Armadilha para çaposA situação a qual o çapo se colocou é um pouco o retrato da política brasileira desde sempre. O fato de as oligarquias locais- sempre ignorantes, mal educadas (no sentido do apreço à inteligência, ao conhecimento,à moral, cultura e raízes) e por isso mal-educadas (rude, tosca, esnobe, mesquinha, pouquíssimo humana) – poderem determinar a composição das votações dentro do congresso, por exemplo (pois determinam dentro dos partidos, de forma a que, quanto mais distantes estão estes do “centro” e menos populoso for o local, mais força terá. Vide o Acre, o petê daquele estado) faz com que o governante, o executivo, tenha que acompanhar as rixas internas para poder governar.
Óbvio que, como parlamento, deveria entregar as suas resoluções prontas, acabadas, e ser autônomo. Mas um presidente não pode depender de uma câmara fisiologista, na qual figuras como aquele ex-gordo, o pardinho e mesmo o Luiz Eduardo marvadeza, o sungabeira, o próprio çapo quando lá estava (e só fazia bravatinhas) compõem o quadro. E se esfaqueiam pelas costas para ver quem conseguirá esfaquear o prefeito, o governador, os ministros, o presidente, que ficam se esfaqueando.
Por isso o presidente terá de lançar mão de forçar o candidato à presidência da casa, as medidas provisórias e todas as ordens do dia.
Mas o çapo quer evitar um candidato do próprio partido pois já se comprometeu a anulá-lo. A política brasileira das décadas que se aproximam foi decidida aí.
O chinalha não poderá ser presidente, pois o cargo está prometido ao candidato que o covil (se matando traiçoeiramente) escolher.
Sempre foi assim. Afinal quem era José Bonifácio, o grão-mestre patriarca??
Ex-pectativaA expectativa de vida aumentou, e assim o flagelado poderá trabalhar mais para manter o mesmo nível porcaria de aposentadoria.
As famílias diminuíram e as mulheres tendem a parir menos.
A população envelhece, a previdência é reduzida a pó.
Ou seja, o país que menos sabe cuidar das crianças e dos velhos (e portanto não sabe cuidar de si mesmo quando jovem) está envelhecendo.
A ignorância se tornando senil.
Os ossos dessa sociedade estão apodrecendo e o corpo caindo.
Comprar parlamentaresO cacique comprou parlamentares – foi notícia não “comprovada” da semana.
E veio um pefelóide babando – ignorantes, burros como sempre, como o chuchu que estava na foto escrota ao lado desta frase a que nos referimos, naquela trolha – que o çapo teria “exportado o mensalão”. Que beleza.
Esse imbecil deu o mesmo nome a uma prática do çuvaco fh-se, que conseguiu a reeleição assim. E veja que, naquela ocasião, quem mais ganhou foram os próprios cães que babam.
Não é por acaso que aqui afirmamos que essa gente é burra.
O nosso dinheiroVeja o que fazem com o nosso dinheiro; o governo distribui licitações.
As empresas que “vencem” são as mesmas doadoras da enorme maioria das partes à campanha do “governante” em questão. É coisa da ordem das centenas de milhões de reais.
O próprio tesoureiro da campanha que é acusada (a do chuchu, por supuesto) desta prática tão comum se encarrega de dar a solução: fornecedor fica de fora, sim, pois presta serviços para ganhar dinheiro público, bando de canalha.
Político que não presta contas à justiça eleitoral tem de ter o cargo suspenso, explicar no tribunal porque demorou a prestar contas e, se a explicação não convencer o júri popular, o sujeito terá de prestar serviços públicos e perde op cargo, que é remanejado ao candidato imediatamente mais bem votado.
CONSEGUIRAMA tarifa já foi tida como algo normal no valor que os cães queriam e a mídia, agora, se encarrega de deixar as manifestações nas páginas policiais, pois estudante agora também é assunto de polícia. E então frizaram a ‘ausência de liderança’ – são simples bandos, baderneiros, sem-causa.
Tanto que uma estudante “ouvida” pelo repórter daquela trolha negou que se manifestava contra a tarifa. Meu, era contra o preço, meu, que a facu tá cara, meu. E sexta, meu, é dia de breja, meu, tá ligado?
Malditos cães.
Um país que se deixa ter surto de sarampo não pode ser um país de verdade jamais.
InternacionalÇangue de barataO México demonstrou muito bem o que é o efeito das oligarquias quando o povo não necessariamente engole o próprio sangue de barata. Aquele “incidente” não ocorre na nossa “casa do povo” pois o povo aqui foi “pacificado”, amordaçado, vilipendiado.