domingo, fevereiro 10, 2008

Teresa Social Club

Catarina, um ano
Chuac!
E teve festa em casa. O tempo passa muito rápido...

Teresa está prestes a ganhar um(a) irmãozinho(a). Colocamos, ainda, desta forma pois há 95% de chance de ser, mesmo, um menino. Como a médica do schmillevich chega a este numero tão natural, tão absoluto, não sabemos. Analisando, porém, o ultrassom, na mesma época de vida, da nova prima de Teresa, a Rebeca, que deve nascer em março, podemos notar a diferença.
Papai sempre disse que seria menino. Mais de 95% disso porque quer muito que seja. Tias diziam que a sina Lebrão-Lisboa peruraria. Não temos porém a inteireza do fato, que nos fornece a segura e distinta certeza para podermos manchetear, mas que já fique assinalado.
Mas independentemente do sexo do(a) irmão(ã) de Teresa, fica a dúvida, levantada neste carnaval. E foi Teté quem percebeu, mesmo já tendo esta dúvida perpassado silenciosamente pensamentos do Papai. Qual seja, e que fique aqui exposta: e o Teresa Social Club? Permanecerá, tradicionalíssimo? Se fundirá com o novo "club" que nascerá, ganhando novo nome e tudo o mais? Está lançada a grande questão.

Na piscina
Carnaval
Não pulamos carnaval como se deve pular carnaval. Fomos, sim, ao maravilhoso Sítio São Jerônimo. Uma delícia!
Para Teresa tudo foi lindo. Até ganhou uma piscininha para chamar de sua. E aquela quantidade de cachorros a fez perder aquele medinho chato que insistia em querer criar. Logo ela, que nunca teve medo. Basta observar fotos dela com Chulapa, Fidelito, Shamu, Chiquinho, etc, desde tenra idade. Que para a Princesa significa um intervalo de um ou dois anos.

Fantasia
Vai começar a escola!
N
esta semana que chega Teresa vai iniciar a etapa da vida em que somos impelidos a estudar. Sim, é exagero falar isso de uma moleca que vai entrar no Grupo 1, que para mim sempre foi o Jardim de Infância. Mas também não é.
Optamos por colocá-la de tarde. Por nós e para ela. O cotidiano dela vai mudar muito. Teresa cresce.
Que sejamos iluminados nos momentos críticos da educação desta Maravilhosa, amém.

Vovô chegou em casa, do Rio, e Teresoca estava cochilando. Deitou, pois, ao lado da neta que estava prestes a despertar.
Ela então acordou, e exclamou um "ah!".
"Eu não achei que era você, Vovô!"
"E quem você achou que era?"
"A Vovó!"

Murar

Os gastos abusivos com cartão corporativo é o fim de qualquer política. Desde 1500 vivemos declaradamente uma bandalheira.

É de deixar qualquer palhaço impressionado. O rumo que a coisa toda tomou é muito mais que cômica, tanto que ninguém mais pensa ou quer dar risada.
O escândalo dos cartões corporativos, que rondava o "governo" burrasileiro desde que foi criado, para conter aquela sanha que poderia ser herdada daquele regimezinho de exceção que foi cagado por aqui, foi escandalosamente posto em holofotes, mesmo que obscuros.
E o que isso implica para esse desgoverninho do çapo é muito mais do que esse próprio ser ignóbil imagina.
Não à toa são escalados os alicerces ministeriais para dar a cara a bater. E o ribamar, que acha que está dando o script, nomeando quem queira, fazendo e desfazendo, além de escrever suas mentiras toda sexta na trolha, pode acabar dançando. Para salvar o çapinho de estimação de um agonizante desfecho sem honra nem caráter da farsa política a qual se prestou.
E fica óbvio que, mesmo tendo o escândalo sido brotado tal qual lombriga no próprio "governo", o fato de precisar retirar dados da "transparência" por "segurança física" do próprio prizidente é, no mínimo, assombroso.
Ficou ridículo para o maldito çapo, e vai custar muito caro.
Para nós também. Obrigado por destruirem qualquer possibilidade, çapóides.

E o vampiro?...
E não é que sobra ainda mais para o vampiro? Nosso estado gastou relativamente muito mais que o desgoverno çapóide. É aí que começa a graça, e termina instanteamente.
E o chuchu vai dançar na mão dele, quer queira, quer não.
“Só não sambo porque vocês vão achar que sou tão bom de samba como de governo”, foi a gafe cometida pelo vampiro no Anhembi.

Frase sintomática do boca-de-ovo: "O povo pode não entender de orçamento, mas sabr bem o que é usar cartão de crédito para pagar taxi e pastelaria". Ou seja , enquanto sujeitinho pulitico burrazileiro, jegue comedor de dinheiro, eles podem até fazer çepêí de orçamento, que o povo não vai nem entender o que está acontecendo, assim como no mençalão. Vira folclore.
Mas cartão evidencia um cotidiano de abuso do dinheiro público, que se faz compreensível para a ignorante plebe, mesmo que ela não compreenda ainda o que vem a ser (ou melhor, deveria vir a ser) público.
Tem razão, portanto, o fanfarrônico ao verdadeiramente alertar seus comparsas.

Aquele jobinesco vem dizer que o idioma atrapalhou as suas negociações. Ah, tá.
Atribua, isso sim, à sua incapacidade comunicativa, ou então ao mero propósito de turismo dessa viagem. Ou então chama minha professora de português do ginásio, que fala russo perfeitamente.

Ambientar
O çapo arrota que os gringos tinham mais é que se preocupar com as árvores que não existem mais por lá. Estratégia que segue o modelo do caso dos cartões: culpe os outros de fazer a mesma merda que você faz.
Algum açeçôr, ou feitor ideológico como o pardinho ou a própria comandanta, falou essa besteira e a ignobilidade çapóide se permitiu papagaiar.
Ah, mas estamos em 35º no "environmental performance". A China, um monstrengo deglutidor de ambiente está em 105º. Ozeua, incrivelmente, em 28º. Daí vem a mídia querer fazer colar na cabeça oca desse povo que o "apocalipse está em outras paragens".
Ora, vejamos então os costumes estúpidos deste novo povo, pelo interior e mesmo nas capitais. Por exemplo, queimar lixo. Muito mais da metade das queimadas são realizadas no meio da rua. Se considerarmos que, pelo aspecto da cidadania, o primordial ambiente seja este do nosso redor, vamos muito mal. Pois respiramos, mesmo em cidades amazônicas, fumaça de lixo (para ficarmos apenas neste exemplo), ou seja, de folha varrida com isopor e polietileno.
Vamos mal.

Mosqueteiro

O jogo

Vitória importantíssima essa de hoje, fora de casa, para um - até agora - concorrente direto. Aliás, ainda vamos jogar com estes que dispararam nos oito primeiro jogos.
E ainda temos clássicos à vista.
Vencer jogos é fundamental, e em metade de nossos jogos tivemos empate. Isso precisa mudar.
Depois desses oito jogos o que podemos notar é que o grupo está todo apoiado em Mano. Há obediência técnica e tática. Há disciplina e estratégia, e há luta. Mesmo que a capacidade, no geral, ainda não tenha despontado como algo notável. Ainda devem neste aspecto.
Precisamos buscar agora uma série de vitórias. É isso que vai importar até o dia 2. Que é o famoso dia do vamo-vê.

Segue a bagunça. Promessas, folgas carnavalescas nma diretoria que a cada passo se demonstra mais e mais amadora, mesmo na pecha do profissionalismo de
compadrio, camisa roxa que não tem nada a ver com o Sport Club Corinthians Paulista Preto-e-Branco. Em um ano sabidamente importante, onde qualquer vacilo
poderá tomar proporções drásticas, como tudo no Parque do Santo Guerreiro. Nos atentemos, portanto, Ó Fiel Torcida.
E a tal TV?...

Criando pelos em um ovo oco
1977, barbie´s coliseum
O jornalista-factóide para assuntos de alto grau da almofadice tacanha planta notinha arrotando a dívida dos Gaviões com o clube (além do irrisório valor da dívida da 12 e da Pavilhão) em agosto passado.
Ora, primeiramente é forçoso evidenciar que não faz sentido não mostrar o balancete atual de tal dívida para tentar criar qualquer coisa. A não ser se o sentido que pretendo expor aqui seja verdadeiro. A dívida neste instante é, com certeza, outra. Então vai ficar sempre esse pelo torto: o que agosto pode representar para fevereiro, neste caso?
E porque frisar nesta notinha que agosto foi período anterior ao atual presidente? A coisa se faz mal posta, pois é natural que se questione o fato de porquê não ser a "gestão" anterior a ser lembrada, e sim que o período da dívida na qual "se joga luz" tenha sido anterior ao do atual presidente. Fica uma lembrança quase à toa do atual presidente, e a tal dívida fica anuviada - como o próprio jornalista.
O segundo passo é, pois, perceber que há algo bastante oculto neste "gesto", e ocultos são os "agentes" desta farsa. Na verdade a entidade citada como devedora tem, na minha opinião de sócio, que prestar muita atenção onde pisa, pois em seis anos, se a não acordarmos, a arquibancada será um cenário desolador. Um mero espaçinho para instituições marginalizadas, com sujeitos marginalizados. Por trás desse panaca que se faz instrumento da agenda politica está, ela de novo, a "parceira".E che cazzo tem a "parceira" a ver com isso tudo? Meus caros; tudo.
Mas voltando à notinha, que fique claro que esse "gesto" foi dos mais baixos, ridículos, imbecis que já presenciei.
Mais até que o golpe da emiçôra câncer - muito bem aceito pela almofadice em geral, por sinal. E lembrando novamente da "parceira", o açeçor de porta de cadeia plantou o veneninho do preibói neste veículo. O çanxis que se cuide.
Eu quero ver também, Japonês, se ele vai ter os culhões que disse que teria.
E sendo o "personagem" nesta farsa toda, nós Gaviões não podemos nos deixar sermos lembrados desta maneira.
Sejamos então coerentes conosco mesmos e combatamos esta tentativa - mais uma - de plantação de pelo, pois essa gente só tem ovo oco para encontrar.
Em tempo: o referido "gesto" está no pinel efiçê da trolha de sexta, oito de fevereiro.

Um ovo peludo
1976, Maraca
Se não fôssemos, como nação, dominados por uma corja que cá chegou em 1500 e para sempre resolveu parasitar, não haveria uma agenda política de destruição ao mesmo tempo estúpida e atuante.
Os gringóides dos primórdios do futebol, tomadores de chá-das-cinco, já tinham sucumbido.
Ocorre que a cena era amplamente dominada por clubes que possuem povo,
e essa corja não poderia deixar que esses povos se mobilizassem. Brotou, como verme, aquele que é o principal braço desta agenda política de destruição.
Que além de amnésia, afinal não sabem afirmar nem a data de nascimento e nem cantar hino, possuem um infeliz complexo de inferioridade, visto que se preocupam mais com as
quinquilharias, que não esconde a farsa histórica.
Não é desonroso admitir que na época, e digo isso como Corinthiano de 4ª geração, o mais aviltado foi o próprio Palestra, dentro da relação entre coesão do povo e
grandeza.
Por conhecer relativamente bem a jóia única que é a História do Clube do Povo, admito portanto que, para essa corja parasita, o Palestra significava o gigante a ser derrubado. O Corinthians era a Alma a ser copiada. E nenhuma das duas coisas essa corja jamais conseguiu ou conseguirá...
É que o Coringão sempre foi uma bagunça de moleques no que tange a sua tradição política. Se não tivesse havido um Senhor Miguel Bataglia no primeiro instante, o Clube do Povo seria uma camisa caída em desuso no inverno seguinte. Pois por mais vontade que os moleques de então tivessem, a coesão sempre foi dificultada pelo personalismo. O próprio Neco é o maior exemplo que podemos usar para fazer tal afirmação.
Até a década de trinta a vontade sempre falou mais alto, e ainda se podia ver sangue varzeano pulsando não só por baixo do Manto Sagrado, mas no modo de administrar o clube. Em 27 adquiríamos uma bela sede, um belo campo, enormes, na área rural desta nossa Piratininga, na beira do rio saudável, que se espraiava numa curva de barrancos, onde brotava a fonte no meio do taquaral. Na verdade o club adquiria a fonte, e o resto da gleba teria sido brinde, segundo uma versão bastante fantasmagórica deixada pelos antepassados...
Daí surgiu a agenda política, pois a coisa tomava rumos assustadores para essa corja estúpida e parasitária, que perdia espaço.
A "necessidade" de profissionalizar, retirar o falso amadorismo de cena, numa manobra tipicamente tupiniquim (como tirar zeros da moeda, mudar o nome de ginásio para ensino médio, e outras pataquadas), liberalizando a atividade saudável do futebol, em um lugar saudável (meus caros, Fazendinha, um lugar maravilhoso para passar o dia, fazer picnic, bailes, festas, praticar esportes, não é nada pejorativo, assim como Timão não é presunção. Trata-se do imenso carinho da Fiel expresso em palavras), é a mesma coisa que transformar o rio nisso que ele é hoje. E do rio vamos transpondo para tudo o que vemos e comparamos com este tempo passado.
Hoje essa corja parasitária que domina desde 1500 essa "sociedade" conseguiu transformar tudo, inclusive este rio que outrora era saudável, nisto que é hoje.
Assim como a biquinha fica trancada.
E de repente já existe até olho gordo de algum idiota para transformar a lendária área do Tamboréu em estacionamento.
A corja com sua agenda de destruição age. E a permissividade atua como fator sine qua non. E até quando vamos deixar?