O jogo
Vitória importantíssima essa de hoje, fora de casa, para um - até agora - concorrente direto. Aliás, ainda vamos jogar com estes que dispararam nos oito primeiro jogos.
E ainda temos clássicos à vista.
Vencer jogos é fundamental, e em metade de nossos jogos tivemos empate. Isso precisa mudar.
Depois desses oito jogos o que podemos notar é que o grupo está todo apoiado em Mano. Há obediência técnica e tática. Há disciplina e estratégia, e há luta. Mesmo que a capacidade, no geral, ainda não tenha despontado como algo notável. Ainda devem neste aspecto.
Precisamos buscar agora uma série de vitórias. É isso que vai importar até o
dia 2. Que é o famoso dia do vamo-vê.
Segue a bagunça. Promessas, folgas carnavalescas nma diretoria que a cada passo se demonstra mais e mais amadora, mesmo na pecha do profissionalismo de
compadrio, camisa roxa que não tem nada a ver com o
Sport Club Corinthians Paulista Preto-e-Branco. Em um ano sabidamente importante, onde qualquer vacilo
poderá tomar proporções drásticas, como tudo no Parque do Santo Guerreiro. Nos atentemos, portanto,
Ó Fiel Torcida.
E a tal TV?...
Criando pelos em um ovo oco1977, barbie´s coliseum
O jornalista-factóide para assuntos de alto grau da almofadice tacanha planta notinha arrotando a dívida dos Gaviões com o clube (além do irrisório valor da dívida da 12 e da Pavilhão) em agosto passado.
Ora, primeiramente é forçoso evidenciar que não faz sentido não mostrar o balancete atual de tal dívida para tentar criar qualquer coisa. A não ser se o sentido que pretendo expor aqui seja verdadeiro. A dívida neste instante é, com certeza, outra. Então vai ficar sempre esse pelo torto: o que agosto pode representar para fevereiro, neste caso?
E porque frisar nesta notinha que agosto foi período anterior ao atual presidente? A coisa se faz mal posta, pois é natural que se questione o fato de porquê não ser a "gestão" anterior a ser lembrada, e sim que o período da dívida na qual "se joga luz" tenha sido anterior ao do atual presidente. Fica uma lembrança quase à toa do atual presidente, e a tal dívida fica anuviada - como o próprio jornalista.
O segundo passo é, pois, perceber que há algo bastante oculto neste "gesto", e ocultos são os "agentes" desta farsa. Na verdade a entidade citada como devedora tem, na minha opinião de sócio, que prestar muita atenção onde pisa, pois em seis anos, se a não acordarmos, a arquibancada será um cenário desolador. Um mero espaçinho para instituições marginalizadas, com sujeitos marginalizados. Por trás desse panaca que se faz instrumento da agenda politica está, ela de novo, a "parceira".E che cazzo tem a "parceira" a ver com isso tudo? Meus caros; tudo.
Mas voltando à notinha, que fique claro que esse "gesto" foi dos mais baixos, ridículos, imbecis que já presenciei.
Mais até que o golpe da emiçôra câncer - muito bem aceito pela almofadice em geral, por sinal. E lembrando novamente da "parceira", o açeçor de porta de cadeia plantou o veneninho do preibói neste veículo. O çanxis que se cuide.
Eu quero ver também,
Japonês, se ele vai ter os culhões que disse que teria.
E sendo o "personagem" nesta farsa toda, nós Gaviões não podemos nos deixar sermos lembrados desta maneira.
Sejamos então coerentes conosco mesmos e combatamos esta tentativa - mais uma - de plantação de pelo, pois essa gente só tem ovo oco para encontrar.
Em tempo: o referido "gesto" está no pinel efiçê da trolha de sexta, oito de fevereiro.Um ovo peludo1976, Maraca
Se não fôssemos, como nação, dominados por uma corja que cá chegou em 1500 e para sempre resolveu parasitar, não haveria uma agenda política de destruição ao mesmo tempo estúpida e atuante.
Os gringóides dos primórdios do futebol, tomadores de chá-das-cinco, já tinham sucumbido.
Ocorre que a cena era amplamente dominada por clubes que possuem povo,
e essa corja não poderia deixar que esses povos se mobilizassem. Brotou, como verme, aquele que é o principal braço desta agenda política de destruição.
Que além de amnésia, afinal não sabem afirmar nem a data de nascimento e nem cantar hino, possuem um infeliz complexo de inferioridade, visto que se preocupam mais com as
quinquilharias, que não esconde a farsa histórica.
Não é desonroso admitir que na época, e digo isso como Corinthiano de 4ª geração, o mais aviltado foi o próprio Palestra, dentro da relação entre coesão do povo e
grandeza.
Por conhecer relativamente bem a jóia única que é a
História do Clube do Povo, admito portanto que, para essa corja parasita, o Palestra significava o gigante a ser derrubado. O Corinthians era a Alma a ser copiada. E nenhuma das duas coisas essa corja jamais conseguiu ou conseguirá...
É que o Coringão sempre foi uma bagunça de moleques no que tange a sua tradição política. Se não tivesse havido um
Senhor Miguel Bataglia no primeiro instante, o
Clube do Povo seria uma camisa caída em desuso no inverno seguinte. Pois por mais vontade que os moleques de então tivessem, a coesão sempre foi dificultada pelo personalismo. O próprio
Neco é o maior exemplo que podemos usar para fazer tal afirmação.
Até a década de trinta a vontade sempre falou mais alto, e ainda se podia ver
sangue varzeano pulsando não só por baixo do Manto Sagrado, mas no modo de administrar o clube. Em 27 adquiríamos uma bela sede, um belo campo, enormes, na área rural desta nossa Piratininga, na beira do rio saudável, que se espraiava numa curva de barrancos, onde brotava a fonte no meio do taquaral. Na verdade o club adquiria a fonte, e o resto da gleba teria sido brinde, segundo uma versão bastante fantasmagórica deixada pelos antepassados...
Daí surgiu a agenda política, pois a coisa tomava rumos assustadores para essa corja estúpida e parasitária, que perdia espaço.
A "necessidade" de profissionalizar, retirar o falso amadorismo de cena, numa manobra tipicamente tupiniquim (como tirar zeros da moeda, mudar o nome de ginásio para ensino médio, e outras pataquadas), liberalizando a atividade saudável do futebol, em um lugar saudável (meus caros, Fazendinha, um lugar maravilhoso para passar o dia, fazer picnic, bailes, festas, praticar esportes, não é nada pejorativo, assim como Timão não é presunção. Trata-se do imenso carinho da Fiel expresso em palavras), é a mesma coisa que transformar o rio nisso que ele é hoje. E do rio vamos transpondo para tudo o que vemos e comparamos com este tempo passado.
Hoje essa corja parasitária que domina desde 1500 essa "sociedade" conseguiu transformar tudo, inclusive este rio que outrora era saudável, nisto que é hoje.
Assim como a biquinha fica trancada.
E de repente já existe até olho gordo de algum idiota para transformar a lendária área do Tamboréu em estacionamento.
A corja com sua agenda de destruição age. E a permissividade atua como fator sine qua non. E até quando vamos deixar?