JutaínaA tucanocracia, ao menos parte jutaína, apóia chinalha. Ele está jogando pesado.
O acordo jutaíno é composto por três alicerces: 1) o afilhado do dom aecinho, aquele nérçio que tem cara de picciotu sbirru, será o vice do chinalha; 2) o vampiro não terá petelóides a encher a paciência quando quiser colocar alguém na assembléia paulista; 3) o patrício baiano apóia o afilhadinho do jutaí na assembléia baiana.
Tucanocratas que estão no poder, em algum cargo, só tem a ganhar com esta cooptação petelóide – só para ter a câmara por dois anos e entrega-la depois ao covil; essa é a isperteza çapista. Já aqueles çuvaquentos que não apitam mais nada, acham um a-bi-çur-do. E fingem estar indignados, a se ver as declarações do fh-se. O chuchu (huahuauhauhaua) ficou melindrado... O fruta do Paraná não concorda com as idéias jutaínas e promete agir contra. E quando o taço voltar de suas viagens além-mar, verá seu ninho destroçado.
De Stalingrado às bananasO lealdinho, que anda pelos corredores do congresso com uma faca enfiada nas costas, disse que a eleição é ganha no voto e não pelas lideranças. E que os votos se colhem na urna, um a um, e não em cacho como as bananas. Ressaltou justamente que ali não há lealdade... É cada um pelo seu (bolço, evidente).. Mas ele crê, em sua depressão maluca, que ainda terá sua Stalingrado. Aliás, dizer coisas assim é sinal de transtorno.
Mancada marvada
O marvadeza não foi à festa de lavagem das escadarias do Bonfim, uma das mais importantes do calendário baiano.
O çapo respondeu ao irmãozinho que não pode empregá-lo, pois seria nepotismo. Acha que é uma boa resposta para a imagem que ele “tem”. E o pior é que a “opinião” pública no fim engole.
Mexeu com o çapismo...
O jungmann, que quer lançar um terceiro nome para a disputa na câmara, tem ação correndo no Ministério Público por desvios de verba de publicidade do incra, de quando foi ministro do desenvolvimento agrário do final do çuvaquismo. Caso claro de utilização da máquina pública para fins particulares no pudê. É óbvio, por que é primário, que o principal "idealizador" de tal acusação, que só esperava a necessidade do momento para ser engatilhado, é o próprio çapo.
Governadores nordestinos fazem frente à aliança burgovampiresca-çuvaco-tucanesca, e criam fórum permanente de discussão das pautas da região. O objetivo é, afinal, botar para funcionar a Sudene.
No sudeste, com o vampiro e sua corja pendurada, o assunto é pedágio, rampa antimendigo, chafariz de lama e coisas do tipo.
UM RIO PAGA COM A MORTE A IMBECILIDADE HUMANA
Menas pra perifa
O vampiro não quer que o moleque da favela jogue bole na escola nos fins de semana, e cortou mais verba da escassa verba da educação, que é para ninguém do povo aprender nada. O futuro é nefasto.
O moleque da periferia cresce vendo o irmão mais velho ganhando dinheiro no crime. E, com o crime, não há futuro, nem para o indivíduo, nem para o cidadão, nem para o Estado.
Essa viadagem de “vida loka” (ui, biba!) faz parte da agenda política de destruição.
Um idiota comparou pedágio pela lucratividade e deixou escapar que tal atividade econômica só rende menos que o crime.
A abin quer ter o direito de grampear... Reedito então uma frasezinha deste palhaço do fim de 2005 (recorde-se a época, portanto).
“Não temos inteligência. Temos arapongas”.