"Tremei poluidores"?...
O çapo vai tentar acalmar as duas gracinhas, o minco e o blairo (isso é nome de gente?), em uma reuniãozinha nesta semana que segue. Teremos assunto para o próximo, e já o temos para este.
Afinal, segue um compêndio de coisinhas ditas pelo açougueiro mandatário do MatoGrosso:
"Aqueles que vivem nas cidades se esqueceram de onde vem o frango, esqueceram de onde vem a carne. Eles acham que tudo aquilo nasce pronto lá na gôndola do supermercado. Que o danoninho, o iogurte, nasce ali. Eles já não sabem mais que o leite tem que sair de uma vaca, criada em um lugar que já foi floresta"
"Quer seja em Mato Grosso, São Paulo ou Rio Grande do Sul, não se faz agricultura ou pecuária sem retirar a floresta. Essa é a grande verdade" (??!!!??)
"esse é o momento da construção de um novo pacto. Daqui para a frente, precisamos tirar esse estigma, esse preconceito sobre os setores produtivos. Nós concordamos com a atual política de não mais aberturas. Tanto é que a Sema [Secretaria Estadual de Meio Ambiente] está sendo rigorosa. Estamos trabalhando para construir algo diferente, em harmonia com a natureza, e retirar da terra o que é necessário para a gente viver."
"Não aceitamos a mesma discussão que se faz para o Acre e o Amazonas. Nós não nascemos na floresta e não aprendemos a viver nela. Pelo contrário, a grande maioria daqueles que aqui moram veio de outros Estados para fazer a vida."
O "povo" de Mato Grosso "não pensa em destruir. O que ele pensa e foi ensinado é que lugar de mato não vale nada, governo não aparece, não tem cidade boa para se viver, não tem estrada. Então a participação dessas pessoas não é a de destruir, mas de construir uma vida melhor. Para isso, é preciso usar a natureza."
Esta é a ode ao fascismo utilitarista do coroné de plantation.
Não vou somente afirmar que existe diversas formas de plantarsem agredir o meio-ambiente, sem exterminar a vida, sem pasteurizar o mundo, sem transformar tudo em carniça.
Até porque só faltou dizer que o rio não passa de um estradão para barcos - vamos alargá-los, canalizá-los, maximar enfim seu uso, para dar algum valor àquelas terras e águas. O lixo? A gente queima a céu aberto, que é para não juntar bicho.
É a mesma lójica que foi ensinada a não acreditar no meteoro.
Ê MatoGrosso véio, trágico e caricato ao mesmo tempo, além de ser maravilhoso.
Enquanto esse energúmeno carniceiro arrota tudo isso de merda, descobre-se uma espécie nova de flor a cada dois dias.
Ninguém come flor!, arrotaria blairo. E ninguém come nada além de soja e algodão?
Os índios vacilaram.
A facada no carinha da eletrobrás renderá ataques.
Mas os índios nunca foram tratados como gente, sequer como cidadãos. Eis a raíz de todo o problema, mas ninguém quer ver.
Nenhuma das partes, aliás.
Se padreco e secretário levaram indio a comprar facão, então é golpe e eles serão os responsáveis pelo provável acachamento da nação indígena.
Mas a saída do tal secretário é exdrúxula; diz que "facão faz parte da cultura" dos índios. Desde quando?...
O delegado entrou desarmado para "negociar" com os índios. Como se entrasse num cativeiro de seqüestro.
Morre o último moralista brasileiro.
Um patrimônio do Senado, o J.Péres
A nossa nhaca de pulítica perdeu um bastião da moral segundo princípios nunca abandonáveis - o que quase não mais se vê, não só na política como na çoçiedade como um todo, se é que algum dia por aqui tenha sido comum.
panputaria
"çapo elogia vampiro que elogia nuncaçabe que elogia a vaca amarela", era a manchete da trolha no meio da semana.
Factóides reais
Enfim, acharam alguma coisa. O petê pagou o condomínio de um dos apartarmentos do çapo. Só que isto não é novidade nenhuma, uma vez que as doações do sindicato alemão sustentaram o çapo durante mais de vinte anos. As acusações, para o çapo, viraram coisa que se diz, até se acredita, mas não gera nada, nenhum fato, pois o folclore da figura fala mais alto.
Orquestração
Existem fortes fatores que pesam contra o conselho de defesa da Sulamérica. Seria mais um orgão a se aparelhar. Não pelo "trabalho" que isso demandaria, ou pelo dispêndio tortuoso de verbas, ou pela criação de conflitos internos que acarretará.
É que é somente mais um elemento que nasce e se desenvolve dentro da lójica da agenda política de destruição.
Isso levará a aberrações como a guerra do Paraguai (guardadas as devidas proporções, ocorreu aí neste espaço-tempo a traição brasileira, e nessa o Paraguai passou de economia familiar fundamentada na criação de riquezas a orquestrar uma coletividade auto-gerida, em espécies de cooperativas a ser espinha dorsal de uma complexa trama de poderes, para se tornar uma economia soçobrada e delimitada externamente.
Por isso pensamos na soberania ao rechaçar o aumento da taxa em Itaipu para aquele país, e na verdade isso seria apenas uma migalha na escalada inútil de reparações pelo desastre cívico provocado, sofrido, sentido e inesgotável. Ponte da Amizade?...).
Enfim, cheguemos então no fato: anteontem foi criada a Unasul, o que torna a Sulamérica um organismo internacional, um bloco econômico e um monstrengo de estimação para a Onu. Tudo isso ao mesmo tempo. Jogada de mestre?
Não creio que seja. E você, leitor, vê alguma política em pról de algum bem comum, capaz de dar direção aos conflitos (pois a qualquer hora Peru e Bolívia se estranham, e a coisa fica meio suspensa, entra ozeua na jogada, e o que pensarão os "investidores financeiros" com seus quinhões desengrenados nesta terra inóspita?...)? Apenas porque o çapo se declara "aliviado", ou porque o homônimo do personagem do genialíssimo Bolaños arrota que o império "sofre uma derrota"?
Comovente foi o çapo louvando o fato de o lugar desta convenção se chamar Ulisses Guimarães. Uma propaganda que passa a todo instante na tevê traz a sua voz a dizer "Nós derrotamos o monstro do autoritarismo, mas os destroços estão aí". Era um profundo conhecedor deste país. O çapo também o é, porém não foi preciso um "acidente" de helicóptero para... enfim. Merecida coincidência?
Pobre Ulisses que terá seu nome indiretamente relacionado a mais uma orquestraçãozinha.
Entregas
O vampiro entrega a noçacaixa ao bb num movimento tão óbvio - afinal um banco de varejo para uma unidade federativa é um desses destroços os quais Ulisses falava - quanto perigoso, pois concentra o banqueirismo nas mãos de um banco federal, aparelhado. Não que outro caminho - entregá-lo aos hienas financistas çetubalinos ou brandãonicos - fosse menos letal. Concluindo, no caso dos bancos não há como o povo obter qualquer contrapartida. O que é óbvio...
Impaçes
Nuncaçabe quer pegar o chuchu de jeito no caso do suborno na fornecedora do metrô paulista.
Só que essa mesma "empresa" doou, com outra PJ, dinheiro para a campanha da reeleição do çapo.
Falácias
Esse desgoverno é ardiloso e enganador. Nesse imbróglio da criação da nova çepêemeéfe, o "ministro" (sic) das relaçoes institucionais criticou empresários por não baixarem os preços dos produtos em 0,38% quando do fim da compulsória contribuição.
Ora, não cabe aqui uma defesa aos empresários de forma alguma, mas cabe observar apenas que a contribuição se relacionava ao preço assim como o trabalho se relaciona às "atividades" financistas.
Ou seja, a relação que o "ministro" faz é descabida. Logo a crítica é tão factoidesca quanto falaciosa, tal qual esse desgoverno.
Enquanto essas besteiras são ditas, o çapo disfarça que não "tem a ver com a criação" de mais um assalto ao contribuinte. E ao mesmo tempo pede que se debata esse assunto. Ou seja, o quer na pauta. Logo, o quer de qualquer forma. Mas não tem nada a ver com a "criação"...
Quem acredita nesse contumaz mentiroso, que contamina seus subordinados?
Como algo que parte do governo pode não ter a ver com o prizidente, como ele quer eleitoralmente fazer crer?
É desagradável falar dessa çepeí do doçiê. Se o leitor fizer uma rápida busca, e ler en passant qualquer matéria disponível em qualquer jornal deste país, notará o quão nojento é o escombro moral da pulititica burrazileira.
O manteiga e o coroné goiano "brigam" nos bastidores. O coroné quereria uma pulitica fiscal mais austera e a situação, pra ele, é culpa do manteiga. Ocorre que o manteiga não manda nada, é laranja do çapo. Logo, o conflito reside, sim, entre o coroné e o çapo - daí a "bronca" em manteiga - o fantochinho camarada, no meio da semana. O çapo mostrou com isso que é com ele a coisa. E o coroné goiano ficou pianinho, até o próximo surto vicioso.
Bipolaridade ou esquizofrenia?
A trolha é uma gracinha. Depois de meter o pau no redirecionamento da verba do çistemaésse em direção ao ensino técnico, publica neste sábado um editorial louvando... o ensino técnico!
tudo vira bosta
O que podemos esperar das negociações entre Israel e Síria sendo intermediadas pela Turquia?
Pior que isso é a Italia se submeter autoctonomamente ao terceiro mundismo nazista do berlusca...
domingo, maio 25, 2008
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