terça-feira, outubro 31, 2006

Teresa Social Club

A Princesa constrói frases

O tempo vai passando, Tetê vai se desenvolvendo cheia de brilho e beleza, e coisas incríveis não deixam de acontecer.
Ela, que já falava palavras mil, de um extenso e riquíssimo vocabulário, agora articula com propriedade e precisão inúmeras frases.
Por exemplo, “eu vou passear”. Sim, ela fala isso mesmo, ainda que naquele modo Teresístico de pronúncia (coisa mais linda que existe no mundo).
É de fato um caso raríssimo de criança que se comunica com infinita superioridade em ralação a muitos adultos que mal sabem o que é concordância. Teresa sabe. Até verbo ela conjuga, no tempo e pessoa corretos. Por exemplo: “eu estou passeando”. Ela fala, mesmo que na sua pronúncia de nenê, afinal ela é uma menininha linda de apenas um ano e quase seis meses.
Incrível, não?
Não, em se tratando da Excelentíssima Princesa Teresa.

Murar

Creçimento na base da porcaria
O çapo, depois do tarço abrir a goela e falar besteira, desautorizou esses que apregoam a “era palóbby”, na base do “eu quem mando”, “eu sou o responsável por tudo”. Este Jornar já advertia para o fato de, cada vez mais, o çapo ser o centralizador, monopolizador de todo o governo, e é isso que está a acontecer. O çapo então disse não ter havido tal era, mas sim uma política do governo, principalmente dele, afinal tudo no mundo é ele... Reafirmou, portanto, a tal da política econômica que é predadora para o povo. E foi o povo que o elegeu...
A diuma, mulher-forte do novo mandato que se inicia, anunciaou que política fiscal terá corte de gasto, para que a ênfase possa ser o crescimento, nesse mandato. Crescimento na base de corte de gasto. É isso o que há para esse governinho fazer. É isso que o FMI quer.

Setores da conservadoria, que querem crescimento (para enriquecerem mais ainda, como a fiesp), acham que o meirelles do BC é conservador demais quando se trata de taxa selic. Por isso, afirmam categoricamente que o crescimento só vem quando tirarem dele a prizidência do BC. E como isso cheira a sabotagem... Mesmo que o carinha seja um pilantrinha... Ele fará uma reunião hoje no Congresso para avaliar o cumprimento dos objetivos e metas da política monetária. Será uma surra?...

Ministérios
Nem bem havia circulado o rumor, na mesma hora o Planalto soltou nota na imprensa avisando que o mantega não sai. Mesmo assim o çapo quer conversar com o Gerdau (fazenda, previdência, desenvolvimento: algum desses três acabará em suas mãos se depender do çapo, e do gerdau em questão). Outro cotado é adib jatene, para a saúde. Procura ainda personalidades sem partidos. Pimentel, prefeito de BH, por exemplo, negou que vai para s a fazenda no lugar do mantega.
A tendência é a manutenção dos ministros do petê, já que, senão, eles ficariam enchendo o saco demais (ali o çapo pode ao menos controlar melhor as alopragens).

Governo
O çapo quer governar com os governadores em conjunto e de olho no Congresso. Parece que tem uma porção de matérias para passar... Hoje inicia a rodada de conversações que deverá durar ainda um longo tempo, chamando eduardo campos do PE, e logo depois o cabral do RJ, para montar a equipe do “novo” governo, mais amplo.
Convidou dom aecinho para uma reunião na semana que vem. Eles tem se falado muito mais do que a imprensa está divulgando.

Frase çapóide
“Não existiu era palocci nem era mantega. A política econômica era determinada pelo governo e sobretudo por mim. Nada era feito sem que passasse pela discussão comigo”.
O peixe morre pela boca: e o mençalão, o doçiê, o lulinha gamecorp...?... Você sempre soube, portanto...

A corja liberada
A pefelentada, ultraderrotada, que só não acaba porque continua sugando o sangue do povo que insiste em desprezar, vai perder outra: dessa vez no senado. É que o covil das raposinhas tem um quadro mais forte e mais bem apoiado e deve levar a presidência da casa, deixando, para o bem da nação, essa corja liberada chupando o dedo.
E não é que essa corja está exigindo, e batendo na mesa por isso, o apoio da tucanocracia para esse levante e tentativa de sobrevivência moral, ainda que capenga, a tentativa de presidir o senado? Essa gente se merece.

E o povo não caiu no conto do vigário do chuchulento que é banana.
Preferiu a história da carochinha do çapo e sua turma...

Do fh-se: “não cacarejamos o suficiente”.
E desde quando ameba muge?

Puliçiaes
O Ministério Público pediu a prisão (preventiva) do palóbby. A pena prevista, depois de julgado, é de módicos 225 anos. Poderiam dividir entre a quadrilha, não?

A PF recuou na quebra de sigilo do berzoini. Isso cheira muito mal.

A CPI dos çangueçugas, quase morta, está tendendo a adiar depoimentos.

Como se vê, a impunidade e a peleguice rolam soltas nesse neo-governo, desde já.

A cobra come o próprio rabo
O aquecimento global, proveniente da interferência (des) humana e capitalista na natureza irá devastar o próprio capitalismo, segundo estudos conceituadíssimos. A saída para o capitalismo e a humanidade continuarem existindo é chegar ao fim. Paradoxo? Paradoxo é o próprio capitalismo, já nos dizia o velho Karl. E, como ele mesmo dizia, o capitalismo tende a plantar o seu próprio fim. No caso do estudo, é devastar...

Mosqueteiro

Quando a fase é ruim...


Pois é, Nação. Nem ganhando do porco e se afastando da zona de rebaixamento podemos descansar por um minuto a nossa consciência. Como se pudesse haver tranqüilidade com um traidor que carrega a mala da “parceira”...
Somos otimistas, é essa a nossa natureza. Não esmorecemos. Mas a situação, ainda assim, é braba. A coisa continua e continuará feia, horrível.
O chinelinho voltou. Leão está perdidinho. É até normal jogador que se machuca no treino, mas quase todo mundo?... Estranho. Está tudo muito estranho por ali. Coelho, sabendo que Leão vai dispensá-lo (mais um caso de injustiça histórica que acontecerá com um moleque do terrão, Corinthiano da gema), não se pode dizer que simulou, mas saiu com uma unhinha doendo e não joga. Amoroso e Ramón também estão contudidos.
Sem os titulares, não restará opção ao técnico: escalará juniores contra o Fortaleza.
O xará do Corinthianíssimo e cearense Fagner irá estrear com o Timão profissional. O garoto de 17 anos é lateral-direito e Leão pensa em substituir Coelho com ele. William e Daniel, meia-atacante e atacante, respectivamente, serão também escalados. Segundo Leão, eles não se intimidaram nos coletivos, o que lhes é favorável. A salvação vem sempre do Terrão Sagrado do Padroeiro. Vamos sair dessa fase, Coringão!!!

Caso Nilmar
O
Lyon enviou um diretor, que parece nem querer saber de negociação. Certo ele... Mas ele deveria ter ido para London, onde o preibói está “comprando” um clubinho... Infelizmente não há grana em caixa para adquirir Nilmar, que deve voltar para a França (ele merece muito mais. Merece continuar defendendo o Manto Sagrado Glorioso).
O silêncio da FIFA no caso denota certo conchavo e falcatrua.
O desfecho? Ninguém sabe. Nem esse diretor.

segunda-feira, outubro 30, 2006

Teresa Social Club

Tetê Maravilha

Murar

O çapo é reeleito e o chuchu tomou onde rima
“andar de baixo vence o de cima”

Vitorioso nas urnas, o çapo promete agora uma reforma política e a preocupação com o crescimento (ah, agora ele está preocupado com isso. Aliás, crescimento de quem?...). Agora fala em amansar o governo e a oposição, fala com tom conciliador e diz que vai chamar governadores para discutir. O garcia, prizidente petelóide, já fala em novo relacionamento com a oposição. A dúvida é se não irá piorar, haja visto que existem pendentes vários escândalos.
O tarço, dando conta da “vontade” que há no “novo” governo de promover crescimento, saiu arrotando que o fim da era palocci acabou. Caro leitor, não caia nessa...

Frases çapóides
“Não temos o direito moral, ético e político de cometer erros daqui pra frente”
Ah, tá, como se tivesse tido tal direito quando a “esperança” havia vencido o “medo”... Arrisco dizer que presidente ou governante nenhum no mundo tem direito de errar.

“Podem ter certeza que jamais abdicarei do lado que eu sou”
Que lado ele é, senão o lado dele mesmo? O çapo morre sempre pela língua grande. Aqui está a prova inequívoca de que esse cara só se vê em tudo o que não é ele. A soberba e a burrice andam juntas nesse pensamentóide çapóide.

Frase que presta...
“O teste do progresso não está no aumento da abundância daqueles que tem muito, mas em prover o suficiente para quem tem muito pouco”.
Franklin Roosevelt

O papelão do chuchú
O çapo teve votação recorde de mais de 58 milhões de votos, ao passo que o chuchulento, sendo um banana podre, conseguiu, com o carisma de preservativo usado, perder mais de dois milhões de votos em menos de um mês. Parabéns, tucanocrata infame que jamais deveria ter se aventurado a sair candidato. A sua derrota foi mais que emblemática: ajudou a abrir o caminho para o fim da pefelentada!! Ao menos para alguma coisa você presta.

Após esse desgaste todo dessas eleições malfadadas para esse tipo nojento de corja elitista desse país de mazelas, a pefelentada e a tucanocracia tentam rever a aliança, que caminha a passos largos em direção ao abismo. Que bom.
O vampiro e dom aecinho, a mídia no achismo diz, ensaiam “aliança”. Desse ringue sai sangue e voam dentes...

A melhor notícia dessas eleições foi a derrota das oligarquias nefastas. No nordeste, por exemplo, a maioria dos governadores, ao contrário de outras épocas, são de partidos de “esquerda” (se podemos assim denominar). O povo aprendeu a desprezar e demover as oligarquias hereditárias por ali.

O çapo quererá repetir a dobradinha aldinho-encalheiros. Ao menos é o que ambos esperam...

O morto çuvaco agora se agarra ao morto vivo vampiro para tentar seguir adiante com sua carcaça fedorenta e podre.

Marta será ministra das cidades.

O que faz o zieg prôféçor unger da mangabeira atrás do çapo no discurço de vitórea?

O dilubio e o humcerto bosta responderão processos por diversas acusações fundadas. Mas apenas estarão pagando para o çapo permanecer (e serão muito bem pagos para isso). Até quando essa lambança permanecerá? Por quanto tempo permitiremos ó Brasil?

O padeiro mentiroso é a prova que faltava para todo mundo saber que o chuchu é sujão.

A justiça afirmou que edmilço brunho, aquele vazou as fotos, agiu por interesse público (de um certo grupo particular).

O prizidente da CPI do çangueçuga, biscataia, tem andando muito com o duende da justiça.

Marquinho de mélou, do teéçeé, afirmou ser factível a cassação. Começou.

AVISO AO LEITOR: Por não haver assunto que não a expectativa da eleição durante o fim de semana, este Jornar acabou deixando para vir a público apenas com os resultados consolidados.
Boa leitura.

Editoriar

O povo brasileiro é pródigo em eleger ladrões. Só fez isso, a vida inteira. Politicamente é um vício, uma doença, que afeta a moral. Nossa moral é alcoólatra de sacanagem.
Ocorre que desta vez o pilantra que é eleito é dos piores, não pelo tamanho do crime como dizem alguns, que foi passado a “conhecimento” popular mediante sabotagem daqueles que se consideram da patotinha que comanda esse país. A cara do çapo ainda não foi apresentada, e agora ele centralizou o poder executivo ainda mais, mas tem uma secretária-comandante que irá dar o que falar. A ela foi incumbida a missão de proteger esse zumbi que, apesar de ter cor ao vivo, é opaco nos corredores do Planalto.
É evidente que ganha por conta da qualidade daquele as elitezinhas puseram no embate eleitoral. Essa gente tem um terrível mau-gosto, para ser e para agir. O vício político da sacanagem, para esse tipo de canaille, é análogo ao vício do usuário pesado de crack; a aparência de um doente terminal viciado pela pedra é a aparência da alma dessas elitezinhas.
O povo, em quinhentos anos, ao menos aprendeu a ter ojeriza a esse tipo canalha de ser. E como só aparecem ladrões (é só o que parece que tem), continua a preferir os ladrões e jamais evoluirá e essa será sempre a sua especialidade (por que é só essa a saída aparente).

Duas tempestades ou permanecer ancorado

O taço sairá prematuramente da presidência da tucanocracia e o chuchu, que perdeu feio, será o indicado para a sucessão, coisa que o vampiro não ousa cogitar.
O que quer com isso noço indigniçimo taço?
Ora, apenas alavancar a cisão que já está feita. O chuchu só tem dom aecinho como apoio, que já imagina como se livrar dessa mala sem alça, esse peso morto no seu veleiro classe laser com vento em popa.
Sinaliza, o taço, ao vampiro; sugere-lhe que se retire. Ele mesmo iria junto, com goldman e vários outros. Dom aecinho tem três alternativas; duas tempestades no horizonte, nas direções que deve seguir para chegar onde quer ou ficar parado pelas âncoras no fundo do mar impedindo seu avanço e desenvolvimento. Pode se juntar ao grupo do vampiro e fundar o novo partido, finalmente, mas isso seria centro-esquerda demais para ele.
O destino coloca desafios apenas aos capazes (Deus dá o frio conforme o cobertor, nos diria o Fiel Adoniran, o Rubinato). Dom aecinho deve guardar forças para além de 2010; na verdade se eleger como senador mais votado da história de qualquer país do mundo, aguardando 2014 ou 2018, para então se eleger presidente sob a mesmíssima pompa, senão maior ainda. Faria assim o curso superior no Legislativo, teria ampla experiência nos dois lados da política (faltaria a ele a experiência no judiciário, mas nada que lhe fizesse falta) e poderia ser um marco na história do Brasil, um dom aecinho com maiúsculas, e de repente criar até um partido próprio.
Mas isso são apenas elucubrações. O desafio que se lhe apresenta é deveras mais complicado. Sua base ainda está ligada demais à gente daslu, ao lado desse chuchulóide derrotadíssimo, apesar de ter contato com todos os setores da sociedade de forma produtiva, é hora de darmos um salto de percepção, dom aecinho, se livrar dessas âncoras. Ficar com o chuchulento, como presidente da sigla, num partidinho que poderá até fazer fusão com a pefelentada toda, tornando a extrema direita tupiniquimum pouco mais forte, numa cova única para os zumbis. Não é essa a escolha de dom aecinho, podemos ter certeza.
Não pense na presidência, pelo menos por enquanto – ainda terá o vampiro pela frente, ele que foi preterido dessa vez. Deixe-o tentar (contra çiro, marta, quem mais?), vire o senador e base do legislativo para ele, faça-o comer em sua mão. E contribua para o Brasil ser um país de verdade, vá plantando suas semente para depois colher os seus próprios frutos quando lá estiver.
Hoje a percepção que temos de ter é que nada poderá ser tão nocivo para nós do que o que já tem acontecido ao longo da história de decepções que foi este país.
O governo vampiro poderá até ser um laboratório de como se aprofundar mazelas, mas não será comparado ao do çapo, que se deixou levar por setores ainda mais funestos e perigosos nesta reeleição que no primeiro mandato. Certo é que a política brasileira está se redesenhando (a figura formada provavelmente será muito semelhante – não se iluda). A letargia imposta a grupos como o do ex-gordo, da marvadezinhas, para citar os anteriormente aliados ao çapo e agora vencidos.
As duas tempestades no caminho de dom aecinho, portanto, é o vampiro com suas artimanhas e malícias (bem sabe, um terreno perigosíssimo) ou então, e esse parece ser o maior desafio, é essa armadilha çapista que poderá ser saneada, um pouco menos imunda, se dom aecinho souber contribuir.

Mosqueteiro

Uma manifestação palpável
do anseio popular por emancipação


O Glorioso foi forjado na batalha diária do povo que o criou e sempre o carregou. Esta perspectiva o torna Especialíssimo, pois quando o Corinthiano está a ver das arquibancadas o Corinthians jogar, não o está fazendo por pura ânsia de vencer; o Corinthiano aprende desde cedo que não basta só vencer. Há de ser de modo Corinthiano.
O torcedor do Corinthians está presente porquê o Corinthians está em campo. É isto que basta. A Fiel vê o Corinthians não para vangloriar-se, pois a duras penas obteve do destino grandes derrotas e soube com elas lidar. Ela está junto daquilo a que tem um incondicional amor. “Ser Corinthiano é ir além de ser ou não ser o primeiro”, diz o nosso Poeta, sintetizando.
Quando há o reencontro da Fiel como seu Corinthians, é como se a Mãe voltasse a ver seu filho. Pois o Corinthians é um clube que tem uma mãe, a sua Fiel Torcida. Ela nasceu antes do próprio clube ao qual pertence, e deu à luz ao Glorioso. As determinações do acaso Corinthians são as expressões vivas de cada Corinthiano que de si doou a alma para que se forjasse, Una, a Grande Alma Corinthiana. A divisão cabe apenas conceitualmente; existe o Corinthians, que é tudo isso.
Cada voz nas arquibancadas é a expressão da Alma. Isto é o Corinthians.
Esta Alma está para o Corinthiano como uma religião está para o seu fiel. Este é o significado de Fiel, uma tentativa de ter esta Alma análoga à imagem da procissão, uma devoção incomensurável; o Corinthians é algo mais que divino.

Política Interna
N
ão é justo, porém, que dentro de nossas próprias Forças surja algo que possa fazer o papel, ainda que não na intenção completa, ainda que por fraqueza do próprio espírito, e ainda que por um certo desamor por si mesmo, da anti-Corinthianidade. Não é justo que se faça uma figura como está que está a presidir o Glorioso, que para salvar-se assim em encrencas e desmandos cometidos apareça com coisas piores que ele próprio, não medindo esforços para livrar sua própria carcaça de uma falência que virá, ainda que este país seja o que é e permita que façam o que fazem, e é inevitável que essa falência se dê. O que a Nação precisa compreender, e o que os asseclas do traidor precisam conjecturar em suas mentes já doentes de tanto tempo a babar sobre os mal-feitos do “presidente”, é que o Patrimônio está em jogo nesta história. Ou seja, o que o traidor conquistou em sua nefasta ditadura, ainda que vitoriosa e recheada de maravilhosas conquistas, muitas que foram fruto puro do Corinthianismo, e outras à parte dele, ainda que comemoradas com igual veemência, tudo isso que trouxe de bom o traidor, conseguirá anular com esse mal-feito horrível.

Para o Corinthians prosseguir em nome do Padroeiro é necessário limpar a casa. Como Resistência a essa agenda política de destruição e sufocamento, é necessário criar-se uma cultura política, uma cidadania Corinthiana, uma volta ao Primeiro Corinthians, das assembléias e das vozes ativas. Hoje somos milhões. Claro, nem todos atuarão com a Força dos que atuarão de forma que a própria vida dependerá, como já depende, do Corinthians.
Presidente não pode durar mais de quatro anos. Não pode haver reeleição. O presidente será porta-voz do Parlamento, onde serão deliberadas, votadas e determinadas todas as ações de todos os âmbitos de decisões do Clube. O torcedor terá participação nesse parlamento, pois terá uma assembléia própria para levar propostas, projetos, aspirações. O torcedor que comparecer a essa Assembléia terá vínculos associativos com o Corinthians, de forma a possuir credencial, não necessitando ser votado para que participe de tal câmara. Mas é a partir desta câmara que se elegerão os Conselheiros do Parlamento, ou seja, eles primeiro terão que passar pela ante-sala democrática. E para se tornarem Conselheiros terão de se associar e contribuir, se já não o fizerem. Será deste parlamento que se elegerá a diretoria e a presidência. Mas a fiscalização será tão intensa que ninguém se atreverá a usurpar as prerrogativas, dado que as regras serão muito claras, sem chances para manobras ou interpretações. Haverá a função de corregedor, auditagem oficial, e deverá ser externa ao clube.
Toda decisão será votada necessariamente no Parlamento, e será dever do participante da câmara observar, e contestar se for necessário, tudo aquilo que julgar se tratar de desmando. Se sua voz for aclamada, poderá colocar questões de ordem para o próprio Parlamento, nas horas em que se fará ser necessária, nas sessões deliberativas. Não haverão sessões deliberativas fechadas.
Assim haverá ação ativa e comunicativa para que haja a manifestação cada vez mais palpável do anseio popular e, finalmente, uma real emancipação.

Política Externa
É de se notar que a maioria dos outros clubes não quer tanto ter uma torcida, prefere que ela o bajule de forma adulatória e só; e se não vencer não tem sequer uma voz de apoio. Muitos são assim, vestem a camisa do avesso ou a esconde se a fase é ruim. Existem alguns que precisam de promoções para que o estádio fique lotado, mesmo se a fase é boa. São seres sem alma,meros zumbis que fingem estar ao lado de uma camisa. Uma camisa dessa jamais representará alma alguma pois jamais chegará a ter uma alma. E porque nunca teve.
Coisas cuja origem é a sujeira, a má intenção, podem até alcançar certo êxito, mas esmorecerão na medida em que sua fraca força for se esvaindo. O caso aqui colocado é uma fundição de clubes que até tinham a sua função, exemplo do Paulistano, mas que se perdeu quando da própria fundição. Clubes que se fundem perdem a alma, e existem exemplos extremos a se ver. Por exemplo, o que é o Paraná Clube? Justamente, um clube com uma alminha fraquinha, uma fundição de dois clubes que até eram queridos. Imagine o Fortaleza se fundir com o Ceará. Sabe o que aconteceria? As duas torcidas iriam criar outros times. Foi o que aconteceu com a referida patotinha; por anos a fio teve nenhuma ou pouquíssima gente a lhe apreciar, pois de fato sempre foi detestável, e passou a aglutinar alguns seres conforme a agenda política do funcionamento da opressão golpista dava certo.

Por outro lado o Corinthians sempre teve tanta alma que precisou fazer como as cidades gregas da antiguidade faziam. Alguns se despediram da metrópole e foram criar uma outra cidade. Havia uma cisão profunda do Corinthians com a sua época, e isso se deu pelo volume de oriundi que tínhamos em Piratininga, no começo do século vinte. Na época em que o clube da colônia foi fundado, com quadro associativo e jogadores outrora Corinthianos, o Corinthians já era o clube da cidade, de uma cidade pujante com população cada vez mais crescente.
Pai e filho. É injusto consigo próprio que o filho queira o mal ao pai, e vice versa. Querer mal aqui não significa não lutar contra – muito pelo contrário. Generais da época grega que citamos louvavam o adversário com quem lutariam, como forma de valorizar-se. Querer mal nesse sentido em que é dito tem a ver com desejar o fim do outro. É isso que sempre quis desde que nasceu,contra todos que o cercam esse monstrengo sem alma supracitado. Pai e filho não desejam o fim ao outro pois que senão não poderiam tirar suas alegrias (e tristezas, aprendidas na luta e sabidamente importantes). Devem desejar, pois é necessário, o fim daquele que deseja o fim, o elemento escuso e aviltador.
Tal elemento passou a vida tentando nos destruir, e usou as dificuldades todas que enfrentaríamos normalmente, da história, da conjuntura, das particularidades, para sempre tentar criar algo que pudesse auxiliar a agenda política, causa única de sua origem e de todo o vazio que carrega. Aquilo não é adversário de batalha, mas um inimigo a ser extirpado. Desacordados estão aqueles que pensam se relacionar a esta coisa, da forma que quiserem denominar. É necessário que as idéias da maioria, levada por uma onda e por modismos desinteressantíssimos e ausentes de qualquer verdade ou paixão, sejam clarificadas e que eles se manquem do que fazem consigo próprios.
Há muito mais no mundo que preferir uma patotinha a serviço de uma nefasta agenda política. Obviamente que futebol é guerra. Nada mudará com o fim dessa coisa.

sexta-feira, outubro 27, 2006

Teresa Social Club

Tetê e Mafaldinha

Murar

O covil prepara a bocada
As raposinhas do covil já se movimentam para encurralar o temeroso: ou ele apóia a partir de segunda que vem o próximo governo çapista ou será demovido do cargo de presidente do covil. As raposas çapistas pretendem uma perigosíssima adesão total ao çapo por parte do covil, e é esse o termo que o próprio çapo colocou para o covil. É a única governabilidade que ele poderá pretender se for reeleito.

O çapo não descarta uma constituinte para o próximo ano, o que é inconstitucional e, portanto, de um golpismo salafrário. O Brasil que se prepare para os dedinhos pegajosos do çapo que irá se apresentar desde segunda que vem. É com esses dedinhos que ele pensa a governabilidade. E eles são venenosos.

Último “duelo”
Hoje tem mais um duelinho vazio, enfadonho, medíocre, sem nada a acrescentar, onde um chuchu estará aguado e um çapo estará cheio de moscas na boca. Na rede televisa que é o maior fruto da ditadura de meiaquatro.

O çapo mantém a vantagem nas pesquisas. Em todas elas com diferença maior de vinte pontos. Vejamos apenas se conferirá com a contagem real de votos. Apenas 12% dos eleitores são aptos à mudança, o que leva todo mundo a crer que o çapo leva.

Çuvaquice
O çuvaquinho fidido agora nega seu lado ultragolpista e diz não querer o impeachment, pois o que o povo escolhe é fato consumado. Ah sim. O povo escolheu a reeleição? Não... Mas isso não o impede de arrotar a sua pecha “republicana”, que de público tem apenas aquilo mesmo que o próprio intestino dele carrega.
E ainda veio cobrar o chuchu, numa contradição profunda dessa mentalidade perdida no próprio ego, uma defesa às privatizações (deveríamos chamar apenas de privataria). E nessas, invisivelmente, o bolinha aparece como principal aliado (ou âncora do barquinho tucanocrata que começa a afundar).

Conçelho de étitica
O conselho de ética da câmara, da “casa do povo”, se reduziu e permanecerá reduzido, a um conjunto vazio.

Çangueçuga
A CPI tende a ser finalizada, por conta das rixas entre as excremências que tendem a se engolir, antes mesmo de terminar o trabalho que é prerrogativa de sua existência. Maravilha, hein Brasil.

Fusão
O prona se fundiu com o pêéle, gerando uma sigla que não diz nada: PR, partido da república. É o fim do mundo. O pêpêéçe negocia fusão com o pmn e o phs, e a adoção de MD na sigla. Pra que, ninguém nunca vai saber.

Puliçiaes
O
s donos da vicatur usaram laranja e é ele quem vai pagar o pato. Os donos, mesmo indiciados, deverão apenas apontar o laranja e tudo ficará por isso mesmo. Por enquanto, até que alguém da opozissão precise cavocar nessa ferida. Mas se uma fe3rida maior que é o caso celso daniel nunca foi cutucada com veemência, não podemos crer que essa feridinha seja qualquer dia cutucada.
Além disso, apareceu um padeiro em Minas que diz ter levado para o lamerda nada menos que 250 mil dólares. Uma outra casa de câmbio em SC, ligada ao churrasqueiro, entrará no “pente fino”.

Mosqueteiro

E não é que o técnico Emerson leão agora fica exaltando o futebolzinho horrível (não é só feio) que o Coringão está jogando, pra sair da lamúria em que a “parceira” e o traidor deixaram? É brincadeira isso?
E aquela velha do citadini está a rondar, pois se dá bem com o Leão. Ele está se achando bem cotado para assumir o futebol. Melhor ele que essa “parceira” que, com ele no comando, vai embora no mesmo instante. Por enquanto é a solução que se pode ver no fim do túnel, bem no fim mesmo. A “parceira” iria embora, mas citadini é homem do traidor. E as dívidas anteriores, que o próprio citadini deixou, quando ele mesmo fechou parcerias da mesma forma escusas? O que irão aprontar agora, esses pilantrinhas?
As mudanças para 2007, para Leão, é justamente o que não houve neste ano: planejamento. Ele disse que pretende planejar, e reduzir o custo do futebol de 4,5 para 2 milhões.
Isso porque ele já tem “plena certeza” de chegar ao fim do campeonato brasileiro classificado para a sul-americana, o que lhe renderia uma grana, prevista em contrato. Já não se pensa no pior, mesmo com esse time jogando esse futebol? Preparemos nosso Coração, portanto. Os caras não estão com a cabeça no lugar. Não preciso citar o fato de Leão ser um analfabeto tático. E não há o atenuante de os próximos jogos serem contra dois dos já praticamente rebaixados (ou seja, virão babando, e o nosso Timão não está lá essas cocacola...).
Enfim, um fim de semana de olho gordo e votação, e só voltamos ao campo na quarta.

quinta-feira, outubro 26, 2006

Teresa Social Club

Uma manhã na vida da Princesa

Por Mamãe
Ah, nada como um dia com sol desde cedo. Tetê parece que está bem, aquela febrinha (de novo, por causa do dentinho. Agora é o de cima!) foi mesmo passageira. Ela já está se acostumando a acordar cedo, eu entro no quarto e quando abro a janela ela já levanta com o cabelinho todo bagunçado, cerra os olhinhos por conta da luz e pede a mamadeira pra mamar.
Na escola não quer passar do meu colo pro colo da Paula, prefere ir andando sozinha em direção aos brinquedos. Hoje comeu todo o pãozinho antes de chegar na escola, e a Paula comentou, porque ela sempre chega com um paõzinho e fica um tempão brincando e beliscando, até acabar!

Murar

Puliçia: dinheiro é de lavagem
A PF chega a uma versão quase correta do caso doçiê. Concluiu acertadamente que o dinheiro é proveniente de lavagem (da estratosfera financeira, a qual este Jornar se refere). E liga a lavagem a um suposto caixa dois do petê, o que torna factível o desvio, sempre o desvio, do foco da investigação; acharam certa família, que vive muito bem em um lugar que não se vive tão bem assim, num palacete propriamente dito (o jornal fascista traz estampado na primeira página tal palecete), e acusou os membros desta família de terem comprado os dólares na tal agência de câmbio vicatur em Nova Iguaçu, onde aquele pleiboizinho chato que foi prizidente da une, o lindebergue, é prefeito.
Frente a tudo isso, o churrasqueiro quer construir a versão de que ia mesmo querer o doçiê, oferecido pelo escuso, mas não ia comprá-lo; viria de graça. Então isso reforça a idéia deste Jornar de que o dinheiro não era mesmo para pagar doçiê, mas sim para distribuir entre os elementos da companhia escusa do vedoin. CQD.

Na CPI, o sub relator, carlos sampaio, que conseguiu se reeleger apesar da cláusula de barreira, acusou a PF e o presidente da CPI, biscataia, de atraso na investigação do dinheiro e do doçiê. É um tucanóide que só atrapalha. Pegar o crime ele não quer, mesmo. Envolve o seu chefe vampiro...
E por falar em vampiro, ele disse que só vai depor na CPI se o çapo também for. HÁ! Certo ele!

O teéçeé está permitindo o esbanjamento da grana de campanha dos dois presidenciáveis. Trata-se de caixa dois que está passando sem resistência no rabo da União.

Governabilidade?
O çapo começou a costurar sua “governabilidade”, e partiu para renegociação das dívidas dos estados que estão em lastimável situação. A repactuação das dívidas estão sendo estudadas caso a caso, conforme interesses escusos do çapo ladrão. O dom aecinho e o vampiro já se dizem contra a renegociação. Mas em outros estados, que apóiam o çapo (são dezessete), a onda governista florece, como planta carnívora.
A tucanocracia afundou o çuvaco com o chuchu e agora só restam mesmo o vampiro e o aecinho, na batuta do taço, para negociar o inegociável e imoral apoio pela governabilidade de um país em situação iraquiana de vida.

“Não tenho dúvida de que vamos ganhar”,
Disse o çapo. Este palhaço deve admitir que tem dúvidas, ao contrário do çapóide.

“Rogo a Deus que uma luz se acenda...”,
Disse o chuchu, numa voz de pastor horrível. Virou padreco, chuchulento? Que coisa mais infeliz... Vazia...

Aliás, depois de o patrício da Bahia dizer que petelóides podem mentir, o çapo reconhece que errou. Hahahahaha...

"Sugiro trocar o "Deixa o homem trabalhar!" da propaganda eleitoral por "Bota o homem pra trabalhar!". É mais apropriado."
Paulo Maduro, Penápolis, SP

Cumício
O
çapo admitiu erros. E prevê vitória fácil. E o chuchu apela a Deus.
No palanque com pefelentos e forssa çindicau, o çapo discursou por reestatização, afirmou que já bateu muito no çuvaco e quer comparar seu governo, a partir de agora, apenas com o próprio governo. É a soberba do ignorante.
O chuchu acha isso arrogância e desrespeito ao eleitor. Este palhaço acha também, mas acha pior desrespeito um chuchu falar que é desrespeito. Fica quieto, que você ganha mais.
E pior: o chuchu prometeu, POR ESCRITO, que vai manter a zona franca de Manaus (e vai mesmo, pois não será eleito). Vale o mesmo que a palavra do vampiro? Então não vale a bosta pintada no papel higiênico.

Editoriar

O pefelê talvez perca mais força que a tucanocracia. "Talvez", não. Perderá.
A bigoduda está usando a sigla para se eleger. E tão logo eleita já estará em meio às raposinhas do covil imundo, junto do papai ribamar.
Como permite isso, uma sigla zieg heil, reminiscência dos porões da ditadura, o borrauze? Porque não expulsam essa menininha insolente, "com gosto de sangue", como gosta o nazi-fascista?
Ah... borrauze depende dos marvadezas, no pefelê, que por sua vez se apóia nos remotos grotões de ribamar e seus bigodes. O bigodinho, por exemplo, que é do pevê, que pretenderá levar Gabeira para a presidência da câmara, pois bigode pai não pode ver barbalho na frente que tem um treco. Treme. Tem medo.
A tucanocracia é vítima daquilo que se provou uma auto-armadilha que a çuvaqueira criou, uma aliança que sempre cheirou muitíssimo mal com a pefelentada. Isso se contrapôs durante mais de uma década com os petelóides (hoje, comprovadamente pelo próprio "presidente de honra" do partido, são os aloprados) e aí se incluía pêéçetêú, pêçól, peçêdobê, cuti, MST, tudo junto apoiado nesse petê, que já chegou fragmentado em 2002, e muito comprometido, pois se colocou em profunda relação com lendárias prostitutas "republicanas", pêéle, pêpê, pêtêbê, e com o lado mais perto do ralo sujo do covil, para onde vai todo o mijo e a sujeira. O petê então, tal como se dará com a tucanocracia e a pefeleza, tenderão ao ralo. Chegam fracos por conta do sangramento desse tempo sem fazer nada programático, sem governar de verdade.
Todos apenas despenderam as próprias forças e a força da Nação em picuinhas eleitoreiras, egoístas, acusações apenas para demonstrar o poderzinho que possui para aquele com quem disputa pequeninas fatias de um bolo já embolorado.
O modus operandi tupiniquim sempre foi sujo. As "famílias tradicionais", primeiras donas das capitanias hereditárias, escravocratas, cujo ranço inquisitório é como uma tonelada presa na corrente que agarra o balãozinho chamado Brasil, precisam ser abandonadas na terra para que possamos voar. Esse tipo de gente é como o estepe murcho nas estradas mato-grossenses, no meio das fazendonas sem fim, com aquelas tempestades pantaneiras de cinco dias ininterruptos. Não presta para nada. É a daslu, hoje. O chuchu faz muito bem esse papel, aquela bandeirinha preta, escrita com letras brancas "o bem sempre vence o mal. gelaldo plesidente". Essa bandeira por si só é indício da presença dos cavaleiros do apocalipse. A Armageddon começa na careca do chuchu, e tem extensão na baba que escorre nas abas daquela boca escrota.
Sim, mas o que importa ser dito é que os cães que babam estão encurralados, não tem mais capilaridade, seus quadros se extinguiram.
Marvadeza no senado e no guverno bahiano é uma coisa. Só no senado, com um petelóide patrício no seu ex-guverno, é outra completamente diferente. E lembrar que borrauze se animava com a possibilidade de acabar com aquela raça, que se aventurou a roubar dele o que ele havia herdado...
Claro, isso contando com o çapo saindo vitorioso, por incrível que possa parecer, na reeleição. É que o adversário era fraquinho. Se fosse o vampiro tudo seria muito diferente.
Quanto mais os cães babarem, mais fracos se tornarão.

Mosqueteiro

O Jogo

Um Clássico é sempre um Clássico

O que faltou em técnica sobrou em raça, nos dois times.
Foi um jogo tenso, muito movimentado, e o primeiro tempo começou já com chances, apesar dos maus-tratos que a Redonda Maravilhosa sofreu. Saiu machucada, ela.
O Coringão começou melhor, perdeu várias chances, algumas muito claras. O porco marcando bem, se ressentiu de Edmundo. Se fosse em outros tempos ele poderia ter determinado a partida, feito a diferença.
Roger foi quase assassinado duas vezes na cara do juiz, que nada fez.
O primeiro tempo foi bom, para o jogo que se julgava ser o pior da História, no papel. Talvez até tenha sido, mas a vontade de vencer nunca falta nesse Clássico Sagrado.

Roger, na virada de campo, chinelou e foi substituído por Nadson. Confesso que minha orelha quase estourou de vermelha, por preocupação. O Amoroso então armaria o jogo, o que até proporcionou alívio para a idéia; depois saiu o Ramón, que jogou bem, ou pelo menos tentou, para entrar o Rafael Moura. A orelha quase caiu.
Até que Amoroso coloca a bola no cantinho, e o goleiro do porco, muito bom goleiro, conseguiu evitar. Foi nesse momento que Leão decidiu tirar o homem do meio campo do Corinthians Paulista, e colocou Rafael Fefo. Estávamos aos trinta minutos do segundo tempo. Contusão?? E a tática, Leão??
E eis que numa evidência da Força do Guerreiro; Marcelo Mattos salta livre (em erro de marcação do volante porco) para cabeçear no canto do gol. Um gol quase que achado, quase que feito pelo próprio Padroeiro.
E começava a hora de não saber o que fazer com a bola, o que abriu espaço para o porco, mesmo sem criatividade nenhuma, vir pra cima e buscar um tento. Não havia quem pensasse no Timão.
Mas o que o Timão soube fazer foi dar chutão, só pra afastar o perigo, que voltava quase no mesmo instante. O porco vindo pra cima dava espaço pro ataque Glorioso, mas quem era o ataque? Rafael Moura...
Nadson, em determinado momento, prova o que não sabe fazer: tocar a bola. Armou um contra-ataque perigosíssimo, tirando a bola do Rosinei que sairia praticamente desimpedido para a corrida em direção ao gol.
E o Coringão, num jogo equilibrado e que jogou "melhor", no fim das contas, mesmo capenga e dando chutão, conseguiu quase por milagre segurar o 1 a 0.

Passamos o porco na tabela. Alívio para a Fiel...

Saravá Santo Guerreiro!!!

ALELUIA O MEU CORINGÃO
ALVINEGRO DO MEU CORAÇÃO

Aqui está a prova de que o Corinthianismo é da natureza. São irmãos gêmeos.
"É o amor que florece de criança
e desabrocha neste canto tão feliz,
É o Campeão dos Campeões
eternamente em nossos Corações..."

O Corinthians é preto e branco
onde passa deixa encanto
porque rema contra a maré

O Corinthians é altaneiro
Meu São Jorge Guerreiro
No timão leva fé

O Corinthians sempre aceita a disputa
Nunca foge da luta
Porque é seu ideal

É por isso que eu vivo e canto
na arquibancada eu me agiganto
Sou Timão até morrer

quarta-feira, outubro 25, 2006

Teresa Social Club

Tetê e Mamãe em Peruba

Murar

Governabilidade?
O
covil das raposas, em sua parte favorável ao çapo, articula as raposas voltadas ao chuchu e aos cães que babam para que se volte a uma adesão pela governabilidade. Mas isso é complicado, uma vez que a corja do bolinha e a corja chuchulenta são umbilicalmente ligadas numa espécie de consenso anti-çapismo (o que não quer dizer nada, uma vez que são favoráveis ao çuvaquismo, que é a mesma porcaria que o çapismo, só que arrota escargot).
É nessa esteira que os tucanóides mais acirradinhos discutem qual será o papel delas enquanto oposição nos anos que virão – numa prova inequívoca de que já dão por perdida a eleição desse chuchu banana; como já dizíamos, nem eles querem esse estrume fascista em lugar nenhum.

A bigoduda e o çapo barbudo
O
çapo pediu aos maranhenses que façam o favor de votar nela. Pois que o ribamar tanto o apoiou e o auxiliou para que não fosse impedido nesse caso escandaloso do mençalão, e tantos outros posteriores. O barbudinho é ligadíssimo no bigode do ribamar.

A oposição está forçando a barra, e cogita colocar Gabeira para presidência da câmara em 2007. Os governistas plantarão o barbalho, aquele, e este palhaço não precisa demonstrar preferência, posto que é obvia, baseado em fatos que vem à mente.

Um novo partido surgirá hoje na fusão do prona, do pl (sim, quem diria, doutor enéas do neo-integralismo tupiniquim, você e os liberalóides pelegos...) e do pt do b. Que sejam infelizes até que se acabem.

Foi proibido o adesivinho dos quatro dedos, conforme esse Jornar antecipara. As camisetas antiçapo também. É a máquina governamental, atuando fascistóidicamente contra os fascistóides. Ê Brasil...
Aliás, o chuchu já fez uma bandeirinha a la bushit: o bem sempre vence o mal... infeliz.

O çapo mantém as vantagens anteriores nas pesquisas. Mais de vinte pontos na frente. Ainda bem, pois desbanca o chuchu, e então se prepara para cair nos primeiros momentos de governo.

A standart e poors, golpistas internacionais, prevêem que o çapo estará mais fracóide num próximo governo. Mas este palhaço assim também considera... pois é óbvio. Nem Dilma salvará (muito menos ela...)

Puliçiaes
O
s depoimentos graúdos, de ex-ministros da saúde, ficarão para depois do segundo turno, na CPI do çangueçuga. Ali ocorreu uma cisão, pois os mais golpistas entraram em conflito com tal resolução, do prizidente biscataya.

Na PF, a notícia de um prazo maior soou como alívio, mais para os çapistas que para os investigadores. Serão mais trinta dias para enrolar a investigação, até que as páginas dos jornais esfriem os casos.
O laranja que a PF ouviu ontem desmentiu o fato de ter sido ele o comprador dos dólares. E a Pf investiga agora o frete que levou, pelo ar, o dinheiro do Rio para São Paulo. E rastreia mais de cem telefones, inclusive o do çapo.

O adevogado do abel forja a versão de que ele foi isca para atrair os aloprados na armadilha para os petelóides golpistas.

Ambiente, pela metade
A
humanidade já excede a capacidade da Terra no uso relacionado à regeneração dos recursos naturais, segundo aquela ONG que serve de lavagem internacional de dinheiro, mas que oculta isso num bom-mocismo, como faz o chuchu fascista. Das duas uma; ou isso quer apenas inibir a luta dos pequenos países contra a internacionalização de suas reservas (para os liberalóides esse argumento cacifa a vontade de usurpar o patrimônio alheio), ou é um simples golpe contra os pobres, para poder dizer que a humanidade já está superpopulosa na Terra, e que é necessário “esvaziar” um pouco o mundo. A África, nesse sentido, com 70% da população contaminada pela SIDA, é candidata preferencial a ser extinta. Assim como Bangladesh, e outras misérias periféricas.
Neonazismo não está só nos isquinréds da vida, não; está também nessa falsas organizações, que são tabajaras.

Mosqueteiro

O Clássico dos clássicos

A maior bandeira do mundo acena para o porco
Há muito mais em jogo que possa aparentar esse Corinthians e Palestra. Todo Clássico (e esse é com “C” maiúsculo) está colocando à toda prova as Histórias, e este jogo de hoje tem um tempero especial. É um tira-teima do confronto em campeonatos brasileiros. São nove vitórias para cada lado. E ambos chegam, hoje, trôpegos, como nunca.
São os dois piores plantéis que cada lado apresenta no decorrer da História, o que poderia levar-nos a crer que será o pior dos confrontos já jogados, ao menos no papel.
Mas em campo, em jogo, estará a História do futebol de Piratininga.
As duas maiores vítimas da agenda política da fundição.
Na Teogonia do esporte bretão em Piratininga, temos os deuses Pai e filho. Arqui-rivalidade, que a História sempre procurou acirrar.

Mas há a agenda política, e hoje esse Clássico que deve ser tombado como patrimônio histórico da humanidade está aviltado. Por culpa de uma rede televisiva que não mede esforços em fazer cumprir essa agenda política. O esporte bretão não é mais do povo. Ele tem que ser, no entender dessa maldição de fundição, apenas para os que sentam em cadeirinhas e não gritam gol, não cantam o hino, não sabem as Histórias, e não conhecem os Fantasmas que pairam na História, desde os tempos da Várzea, gloriosa várzea. Por culpa de uma fundição maldita que usurpou o povo, que achincalha o povo, que estupra a História como se ela fosse folhas ao vento. Não é.
Existe ainda uma geração de Fortes que resiste e carrega a História estampada no peito. Existe a Nação Gloriosa, e existe o arqui-rival, e como vítimas disso temos de exercer a nossa Resistência, hoje e sempre. Contra a elitização, pois a arquibancada é sagrada, e o Manto Sagrado deve ser louvado ao vivo, in loco, com a Força do Guerreiro.

Hoje é aniversário do nascimento de Pablo Picasso, nascido em 1881.
Hoje é dia de São Crispim.
Hoje é dia do Corinthians jogar com o porco.

Trata-se do 324º jogo da História do Clássico.

O Glorioso entrará em campo com: Marcelo; Rosinei, Marinho, Betão e César; Marcelo Mattos, Paulo Almeida (Rafael Fefo), Roger e Renato; Amoroso (Nadson) e Ramón.

Como em outros momentos, suando sangue. Sempre com improvisações.
Como Rosinei, improvisado na lateral direita. Segundo Leão, é para esperar que ele jogue bem. Vejamos.
César precisa jogar muito para conquistar a posição para a qual é o único postulante.
Rafael Fefo poderá entrar no segundo tempo, ou se Paulo Almeida não estiver bem.
Amoroso ainda é duvida, por isso podemos esperar tanto Rafael Moura (a Fiel não vai gostar) quanto Nadson. E finalmente, Ramón é a esperança do Coringão.

Suemos sangue, então. Mas que seja derramado em nome da Glória do Guerreiro.

Per aspera ad astra
VAI CORINTHIANS!!!

Saravá Ogum! E sua Coroa de Lei...(BIS)
Ogum...vem lá d’Aruanda
Vem ver seus filhos de Umbanda
Ogum...vem lá d’Aruanda
Ele é vencedor de demanda

terça-feira, outubro 24, 2006

Teresa Social Club

Tetê no jardim de Peruba

Murar

Nazi-fascismo tupiniquim tabajara
O
boca de çuvaco fh-se saiu ontem arrotando com sua boca podre e fedorenta que os çapóides imitam Göebbels, o ministro de Hitler que cunhou a famosa frase que incita a mentir institucionalmente. Foi com ela que produziram uma sociedade fratricida. Mas logo ele, cujo candidatinho medíocre é um fascistóide enrustido?! Logo ele cujo desgoverno acobertou os anões do orçamento, pagou com dinheiro público a emenda da reeleição, que institui a oficiosidade do mençalão antes mesmo do pardinho saber o que era pra piorar a situação? Isso é çuvaqueira...
O patrício, e futuro governador da Bahia, disse até educadamente e bem: estão desesperadas as tucaninhas. Mas escorregou na banana, dizendo que os petelóides çapóides tem o direito de mentir no caso doçiê... Esse país está um fim de feira.

Toalhas ao chão
O vampiro e o dom aecinho já discutem as prerrogativas da cooperação econômica entre Federação e os estados representados com o próprio çapo. O chuchu? Ah, tá tomando no cuador.

Requião anunciou apoio ao çapo, depois de fingir por tanto tempo que se escondia. Vai perder no Paraná.

E hoje o çapo sobe no palanque da bigoduda, por apoio do ribamar.

O teéçeé concedeu direito de resposta ao çapo em propaganda chuchulenta.

Puliçiaes
O dinheiro passou pelo fraud, é o que dizem as manchetes de hoje, numa obviedade monstruosa. E então, por isso e pelas ligações telefônicas com a central petolóide, contatos com o churrasqueiro e o secretário, antes, durante e depois do “crime”, a PF está buscando quebrar o sigilo pardo do co-mandante. Vai fundo nesse cara, PF!!
A PF encontrou laranjas que compraram os dólares na agência de câmbio vicatur, mas ainda não os divulgou.

O empresário matogrossensse abel acusou o escuso vedoinesco de ter lhe oferecido documentos contra o bigode, que saiu a acusa-lo de tentativa de desvio de foco.
É bigode. Chegando a hora.

O çapinho
A tucanagem vai pedir que o ministério público investigue a cria çapóide, o çapinho filhote. Vai fundo, execrando a vida das pessoas, com a boquinha cheia de aba e baba típica de chuchu vazio e oco. Tem mais é que pegar esse moleque, mesmo. Mas e a daslu? Porque a tucanagem não evidência a relação que tem com os sonegadores das elites parasitárias? É medo, ou falta de caráter mesmo?

DEBATE
Modorrento, triste, infeliz, fim de mundo, apocalíptico, vazio, dois grandes tranqueiras da pulititica. É por isso que um bando de babaca percorre a Avenida Paulista hoje de manhã a xingar com verborragias chuchulentas e fascistas em nome do candidato vazio.
Os cães babam e sangram os olhos.

AV. Paulo VI

Querem fazer uma faixa de pedestre para a escolinha que tem ali. É o maior exemplo de imbecilidade do poder público de Piratininga. Ali, uma via rápida, feita para andar, feita para não parar, onde já tem um cruzamento logo adiante cujo farol é lastimável (esse porém é necessário, o que querem fazer, de jeito nenhum é necessário). Mais um farol?? E porque não a PASSARELA??? É muito mais simples, mais benéfico, muito melhor. Evita atropelamento de verdade!!!

Mosqueteiro

Magrão não joga o clássico. Talvez tenha sida uma determinação do Padroeiro, poupando-o de qualquer coisa que lhe renderia tristezas. Leão, absolvido, estará em campo.

A PF já estuda indiciamento do traidor e alguns asseclas. E o berezovisqui?? E o despachante preibói?? A PF presta pra alguma coisa?

Concentração para
o Grande Clássico
U
ma das mais gostosas viradas que os Corinthianos Antigos gostam de lembrar foi a que aconteceu em abril de 1971, no Estádio Estadual do Recreio do Morumbi, contra os porco. O clube dos porco tinha uma equipe soberba, com dois gigantescos maestros – Luís Pereira e Ademir da Guia – e várias estrelas. Era o início da academia.

O Corinthians? Ah, o Glorioso suava sangue, nessa época.
O Corinthians entrou em campo com Natal na ponta-direita, e Sadi improvisado de zagueiro central.

Teoricamente, ia fazer o papel de saco de pancadas, de time destinado a servir de tapete vermelho para o adversário desfilar. Era dia de fazer das tripas coração.
A Fiel compareceu, como sempre, mas com um nó atravessado no gogó.
Bambeavam as mãos que faziam tremular as Bandeiras Alvinegras.
Como se fossem dois raios disparados pelo céu ensolarado, o centro-avante César colocou duas bolas fulminantes para o arco Corinthiano. No fim do primeiro tempo, o Palmeiras vencia por dois a zero. E prometia mais, muito mais.
Os porco bebiam toda a cerveja do Recreio do Morumbi, aguardando o segundo tempo como quem espera uma apoteose.
Esfregavam as mãos e riam da cara murcha do adversário.
As Bandeiras Alvinegras continuavam a desfraldar acenos, melancólicos, "Vai Corinthians"...

No segundo tempo – ora, ora! - , Mirandinha diminui a desgraça e manda Leão buscar uma bola redondinha no fundo do gol da leitoa verde: 1 a 2.
Os porco continuavam a pular de alegria, confiantes...
Mais eis que Adãozinho resolve estragar a festa: empata o jogo, 2 a 2!
O mingau engrossa. A respiração de ambas as torcidas se torna densa e cálida. As gerais rosnam. O cimento ferve.
Os porco se explodem de júbilo quando Leivinha desfaz a esperança alvinegra e desequilibra novamente o placar: 2 a 3 pros porco. Para quem temia ser goleado, não chegava a ser um resultado catastrófico.
Mas e a Tradição? Onde estava a Tradição da virada?
Restam cinco minutos eletrizantes.
Tião, a âncora e os remos no peito, é o encarregado pelo destino de acertar as contas: vai lá e faz o terceiro gol do Corinthians, o gol do empate! Nessa altura do jogo a maioria da Fiel está rouca de tanto gritar. Já não sabem se cantam, se dançam, se deitam ou se rolam.
Os porco sentem o sufoco na alma. Há alguma coisa errada no placar.

De fato havia.

Mirandinha, quando o sol empalidecia atrás das torres dos holofotes já acesos, dá o golpe de misericórdia: O Coringão vence os porco por 4 a 3, de virada! Alguns esfregam os olhos, não crendo no que viam. Outros enxugam as lágrimas da emoção apaixonada e única no pano da Bandeira Alvinegra. Rufam os repiniques. Bumbam os surdos. Dos gorgomilos enrouquecidos ainda há fôlego para entoar, como as trombetas demolidoras das muralhas de Jericó, o Amado e Glorioso Hino:
"Salve o Corinthians, o campeão dos campeões Eternamente Dentro dos nossos corações..."

Assim disseram os Ancestrais.

segunda-feira, outubro 23, 2006

Teresa Social Club

BLITZKRIEG BOP da Tetê
HEY HO LET´S GO

Murar

Hoje mais um debate...
É
mergulhado em novas denúncias (novas, velhas, futuras, de que adiantam se ele não cai? “deixa o homem trabalhar”, diz o jingle. Nós deixamos, ele que não quis) que o çapo enfrentará um novo debate hoje, às 22h30, na Record. Há a expectativa de o chuchu tentar voltar a ser agressivo, o que poderia lhe causar perda de votos. Aliás, no ibope, o çapo está com 62% dos válidos. O chuchu precisaria fazer ele perder treze, mas parece que quem está perdendo, a cada dia, é o próprio chuchu. Ainda bem, assim ele sai de cena, o çapo é reeleito e cai rapidinho. Não tem duendinho de justiça que agüente o tranco brabo que é ser investigado por tantos crimes, até porque os amiguinhos cumpanheiros estão chegando ao fim. Vai jogar culpa em quem? Na Dilma? Não dá.

Fato é que o ano que vem será recheado por uma recessão dificílima.

Puliçiaes
E
stão querendo colocar a PF com superpoderes, dissociá-la do executivo, criando um status de ministro-chefe ao diretor da puliça. Nenhum outro Estado nesse mundo teria isso. Os delegados poderiam pedir prisões, quebrar sigilos, ter a exclusividade na investigação que bem entenderem, sem necessidade de nenhuma autorização judicial. Seria quase um Estado de exceção. É tudo o que o çapo quer. Agora que o cachorro sentiu gosto de sangue, que morder até se lambuzar. E acha que está com tudo, esse çapo!! Temos que passar a rapa nesse cara...

O prizidente da CPI çangueçuga quer entrar com representação contra a PF. Trata-se de um mandato de segurança por suposta obstrução da investigação no caso doçiê. Isso ainda vai dar o que falar. Os cães que babam agora utilizam-se de ratinhos do partido do Freire para servirem como tropa de choque chuchulenta e golpista. Esse país não presta mesmo.
Hoje o abel, escusamente vedoinesco, irá depor na PF em Cuiabá, a sala VIP do inferno.

Mosqueteiro

O Jogo

O som do Pacaembu, tocando D2, a caixa de som direcionada para as arquibancadas. Um indício inequívoco de que neste lugar ainda impera a malfadada agenda política. Digo ainda pois faremos de tudo para colocar um fim nesta atitude elitista, que a diretoria cacifa, reacionária que só ela.
O aquecimento da Fiel torcida.
Conexão com a Força.
Primeira batalha: contra as tais caixinhas de som, uma clara tentativa de sabotagem do grito do Guerreiro. Batalha amplamente vencida. São quase sessenta minutos de luta ininterrupta.
Levanta cuzão, é jogo do Timão.
O Santo Guerreiro espreita o gramado. Está no gogó da Fiel que não perdoa alto-falantes. Simbiose do ritmo. Vida. Corinthians.
E vem uma bossa nova bem nova e bem chata. CORINTHIANS, respondemos nós, Fiel torcida. Eu sou Corinthians de coração.
A caixinha perde as batalhas. E será assim até ela finalmente sair de cena, cansada e derrotada. O Guerreiro completa a simbiose: o Corinthians entra em campo.
Uma linda menininha, com o pai e os irmãos, uma caçulinha com bandana do Timão na testa, grita com força pelo nosso Corinthians. É a Tetê, daqui um pouquinho.
Corinthiano eu serei até a morte!!
A Fiel só saúda o técnico Leão. Não canta a escalação. Os jogadores estão obrigados a darem a vida em campo.
O primeiro tempo foi jogado com muita raça e determinação, segundo o Pacto de Guerra necessário neste momento crucial. Um gol de muita raça, tipicamente Glorioso, de Renato. A defesa não esmoreceu e soube dar o carrinho nas horas certas e tirou o perigo, que foi pouco (no alto-falante, no intervalo, o locutor incentiva a cagüetagem, para quem jogar objetos para dentro de campo. Quem vai perder tempo com isso?).

A Fiel cumprindo a sua dita, o Coringão acordado para o jogo. Que a etapa complementar siga à risca o que foi feito até agora na batalha. Cumpra-se o Pacto de Guerra. Vai Corinthians!!!
Segue a agenda política. Musiquinha FM, aquela bleque eyed peas, e nos pega em descanso. A Fiel volta a se manifestar – aquele sonzinho não vai vencer nunca nenhuma batalha. E a Fiel mais uma vez, invicta, vence a peleja contra o alto-falante e a caixinha. Mas o que fazem com o nosso povo não é brincadeira. Mais outro indício da agenda política, infelizmente sempre à espreita.
Vigorou o Pacto de Guerra no segundo tempo até o final. Não fosse a ruindade grossa de R.Moura e G.Neri, teríamos até ampliado. Não foi um jogo bom. Foi uma ótima vitória. E no fim Renato, Marcelo, Magrão, Rosinei, Marinho, todos os Guerreiros que foram postos na berlinda do gogó da Fiel vieram para a saudação. Vieram saudar a Fiel, que lhes aclamou ensurdecedoramente. O grupo, ao menos a parte significativa dele, mostrou União para o Respeito ao Manto Glorioso e Sagrado. Eterno. Imortalíssimo. Jamais padecerá. É Todo-Poderoso.
Corinthians, minha vida, minha história, meu amor. Coisa de infância, coisa de criança, do coração.

E Amoroso saiu de campo com o pé bem ruim. G.Neri, com luxação grau três no ombro, para cirurgia, só volta no ano que vem. Boas férias, chinelinho.

domingo, outubro 22, 2006

Teresa Social Club

Tetê com cara de Papai
No dia do aniversário

Murar

Se o pardinho fez
não há como
o çapo não saber!


É óbvio que o Palácio do Planalto está por trás, não do doçiê, que não existiu, mas das notas em espécie, as quais valdebran iria espalhar e molhar as mãos dos elementos.
Essa ligação é óbvia. Nesse caso, não importa se o dinheiro é da campanha ou da estratosfera financeira; foi manipulado por serviçais çapóides em nome dele. É crime, como tantos outros que vimos durante quatro anos.
E é crime institucional.
A Federação é, portanto, criminosa e o Estado não possui mais moral alguma para julgar uma mãe de família que rouba lata de ervilha para alimentar a prole flagelada.

ATENÇÃO: se o çapo for decepado agora, antes de reeleito, novas eleições serão convocadas (o que é muito bom, ainda bem, pois o chuchu não leva nada do mesmo jeito. FORA CHUCHU); Mas se cair já reeleito, seja este ano ou nos subseqüentes, então o congresso se reunirá em eleições indiretas.

O duende da justiça não dormirá pelo menos até dia 29. Depois, tirará pequenos cochilos esporádicos. Aguentará tudo isso junto - caso celso daniel, caso mençalão, caso doçiê? Ele não é o çuperómi, çapo...

CRONOJOLIA: fraud escoltou dilúbio quando do mençalão.

Esclarecendo; a puliça age como batedor de carteira, punguista salafrário, neste atual escândalo. Não prova nada (apesar de tudo ser cristalino dentro do lamaçal do esgoto criado pela pulititica brazilera).
Neste sentido, por mais que mereça ser decapitado, o çapo continuará a coachar, ele e os seus pardinhos imundos todos.

É natural que o çapo tenha que fazer substituições a toda hora que aparece um escândalo. O da vez será o mantega, cujo cargo já se sentou palóby, atualmente eleito deputado (nada fina ironia do destino).
O problema é que o banco de reservas do çapo agora só tem perna de pau. O bigode, queimado, não participa desse banco.

Político é como rato no navio afundando
É isso que faz com que pefelentos e tucanóides votem no çapo.
E a datatrolha mostra que um terço da câmara é composta por milionários. Se já são ricos, porque continuam roubando?
A moral foi horizontalizada.

País de larápios
Aqui se rouba igreja, velhinhos aposentados, crianças (delas, rouba-se a vida), e qualquer coisa ao alcance da vista e dos dedos pútridos dos sem-caráter, sem-moral, sem-cultura. E não pense que “educados” se safam, não! É nas elites que se concentram os piores elementos.
Mas a modalidade de falso seqüestro de dentro da prisão é de foder. “Não temos o que fazer na prisão, então vamos pegar dinheiro de otários”, diz o prisioneiro obviamente não-identificado. Não tem o que fazer na prisão? Chuchu, que é um banana: esse foi um prisioneiro do seu guverninho de merda, canalhocrata infame e vazio!!

Mosqueteiro

Pacto de guerra

Chega de besteiras. Segunda divisão não é coisa para o Glorioso, mesmo nesse nível em que o traidor o deixou.
Leão sabe que estão defendendo um Manto Guerreiro.
E Leão sabe que sua juba está em jogo. E os jogadores sabem que o “paçe” deles também.
Fez-se o pacto. QUE SE CUMPRA O PACTO.
A Fiel comparecerá.

O Juca
E
le fala o que este Mosqueteiro que ouvir e quer que ouçam. E o que este Mosqueteiro sempre disse.
A Corinthianidade é contínua, como se pode observar.
Alla salute. Ao Corinthians!!!

VAI CORINTHIANS!!!

todos os créditos ao Mestre Diaféria
A vida colorida em
preto e branco

Para escrevermos a história do Sport Club Corinthians Paulista é preciso reservar espaço para a paixão fluir dos dedos. Além da paixão, a história do Corinthians precisará ter ouvidos para o sussurro das sombras, acreditar na veracidade da imaginação. Não basta ouvir o depoimento dos vivos, escarafunchar papéis enrugados pelo tempo, lembrar do que dissera o ancestral. A história do Glorioso depende de auscultar a voz dos fantasmas, voltar a percorrer as margens do Tietê com seus sanhaços e tié-sangues – pois ali ainda pairam os ecos dos primeiros sonhos.
Talvez seja necessário voltar os passos ao Bom Retiro. Mas o Bom Retiro não é mais o Bom Retiro das meninas com sotaque do Juó Bananere:

Ai chi mi dera
Chi o meu úrtimo sospiro
Fosse lá no Bó Ritiro
I o meo túmbulo tambê
Ficá pr´a sempre
Giunto das intalianigna
Cada quar mais bonitigna
Maise bó non podi avê

Não há grilos noturnos nem cigarras no verão. O cometa que por ali passou em 80 foi um arremedo do cometa de 1910. Já não se fazem cometas como no tempo do cocheiro Alexandre Magnani.

Mas mesmo que a história pudesse ser contada por inteiro, sem lacunas e sem omissões, restariam sempre alguns enigmas no miolo do fenômeno – pois digam o que disserem, o Corinthians é uma invenção fenomenal do povo. Enigmas, sim! Como é que o Corinthians resistiu, sobreviveu, e está aí, forte, apesar de uma ou outra crise sazonal? Outros clubes nascidos na mesma época, com a mesma raiz, paridos numa mesma barriga varzeana de terra preta molhada de rio, arrepiaram carreira, sucumbiram, se desmancharam, foram pulverizados. O que sustentou o Corinthians e manteve acesa a chama, se no começo, na sua infância trôpega, arquejante, o clube não passava de uma ilusão?

E tanta ilusão que foram copiar um nome inglês – que não queria dizer coisa alguma – para denominar um clube que hoje pode ter inúmeros subnomes – Coringão, Córints, Coringa, Cachaça, Timão, Todo-Poderoso, Glorioso – mas um único significado: é povo total, do gorrinho ao bico da chuteira. Dizem que Corinthians vem do grego. É verdade. Mas pode vir também de Minas, onde existe uma Corinto, com coreto, uma igreja de Nossa Senhora da Glória e bancos na praça. A Corinto mineira é o centro geográfico de Minas Gerais. Todo mineiro que nasce em Corinto é Corintiano, sem o ‘ h’. Descobriu-se em um dicionário de Oxford que “corinthian” significa “gentleman”.

Mas mesmo que se explique o nome, mesmo que se conte como é que o nome do Corinthians foi escolhido numa noite do Bom Retiro, será preciso prestar enorme atenção ao passado se se quiser entender o Corinthians do presente e, possivelmente, o Corinthians do futuro. O Corinthians parece ter sido o primeiro clube a democratizar-se de fato. A escolher o seu caminho em decisões abertas, embora às vezes as custas de cicatrizes fundas. Os chamados “cinco operários”, os Primeiros, jamais chegaram a presidir o clube. Não que fossem alijados das decisões, isso não. Seria impossível. Nos primeiros tempos, todos palpitavam: jogadores, associados, mesmo os simpatizantes que ajudavam a reforçar as “vaquinhas”. Jogador não atuava apenas dentro das quatro linhas do gramado. Jogador atuava também nas assembléias.

É possível que a interferência e a influência dos cinco primeiros que davam duro nas oficinas ferroviárias da São Paulo Railway (viva o meu Vô Martins), no bairro da Lapa – onde viviam em contato com os estudantes da Escola Politécnica que ali realizavam testes de aula e faziam estágios como futuros engenheiros -, tivesse sido mais palpável nos primeiros três anos de vida do clube, justamente a fase que menos resíduo deixou em documentos e comprovações. Não há atas da infância Gloriosa. Dela sobrou apenas a primeira taça, de 1912 – a Unione Viaggiatori Italiani.

O Corinthians nasceu paupérrimo. Bernard Shaw costumava dizer que todo ricaço gosta de contar como ganhou seu primeiro centavo, mas não faz questão de dizer como ganhou seu primeiro milhão. É comovente ouvir histórias de como a pobreza consegue subir na vida. Mas o Corinthians nasceu de tal forma pobre, sem teto, sem um pedaço de chão, com os primeiros calções feitos de saco de farinha, que perto dele o Bangu podia se gabar da fama de marajá.
O Corinthians era chamado de clube de operários. Não era ofensa. Era uma constatação. Mas nenhum pobre gosta de ser chamado de pobreta. O Corinthians vinha formado dessa gente, desse tipo de criatura que dá duro, lasca pedra, parafusa trilho em dormente, revisa êmbolo e caldeiras, limpa tênder de locomotiva e começa a carreira burocrática ajudando o chefe dos escritórios a organizar as pastas de faturas, memorandos e recibos.

Na época, fora o Velódromo, de Dona Veridiana, tudo eram várzeas. Até a Chácara Dulley era várzea. Charles Miller, filho do sr. John Miller e de Dona Carlota Alexandrina Miller, levou suas bolas de capotão inglesas para a Várzea do Carmo porque era naqueles terrenos encharcados dos vapores de rios, córregos e regatos, que se abriam os horizontes livres para a molecada mostrar o que havia aprendido na rua ou ensaiado nas escolas dos padres e nos grupos escolares do ensino público. Neco, paulistano da gema, era linha de frente no time do Liceu Coração de Jesus. De lá vinha também seu irmão mais velho, César, o Paredão, fundador do Corinthians, cara duro na queda, pesadão, nervosão em campo, caráter íntegro. Numa das quentes assembléias do clube, César aderiu afoitamente a um grupinho de oposição que tinha levantado dúvida sobre as contas do presidente Ricardo de Oliveira. Designado para fazer parte de uma comissão de revisão dos balancetes, César caiu em si, concluiu pela lisura dos números, e numa reunião seguinte, publicamente, com humilde dignidade e generosa retidão, pediu desculpas ao presidente ofendido. Quando mais tarde, muitos jogos e vitórias passados, as pernas fraquejaram e César não mais se sentiu útil na defesa do Manto Sagrado, nem mesmo na lateral da intermediária, para onde fora recuado da linha de atacante, fez um discurso de adeus à bola e aos gramados. Nesse dia chorou. Pendurava então não apenas as chuteiras, mas também um pedaço da melhor parte de sua mocidade. Contudo, jamais abandonou o Corinthians, pelo contrário. Os Nunes eram assim.

Neco, o jogador-símbolo do Corinthians, vivia assediado por outros clubes. Desses, o que jogou mais pesado para conquistá-lo foi o Fluminense, de Arnaldo Guinle, homem poderoso, simpático, bem falante, e um dos donos das Docas do Rio de Janeiro. Neco havia feito misérias naquele dia 29 de maio de 1919, a quarta-feira que o presidente Epitácio Pessoa tinha declarado feriado nacional para que o povo pudesse acompanhar a decisão de Brasil e Uruguai no campeonato Sul-Americano de Futebol. O campo do Fluminense estava entupido de gente desde as dez da manhã., O jogo começou as duas da tarde; foi nesse dia que Friendenreich marcou o gol que deu o título ao Brasil. Nesse dia Fried ia ser carregado em triunfo, mas antes avisou que quem devia subir nos ombros do povo era aquele moço franzino, de 24 anos, que tinha feito toda a jogada, vindo lá de trás driblando os uruguaios, limpando, e mandando o centro da linha de fundo: Neco.
Neco ganha manchetes. Guinle oferece um banquete no Hotel Sul-América, e manda alto uma proposta para o Corinthiano: 100 mil cruzeiros de luvas, um emprego bem-bom nas Docas, para Neco mudar de camisa.

Neco diz não.

O Corinthians não lhe pagava mais que o Fluminense lhe pagaria.
O Corinthians não lhe pagava nada!

Neco voltou a São Paulo, foi cumprimentado pelo governador Altino Arantes no Palácio do Governo, e acabada a festa foi para a casa a pé. Só tinha 200 merréis no bolso. Pior: no dia seguinte Neco foi trabalhar normalmente, na marcenaria que fabricava móveis em Santana. Surpresa: estava despedido, por ter faltado ao serviço!

Os Corinthianos ficaram de cabelo em pé, ouriçados quando ouviram falar da proposta do Fluminense. O time jogava no campo arrendado da Floresta graças aos bons préstimos do Dr. Alcântara Machado junto ao Dr. Washington Luís; se dependesse de dinheiro seria impossível segurar Neco. Mas Neco não jogava por dinheiro.

Jogava pelo Corinthians.
Para o Corinthians.
Preferiu o Corinthians.

Em outra ocasião, correu um boato forte de que um clube inimigo estava namorando a fama do grande craque Corinthiano. Os rumores chegaram à casa de Neco. Pois foi na porta de casa que Neco topou com o pai, o robusto lusitano Antônio Bertoldo, que o esperava de cara fechada. “Seu” Bertoldo nem falou boa tarde. Parou Manoel na soleira:

-Menino, escuta: se vais mudar de clube nem me entres cá na casa!

O Corinthians nasceu numa época de crise no futebol de São Paulo. O esporte bretão estava cindido em dois grupos. Não havia união. De um lado, a liga; de outro a APEA. Cada um com seu campeonato próprio.
Fora isso, o Corinthians carregava mais um fardo: tinha cheiro de operário, de povo. Seu time era formado com os melhores da várzea, sabia escolher. No Corinthians jogava o melhor. Não tinha cartucho, pistolão. E o jogador tinha de ter o recibo em dia. O Corinthians poderia jogar no Velódromo, se prevalecesse a qualidade de jogo.
Mas havia cheiro de várzea em seu futebol. O preconceito é uma erva daninha, a formiga lava-pés dos gramados de futebol. Barrava-se o futebol operário até a última porteira. O Sport, semanário ilustrado, que tinha como colaboradores Washington Luís, Antônio Prado Junior, o capitão Balencie, da Missão Francesa no Brasil, o tenente-coronel Soares Neiva, comandante do Corpo de Bombeiros, e esportistas como Mário Cardim e José Rubião, num editorial de abril de 1914 defendia o direito de os operários participarem das... atividades desportivas!
“Assim, portanto, o operariado, como toda criatura humilde dentro da sociedade, não pode ser privado da ação esportiva...”.

A história se repete. Hoje a mesma imprensa também tripudia, dessa mesma forma.

Mas advertia: “O clube que os admitir é quem toma toda e inteira responsabilidade do que esses indivíduos possam praticar dentro das relações dos clubes...”

Nossa çoçiedade ainda é escravocrata.

De onde vinha, afinal, o dinheiro para sustentar esse clube ousado que desejava ser mais que um clube varzeano de operários?
Das “vaquinhas” das ruas e dos funcionários mais abonados da SP Railway, da Light and Tramway, da Companhia de Gaz. Ajudavam, sim. Afinal, era o Corinthians! Em certos bairros não havia quem pensasse que o Corinthians era um clube... inglês?

Na história do Corinthians nenhum presidente assumiu o cargo sem imensa cota de sacrifícios. Ainda que coberto de fama e glória, todo presidente corinthiano grama, padece, sofre. E se acha injustiçado. Quase sempre o é (não quando é o traidor).
O Corinthians é um vulcão japonês indormido. Ali fervem o sangue luso, um pouco dos mouros, a cimitarra árabe, a família dos macabeus, a espanholada que enriqueceu com cobre e zinco, os paulistas descendentes dos Alcântaras e dos Machados, e algumas ramificações do povo da Bota que encheram as noites do Bom Retiro de bandolins e pizzas napuletanas. Bote-se tudo isso num cadinho, mexa-se em fogo brando apaixonado, misture-se essa poção poderosa com o povo brasileiro, nós, e está feita a explosão chamada Corinthians Paulista.
Como se vê, a receita é Simples.

sábado, outubro 21, 2006

Teresa Social Club

Série Tetê Nenê I
Com o Papai, com a Mamãe
Apenas uma semana de vida, e essa beleza toda

Murar

Luz no pardinho
E não é que estão chegando no pardinho, encontrando as digitais do elemento que, pensava-se, usava luvas de borracha?
Pois tudo o que há relacionado a dinheiro da estratosfera financeira, que fica pairando esperando a teia dessas aranhinhas puxar para a terra, dinheiro que espera alguma “garantia” para aparecer pois é proveniente de negócios que não podem transparecer, tem o aval pardo de uma eminência plástica.

O pardinho é a ligação escusa de todos os elementos com o mundo escuso e marginal da sociedade brasileira e internacional.
O pardinho tem essa função pois tem justamente os contatos internacionais. O dinheiro passa pelo crivo pardo.
Aliás, o erro está aí. Nenhum Don dá ao seu Consigliere tal poder. Dessa mal-função que ocorreu a quebra do andamento do tal aparelhamento do Estado (ainda bem, por supuesto); na hora em que a pardolência quis decapitar o ninho das lombriguinhas carcomedoras das entranhas da Federação, aquele tal de ex-gordo, foi à breca qualquer muralha “protetora”. A própria pardolência teve de se destituir da oficiosidade e se recolheu à necessária sombra. Opera por túneis, desde então.

"Opozissão"
O engraçado é como as coisas vão vindo à tona, em chantagenzinhas a cada revelação, ataques para que o “adversário” ceda um pouco mais, nomes que vão sendo colados ao grande acontecimento, que é na verdade uma farsa. O tal doçiê não existe; o dinheiro é do consórcio vedoinesco de causas próprias e chantagenzinhas baratas. O doçiê é só pra parecer que o dinheiro comprava alguma coisa - só que o doçiê se encontra, gratuito, em determinado site da web há algum tempo. Aloprado não é quem ia “negociar um doçiê”, mas quem escolheu a versão “doçiê” para explicar o que gedibran fazia com uma bufunfa tão voluptuosa, e o que valdebran iria fazer com tanto dinheiro em espécie. Dinheiro em espécie é pagamento de soldo, a devida participação de cada elemento.
É natural que o pardinho tem que estar presente no acontecimento.

E dada a força de tal proposição (ligação telefônica com quatro dias de distância do “fato” em si), me parece que não estão dispostos a desenterrar os caminhos do pardinho.
A conclusão é de que tudo não passa de escusas vedoinagens.

Fato Político
O maior fato político disso tudo é que o fio da meada, o fato de o pardinho discutir política com o assessor da campanha çapista, sendo acusado de chefiar quadrilha e tendo sido cassado pelo congresso nacional, tudo isso, está exposto.

Junta-se a isto o fato de o çapo mentir, como babaluf mostrou ser possível, tal como fez nesse debate, com suas ironias marmiteiras, e o fato de ter uma votação possivelmente alta (o que andam demonstrando as pesquisas), e temos um segundo governo çapóide a la Thermidor, com a constante necessidade de se reprimir os acusadores, e acobertar os demandos fascistas e reacionários. Isso é çuvaco-çapismo. Isto é Brasil, hoje.

"Opozissão" II
Nota-se como são as coisas na pulititica brasileira. A “oposição” acusa os çapóides de, versionando o pardinho como “culpado de tudo”, eximirem a participação do çapo na história, o que não tem decorrência lógica senão em uma falácia – o que torna tal argumento inválido.
E os çapoides apontam o “factóide” como um “tapetão” da oposição, seria o duende criminal da justiça ministerial atuando como blindador do çapo, conforme arrota ziegheilborrauze.
No teatro pulititico as formas simbólicas se distendem na imaginação, ora parecem fumaça, ora parecem pedras. É com isso que jogam, na mídia, os atores deste malfadado teatrinho.

Besteiras çapóides
Agora estamos calejados”, disse o çapo numa prova de ignorância moral. É o fim da picada, realmente. “Não faremos mais burrices”. E ele enfia a cabeça para ver onde foi parar o dedinho, e perde o nariz. Olha onde foi o nariz e perde a cabeça...
Moral deixa o ser na vertical, çapo.
Você anda caído.
Horizontalizar a moral é isso; dizer que em política é necessário pôr a mão na merda – o que é uma falácia monstruosa. O peteloidismo fez isso ao mundo – e nem todos os “militantes” participaram, apenas os que fizeram dessa atitude uma profissão.

A política se horizontalizou.
É preciso destacar o moral vertical.

A justiça eleitoral não está dando conta, ou não pretende dar conta, de fiscalizar as quantias jorradas nas campanhas, todas elas. Todo o esquema de sempre está acontecendo e nada mudou. Em todas as campanhas!!

ainda que de forma medíocre e vazia, ridiculamente
pardinho é o chuchu também...
Incrível a capacidade que o chuchu tem de não fazer nenhuma diferença – e é candidato ao maior cargo da República.
O doçiê é uma inexistência que lhe deveria ser ciente, e ele diz que é “tratado com deboche” pelos çapistas.
Pobre demagogo perdido...

TRAGÉDIA NA SUMARÉ
Na verdade ali é avenida Paulo VI, a faculdade é que chama Sumaré

Passo por ali indo e vindo da cidade universitária pelo menos três vezes por semana e sei o que fazem os alunos que descem no ponto de ônibus sentido Perdizes e tem de atravessar uma das mais movimentadas e rápidas avenidas de Piratininga.
É mais do que urgente e atrasada a passarela – e não uma faixa de pedestre com farol para atravancar demais o trânsito.
A manifestação dos alunos foi um grito de socorro frente ao fato do atropelamento (decerto um vacilo tanto da moça quanto da moto na hora em que ela atravessou a avenida, como naquele jogo do sapinho, do Atari), mas teve um viés reacionário e pelego. A polícia não sabe reagir diferente frente a algo que lhe sai do controle, e reagiu com a truculência conhecida, ou seja, a covardia. Deu no que deu. Teremos apenas mais processos para emperrar a justiça ou disso sairá uma solução eficiente - a passarela?

Mosqueteiro

Doutor, filósofo da bola, prepara
mais uma maravilhosa jogada


tradituri

Engraçado como o traidor joga apara os dois lados (e é por isso mesmo que permanece...).
Afaga o Leão, sinaliza com o mala, e com tudo isso diz e desdiz a presença da “parceira” em nome do preibói iraniano.
Diz que quer montar para 2007 um grupo sem jogadores da “parceira”.
Mas o velho é gagá; faz isso devido ao bandeamento para a oposição de alguns asseclas que caíram em si, de repentemente, e agora são contra essa “parceira”. Portanto não significa, obviamente, a saída da “parceira” o que sinaliza o traidor com isso tudo.
O ano que vem será mais do mesmo, portanto.
Quantos técnicos passarão pelo comando do Corinthians? A quantas posições do último colocado ficaremos no Paulistão (e se não cairmos ainda esse ano, no Brasileiro) de 2007?
É triste, realmente, o que faz a incompetência aliada à imoralidade, e a venda da própria alma.
É urgente que extirpemos esse câncer do traidor.

Ação Corinthianista Popular
(texto escrito há duas semanas. Vinha preparando a publicação dele com cuidado,
mas diante do que foi dito pelo traidor, é urgente que venha aos olhos do leitor.
Trata-se de um guia para um Presidente de verdade)

Muito simples o que eu faria se subisse à Presidência do Glorioso, hoje:

1) A “parceira” não cumpre 70% do contrato. Judicialmente, o contrato vale o papel higiênico que limpa a bunda do traidor. Rasgaria o contrato no primeiro segundo, o que é óbvio.

2) Exigia a prisão do traidor e seus asseclas, PRINCIPALMENTE a sua netinha (pegar essa vaca é primordial pra descobrir onde está indo toda a grana, desviada, lavada, fazendo do Glorioso uma panacéia). E todos os empresários que negociaram “pé-de-moça” com dinheiro frio.

3) Toda a patotinha da “parceira” no grupo, por maior valor que tenha em campo, iria embora cuspida. O contrato trabalhista está vinculado à “parceira”. O Corinthians não perde aqui. A rescisão, facilmente, seria por conta dessa “empresa”, e o problema passa a ser da Polícia Federal, da Receita e do Governo Federal, portanto. E, da parte do clube, da antiga diretoria. O Corinthians está limpo com essas medidas, e só as antigas dívidas estariam em voga – luizão, marcelinho, esses refugos todos. Aqui, se acochambra, pois esses caras não merecem um tostão desse dinheiro, por mais justo que seja ele receberem.

4) O grupo de futebol profissional seria composto, de partida, a partir da nova administração, com garotos de juniores. Não tem jeito, será assim. Se vier a segunda, que venha; subiremos com mais força. E com a Fiel, inigualável.

5) A folha de pagamento seria reduzida a muito menos de 40%. Inclusive o salário do técnico.

Seria um tempo de vacas magras. Sim. Não haveria um belo futebol, e seria necessário que o time adquirisse confiança, pois seriam pessoas jovens, recém-profissionais. Mas o Corinthians voltaria. Em pouco tempo tudo engrenaria. Um ano, dois anos, e teríamos um outro Corinthians que não esse 'nada' de hoje.

Porque os remos do símbolo são a nossa esperança, com a bandeira sempre aberta.
Nada há em nosso caminho que nos faça esmorecer. Nem o tempo. A agenda política da superestrutura do Glorioso terá por vertente claramente o combate à elitização e à exclusão através da folha de pagamento de muitos clubes de verdade, que por sabedoria e sobrevivência se alinhariam a esta agenda.

Mas o mais importante passo a ser dado será o conselho tripartite que será desenvolvido através da própria Fiel torcida. Ela terá voz ativa.
O conselho de hoje tomará parte apenas dos assuntos diretos do clube, seria o conselho do executivo. Apitaria apenas nas ações da diretoria e da presidência. As determinações viriam da Fiel. Existiria um parlamento (espécie de Senado) para escolhidos da Fiel, e finalmente uma representação direta, para torcedores que se disponham a participar (Câmara de deputados). Todas as contas auditadas por comissões especiais. Quaisquer erros, qualquer lambança, não passariam adiante.

Naturalmente que todo o lucro seria repartido por todos os setores do clube após sanadas as contas e efetuados todos os pagamentos, e 30% do que sobrasse iria para investimento e melhorias no social do clube, e jamais para o profissional.

Todo o dinheiro de patrocínio seria exclusivo para onde veio, ou seja, o do futebol profissional só para o futebol profissional, o de juniores só pra juniores e assim por diante.

Para o profissional, especificamente, é com o patrocínio que se manteria o plantel e a estrutura (sim, com quatro milhões ao mês se pode fazer muita coisa desde que com VERGONHA NA CARA). Pode-se pensar em abrir uma porcentagem da arrecadação da bilheteria para programas sociais, em parceria com os Gaviões da Fiel, junto com as demais organizadas. O Corinthians e os Gaviões seriam unha e carne, como jamais foram. O restante para o caixa do clube, para se cobrir despesas nas demais modalidades. Há ainda o dinheiro dos materiais esportivos, para o mesmo fim.

Um retorno ao Primeiro Corinthians, quase cem anos depois.
O mundo mudou, a Paixão não. Nem o Sonho.

Casa limpa, conta sanada, torcida Fiel nos apoiando. A engrenagem funciona.