sábado, setembro 09, 2006
Mosqueteiro
Treinar e recomeçar“Quanto antes eu colocá-los em campo, mais rápido eles se adaptarão”. Certíssimo, Leão. Ontem foram feitos dois coletivos, um de manhã e outro à tarde. É o ritmo militar espartano que o Guerreiro e Neco gostam; são estes apoios que teremos amanhã.
Leão notou acertadamente a maior falha que podemos ter na tática: a subida sem cobertura de Magrão. Como César já é praticamente dono da lateral esquerda (falta só jogar e provar isso), colocar Gustavo no meio seria uma opção, mas pra jogar com três volantes tem que treinar muito, e tem que jogar por música. Para compactar, e é essa a palavra de ordem por enquanto e principalmente amanhã, Magrão e M.Matos terão de se entender direito para atacarem. Prefiro Rosinei no lugar do Gustavo nesse trio de volantes, e sem Rafael Moura no ataque, apenas Amoroso. E diria até que sacar Rosinei pra por Nery é proibido. O time dependeria do revezamento de Rosinei e Magrão no ataque, contando com segurança de praticamente três zagueiros (Betão, Marinho e Matos). É um esquema mais defensivo mas menos perigoso, que dá certo. Quando Nilmar voltar, a história será outra. Por enquanto é isso o que temos.
Traidor, cadê você?
A historinha de ir à Fifa ficou pra história, depois da “reunião” e dos encontros como berezovisqui – e com o bushitinho. Enrolam enquanto esperam a recuperação na tabela para voltar com força total. Malditos.
Murar
O fim da tucanocracia está próximo
Como pleibói que só sabe estar à frente nas pesquisas com todo mundo atrás, jamais soube o que fazer enquanto “oposição”, tanto é que nunca foi oposição a governo nenhum. A tucanocracia é limitadíssima quando tenta pensar fora dos limites umbilicais. Na verdade a carta de fh-se foi, com propósito çuvaquista, um pretexto para estes cânceres morais aparecerem.
O bocadeçuvaco cita certa ”filozofia çapista”. Ora, do çuvaco fidido, isso é a mesma coisa que a porcaria da çoçiologia çuvaquista. Como ex-tudo – ex-quem disse, ex-quem escreveu, ex-humano – não tem razão e tampouco moral para utilizar a palavra Filosofia. Ela está além de certos horizontes, e jamais caberia nas tuas “entrelinhas” çuvaquistas.
Mas dom aecinho queria um diálogo entre petê e tucanocracia, e com a carta é perceptível que esta posição se enfraquece dentro deste “partido” que é a tucanocracia. No fim, ora pois, isso ajuda a concertação. Nada tira o diálogo da cabeça de dom aecinho. Tudo ele fará em prol disto.
Ainda em Minas, aquele que carregará a pecha e o fardo de mensalonário pelo çuvaquismo tucanocrata chora a traição do ex-prizidente e çoçiólogo do institútulo.
Brasil, clube dos alguns
Liberalóides levam em conta que o indivíduo pode escolher.
Mas no mercado a ilusão da escolha é torpe vontade falsa. O livre arbítrio “mercadista” não existe. É falácia utilizada de cima para baixo, pois a liberdade do arbítrio existe em política, e é traduzível simplesmente por o quanto se pode fazer com que o outro faça por você. Diriam os liberalóides, “ah, que análise pobre”. Mas não é não. Este é o esqueleto moral que em sua preguiça desgostosa você, liberalóide, preenche com o que há de mais podre.
Voto nulo, fulo e burro
Aos que defendem o voto nulo, com consciência, decerto, o seguinte trecho deverá clarear o fato de que em política depende-se muito mais das coisas como são do que das coisas como deveriam ser. E pasme, cito aqui um senhor que faz parte da tucanocracia. Para não pensarem que qualquer intolerância ronda o discurso deste infame, senão a intolerância da imoralidade, que existe em todos e precisa ser provocada para potencialmente se constituir:
“Caso um grande número de pessoas presumivelmente conscientes votassem nulo, o resultado seria a eleição ainda mais fácil e em maior número de "deputados que fazem do mandato um meio de negociação com o Executivo". Esses deputados, majoritariamente, obtêm votos em função da troca de favores com eleitores, os quais, certamente, não seriam seduzidos pela proposta de voto nulo. Ou seja, o voto consciente se reduziria, mas o voto fisiológico permaneceria. A proposta de voto nulo chega a resultados opostos ao que inicialmente era pretendido”,
e termina o artigo dizendo: “Pregar o voto nulo é jogar no lixo uma grande oportunidade de usar a justa indignação da opinião pública contra "os políticos" para melhorar e consolidar nossa democracia. O remédio é o voto consciente, não o voto nulo”.
Tucanocrata potencial eleitor da Loló, como muitos ali dentro.
Çeção O çapo
O çapo já refere ao çapo em terceira pessoa do singular. Por menos que isso o Senatvs PopolvsQvue Romanvs eliminou Caesar, O Caivs Jvlivs, um gigantesco general. O çapo se safa, talvez, por ser um anãozinho... Fato é que nunca se "mataria", como Vargas, pois tem mais apreço pelo seu “eu” ou “criação minha”, até porque não tem nenhuma, que pela Pátria, como Vargas.
Mas o çapo está garantido, agora que os “pastores” vão fazer de tudo para mobilizar seus curraizinhos.
Diçe o çapo: “Mais pobre do que eu fui acho que não existe”. Repare como a referência que sustenta todas as premissas é o “eu”. Porque é ele mesmo que acha que nunca existiu ninguém mais que ele mesmo. A conclusão é tão fraca quanto uma bolha de sabão. E ele é sempre o “mais”. Portanto, ...
Recado à Loló
Loló não precisa ser valentona.
Ninguém quer muié-macho no comando. Valentona não vai saber administrar, e esse é um consenso subconsciente. Cuidado, Loló, pois você ainda tem muito o que fazer no parlamento e na construção de um novo status político.
Não diga o que o çapo é, mas enfatize a todo momento o que ele não foi, que é o que você poderia ser.
A outra esquerda, a morta
O Cristovam deu a entrevista, e chama o çapo de omisso. Ora, ex-ministro, quem fez parte da “máquina” çapista e “não soube” o que ali acontece, nem tampouco auxiliou concisamente no desmembramento que era possível das engrenagens, é bem pior que omisso. Adota a pior ética, pior que a do Collor; adota a ética do inverso da ética do ex-gordo tenor.
O plano político Cristovam ainda não conseguiu alcançar, por isso se apegou tanto ao plano das idéias. E por isso não cola, apesar de ser um dos mais sinceros e íntegros políticos, raríssimo neste país. Um republicano de princípios. Nele ainda resiste esperança. Mas ela não só não enche barriga como não preenche a idéia.
O Têéçe-é
É como aquela professorinha-ditadorazinha-funcional de primário, com os piores alunos possíveis. Bronquinhas, castigos, mão em riste pronta para o tabefe, mas ao mesmo tempo a complacência inversamente professoral, que não ensina e desensina. É qualquer coisa menos um tribunal de verdade, pois suas leis através das quais age não são verdadeiras.
Deputadinho bolachudo
O Mabel, fabricante de bolachas e deputado, não deveria ter chorado no Conselho de Ética para não ser incluído no parecer e na lista do mensalão, pois era peça-chave que não podia ser investigada. Mas principalmente para não ter que mandar cartinhas para os jornais dizendo que nunca se meteu com mensalão. Quem vota em você é burro ou espertinho, mas nem todo mundo é burro a ponto de crer na sua idoneidade. Vá fabricar bolachas que a gente ganha mais.
A Paraíba tem tradição golpista, e prova disto é a capital se chamar “João Pessoa”. Tucanocratas de lá invadiram, ao bel-prazer pleibói, o comitê do Ney çangueçuga.
O chuchu-banana é um infeliz que tenta qualquer coisa. Agora tentou “interceptar” a “caravana da globo”. Dá pena dele...
Do símio digno de nota: “Um amigo meu disse que vai entrar no banco e gritar:
-Inadimplência ou Morte!”
Internazionale
Começou o golpe na Bolívia. A assim chamada “crise institucional” se refere ao cacique quando deveria se referir aos liberalóides locais.
Gravíssimo: o ministro francês é, esse sim, uma crise institucional, “culpando” a Espanha pela migração de “ilegais” e sendo contrário à adesão da Turquia na U.E.. Sarkozy é neonazista, todo enfiado no liberaloidismo.
O Senado americano divulgou relatório que prova não haver qualquer ligação entre Çaddam e a alcáida, desmentindo o bushit no seu “maior argumento” para assassinar o Iraque, e conquistar o petróleo para sua familinha.
O comando mundial do grupo Volks, acreditem, diz que o Brasil vai muito bem. É...
Como pleibói que só sabe estar à frente nas pesquisas com todo mundo atrás, jamais soube o que fazer enquanto “oposição”, tanto é que nunca foi oposição a governo nenhum. A tucanocracia é limitadíssima quando tenta pensar fora dos limites umbilicais. Na verdade a carta de fh-se foi, com propósito çuvaquista, um pretexto para estes cânceres morais aparecerem.
O bocadeçuvaco cita certa ”filozofia çapista”. Ora, do çuvaco fidido, isso é a mesma coisa que a porcaria da çoçiologia çuvaquista. Como ex-tudo – ex-quem disse, ex-quem escreveu, ex-humano – não tem razão e tampouco moral para utilizar a palavra Filosofia. Ela está além de certos horizontes, e jamais caberia nas tuas “entrelinhas” çuvaquistas.
Mas dom aecinho queria um diálogo entre petê e tucanocracia, e com a carta é perceptível que esta posição se enfraquece dentro deste “partido” que é a tucanocracia. No fim, ora pois, isso ajuda a concertação. Nada tira o diálogo da cabeça de dom aecinho. Tudo ele fará em prol disto.
Ainda em Minas, aquele que carregará a pecha e o fardo de mensalonário pelo çuvaquismo tucanocrata chora a traição do ex-prizidente e çoçiólogo do institútulo.
Brasil, clube dos alguns
Liberalóides levam em conta que o indivíduo pode escolher.
Mas no mercado a ilusão da escolha é torpe vontade falsa. O livre arbítrio “mercadista” não existe. É falácia utilizada de cima para baixo, pois a liberdade do arbítrio existe em política, e é traduzível simplesmente por o quanto se pode fazer com que o outro faça por você. Diriam os liberalóides, “ah, que análise pobre”. Mas não é não. Este é o esqueleto moral que em sua preguiça desgostosa você, liberalóide, preenche com o que há de mais podre.
Voto nulo, fulo e burro
Aos que defendem o voto nulo, com consciência, decerto, o seguinte trecho deverá clarear o fato de que em política depende-se muito mais das coisas como são do que das coisas como deveriam ser. E pasme, cito aqui um senhor que faz parte da tucanocracia. Para não pensarem que qualquer intolerância ronda o discurso deste infame, senão a intolerância da imoralidade, que existe em todos e precisa ser provocada para potencialmente se constituir:
“Caso um grande número de pessoas presumivelmente conscientes votassem nulo, o resultado seria a eleição ainda mais fácil e em maior número de "deputados que fazem do mandato um meio de negociação com o Executivo". Esses deputados, majoritariamente, obtêm votos em função da troca de favores com eleitores, os quais, certamente, não seriam seduzidos pela proposta de voto nulo. Ou seja, o voto consciente se reduziria, mas o voto fisiológico permaneceria. A proposta de voto nulo chega a resultados opostos ao que inicialmente era pretendido”,
e termina o artigo dizendo: “Pregar o voto nulo é jogar no lixo uma grande oportunidade de usar a justa indignação da opinião pública contra "os políticos" para melhorar e consolidar nossa democracia. O remédio é o voto consciente, não o voto nulo”.
Tucanocrata potencial eleitor da Loló, como muitos ali dentro.
Çeção O çapo
O çapo já refere ao çapo em terceira pessoa do singular. Por menos que isso o Senatvs PopolvsQvue Romanvs eliminou Caesar, O Caivs Jvlivs, um gigantesco general. O çapo se safa, talvez, por ser um anãozinho... Fato é que nunca se "mataria", como Vargas, pois tem mais apreço pelo seu “eu” ou “criação minha”, até porque não tem nenhuma, que pela Pátria, como Vargas.
Mas o çapo está garantido, agora que os “pastores” vão fazer de tudo para mobilizar seus curraizinhos.
Diçe o çapo: “Mais pobre do que eu fui acho que não existe”. Repare como a referência que sustenta todas as premissas é o “eu”. Porque é ele mesmo que acha que nunca existiu ninguém mais que ele mesmo. A conclusão é tão fraca quanto uma bolha de sabão. E ele é sempre o “mais”. Portanto, ...
Recado à Loló
Loló não precisa ser valentona.
Ninguém quer muié-macho no comando. Valentona não vai saber administrar, e esse é um consenso subconsciente. Cuidado, Loló, pois você ainda tem muito o que fazer no parlamento e na construção de um novo status político.
Não diga o que o çapo é, mas enfatize a todo momento o que ele não foi, que é o que você poderia ser.
A outra esquerda, a morta
O Cristovam deu a entrevista, e chama o çapo de omisso. Ora, ex-ministro, quem fez parte da “máquina” çapista e “não soube” o que ali acontece, nem tampouco auxiliou concisamente no desmembramento que era possível das engrenagens, é bem pior que omisso. Adota a pior ética, pior que a do Collor; adota a ética do inverso da ética do ex-gordo tenor.
O plano político Cristovam ainda não conseguiu alcançar, por isso se apegou tanto ao plano das idéias. E por isso não cola, apesar de ser um dos mais sinceros e íntegros políticos, raríssimo neste país. Um republicano de princípios. Nele ainda resiste esperança. Mas ela não só não enche barriga como não preenche a idéia.
O Têéçe-é
É como aquela professorinha-ditadorazinha-funcional de primário, com os piores alunos possíveis. Bronquinhas, castigos, mão em riste pronta para o tabefe, mas ao mesmo tempo a complacência inversamente professoral, que não ensina e desensina. É qualquer coisa menos um tribunal de verdade, pois suas leis através das quais age não são verdadeiras.
Deputadinho bolachudo
O Mabel, fabricante de bolachas e deputado, não deveria ter chorado no Conselho de Ética para não ser incluído no parecer e na lista do mensalão, pois era peça-chave que não podia ser investigada. Mas principalmente para não ter que mandar cartinhas para os jornais dizendo que nunca se meteu com mensalão. Quem vota em você é burro ou espertinho, mas nem todo mundo é burro a ponto de crer na sua idoneidade. Vá fabricar bolachas que a gente ganha mais.
A Paraíba tem tradição golpista, e prova disto é a capital se chamar “João Pessoa”. Tucanocratas de lá invadiram, ao bel-prazer pleibói, o comitê do Ney çangueçuga.
O chuchu-banana é um infeliz que tenta qualquer coisa. Agora tentou “interceptar” a “caravana da globo”. Dá pena dele...
Do símio digno de nota: “Um amigo meu disse que vai entrar no banco e gritar:
-Inadimplência ou Morte!”
Internazionale
Começou o golpe na Bolívia. A assim chamada “crise institucional” se refere ao cacique quando deveria se referir aos liberalóides locais.
Gravíssimo: o ministro francês é, esse sim, uma crise institucional, “culpando” a Espanha pela migração de “ilegais” e sendo contrário à adesão da Turquia na U.E.. Sarkozy é neonazista, todo enfiado no liberaloidismo.
O Senado americano divulgou relatório que prova não haver qualquer ligação entre Çaddam e a alcáida, desmentindo o bushit no seu “maior argumento” para assassinar o Iraque, e conquistar o petróleo para sua familinha.
O comando mundial do grupo Volks, acreditem, diz que o Brasil vai muito bem. É...
Os jornais deram...
O Globo abre o dia dando que o “BC avisa que os juros vão cair em ritmo mais lento” e que çapo tem cometido sacrilégio: “Em um ato em que recebeu o apoio da Assembléia de Deus de Madureira, no Rio, o presidente Lula citou oito vezes o nome de Deus em 18 minutos de discurso”. E dá, como todo jornal hoje deu, que “A carta do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso apontando erros do PSDB e admitindo a possibilidade de derrota na eleição presidencial acirrou a crise na campanha tucana”.
O JB dá que “União contra selvageria de torcidas: O confronto entre as torcidas organizadas de três clubes do Rio fez soar o alerta na CBF”, ou seja, vem chumbo grosso por aí.
O Correio dá na base do escândalo: “Farra de cargos chega ao Ministério Público: O Congresso aprovou um projeto de lei que cria 360 cargos comissionados para o Ministério Público Federal”, e dá ênfase ao seguinte: “Em encontro com evangélicos, Lula compara oposição a Hitler”.
Que é a principal manchete que o OESP dá: “Lula compara oposição a Hitler: 'Querem outro povo’”, e dá com certo destaque que “O governo vem anunciando um plano de investimento para 2007 sem ter em caixa recursos para pagá-los”. O destaque econômico do dia é que “A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada ontem pelo BC indica que o processo de queda dos juros vai continuar”.
Foi a FSP que deu com maior força que a “Carta de FHC abre crise na campanha de Alckmin”. Deu uma entrevista com Cristovam para manter a sua imagem de democrática, mas também publicou uma entrevista importanterrérrima da Fafá, que vai mudar tuuuudo. Dá com destaque a serviço de qualquer coisaque “A Polícia Federal afirma ter provas que comprovam que parte dos R$ 164,8 milhões levados do Banco Central de Fortaleza, em agosto de 2005, foi usado para financiar rebeliões em presídios e ataques da facção criminosa PCC”.
O dia amanheceu ensolarado, e o frio talvez tenha ido embora, finalmente. A hora que a Princesa acordou, a temperatura era de uns 27°Celsius debaixo das cobertas.
O JB dá que “União contra selvageria de torcidas: O confronto entre as torcidas organizadas de três clubes do Rio fez soar o alerta na CBF”, ou seja, vem chumbo grosso por aí.
O Correio dá na base do escândalo: “Farra de cargos chega ao Ministério Público: O Congresso aprovou um projeto de lei que cria 360 cargos comissionados para o Ministério Público Federal”, e dá ênfase ao seguinte: “Em encontro com evangélicos, Lula compara oposição a Hitler”.
Que é a principal manchete que o OESP dá: “Lula compara oposição a Hitler: 'Querem outro povo’”, e dá com certo destaque que “O governo vem anunciando um plano de investimento para 2007 sem ter em caixa recursos para pagá-los”. O destaque econômico do dia é que “A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) divulgada ontem pelo BC indica que o processo de queda dos juros vai continuar”.
Foi a FSP que deu com maior força que a “Carta de FHC abre crise na campanha de Alckmin”. Deu uma entrevista com Cristovam para manter a sua imagem de democrática, mas também publicou uma entrevista importanterrérrima da Fafá, que vai mudar tuuuudo. Dá com destaque a serviço de qualquer coisaque “A Polícia Federal afirma ter provas que comprovam que parte dos R$ 164,8 milhões levados do Banco Central de Fortaleza, em agosto de 2005, foi usado para financiar rebeliões em presídios e ataques da facção criminosa PCC”.
O dia amanheceu ensolarado, e o frio talvez tenha ido embora, finalmente. A hora que a Princesa acordou, a temperatura era de uns 27°Celsius debaixo das cobertas.
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