sábado, outubro 21, 2006

Teresa Social Club

Série Tetê Nenê I
Com o Papai, com a Mamãe
Apenas uma semana de vida, e essa beleza toda

Murar

Luz no pardinho
E não é que estão chegando no pardinho, encontrando as digitais do elemento que, pensava-se, usava luvas de borracha?
Pois tudo o que há relacionado a dinheiro da estratosfera financeira, que fica pairando esperando a teia dessas aranhinhas puxar para a terra, dinheiro que espera alguma “garantia” para aparecer pois é proveniente de negócios que não podem transparecer, tem o aval pardo de uma eminência plástica.

O pardinho é a ligação escusa de todos os elementos com o mundo escuso e marginal da sociedade brasileira e internacional.
O pardinho tem essa função pois tem justamente os contatos internacionais. O dinheiro passa pelo crivo pardo.
Aliás, o erro está aí. Nenhum Don dá ao seu Consigliere tal poder. Dessa mal-função que ocorreu a quebra do andamento do tal aparelhamento do Estado (ainda bem, por supuesto); na hora em que a pardolência quis decapitar o ninho das lombriguinhas carcomedoras das entranhas da Federação, aquele tal de ex-gordo, foi à breca qualquer muralha “protetora”. A própria pardolência teve de se destituir da oficiosidade e se recolheu à necessária sombra. Opera por túneis, desde então.

"Opozissão"
O engraçado é como as coisas vão vindo à tona, em chantagenzinhas a cada revelação, ataques para que o “adversário” ceda um pouco mais, nomes que vão sendo colados ao grande acontecimento, que é na verdade uma farsa. O tal doçiê não existe; o dinheiro é do consórcio vedoinesco de causas próprias e chantagenzinhas baratas. O doçiê é só pra parecer que o dinheiro comprava alguma coisa - só que o doçiê se encontra, gratuito, em determinado site da web há algum tempo. Aloprado não é quem ia “negociar um doçiê”, mas quem escolheu a versão “doçiê” para explicar o que gedibran fazia com uma bufunfa tão voluptuosa, e o que valdebran iria fazer com tanto dinheiro em espécie. Dinheiro em espécie é pagamento de soldo, a devida participação de cada elemento.
É natural que o pardinho tem que estar presente no acontecimento.

E dada a força de tal proposição (ligação telefônica com quatro dias de distância do “fato” em si), me parece que não estão dispostos a desenterrar os caminhos do pardinho.
A conclusão é de que tudo não passa de escusas vedoinagens.

Fato Político
O maior fato político disso tudo é que o fio da meada, o fato de o pardinho discutir política com o assessor da campanha çapista, sendo acusado de chefiar quadrilha e tendo sido cassado pelo congresso nacional, tudo isso, está exposto.

Junta-se a isto o fato de o çapo mentir, como babaluf mostrou ser possível, tal como fez nesse debate, com suas ironias marmiteiras, e o fato de ter uma votação possivelmente alta (o que andam demonstrando as pesquisas), e temos um segundo governo çapóide a la Thermidor, com a constante necessidade de se reprimir os acusadores, e acobertar os demandos fascistas e reacionários. Isso é çuvaco-çapismo. Isto é Brasil, hoje.

"Opozissão" II
Nota-se como são as coisas na pulititica brasileira. A “oposição” acusa os çapóides de, versionando o pardinho como “culpado de tudo”, eximirem a participação do çapo na história, o que não tem decorrência lógica senão em uma falácia – o que torna tal argumento inválido.
E os çapoides apontam o “factóide” como um “tapetão” da oposição, seria o duende criminal da justiça ministerial atuando como blindador do çapo, conforme arrota ziegheilborrauze.
No teatro pulititico as formas simbólicas se distendem na imaginação, ora parecem fumaça, ora parecem pedras. É com isso que jogam, na mídia, os atores deste malfadado teatrinho.

Besteiras çapóides
Agora estamos calejados”, disse o çapo numa prova de ignorância moral. É o fim da picada, realmente. “Não faremos mais burrices”. E ele enfia a cabeça para ver onde foi parar o dedinho, e perde o nariz. Olha onde foi o nariz e perde a cabeça...
Moral deixa o ser na vertical, çapo.
Você anda caído.
Horizontalizar a moral é isso; dizer que em política é necessário pôr a mão na merda – o que é uma falácia monstruosa. O peteloidismo fez isso ao mundo – e nem todos os “militantes” participaram, apenas os que fizeram dessa atitude uma profissão.

A política se horizontalizou.
É preciso destacar o moral vertical.

A justiça eleitoral não está dando conta, ou não pretende dar conta, de fiscalizar as quantias jorradas nas campanhas, todas elas. Todo o esquema de sempre está acontecendo e nada mudou. Em todas as campanhas!!

ainda que de forma medíocre e vazia, ridiculamente
pardinho é o chuchu também...
Incrível a capacidade que o chuchu tem de não fazer nenhuma diferença – e é candidato ao maior cargo da República.
O doçiê é uma inexistência que lhe deveria ser ciente, e ele diz que é “tratado com deboche” pelos çapistas.
Pobre demagogo perdido...

TRAGÉDIA NA SUMARÉ
Na verdade ali é avenida Paulo VI, a faculdade é que chama Sumaré

Passo por ali indo e vindo da cidade universitária pelo menos três vezes por semana e sei o que fazem os alunos que descem no ponto de ônibus sentido Perdizes e tem de atravessar uma das mais movimentadas e rápidas avenidas de Piratininga.
É mais do que urgente e atrasada a passarela – e não uma faixa de pedestre com farol para atravancar demais o trânsito.
A manifestação dos alunos foi um grito de socorro frente ao fato do atropelamento (decerto um vacilo tanto da moça quanto da moto na hora em que ela atravessou a avenida, como naquele jogo do sapinho, do Atari), mas teve um viés reacionário e pelego. A polícia não sabe reagir diferente frente a algo que lhe sai do controle, e reagiu com a truculência conhecida, ou seja, a covardia. Deu no que deu. Teremos apenas mais processos para emperrar a justiça ou disso sairá uma solução eficiente - a passarela?

Mosqueteiro

Doutor, filósofo da bola, prepara
mais uma maravilhosa jogada


tradituri

Engraçado como o traidor joga apara os dois lados (e é por isso mesmo que permanece...).
Afaga o Leão, sinaliza com o mala, e com tudo isso diz e desdiz a presença da “parceira” em nome do preibói iraniano.
Diz que quer montar para 2007 um grupo sem jogadores da “parceira”.
Mas o velho é gagá; faz isso devido ao bandeamento para a oposição de alguns asseclas que caíram em si, de repentemente, e agora são contra essa “parceira”. Portanto não significa, obviamente, a saída da “parceira” o que sinaliza o traidor com isso tudo.
O ano que vem será mais do mesmo, portanto.
Quantos técnicos passarão pelo comando do Corinthians? A quantas posições do último colocado ficaremos no Paulistão (e se não cairmos ainda esse ano, no Brasileiro) de 2007?
É triste, realmente, o que faz a incompetência aliada à imoralidade, e a venda da própria alma.
É urgente que extirpemos esse câncer do traidor.

Ação Corinthianista Popular
(texto escrito há duas semanas. Vinha preparando a publicação dele com cuidado,
mas diante do que foi dito pelo traidor, é urgente que venha aos olhos do leitor.
Trata-se de um guia para um Presidente de verdade)

Muito simples o que eu faria se subisse à Presidência do Glorioso, hoje:

1) A “parceira” não cumpre 70% do contrato. Judicialmente, o contrato vale o papel higiênico que limpa a bunda do traidor. Rasgaria o contrato no primeiro segundo, o que é óbvio.

2) Exigia a prisão do traidor e seus asseclas, PRINCIPALMENTE a sua netinha (pegar essa vaca é primordial pra descobrir onde está indo toda a grana, desviada, lavada, fazendo do Glorioso uma panacéia). E todos os empresários que negociaram “pé-de-moça” com dinheiro frio.

3) Toda a patotinha da “parceira” no grupo, por maior valor que tenha em campo, iria embora cuspida. O contrato trabalhista está vinculado à “parceira”. O Corinthians não perde aqui. A rescisão, facilmente, seria por conta dessa “empresa”, e o problema passa a ser da Polícia Federal, da Receita e do Governo Federal, portanto. E, da parte do clube, da antiga diretoria. O Corinthians está limpo com essas medidas, e só as antigas dívidas estariam em voga – luizão, marcelinho, esses refugos todos. Aqui, se acochambra, pois esses caras não merecem um tostão desse dinheiro, por mais justo que seja ele receberem.

4) O grupo de futebol profissional seria composto, de partida, a partir da nova administração, com garotos de juniores. Não tem jeito, será assim. Se vier a segunda, que venha; subiremos com mais força. E com a Fiel, inigualável.

5) A folha de pagamento seria reduzida a muito menos de 40%. Inclusive o salário do técnico.

Seria um tempo de vacas magras. Sim. Não haveria um belo futebol, e seria necessário que o time adquirisse confiança, pois seriam pessoas jovens, recém-profissionais. Mas o Corinthians voltaria. Em pouco tempo tudo engrenaria. Um ano, dois anos, e teríamos um outro Corinthians que não esse 'nada' de hoje.

Porque os remos do símbolo são a nossa esperança, com a bandeira sempre aberta.
Nada há em nosso caminho que nos faça esmorecer. Nem o tempo. A agenda política da superestrutura do Glorioso terá por vertente claramente o combate à elitização e à exclusão através da folha de pagamento de muitos clubes de verdade, que por sabedoria e sobrevivência se alinhariam a esta agenda.

Mas o mais importante passo a ser dado será o conselho tripartite que será desenvolvido através da própria Fiel torcida. Ela terá voz ativa.
O conselho de hoje tomará parte apenas dos assuntos diretos do clube, seria o conselho do executivo. Apitaria apenas nas ações da diretoria e da presidência. As determinações viriam da Fiel. Existiria um parlamento (espécie de Senado) para escolhidos da Fiel, e finalmente uma representação direta, para torcedores que se disponham a participar (Câmara de deputados). Todas as contas auditadas por comissões especiais. Quaisquer erros, qualquer lambança, não passariam adiante.

Naturalmente que todo o lucro seria repartido por todos os setores do clube após sanadas as contas e efetuados todos os pagamentos, e 30% do que sobrasse iria para investimento e melhorias no social do clube, e jamais para o profissional.

Todo o dinheiro de patrocínio seria exclusivo para onde veio, ou seja, o do futebol profissional só para o futebol profissional, o de juniores só pra juniores e assim por diante.

Para o profissional, especificamente, é com o patrocínio que se manteria o plantel e a estrutura (sim, com quatro milhões ao mês se pode fazer muita coisa desde que com VERGONHA NA CARA). Pode-se pensar em abrir uma porcentagem da arrecadação da bilheteria para programas sociais, em parceria com os Gaviões da Fiel, junto com as demais organizadas. O Corinthians e os Gaviões seriam unha e carne, como jamais foram. O restante para o caixa do clube, para se cobrir despesas nas demais modalidades. Há ainda o dinheiro dos materiais esportivos, para o mesmo fim.

Um retorno ao Primeiro Corinthians, quase cem anos depois.
O mundo mudou, a Paixão não. Nem o Sonho.

Casa limpa, conta sanada, torcida Fiel nos apoiando. A engrenagem funciona.