terça-feira, abril 29, 2008

Murar

Jogada crucial
Foi a única estratégia levada a cabo até agora, o que faz do vampiro o único na atividade com mínimas capacidades de batalha. E que, ao mesmo tempo, definiu o tabuleiro para uma grande parte da politicagem colonial-tupiniquim.
Na verdade, a jogada foi grande. Começou, dizem, no dia treze de abril, mas nenhum dos dois se lembrarão jamais. O vampiro e o cuérçia conversaram e acertaram alguns pontos. Mesmo depois do abandono ao seu governo, cuérçia enfim concordou em diversas 'matérias' com vampiro. E vampiro não deixou por menos, pedindo 'perdão' por esses quase-exatos vinte anos atrás.

Sufocamento
E o vampiro se alavanca sufocando, pouco a pouco, seus adversários-'irmãos'.
Podemos deduzir que, para preferirem cuércia ao chuchu, imagine só o pouco que vale esse chuchu.
E o chuchu, coitado, acabou por reavivar o cuércia, portanto. A desgraça se completa na tentativa de jogo de cena que faz o chuchu; sai dizendo que se lança pré-candidato e que o vampiro, espera ele, o apoiará. Pelo partido. Na verdade o vampiro espera que, até junho, o chuchu já esteja podre de sufocado.
Já desandou o andar do chuchu. Com pouco tempo na tevê, perderá apoio do 'pacotinho' (agrupamento dos partidos de aluguel, um pacote básico para o candidato brasileiro). Verá o 'prefeito' (sic), que não desgruda do saco do vampiro, galgar posição. O babaluf se candidata pra tirar votos do chuchu (o que virou essa nossa çoçiedade?...) e do 'prefeito' (sic), e depois entregá-los, em um segundo turno, para a vaca amarela.
Mas isso, claro, se a 'aliança' do vampiro, quer dizer, do 'prefeito' (sic) com o covil sair de verdade.

Sórdido vampiro
A intenção é evidente. O vampiro costura o sufocamento em 2010 de uma outra figura, mil vezes mais perigosa, de fato, que o chuchu. Pois o chuchu é perigoso quando chega lá, quando está com o cetro na mão; antes disso não passa de mais um golpista como outro qualquer. Já don aecinho é perigoso desde já. Antes de nascer, até. É que ele é a reencarnação de dom pedro.
Assim fazendo, o vampiro cria uma enorme barreira para o reencarnado ali no covil, com raposas graduadíssimas de mãos dadas com cuércia.
Evidente que o tiro pode sair pela culatra, mas apenas porque a jogada é a única que tende a ser grandiosa.
O vampiro, em sua sordidez, se faz o único pulititico destas plagas a não fazer meramente joguetes e falcatruas.
Estrategista, portanto, cria muros em volta de seus adversários, para impedi-los de se articularem.

Em tempo: a vaca amarela fez troça do chuchu, e isso lhe custará muito caro lá adiante; e o 'prefeito' (sic) já fala em cargos para saciar raposinhas do covil...

O petê nacional tende a criar barreira para a união entre tucanocracia e peteloidismo mineiro, e o çapo cozinha isso mandando recado por um petelóide deputado. Ele diz que o apoio do vampiro à aliança dos demos com o covil em Piratininga prejudica o chuchu como se o çapo estivesse prejudicando a vaca amarela. Abre, portanto, o precedente.
Mas se preocupe depois, que é lá na frente que a bomba estourará no seu colo, çapo aturdido.

Sem-Terra
Falam muita besteira sobre o Movimento. É claro que na ponta, ele está desvirtuado; e é mais claro que assim é por conta não do rumo do Movimento, mas do rumo da nossa çoçiedade como um todo.
O que não sai na imprença é crime de multinacional contra agricultores em um Brasil ao qual ninguém mais se remete, um Brasil muito profundo. Por exemplo queimarem plantação de pequenos agricultores e depois "comprar", por conta de dívidas, as terras deles. Mas isso é prática tão mais antiga quanto antiga é a reivindicação do Movimento.
E é por ela que ele existe, persiste e persegue seu rumo!
É evidente que o bolça-familha do çapo enfraquece o Movimento; a disposição para a luta se perde naqueles que se acomodarão no dia-a-dia da esmola. Pois acabaram não exercendo plenamente a importância dos ideais.
Mas daí a mídia, agente da demagogia e do hereditarismo colonial de nossa autoritária e elitista Mátria (portanto: escrota) louva a ação do çapo. O enfraquecimento explícito do Movimento rende páginas de elogios fascistóides ao çapo.
É destacada como "bom-serviço" do bolça-familha a reafirmação do status quo. Para brecar a fúria desse povo, dêem-lhe um punhado de moedas. Assim produzimos e reproduzimos esse Brasil.

E daí vem o blairo (isso é nome de gente?) falar que a solução para derrubar o preço da comida é derrubar a floresta pra plantar mais.
Ele acha que engana alguém. Consegue enganar você, caro leitor? Não se engane. Trata-se do maior carniceiro que já passou por essa nossa Mátria. E isso, sabem os que conhecem nossa História, não é nada pouco.
Um tremendo canalhocrata.
A lójica dessa 'gente' é obedecer ao governador, pra ganhar o seu (a tal da servidão voluntária laboétiana). O Mato Grosso véio parece perdido...

Notas
A comandanta, depois de ser garfada no doçiê, se diz preparada para o çenado...

Vão carcar (como já estão carcando) no pimpaulhinho çindical. E bem feio.

"Não adianta que não vou lhe bater, nada me fará lhe atacar", disse o marvadazinha para o governador, o patrício, com medo, diante da popularidade do çapo em Salvador.

O çapo não deixará ser aprovado o projeto de reajuste da aposentadoria.

A onu alardeia a fome, mas não o real motivo dela, que é muito pior.

Azoropa critica o bildízel e o etanol, mas faz usina de carvão.

Ozeua tem nada menos que 25% dos detentos do mundo

"a pêéfe não se prestaria a fazer apuratório para ser usado politicamente"
E nós acreditamos...

E o mendes no çupremo? Projeto de tudo-o-mesmo-de-novo. O significado deste "novo" ministro enquanto prizidente da casa é claríssimo: guinada total na direção do hereditarismo liberalóide-mercantilóide, de vez. Ninguém mais controla a justiça senão eles.

A câmara acertadamente revogou a lei de proibição de venda de álcool na beira das federais, e nos enrola ao adotar a poítica de teor zero do álcool.
O que o povo precisa é de boas escolas para aprender, não de "leis" de merda.

E então vem o marcaureliodemello dizer que a sociedade é autora, e não vítima, de seus representantes. Correto na acepção lógica da 'matéria'.
Mas erradíssimo ao ignorar que o povo sequer sabe que é autor de alguma coisa. É isso a "justiça" colonialóide.