domingo, outubro 08, 2006

Teresa Social Club

A primeira semana de escola

A semana da Princesa foi um verdadeiro sucesso, mesmo contando com o resfriadinho que veio a perturbar a sexta, o sábado e o domingo. Hoje ela acordou com tosse, mas estava bastante animadinha a manhã toda, e foi passear com a mamãe no Parque; dormiu no carrinho.
E essa Maravilhosa está adorando essa história de ir à escola. Logo passou a reconhecer, naquele momento de acordar, ainda que mal humorada, a gostosura de estar indo para um lugar onde ela pode ser e é feliz.
A escola é um lugar que Teresa, ainda bem, está aprendendo a reconhecer como de fundamental importância para si mesma.
E os avanços do espírito e do corpo dessa Menina Linda, em uma semana, são gritantes; ela aprendeu a comer sozinha (já vinha desenvolvendo isso, mas a faísca só incendiou com a ida à escola), com sua fantástica coordenação motora para uma criança de menos de um ano e meio. Ela articula palavras (e portanto, pensamentos) com uma beleza impressionante. E ela segue, num constante e impressionante desenvolvimento, rumo ao crescimento. Linda!

Editoriar

A descoberta das elitezinhas desse país de que a vantagem çapista está entre quem tem renda menor de setecentos reais (ou seja, a imensa maioria dessa população flagelada), é mera auto-penitenciação por séculos de desmandos.
A vitória do çapo estará atrelada e será diretamente proporcional à escrotidão das elitezinhas; coisa ruim só origina coisa ruim, e o povo já não é mais capaz de pensar nem gerar qualquer coisa que preste.
O pior são aqueles que, tendo votado no çapo em 2002, votarão no chuchu agora “por causa do mensalão”. Ora, tenham a santa paciência. Cadê a consciência, minha gente? Qual o fundamento dessa falácia nula? Dessa contradição infame? Politicamente é o fim de qualquer postura.
Se o çapo é um ser execrável, o chuchu é execravelmente vazio. É um sem-alma, apoiado por sonegadores liberalóides milionários, e, por não saber o que irá fazer no caso de estar à frente da prizidência, podemos sim tomar por verdadeiras as demagógicas afirmações çapistas; ele realmente vai acabar com o funcionalismo público, a previdência vai falir (de vez), o público será para o privado sempre, como no caso do metrô, pois ele está a serviço de gente muito mais sinistra que as que estão por trás do çapo, e isto não é pouca coisa. O rapaz em Manicoré vai perder sua bolsa família e os liberalóides conseguirão falir o estado na campanha contra os impostos (quando na verdade o que deveria ser a bandeira é a maximização da utilização desses impostos, para todas as frentes de desenvolvimento; humano, educacional, produtivo, cooperativo, etc, etc.). E é só o que tem e o que resta neste Brasil dos flagelos mortais.

Murar

DEBATE!
H
oje teremos o debate entre o chuchu e o çapo. Será, sem dúvida, a coisa mais nojenta que a televisão transmitirá no ano. Mas ainda assim é necessário assistir, por se tratar de postulantes ao cargo máximo da república. De um lado um ser ignóbil, reticente, vazio. De outro um bandido, vendido, matreiro, safado e, mais do que nunca, ultra arrogante. Pelas características ativas do segundo, podemos ser levado a crer que engolirá um chuchu como se fosse mosquinha. Mas por outro lado o nariz de pinóquio do outro lhe dá suficiente cara-de-pau para uma fala pausada, tentando dar consistência ao nada que não expele do verbo que sai da sua mal cheirosa boca, poderá sim engolir um çapo. Se não se tratasse do futuro morto de um país do tamanho do Brasil, seria divertido. Em outras palavras, seria cômico, apenas, se não fosse também trágico.

E parece que o petê ouviu este Jornar, e colocou menininhas de classe média em frente à Cásper Líbero para balançar o pau da bandeira petelóide.

O fato de o çapo se sair melhor entre os que mal freqüentaram a sala de aula, e o chuchu se sair melhor entre os que já saíram da faculdade só nos mostra uma coisa; como são burros, tapados e estúpidos todos os brasileiros.

A divisão classista da pizquiza da trolha (sem contar a divisão geográfica, muito mais contundente na opinião deste palhaço) só faltou dividir o Brasil entre integrantes do peçeçê e os freqüentadores da daslu, o que em nada alteraria as considerações do Editoriar acima.

A pizquiza detectou também o oportunismo da vaca amarela: a popularidade do çapo despencou na periferia de Piratininga, em comparação a 2002.

A catifunda, descobrindo a América, petróleo, ouro, diamantes, vem a público para pronunciar seu pensamento brilhante de que “o discurso da ética acabou”. E diz este palhaço: o discurso da escrotidão jamais acabará, não é, catifundinha?

A derrocada
O que disse no Murar de sábado vai sendo esmiuçado. O bigode nãopode seixar de perder o cargo e ser engolido pelo escândalo; havia quem se reportasse a ele em uma campanha que ocorreu paralelamente ao partido, com o prórpio bigode exclusivamente no comando. Pelo menos cinco caem, fora o bigode.
Por outro lado, o fato de um ex-diretor do Banco do Brasil estar diretamente envolvido, sem poder dissimular pois será exclusivamente a ele a tentativa de imputação da culpa para salvar o çapo, já faz também a queda do próprio çapo, assim como caiu o palóbby.
Neste caso não há versão que segure qualquer in-versão.

Mosqueteiro

Leão ficou treinando finalização. E ao mesmo tempo elogia a atuação do ataque no jogo passado. Pode soar contraditório, mas é porque o que sobra de raça para Rosinei, lhe falta em perspicácia. Hoje não tem Magrão pra segurar a bronca no meio-campo. E hoje vale o não-reingresso, ou não, na lamuriosa situação. Respiremos fundo, pois o Guerreiro nos prepara para uma Lição, que deverá ser aprendida pelo traidor e por toda a Fiel. É só com a Raça que sairemos disso. Hoje é dia para colocar o coração na cabeça e na chuteira, e reverberar o grito da garganta. A situação ainda pode ser revertida; Força, Raça, Alma. O Glorioso não merece o que o traidor lhe proporciona.

Meu São Jorge me dê Forças.
Eu andarei vestido e armado com as armas de São Jorge para que meus inimigos, tendo pés não me alcancem, tendo mãos não me peguem, tendo olhos não me vejam, e nem em pensamentos eles possam me fazer mal. Armas de fogo o meu corpo não alcançarão, facas e lanças se quebrem sem o meu corpo tocar, cordas e correntes se arrebentem sem o meu corpo amarrar. Seja meu Defensor contra as maldades e perseguições dos meus inimigos. Glorioso São Jorge, estenda-me o seu Escudo e as suas Poderosas Armas, defendendo-me com a sua Força e com a sua Grandeza, e que debaixo das patas de seu Fiel ginete meus inimigos fiquem humildes e submissos a Vós. São Jorge Rogai por Nós. Assim Seja.

VAI CORINTHIANS,
Pois és, Gloriosamente, Eterna Tradição