo-çapismo, deveriam nunca mais abrir a boca.
SUMIDOUROConsciência
Vejamos o que disse o engenheiro Jose Mauricio de Almeida, em carta denominada “metrô”; “a esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados, diria o barão de Itararé. Fico imaginando o teor das negociações entre os sinistrados e os representantes das construtoras da linha quatro: fulano tinha 40 anos, expectativa de vida de 69 anos. Fumava. Noves-fora vezes a renda liquida atual do mês resulta a indenização pela vida perdida. Arredondamos para R$ 20 mil e não se fala mais nisso? Pronto. Está tudo resolvido. E as construtoras ficam livres para sair desmoronando tudo por aí novamente."
InternacionalO cacique traiu o povo brasileiro
Grande parte de nossa “esquerda” vibrou quando o cacique disse que o gás era dele. Muito justo. Mas agora ele dá a preferência do fornecimento aos hermanos alegando que eles pagam mais.
Evidente; eles não investiram o dinheiro do povo através de uma estatal. O dinheiro com o qual se tira o gás e se distribui é seu, é meu, é nosso, povo brasileiro!
Como já dissemos antes aqui, há um caudilhinho tosco por trás desse movimento, e até na suíça se perde tempo mencionando este nome plagiado.
Sobre a tal rodada dôrra, disse o çapo “na agricultura temos 25% da população, nazorópa tem 1%. Não dá pra ser igual”. Há de se fazer malabarismos para se encaixar os argumentos, pois em tudo o que fala, o çapo omite verbos, sujeitos e objetos. O raciocínio é correto até certo ponto. Mas não dá para ser igual não porque é proporcionalmente injusto, apenas. Não dá para ser igual pois estaríamos dando espaços nas industrias e serviços em troca de concessões agrícolas menores para os agricultores deles. E isso não tem nenhuma lógica propositiva em relação ao “crescimento” do Brasil.
Compreende, leitor?
Perguntas que não se calam
Porque não há fotos do pardinho com o caudilhinho, juntos?
O que fazia “o bruxo” paulo coelho no fórum econômico? Seria ele um... investidor?
Porque os çetubalinos, em um informe institucional, declaram que o empaque, além de “não atuar diretamente” no setor público, é estatizante (farejaram alguma contradição?), uma vez que, no fim da engrenagem, o produto podre dessa çoçiedade de falso liberaloidismo, são eles quem levam tudo? Acharão esses canalhas pouco??