E, segundo o próprio çapo, "acharam" que o çeverino ia ser contra o guvêrno...
Vixe!!! Imagina!!!
"Quem você critica hoje pode ser seu amigo uma década depois", disse o çapo. Depende do interesse, diz este palhaço. Quero ver o fh-se e o çapo de mãozinhas dadas em 2018...
O golpe sobre o golpe
Ah, como esse Brasil revela pastelônicamente suas caras...
Vejamos, pois; a comandanta vai lá e, por ordem do çapo, corre contra o tempo para deixar pronto um doçiêzinho só pra balançar a corja dos que tucanocratizam a pastelização.
Mas daí tem boi na linha, tem o enquadramento da imprença, e lá se vai a pose de mais um cumpanhêro de alta claçe, do núcleo-duro, mais um chapa do çapo que sifu.
Sozinha, pois foi na do cumandantizinho çapo.
Eu digo; que coisa incrível esse "governo".
Daí, fato há muito tempo registrado, o mantega tem um "mal-entendido", sobre as parcelas do financiamento. Ele havia soltado na imprença que não ia mais aceitar essas parcelas a se perder de vista dos financiamentos dos carros, por exemplo. Logo vei o chefizinho çapo e desmentiu. Lembram-se?
Isso é mais um exemplo de como 1) a cultura "político-administrativa" de nossos dirigentes é a de falar o que não devem, para depois tornar a falar algo que não deveriam ter dito como desculpa; 2) como a imprençinha gasta papel com tanta bobeira inútil que poderia passar batido e não faria diferença nenhuma.
A política parece ensandecer a mente de quem mente.
O vetor da mentira para quem entra nesse mundo de mentiras estruturais acaba por tornar nebulosa a própria interpretação da realidade, quando na verdade, por causa da mentira, a própria interpretação já se transformou em invenção pura e simples, sem-vergonha e sem embasamento a não ser na espúria vontade que direciona a própria mentira.
Vejamos pois este chuchu, um tarado psicopata, que afirma nunca ter visto o primeiro dar lugar ao último nas pesquisas. Mentira. Viu sim.
Mas para quem tem a vida de mentiras, obscurecer a própria realidade para si mesmo e nem notar que o faz despudoradamente ao mundo, esse tipo de coisa se torna fato recorrente na vida. Isto é chuchu
Stapafurdiu
No instante em que termina de dizer que o empaque não é um bagulho eleitoreiro, o çapo vira e diz que podemos avisar a opozição que o candidato dele é que vai ganhar a aleição...
Agenda política destruição
Não está só no futebol. Além de quererem acabar com a cultura de Arquibancada, os ignóbeis pretendem encerrar com o que podemos chamar de cultura literária. Torná-la, no mínimo, restrita, longínqüa. Vejam vocês que a trolha cria para seus leitores uma "trolha corrida", numa tentativa de transformar o jornal em algo como capa de portal de internet. Com seus respectivos links, claro.
E, ao invés de investir em algo literário, coisa que deveria ser mais bem apreciada pelos periódicos, transformam-lhe num lixo.
Trânsito infernal. E para alguns basta suspender o uso de caminhão em horário comercial, ou mais que isso.
Solução típica de que não vê o excesso de individualismo, que é o que deveria ser atacado para que pudéssemos alcançar um mínimo de dignidade social.
sábado, abril 05, 2008
EDITORIAR: Um aviso necessário
Caros leitores, aconteceu desse palhaço não conseguir andar mais acompanhado. Nossos colaboradores que desde o início de nossa trajetória Online nos apoiaram e seguiram conosco, pedem hoje autonomia e vôo próprio. Portanto, quem gostava do Teresa Social Club, ou do Mosqueteiro, terá o prazer de seguir a preferência. Um aviso será mantido debaixo da minha cara de palhaço aí do lado, e os respectivos links também.
O Jornar Online segue sua veia original, aquela parte denominada Murar. Foi nisso que nasceu o Jornar Hecho a Mano, e é nisso que seguiremos agora aqui. Talvez não tão constante, mas certamente mais assiduamente.
O Editor
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