O Jogo
Carlão improvisado. Rosinei improvisado no lugar de Tamandaré. Arce e Roger se machucaram.
Acordei no final do segundo tempo (não perdi nada, só o gol do Magrão aos 34 do 1º), a ponto de ver o gol do Marcelo Mattos aos 25 do 2º. Foi o segundo gol de um volante na partida.
Ou seja, os atacantes não fazem gol. Nem contra o treze, que é quando se penda que poderia funcionar qualquer ataque.
A defesa funciona daquele conhecido jeito – o que acontece?? Pelamordedeus...
Show mesmo fica com a família, que sempre faz seu papel.
O juizinho quis aparecer mais que o jogo expulsando o amoroso (nota zero) e o zagueiro dos caras em um lance ridículo. Acabaram com um jogo “tranqüilo”. Sem amoroso, Willian já parte com a bola e, se soubesse chutar bem para o gol, teria feito o dele.
E então o Corinthians começou a marcar pesado, na pressão. Com dois a menos em campo fica mais fácil jogar...
Até que – doido por aparecer em um jogo besta – o juiz expulsa Rosinei (Você voltou!!! Mas assim?...) o que significa que a pressão teria de ser mais forte.
O técnico então, para segurar o resultado, coloca o Daniel, seu queridinho, e tira Wilson.
O que o grupo todo precisa entender urgentemente é que a posse de bola, em qualquer momento, é de fundamental importância. Chutão é coisa de gente burra!
Assistir esse Timão jogar, hoje em dia, é teste para quem gosta de verdade do Corinthians.
Mas dois a zero basta – e não veremos o Coringão bater no treze no Templo Sagrado. Pouparei, portanto, sete reais mais as brejildas e o eventual pernil.
Agora é domingão contra o time de Bauru!
Tem uma matéria interessante, para entender como funciona errado o Sub-13 do Corinthians, hoje, na trolha. Veja
aqui,
aqui e
aqui (
mediante senha, afinal é a trolha, um jornal liberal...)