Doutor, filósofo da bola, prepara mais uma maravilhosa jogada
tradituriEngraçado como o traidor joga apara os dois lados (e é por isso mesmo que permanece...).
Afaga o Leão, sinaliza com o mala, e com tudo isso diz e desdiz a presença da “parceira” em nome do preibói iraniano.
Diz que quer montar para 2007 um grupo sem jogadores da “parceira”.
Mas o velho é gagá; faz isso devido ao bandeamento para a oposição de alguns asseclas que caíram em si, de repentemente, e agora são contra essa “parceira”. Portanto não significa, obviamente, a saída da “parceira” o que sinaliza o traidor com isso tudo.
O ano que vem será mais do mesmo, portanto.
Quantos técnicos passarão pelo comando do Corinthians? A quantas posições do último colocado ficaremos no Paulistão (e se não cairmos ainda esse ano, no Brasileiro) de 2007?
É triste, realmente, o que faz a incompetência aliada à imoralidade, e a venda da própria alma.
É urgente que extirpemos esse câncer do traidor.
Ação Corinthianista Popular(texto escrito há duas semanas. Vinha preparando a publicação dele com cuidado, mas diante do que foi dito pelo traidor, é urgente que venha aos olhos do leitor. Trata-se de um guia para um Presidente de verdade)Muito simples o que eu faria se subisse à Presidência do Glorioso, hoje:
1) A “parceira” não cumpre 70% do contrato. Judicialmente, o contrato vale o papel higiênico que limpa a bunda do traidor. Rasgaria o contrato no primeiro segundo, o que é óbvio.
2) Exigia a prisão do traidor e seus asseclas, PRINCIPALMENTE a sua netinha (pegar essa vaca é primordial pra descobrir onde está indo toda a grana, desviada, lavada, fazendo do Glorioso uma panacéia). E todos os empresários que negociaram “pé-de-moça” com dinheiro frio.
3) Toda a patotinha da “parceira” no grupo, por maior valor que tenha em campo, iria embora cuspida. O contrato trabalhista está vinculado à “parceira”. O Corinthians não perde aqui. A rescisão, facilmente, seria por conta dessa “empresa”, e o problema passa a ser da Polícia Federal, da Receita e do Governo Federal, portanto. E, da parte do clube, da antiga diretoria. O Corinthians está limpo com essas medidas, e só as antigas dívidas estariam em voga – luizão, marcelinho, esses refugos todos. Aqui, se acochambra, pois esses caras não merecem um tostão desse dinheiro, por mais justo que seja ele receberem.
4) O grupo de futebol profissional seria composto, de partida, a partir da nova administração, com garotos de juniores. Não tem jeito, será assim. Se vier a segunda, que venha; subiremos com mais força. E com a Fiel, inigualável.
5) A folha de pagamento seria reduzida a muito menos de 40%. Inclusive o salário do técnico.
Seria um tempo de vacas magras. Sim. Não haveria um belo futebol, e seria necessário que o time adquirisse confiança, pois seriam pessoas jovens, recém-profissionais. Mas o Corinthians voltaria. Em pouco tempo tudo engrenaria. Um ano, dois anos, e teríamos um outro Corinthians que não esse 'nada' de hoje.
Porque os remos do símbolo são a nossa esperança, com a bandeira sempre aberta.
Nada há em nosso caminho que nos faça esmorecer. Nem o tempo. A agenda política da superestrutura do Glorioso terá por vertente claramente o combate à elitização e à exclusão através da folha de pagamento de muitos clubes de verdade, que por sabedoria e sobrevivência se alinhariam a esta agenda.
Mas o mais importante passo a ser dado será o conselho tripartite que será desenvolvido através da própria Fiel torcida. Ela terá voz ativa.
O conselho de hoje tomará parte apenas dos assuntos diretos do clube, seria o conselho do executivo. Apitaria apenas nas ações da diretoria e da presidência. As determinações viriam da Fiel. Existiria um parlamento (espécie de Senado) para escolhidos da Fiel, e finalmente uma representação direta, para torcedores que se disponham a participar (Câmara de deputados). Todas as contas auditadas por comissões especiais. Quaisquer erros, qualquer lambança, não passariam adiante.
Naturalmente que todo o lucro seria repartido por todos os setores do clube após sanadas as contas e efetuados todos os pagamentos, e 30% do que sobrasse iria para investimento e melhorias no social do clube, e jamais para o profissional.
Todo o dinheiro de patrocínio seria exclusivo para onde veio, ou seja, o do futebol profissional só para o futebol profissional, o de juniores só pra juniores e assim por diante.
Para o profissional, especificamente, é com o patrocínio que se manteria o plantel e a estrutura (sim, com quatro milhões ao mês se pode fazer muita coisa desde que com VERGONHA NA CARA). Pode-se pensar em abrir uma porcentagem da arrecadação da bilheteria para programas sociais, em parceria com os Gaviões da Fiel, junto com as demais organizadas. O Corinthians e os Gaviões seriam unha e carne, como jamais foram. O restante para o caixa do clube, para se cobrir despesas nas demais modalidades. Há ainda o dinheiro dos materiais esportivos, para o mesmo fim.
Um retorno ao Primeiro Corinthians, quase cem anos depois.
O mundo mudou, a Paixão não. Nem o Sonho.
Casa limpa, conta sanada, torcida Fiel nos apoiando. A engrenagem funciona.