O fim de feiraDepois de cozinhar a vaca por um tempo, o çapo quer agora refogá-la para comê-la temperadinha até 2008. Ele prometeu, vejam bem, prometeu – e promessa de çapo vale alguma coisa – que ela vai “concorrer” para Piratininga. E, finalmente, ela será empossada na sexta-feira, na pasta do turismo – sem infraero e sem nada, só cheinha de pepino, para aproveitar como quiser. E ela quer o pepino superturbinado. Superbotocado...
E ela chega dizendo que o “pagão aéreo” desgasta a “imagem” do país.
Que imagem? Que país?
O destaque desse movimento foi a pouco notada (talvez por ser tão comum) contradição çapista. Ele contradiz o que ficou por ele mesmo dito anteriormente, que não queria fazer a reforma ministerial toda outra vez. O radá da “educação” também disputará prefeitura. Quer dizer, trata-se de um governinho dos mais pelegos. Coloquem o çuvaco de volta, que é muito mais legal xingar aquele escroto que essa tranqueira çapóide...
iscolhaE o çapo escolhe alguém de previdência, um especialista nesse assunto, para a agricultura, depois do infeliz episódio com o çementeiro. Fazer isso é como colocar um beque central na ponta direita depois do goleiro ter sido expulso e não poder mais fazer nenhuma substituição...
comércios um
Esta carta que segue possui os meandros verdadeiros do çuvaco-çapismo. E trata-se da coisa mais triste do mundo.
“Só um governo cego e surdo (mas não mudo, ao contrário, fala demais) como este do Lulla não vê que há uma orquestração por trás dos problemas no setor aéreo, especialmente quanto aos controladores de vôo. O interessante é que os problemas surgiram depois que o Sivam apertou o cerco na Amazônia contra os vôos ilegais de traficantes. É o caso de investigar seriamente se por trás do movimento dos controladores não está o dedo da alta bandidagem, interessada em “desmilitarizar” o controle do tráfego aéreo nacional, com óbvias e más intenções. Mas isso já é esperar muito de um desgoverno como esse”.
Rosa Pesotti, Ribeirão
E este palhaço complementa; por isso os guvernistas vetam tanto a tal çepeí.
É medo.
O petê é financiado por essa gentalha, que traz ruço calhorda, só pratica besteira quando tem a “máquina” governamental na mão, e tudo isso nas mãozinhas podres do pardinho.
comércios dois
Esse ruço maldito está pardamente na seção de cartas, na seção nacional, explicitamente nas seções esporte e internacional. E é uma pequenina merda humana. Que desperta a “opozição” melindrosa.
Do painel efiçê da trolha:
“Inimigo íntimo
Ex-presidente da CPI do Futebol, o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) quer pedir ao Ministério Público Federal uma investigação sobre lavagem de dinheiro e outros crimes financeiros por parte dos clubes. Aguarda resposta do Banco Central ao pedido que fez para obter os relatórios referentes às movimentações financeiras dos times que passaram pelo BC desde 2002. Acredita que em muitos casos os valores registrados são inferiores aos divulgados pelos clubes ou pela imprensa na ocasião das vendas de atletas.
Atalho. Álvaro Dias não pensa em sugerir uma nova CPI para investigar as movimentações financeiras dos clubes. Crê que o processo seria longo e desgastante. O Ministério Público Federal é uma opção mais rápida.
Mofo. O senador reclama que falhas financeiras descobertas há mais de seis anos não deram em nada.”
É a tucanocracia fisiologista a serviço dela mesma. Puro joguete de “imagem” (como se merdas pudessem ser figuradas). Querem, naturalmente e tão somente, tirar o “controle” do pardinho e sua corjinha.
cala a boca, magda
O don aecinho está falando demais.
“prega”, agora, que o candidato da tucanocracia se fará “naturalmente” (mesmo que não haja nada natural na tucanocracia) e que está “confortável” nesse “partido”.
É o çuçeço çubindo à cabeça...
Segue abaixo a carta mais emblemática do desserviço prestado pelos çetubalinos brandolinos, uma corja çangueçuga e maldita que não merece crédito nenhum.
Cultura para todos
"Sou responsável por um grupo de crianças carentes que gostaria de ver a exposição "Corpo Humano: real e fascinante".
Procurei a produção e fui informado de que as cotas gratuitas são só para escolas públicas e estão a cargo da prefeitura, no gabinete do prefeito, no cerimonial e na Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.
O que me revolta é que uma exposição realizada em um lugar público cobre preços fora da realidade do cidadão comum, fazendo do conhecimento e da cultura um privilégio de poucos -e a mostra é financiada por um banco que se diz popular e que teve um lucro estratosférico.
Essas crianças e eu temos o direito de freqüentar esse espaço público.
Isso é um belo marketing social para as "elites", que mostram a sua insensibilidade. Faço uma pergunta ao prefeito: cadê a contrapartida e o bom senso?
Como é que a Faap consegue fazer exposições gratuitas e um banco do porte do Bradesco não consegue? Que marketing é esse que associa a imagem do banco a uma ação excludente?
As crianças carentes de São Paulo -e devo dizer que são muitas- poderiam ter essa opção de cultura e de lazer. Basta ter boa vontade."João Antônio A.C. da Silva, Piratininga
O mundo é só para quem pode? Então mostremos quem é que pode mesmo.