quarta-feira, setembro 06, 2006

Teresa Social Club


A Princesa ontem passou a manhã com a vovó Flavia, que dormiu com ela. Não foram até o parque, pois estava muito frio, mas quando saiu o solzinho, lá pelas onze da manhã, deram uma volta do lado da rua em que o sol batia. Assim a Princesa passeou um pouquinho antes de almoçar. Almoçou bem e foi dormir o soninho da tarde. E quando mamãe e papai chegaram, não queria saber de acordar. Dormia profundamente.
Mas o papai, quando ela acordou, não pôde sequer dar um beijinho na coisa mais linda do mundo: está com uma conjuntivite irritante. E está triste por isso: não pode pegar a Tetê no colo!!! Ele jura que trocaria essa conjuntivite por vinte dias de trabalho, se pudesse pelo menos beijar e pegar a Princesa no colo... É dureza, papai!
Mas essa distância pelo menos serve pra ela não ficar dodói também...

Mosqueteiro

Um jegue que só fala
O traidor saiu hoje na FSP, numa entrevista que arrepia os cabelos. Falou que a “parceria” não acaba ainda. E que eles vão começar a planejar direito o que planejaram errado, pois o pleibói gerenciou mal, gastando 6 quando só tinha 3. E veio falando que visitou o Corinthian Team, o que não quer dizer nada. O máximo que podemos fazer com isso é uma grande festa amistosa como já fizemos em 88, eu estava lá. E ainda falou que o irmãozinho do bushit é corinthiano. CORINTHIANO SOU EU, seu traidor animalesco, jegue turco de cabelo pintado, velho gagá traidor.

A marca mais valiosa... e?...
A Gazeta Mercantil estampou em sua capa hoje que a marca do Coringão vale mais que qualquer outra. Pudera. O único distintivo de um clube que existe e que foi desenvolvido por artista é o do Glorioso. Mas não é só isso. Exite uma simbologia, uma poesia e uma explicação para cada elemento. Ainda assim não vemos a cor do dinheiro em nenhum investimento que preste. E isso é culpa do traidor e do burro antecessor. O Glorioso ainda não desenvolveu suas potencialidades comerciais como poderia.

Recomeçou a viadagem
A imprensa maldita já coloca pimenta no rabo do viadinho que soltou a franga e começou a provocar. Imprensa vive dessa polêmica carniceira e ridícula. Não vou comentar nada disso.

O artilheiro
O Nilmar está quitado e só aguardamos a sua recuperação para vê-lo meter a bola nas redes.

Prato do dia: bacalhauzinho
Hoje temos um grande clássico pela Sulamericana. Reforços serão guardados para domingo, no jogo contra o time das moças. Esse mosqueteiro questiona a razão. Não está certo isso não. Tem que por prá jogar desde já. Tem que aproveitar a força nova que chegou já. Leão, o que é isso, Leão?

VAI CORINTHIANS!!!

Murar

A Justiça Federal quebrou o sigilo telefônico do ex-ministro Palocci no período de 10 a 17 de março de 2006 para descobrir com quem ele se comunicou na semana em que foi violado o sigilo do caseiro Nildo.

Em depoimento ao Conselho de Ética do Senado, os empresários Luiz Antonio e Darci Vedoin deram detalhes sobre o suposto envolvimento dos senadores Suassunga, Magnum e inSerys na máfia das ambulâncias. O que equivale a um palavrório acusatório mictório. Maggi dava carona pra Vedoin, dá o estadão, jornal de tucanocrata. Porque essas duas coisas estão ligadíssimas?? Ah, muita coisa liga um çapo a um Blairo (isso é nome de gente?), mais coisa do que imaginamos, caro leitor.

Democracia não é só coisa limpa, diz o melhor exemplo disso, um çapo barbudo e canalha. No palanque, o ministro indiciado humcerto bosta apoiava esse palavrório cretino.

Voto nulo não invalida eleição, diz M.Aurélio. "A Carta manda que o eleito para presidente tenha pelo menos 50% mais um dos votos válidos. Estão excluídos desse cálculo os brancos e os nulos. Mas se, por hipótese, 60% dos votos forem brancos ou nulos, o que não acredito que vá acontecer, os 40% de votos dados aos candidatos serão os válidos. Basta a um dos candidatos obter 20% mais um desses votos para estar eleito", e diz mais: “Quem vota nulo por vontade ou por erro não é culpado de nada nem pode ser punido, até porque o voto é dado de maneira secreta". E o TSE segue salvando çangueçuga e vai deixar um monte ser reeleito.

Datatrolha: Os ataques contra o çapo e as más notícias na economia divulgadas nos últimos dias não abalaram as estruturas. A 25 dias das eleições, consolidou as chances do çapo vencer no primeiro turno. Revelou que, em uma semana, Lula oscilou de 50% para 51% nas intenções de voto, ou seja, cresceu com os ataques. O chuchu se manteve com 27%. Loló recuou de 10% para 9%. A taxa de aprovação do governo ficou estável, em 48%. O chuchu insiste: disse que precisa crescer 3 ou 4 pontos e reafirmou 2º turno. É pra rir?

Chuchu apresenta seu projeto para infra hoje. São propostas que somam R$ 182,2 bilhões em investimentos nos próximos quatros anos, e disse que não se considera abandonado pelos seus aliados tucanos e pefelistas na campanha. É pra rir mais um pouco?

Economia
Vivemos a ditadura dos bancos. Nada que se faça, por enquanto, diminuirá o poder político, mais do que o aparente poder econômico, que eles possuem. Vide as votações sobre o crédito e o spread, que são paliativas. Os bancos seguem no controle de tudo.

Estrangeiro tira mais de cinco bilhões da bovespa de maio pra cá. O que sinaliza isso? Vejamos no ano que vem. Preparemo-nos desde já para o que virá.

Lula janta com empresários na casa do Furlan e diz que não fará loucura. Óbvio que não. A política econômica vai ser arroxada e facilitará a vida dos bancos. O que estranha é a satisfação do empresariado com isso.

Mundo
Fidel diz que momento crítico já passou e que se recupera a ritmo satisfatório, seja lá o que for isso, ou se quer dizer alguma coisa. Ele não volta mais, não adianta. Perdeu dezoito quilos e trocou o uniforme por um pijama. Nenhum imperador jamais durou algum tempo comandando deitado na cama. Não será com El Barba que isso se dará.

Editoriar

Ontem foi o dia do Fleury. Ele teve aprovadas as suas emendas. E por incrível que possa parecer, a emenda do voto aberto que foi aprovada (em primeiro turno. Falta o segundo e faltam ainda os dois turnos no Senado) vale para todas as votações da Câmara e do Senado. Parece que o motor disso lá dentro foi o aparecimento de alguma vergonha na cara, por causa do escândalo do mensalão. Ninguém neste dia votou contra a emenda. E os liberados na última hora retiraram o limite do voto aberto, que a principio não queriam que valesse para mais nada que não as votações para cassação de mandato, por causa do mensalão. A emenda foi do Fleury, a proposta é dele, anterior ao mensalão. Mas a política brasileira é uma jeringonça esquisita, e a tarde e a noite de ontem na "Casa do Povo", para o que esta legislatura é capaz de fazer, foi digna deste nome. Pelo menos por um dia precisava ser.
No Senado, entretanto, depois de passar pelo segundo turno na Câmara, esta PEC poderá se ver limitada ao que anteriormente se previa. Ontem foi uma surpresa, mas nada está ganho ainda. A coisa se arrastará. O marvadeza ainda lutará contra o voto aberto para todas as votações. E, como este Jornar alerta, deputados e senadores tem muito medo de terem seus votos abertos e escancarados. Corporativismo.

O resultado das outras votações
A câmara aprovou, mas ainda precisa passar pelo senado, Lei das Micro e Pequenas Empresas, que dá facilidades para que se crie condições para serem criados 2 milhões de empregos com carteira assinada e 21 milhões de microfirmas nos próximos dois anos. É muito pouco ainda. Cooperativemos antes que o capital engula (e regurgite).
No mesmo dia votou-se o pacote de benefícios ao funcionalismo (Judiciário, Procuradoria e TCU).
No Conselho Monetário foi votada favoravelmente a portabilidade de crédito entre os bancos que o CONSUMIDOR quiser ter seu dinheiro à mercê. Podemos transitar as dívidas de um para outro e isso traria mais concorrência ao que há hoje, que é uma coisa pornográfica e assassina, apesar de analistas alertarem para a falsidade dessa premissa. Conta-salário a partir de 1 de janeiro de 07. A central de risco será mais abrangente gradualmente, o que é o princípio do cadastro positivo. Ficou de fora do pacote o fim da TR e o crédito consignado para a compra de imóveis. Este último, e o primeiro citado são os mais importantes. O saldo do CMN foi de míseros 50% de utilidade, portanto, segundo o datafodase.

Os jornais deram...

O JB abre dando “As terras da vergonha: Escândalo na Barra: Negócio imobiliário na orla é fechado na cidade de Petrópolis”.

O Globo dá uma coisa seríssima com destaque:” TSE abre caminho para candidatos sob suspeita: começou a abrir caminho para assegurar a candidatos sanguessugas, mensaleiros e vampiros o direito de disputar as eleições de outubro”.

O Correio vem e dá que a “Câmara acaba com voto secreto. Falta o Senado”. Ainda não acabou, e no senado a coisa vai feder, ressalta esse Jornar.

O Valor dá com destaque: “Modernização da Marinha começa com gasto de € 1 bi”.

A FSP dá o DataFolha: “Lula consolida vantagem no 1º turno” e a sabatina com o picolé de chuchu: “O candidato à Presidência Geraldo Alckmin criticou ontem, em sabatina promovida pela "Folha", os partidos políticos brasileiros, entre eles o seu PSDB, e pregou a necessidade de uma reforma política. "O Brasil, vamos a falar a verdade, não tem partidos políticos dignos desse nome", disse o tucano. "Nem o PSDB?", questionaram os jornalistas. "Não tem. A tradição política do Brasil é do personalismo”.

O OESP fecha o dia dando o grande assunto: “Câmara aprova o fim do voto secreto no Congresso”, e outro grande assunto: “O governo apresentou enfim as medidas que visam a baratear o crédito ao consumidor”.

Hoje está um frio polar, mesmo aqui dentro da sala. Marcava apenas míseros 7º Celsius o termômetro do cruzamento da Paulista com a Brigadeiro, às 5:26 da madruga.