segunda-feira, janeiro 29, 2007

Teresa Social Club

Tetê e os cachorros

A princesa foi, sem o Papai que ficou a trabalhar, no sítio da Teté, passar alguns bons dias por ali.

(Teté e Tetê, com a Carmela)
E ali, é bem sabido, há uma matilha maravilhosa de bons pastores alemães (e a Filó, xará, da Rê e do Zé, é dali proveniente). E Tetê não se intimidou de forma alguma.

Muito esperta, a maravilhosa menininha saia andando pelos gramados do sítio. Acordava cedo já pedindo para ir lá fora na grama, com os cachorros (“tulapas”, claro. O Grande Cão-Preto que baba é o significado de cachorro para a Princesa).

Saia correndo e não se importava se pela frente haveria algum cachorro – que mal nenhum lhe faria, de jeito nenhum, educadíssimos que são.

(Tetê, Elfo (2ª) e Caco (3ª))
Da matilha, Caco é o vovozão, e Elfo é o mais novo. Há ainda a Carmelita, uma adorabilíssima boxer, que entrava em casa e deitava no sofá, para deleite da Tetê brincalhona que só se divertia. Tem também o Athos, um labrador preto. E Tetê foi a chefe provisória da turma...

Brincou com a mãozinha na piscina, na beiradinha, deitadinha no chão, no primeiro dia, quando saiu o sol. Sempre com os cachorros ao redor. Mas resfriou, pois o dentinho canino que desponta lhe baixou a resistência...




Murar

Ozeuanozuza
Engraçado foi ler no texto do editor e de seu conselho que o Brasil é o principal fornecedor de etanol para ozeua. E que pode melhorar essa posição agora que o energúmeno bushit declarou que a sua federação que irá reduzir o teor de gasolina e usar etanol em porcentagens maiores. Vamos fazer a roda da economia girar, é o pensamento deles. Mas advertem, afinal faz bem para a pele ser politicamente correto: “só precisa cuidar para que isso não se faça à custa das florestas”. Mas o MMA (Ministério do Meio Ambiente) é um retrógrado, que não deixa fazer uma hidrelétrica na serrinha de uma bacia gigantesca. Opiniões dúbias que agradarão em diferentes ocasiões, diante dos mais variados temas. Se interessar a determinada engrenagem, usa-se tal ou tal natureza de conceito. Chamam de visão plural, ou qualquer nome que queiram dar.
Veja, porém, o sistema no modo como se determina; julgam eles fazer o correto, a serviço de seu povo, e de seu território. Não é mera disfunção de idéias, criteriosa semiótica a serviço do convencimento das imbecilidades. É que não lhes interessa enxergar o fato de que, se o império quiser, compra do país no qual investiu. Compreendem, meus caros cidadãos? Se eles quiserem, inclusive, produzir em seu próprio solo a tal da caninha, o çapo não vende mais cachaça pro bushit. Sequer cogitam – e aqui está a dubiedade, não querem mesmo enxergar, ou ganham algo com isso? – que o Grande Dragão que virá do oriente trabalhar aqui domina o fraquíssimo fazendeiro do nosso gigantesco sertão.
Desde criança ouço dizer das queimadas, das extinções, dos desastres, das bombas atômicas da França, terra de meu tataravô, testadas no Pacífico, de todas as bombas que já se soltou. Minha vida poderia ter sido o tempo necessário para a aquisição de consciência por parte do mundo, mas não é isso que aconteceu. A humanidade não mudou, piorou, e pelo menos nas metrópoles de pobreza conseguiu jogar-se numa vala.
O çapo falou que o que não se gasta em acordo comercial, se gastará sim em guerras intermináveis, como a do Iraque. É. Esse tal dezeua nozuza. A tendência do império agora é comércio, não é à toa que uma mulher é, enfim, presidente da Câmara. É que vem por aí a ditadura do dragão. Existe um certo receio de confronto, pois a história nos mostra que ozeua perdem confrontos. Isso vem da sua mátria saxônica, que prefere acordos espúrios para dominar na ponta da engrenagem, e assim dominar toda a produção. Mas agora é diferente.
Só o dragão vai papar. E cuspir fogo em quem chiar. Existe uma tendência naquele gigante de cercear total e definitivamente o que se diz na internet, por exemplo (nozeua há mera vigilância que favorecerá alguém, mas não interferirá diretamente na vida do cidadão). E é uma economia que não suporta concorrência – basta ver a história política do dragão em seus seis milênios, e não é necessário olhar muito profundo. Domina seus mercados tal como faz a cosa nostra, só que sistematicamente e com poder burocrático e econômico sem chance de deixar sobrevivente (latinas, a Mafia, a `Ndranghetta, a Camorra, possuem preceitos de onuri. O dragão possui estômago e língua de fogo). O medo do império não se cala mais.
Se analisarmos geopoliticamente o império errou até o fim. Enfraqueceu seus mercados, permitiu que fossem dominados por corrupção, pois assim não teriam concorrência. E isso é simples assim. E é a história da América Latina. Que gerou caudilhinhos, e ainda continua a gerar. Bolaños não merece ser lembrado por uma figura tão tosca. Seu personagem é uma besta, mas é puro. Dissociemos os nomes. Esse teatro se mantém, se manteve com a união soviética, no mundo todo. Mas agora está surgindo um novo monstro, muitíssimo mais assustador. Ele não é domável.
O império verá então todo esse “mercado”, dilacerado, ser devorado pelo dragão a resmungar coisas como “essa porcaria não presta”. Por isso mandam o bushit vomitar proposições como “menos gasolina, mais etanol. Nós compramos”. Assim o barril sobe um pouco o preço, e esperanças são cultivadas nesses mercados dilacerados, e alardeadas pelo conselho editorial e seu editorzinho. O dragão alça vôo rumo ao ocidente sem rumo.
Ozeuanozuzaram e zuaram, agora não teremos como nos defender. Não há associação com o dragão.

O uzodozeua sobre nós acontece em mínimas coisas. Na economia, todo movimento é contabilizado, não passa em branco. Nem o que passa debaixo do pano. Existe um exemplo recente, uma frase do noço prizidente.

Editoriar
O Brasil possui 14,6 milhões de analfabetos adultos.
Analfabetos funcionais não estão contabilizados neste total, como é natural de se supor. Deste número gigantesco-dantesco, devemos ter muito medo.
“Não há nenhuma razão para o Brasil não crescer”, disse o çapo. Em que mundo vive tu, çapóide cara-de-pau?
De que forma podemos relacionar estes dois fatos, caro leitor? Não só existem inúmeras razões para que este crescimento tão “esperado” não se dê, como elas são incontáveis. Talvez seja por isso que não haja crescimento há pelo menos cinco séculos, caro leitor?
A carga tributária deste país é elevadíssima, e ainda assim é calamidade pública tudo o que deveria ser público, como infra-estrutura, educação, saúde, capacitação do cidadão enquanto um ser livre, todas essas besteiras. Poucos se beneficiam disso, e menos ainda se beneficiam dos que se beneficiam. São as elitezinhas golpistas.
O empaque não reforma nem constrói escolas, hospitais, estradas, ferrovias, casas, praças, parques, bibliotecas, essas besteiras. Não. Ele só premia setores selecionados por esta equipe econômica entreguista, çuvaco-çapista, com reduções de impostos bem pouco criteriosas. No fim é tudo questão de o quê se chama de “crescimento”.

Carniça
A previdência é vista como problema e entrave ao crescimento, nesse fórum econômico.
O déficit da previdência não é algo resolvível em termos de “déficit negativo”. Trata-se do princípio do conceito que o próprio Estado tem de seu cidadão; ele deve ser registrado, contribuir enquanto trabalha para garantir sua aposentadoria. Ora, se fôssemos pensar liberalmente – e não liberalói-demente – isso se trata de um acordo comercial perpétuo. Veja bem, comercial. É a compra de um bem-estar, mas quem lhe vende tem o compromisso de seu bem-estar. Assim seria se a lójica bonifaciana não tivesse contaminado verticalmente todas as instituições e cultura política desse país. O çapo fala como se ele mesmo fosse fundamental para a previdência... Mais uma falácia da lójica lulântica.

EmPACada
Crescer 2,5% ao ano significa que o povo está pagando caro. Antes da década de 80 crescia-se 7% em média, e havia escolas. Perdem-se os dez primeiros anos de minha vida e depois se mergulha no neoliberaloidismo çuvaco-çapista.
Que significa que as elitezinhas faturam, desses 2,5%, algo em torno de 1%. O restante pago aos capitais estratosféricos, e uma parte aos investidores.
Antes de 80 o povo “levava” (e não só pagava a conta toda) 0,5%. Hoje, além da conta inteirinha, paga o buraco deixado, que deve representar módicos -8,5%. Esse buraco tampado é a manutenção do status das elitezinhas, que fique claro. Elas são eternamente dependentes disso, afinal são çangueçugas. É para retornar algum lucro, sempre fajuto, ao que ela mesma “investiu” (nela mesma, obviamente. Exemplos são a rua Avanhadava, Oscar freire, e outras privadas que deixaram de ser públicas).
Se crescêssemos 3,5% ou 4% ao ano, o investidor estrangeiro poderia ganhar mais grana. Com marketing tudo se resolve. Reduz-se impostos das fábricas, mas não prepara o cidadão para dirigi-la (continuará ele varrendo o chão da multinacional). E nos custará um apagão geral, pois não estamos “preparados” para tanta infra-estrutura.
As elitezinhas seguem se suicidando e matando, e nos empobrecendo enquanto está apodrecendo. A história segue circular e viciosa...

HOJE: Reunião dos governadores para decidir o custo do apoio ao pôgrama çapista, que "pode" "favorecer" a economia. Há portanto dois entraves; o poder (pode ou não pode) e, se puder, o favorecer (favorece ou não favorece). É a lójica çuvaco-lulântica.

3ª não-via
Erra quem aposta na existência factual dessa “terceira via”. É fumaça funcional. Existe sim quem queira “moralização” – esse sentimento é latente em alguns, esses que sabem que podem perder carreira... Mas estes não determinam coisa alguma. A política aqui favorece quem não deveria, e a causa disso é a conjuntura bonifaciana.
Mudar isto é inverter totalmente o rumo em direção ao bem social, econômico e político, e não mais ver na frente todo esse sentido mediocrizante do espírito, baseado na aculturação e a-educação. Que seja antes que nosso povo se engula para virar excreta do excreta. O bonifacianismo gerou o çuvaco-çapismo e tudo antes dele. Não podemos deixar que gere mais nada.

Fruta
E
rra mais ainda aqueles que crêem na candidatura deste fruta da “terceira via” com ouma representação da restituição da credibilidade. E um apoiante do fruta escreve artigo onde vomita seu “medo” – ou vontade? – de que caiamos no autoritarismo (caíamos?...) Eles, postulantes do mais nefasto çuvaquismo-çapismo, deveriam nunca mais abrir a boca.

SUMIDOURO
Consciência
V
ejamos o que disse o engenheiro Jose Mauricio de Almeida, em carta denominada “metrô”; “a esperança é o pão sem manteiga dos desgraçados, diria o barão de Itararé. Fico imaginando o teor das negociações entre os sinistrados e os representantes das construtoras da linha quatro: fulano tinha 40 anos, expectativa de vida de 69 anos. Fumava. Noves-fora vezes a renda liquida atual do mês resulta a indenização pela vida perdida. Arredondamos para R$ 20 mil e não se fala mais nisso? Pronto. Está tudo resolvido. E as construtoras ficam livres para sair desmoronando tudo por aí novamente."

Internacional

O cacique traiu o povo brasileiro
G
rande parte de nossa “esquerda” vibrou quando o cacique disse que o gás era dele. Muito justo. Mas agora ele dá a preferência do fornecimento aos hermanos alegando que eles pagam mais.
Evidente; eles não investiram o dinheiro do povo através de uma estatal. O dinheiro com o qual se tira o gás e se distribui é seu, é meu, é nosso, povo brasileiro!
Como já dissemos antes aqui, há um caudilhinho tosco por trás desse movimento, e até na suíça se perde tempo mencionando este nome plagiado.

Sobre a tal rodada dôrra, disse o çapo “na agricultura temos 25% da população, nazorópa tem 1%. Não dá pra ser igual”. Há de se fazer malabarismos para se encaixar os argumentos, pois em tudo o que fala, o çapo omite verbos, sujeitos e objetos. O raciocínio é correto até certo ponto. Mas não dá para ser igual não porque é proporcionalmente injusto, apenas. Não dá para ser igual pois estaríamos dando espaços nas industrias e serviços em troca de concessões agrícolas menores para os agricultores deles. E isso não tem nenhuma lógica propositiva em relação ao “crescimento” do Brasil.
Compreende, leitor?

Perguntas que não se calam
Porque não há fotos do pardinho com o caudilhinho, juntos?

O que fazia “o bruxo” paulo coelho no fórum econômico? Seria ele um... investidor?

Porque os çetubalinos, em um informe institucional, declaram que o empaque, além de “não atuar diretamente” no setor público, é estatizante (farejaram alguma contradição?), uma vez que, no fim da engrenagem, o produto podre dessa çoçiedade de falso liberaloidismo, são eles quem levam tudo? Acharão esses canalhas pouco??

Mosqueteiro

O jogo

Talvez tenha sido afobação de Leão colocar Wellington logo de cara, mas a falta que Betão faz quando quem o substitui é Gustavo, é fator gritante. Qualquer um faria falta nessas condições.
Pacaembu lotado, algo como 65% da capacidade. Mas um clima difuso pairava. Uma chuviscada boba, um céu carregado e não troveja nada. O aquecimento mesmo foi difuso, a chegada da bateria, tudo foi diferente. Parecia fora do lugar, assim como o grupo que pareceu acostumado ao improviso.
O Corinthians não entrou em campo nesta tarde, apesar das comemorações de Leão que não precisa mais improvisar. Devia era ter dado oportunidade ao Wellington conhecer o jogo do time no coletivo, e vice-versa.
Nem Roger, nem Rosinei conseguiram jogar, se as laterais não jogam. Apesar de termos, enfim, laterais de origem jogando na posição. Desde novembro passado não tínhamos essa “regalia”.
Mas duas cagadas, do Gustavo e do próprio Wellington (com Mattos a colaborar) e a fragilidade da zaga era mais e mais gritante.
Nenhuma jogada se completava. O ultimo passe passava longe. Magrão marcava por três, pois aqueles dois não passavam confiança. A chuva flutuava no céu, pesada. Assim encerrou o primeiro tempo, em meio à gritaria, e se iniciou o segundo com Élton no lugar do Édson. Que é o lateral direito...
Para Leão faltou empenho; “Nós tivemos muitos jogadores abaixo da média. Quando isso ocorre, sofremos vários riscos”. Pode até ser, mas quando o técnico é um analfabeto tático, não importa ter deixado a fase das improvisações. Ele culpa Roger como se ele tivesse condições de carregar um Corinthians nas costas; “Não posso esperar tanto. O Roger não estava rendendo. Eu tinha esperança de renovação na equipe”. Antes de renovar no campo, precisa renovar no treinamento, professô. “Erramos muito também, porque insistimos nas jogadas aéreas. Isso não se faz. Temos que insistir nas penetrações. Agora vamos em frente para melhorar”, para justificar as críticas ao Roger. Se bem que, quando Arce joga, pelo menos as bolas aéreas são certeiras. Roger foi substituído por Wilson. E Jaílson, por Arce.
Christian ainda fez um gol.
Porém não era dia. Lutou, fez gol, não deixou de buscar. Mas vacilou até pra lutar. O sangue escorrido de suor não foi o suficiente.
Primeiro tropeço... Sai zica!!!

Quanto a Jean, Leão parece desconfortável, como se empresários estivessem lhe empurrando mercadoria...

Um pouco de história para o bom entendimento
“Com razón o sin razón,

Corinthians campeón”

O ano de 41 foi crucial para o Glorioso. Nesta época meu Vô paquerava uma moça linda, morena de olhos azuis, uma brasileirinha albanesa-calabresa-franco-irlandesa (meu vô era um brasileiro luso-franco-patrício). O pai da moça, irlandês de Kerry, gostava do outro time porque era igual ao uniforme de sua seleção. A lógica dele foi essa...
A moça, professorinha no Caetano de Campos, ali na República, não tardou a perceber que quem estava certo era meu Vô. Apaixonada, levou de brinde um Coração Corinthiano. Eles freqüentavam o Glorioso Parque do Santo Guerreiro. Aliás, enquanto namoravam, nas sombras do Glorioso Tamboréu Alvinegro, onde o Rio Anhembi se espraiava e os Corinthianos de primeira hora nadavam e faziam piqueniques, o governo federal lançava mão da intervenção.
Ela derrubou Manuel Correcher, um dos melhores presidentes. Fomos campeões em 41, mas Correcher já havia sido campeão em 38 e 39, como presidente (o terceiro tricampeonato; 22, 23, 24; 28, 29, 30; 37, 38, 39).
Ele era um espelho da torcida, leal, buscava o entendimento entre os associados. Muito admirado, doou-se inteiramente ao importantíssimo cargo, assim como Schürig. O Corinthians é popular demais. Todo mundo gosta. Teve até tiro de guerra, que é coisa de escola de civismo militar. É o clube de todos para todos, mais que nunca nessa época.
Mas as elitezinhas mais pernósticas e retrógradas já haviam criado uma tentativa de mecanismo pouco sutil (imbecil não sabe o que é isso) e muito carniceiro para pôr em prática a agenda política, em nome das elitezinhas todas. A idéia era fazer daquele antro o que o Corinthians nasceu sendo, fazer daquilo o Corinthians no lugar do Corinthians, mas controlado por essa gentalha. Vê-se hoje o fracasso, desses que precisam pronunciar o Glorioso Nome toda vez que mencionam a si mesmos ou algum “feitio” – sempre ocultando a história mais suja que qualquer outra associação, das mais mesquinhas e sem alma, poderia ter. Tentaram também o clube que agradava o pai da moça linda, que era Corinthianíssima e minha Vó. Óbvio que não conseguiram. Conseguiram sim os clubes vazios de alma, e de povo, e assim lhe foi filial um clube portuário.
O Corinthians, por sua Força Natural, e mais do que nunca, se vê como o maior adversário a ser batido. Não se trata simplesmente de um Timão. É a máxima representação popular a ser vencida pela mesquinharia sem alma. Mesmo que o presidente não pudesse mais ser a representação encarnada de seu povo.
Depois vieram os ditadores, “delegados da diretoria de esportes”, e os poucos que emprestavam o modo de ser desses lendários presidentes foram sempre discretos. Não havia mais espaço para a identificação direta com o Povo.
Abraçaram o então o “populismo”. Exemplo maior é o de Alfredo de Inácio Trindade. Ao contrário do que se disse por aí, ele não continuou a era dos presidentes-emoção, inaugurada por Correcher, até porque já se constituíra um Corinthians enquanto Religião diária, de janeiro a janeiro muito antes dele. E veio a agenda política assolando a verdadeira emancipação... Com espasmos democráticos com a cara do Coringão, que logo foi dissipada – agenda política... – mas jamais vencido.
A crucialidade do ano de 41 é exatamente essa: nunca venceram o Corinthianismo. Conseguiram nos dividir, assim como fizeram com a sociedade brasileira como um todo. Cabe a nós resgatarmos isso, trazer de volta os fantasmas Guerreiros. No campo e na arquibancada.
O Corinthians do meu Avô. Que com prazer atravessava a cidade, da Lapa até o Parque, para ver Teleco jogar.