domingo, julho 20, 2008

Murar

“NE SERVI
NE PADRONI”


Luto
Faleceu Dercy, uma artista gigantesca e anciã.
Será sempre lembrada, do jeito que for. VIVA!


Vivemos a ausência do poder público enquanto República.
Falta ao nosso povo escola, saneamento básico, hospital, planejamento urbano, acesso à cultura de verdade.
Neste desastre moral há ausência de civismo que causa crucial despreparo para o republicanismo.
Alçamos então o çapismo, desdobramento forçado do tucanocratismo.

A claçe alta está mais alta, e a renda nivelou-se por baixo. O que acarreta esse quadro?
As “posições” sociais distam-se vertiginosamente.
Nossa çoçiedade é como uma
Torre no Pântano
O aumento da classe mais baixa, cheia de crédito enganador promoveu a fúria consumista. Somos uma sociedade de gente cuja educação é nivelada por baixo, como sua renda. Gente falida econômica e moralmente.
A elitização tomou rumos absurdos.


Editoriar
O que está acontecendo no Brasil é a deflagração de uma crise, endêmica e ininterrupta, da forma mais contundente possível e nunca antes vista.
Não se compara a nenhuma outra e envolve TODOS os setores, público, financista, dos três poderes, da justiça, etc. É mais que problema político, econômico ou social, portanto.
Somos uma sociedade doente, um Leviathan em estado latente de espasmos mortais e há toda uma tentativa de implosão deste quadro infecto por parte do topo da pirâmide çoçial brasileira, que demanda vetores para a base de forma a coagi-la.
Coagidos, nós teimamos em fingir indignação. Mas levamos a mediocridade da vida em busca de riquezas e mais riquezas, apenas pela riqueza e nada mais – e não em busca de conhecimento e amor, como deveria ser –, como querem que nós levemos.
ACORDA BRASIL

Sinais trocados
Depois de avalizar o afastamento do delegado que mandou prender o orelhudo, dono desta privada pública do Brasil, o çapo arrota que ele não deveria sair, para que termine de fazer o relatório final da investigação. Tudo porque o delegado não pode dizer que tiraram ele.
Esquizofrenia çapal.
Ele está morrendo de medo.
Partiu, veja só como são as coisas do çapismo, da comandanta, a decisão do çapo de sair do Planalto arrotando sandices e jogando seu cargo na cara do delegado, e esfregando.
Delegado que cumpriu parte de seu trabalho, com a competência pela qual foi aceito na corporação, e impedem-no de fazer o resto. Ocorre que um grupo da própria corporação o espionava. É expressa a indignação, em documento, do delegado, de ter vazado a informação, da ocasião na qual o ex-prefeito do babaluf foi divulgado em seus pijaminhas..
Nesta teia tão mortal de “pudê” saiu o çapo aconselhado pela comandanta a fingir apoio público à ação, no momento em que emperra tudo por meios escusos, e a investigação sofre baixas por conta de “férias”, “cursos”, e quetais.
Tudo por que a investigação chega nele, çapo.
Dilema, não? Ter de salvar o adversário para se salvar.
Fato é que, ou salva o inimigo, ou sai ferido de quase-morte. Na incerteza de que o inimigo o salvaria em ocasião semelhante, quando dos sinais trocados.

Ah, o orelhudo?
Este se coloca de escanteio, junto ao ministro do çupremo e o libanês. E não tentem se convencer do contrário, espera que tudo caia de fato no colo do çapo-tucanocratismo.
Tem absolutamente tudo pra cair e, ao ver deste palhaço, o jêniofinançista orelhudo não erra em sua aposta.
No caso de dar xabu ele pegaria sua fortuna, digna de um sultão, e se “arranjaria” do “jeito que fosse”...
Sobra um país inteiro aos pandarecos, destroçado, mal-acabado, um acampamento provisório de almas em estado semibestiais, em ruínas. Um Leviathan decepado.

No próprio rabo
A insistência em dizer que o delegado quis sair para estudar e que, de “forma alguma” a pêéfe não tirou férias dele, aparelhada que está pelo executivo, é mera pecha inútil do çapismo no “conservar aparências”.
Tanto que, ao sair para o estrangeiro, o çapo desdetermina que o delegado “tenha que cumprir suas funções”, tal qual o script mal enredado da comandanta dizia para ele fazer.
Enrolam-se tanto no próprio rabo que as aparências enganam a eles mesmo. E nós, vamos fingir que não nos enganamos com estas aparências... até quando?

Ridículos do caso
O maior empréstimo da história do banco do dom João, o bb, foi para comprar ações da empresa na qual o orelhudo enfiou seu rabo torto.

Tiraram férias também do juiz. Ele, com lagrimas nos olhos, se diz exaurido. A quem acham que enganam?...

A idéia çapóide de liberar trechos de uma conversa do delegado proto-gênico apenas para “mostrar” que ele “quis sair” – e “não foi saído”, como de fato foi – saiu pela culatra, e com isso todo o script mal-feito da comandanta.
Mal ensaiada, a ela não convence.
E não passa de mentirinha tal qual a autora e o ator da mentira o são: mentiras.

Pulititicas
O çenado suspendeu aquela escrotice de criar 388 cargos comissionados a dez mil por mês SEM CONCURSO PÚBLICO, e seu argumento na foi o da imoralidade, ou da inconstitucionalidade, ou a afronta ao espírito público. Nada disso.
O argumento foi o mais eleitoreiro possível – pois nossa “política” se resumiu a isso, e nós acatamos em pestanejar. É que isso poderia “ARRANHAR” a “imagem” do çenado.

Tanto que o problema para essa canalhada não é se os “nomes” estão envolvidos em escândalo, mas se terão ou não que ser fotografados com algemas...

Não vai adiantar ao nuncaçabe aumentar em 50% o tempo permitido para o uso do bilhete de transporte. Não só porque é eleitoreiro descaradamente, e felizmente o povo não é tão burro assim. É que a vaca amarela ainda poderá usar o argumento de que no tempo dela o tempo era ainda maior...

Ecocônómicas
Nunca achei que pudesse ver manchete assim na trolha, que joga pelo orelhudo sem pudor, mesmo estampando em suas capas aquela frase do “serviço”
Por causa dos imbróglios do orelhudo, o acordo “broi” “se complica”.
Se não fosse fumaça, diríamos e poderíamos até dizer “que bom”.
Mas não se enganem...

Aumentar salário dos professores dá um rombo tremendo.
Esse é o foco da imprença dos abutres, depois do governo eleitoralmente conceder aumento de “salário” aos professores.
Todo o problema social advindo do aviltamento da profissão republicanamente mais importante da humanidade fica em décimo plano. É o elitóide-cretinismo.

Prova de higienização e elitismo é esse “bulevar” da Vila Madaloca.
Os “alternativos” foram substituídos por quem tem mais dinheiro, graças ao esforço da privada pública.
Essa é noça çoçiedade.

Internazionale
É muito engraçada essa posição chavista não-declarada de propor às farque que promovam uma “solução negociada” com o governo oficial da Colômbia.
Se o propósito fosse “negociar”, isso teria sido feito há muito tempo. Enfim, que papo é esse, não é mesmo?
Lembra o medo do çapo...

Intervenção humanitária é conceito que precede, e muito, o bushitismo mas, sendo a lesma lerda, se confundem "conceitualmente". É a mediocrização elitista do mundo.

domingo, julho 13, 2008

Murar

O que o homem virtuoso busca está nele mesmo.
O que o homem inferior busca está nos outros.

F.W.N.

Oportunidade...

Esse caso do ‘orelhudo’ envolve muito mais coisa do que aparenta envolver. É coisa que começa na mente doentia de um financista tão competente quanto pilantra, e termina em sacanagens federativas.
Pouco poderia acrescentar do que é dito na imprença com relação a isso.
O tal do jeferçon já dizia que o caso do mençalão era mero varejo. E realmente, dinheirinho de pinga pra legislativo foi o crime menos grave que o jovem mister-burns financista cometeu.
Fato é que dizer que envolveria todo mundo, se participássemos de um país sério, seria chover no molhado.
Sobraria apenas um juiz de verdade, e de primeira instância, que mandou todo mundo preso. E que por isso periga sofrer ‘consequências’. Não podemos duvidar.
O orelhudo já dizia que poderia contar com o çupremo. Quando esse prizidente, que mais parece aquele personagem da ‘praçaénossa’ – o ‘Deputado’, quem tem a infelicidade de conhecer sabe do que estamos falando – chegou a sentar ali, já dizíamos aqui (poderá fazer uma busca por “prizidente do çupremo” ali na busca do blog) que seria um golpista fascistóide. Não deu outra. Mandou soltar o seu comparça financista, comparça que o tem no bolso, por duas vezes.
Estamos à mercê das oportunidades do orelhudo.
E não adianta a pêéfe fazer coisinhas.

Nesse caso é fato que o fascistóide do prizidente do çupremo deverá cair, pois o elemento que dá embasamento ao seu ábeascorpus para o comparça é simplesmente ilógico em sentido republicano.
Senão vejamos; pode haver insurreição quando se cumpre o dever, caro ministro, caro(a) leitor(a)?
Uma vez que o sentido do dever é puramente republicano, e é cumprido, não pode haver insurreição.
Há insurreição, sim, quando o çupremo arrota que foi desrespeitado, uma vez que A LEI FOI CUMPRIDA. É muito simples a coisa toda.
Que caia, que caia a corja toda. Um por um, mas todos.
Aliás, vai começar a cair gente que vai ser uma enormidade.
E tal como o Clube Mais Brasileiro, vão cair para o çapismo permanecer e vigorar, sob a pecha da falsificação dos valores. Explico.
“A justiça funciona”, dirá o çapismo, e a muitos acreditam piamente. Mas note que não é a justiça, e nem funciona. Pois puliçafederal não é órgão para, e nem de, justiça; e é mentira que funcione. Mas o çapismo prevalecerá nos moldes do ‘antes isso que o outro disso’. Ou seja, mediocrização declarada, comprada, assumida, engolida. Engolir sapo, eis o que sabe fazer essa çoçiedade.

Então somos obrigados a ver uma obrada-prima de um puliça brasileiro, aquele relatório proto-gênico. Aliás, deveria nos ser natural a percepção do desenvolvimento histórico da figura da puliça. É que na idade media essa figura era o lacaio do rei, e aos poucos foi se deixando reduzir a jagunço executor, o carrasco, e o carcereiro.
E então, com um discurço no terracinho do rei, o ministro do rei elogiaria a forma como ele chicoteou, açoitou, cortou mãos, pés, pernas e braços do condenado, como as partes intimas fora marcadas com ferro incandescente, etc, etc.
Hoje, nesse Brasil, temos o tarçogenrro elogiando a obrada desse lacaio na condenação do acusado (ah, desenvolvimento terminológico da hipocrisia...) e diz que ele teve MOMENTOS de INFILTRAÇÃO de ALTA QUALIDADE.
Nem adiantaria esse çábio çapista do mini-stério da “justiça” tentar explicar essa besteira que arrotou.
Temos, no fundo, uma outra obrada-prima, agora deste mini-stro.

A lei no Brasil perdeu seu sentido republicano. Virou de uma vez coisa mais ligada ao mercado de favores e agora serve apenas ao mercado magistrado dos financistas.
Este é o topo da çoçiedade, que drena vetores para o baixo da pirâmide çoçial.
Assim, cerceia sua base. E mantém o status quo.


Exceção...

Apenas em um Estado de exceção assistimos à execução fria da polícia.
Que ocorria livremente na calada da favela, do matagal, do morro.
Aconteceu de a polícia metralhar o carro de uma mulher com três crianças e matar uma delas. Tiro na nuca.
De onde parte a ordem para os tiros na nuca de uma criança inocente (importante frisar, visto que se perdeu a noção da inocência nesse país), penetrada por uma bala da polícia militar?
O dedo do gatilho, se não tem discernimento suficiente para distinguir modelos e cores de carro, deveria estar cortado da corporação desde o princípio.
Mas teoricamente ele atira por ordem superior. Eis aqui um problema chave.
Que nos demonstra cabalmente a Exceção deste nosso Estado.

Impedimento...

De como o ‘Estado’ (sic) brasileiro impede o pleno exercício da cidadania, e de como seus cidadãos se esquecem do que vem a ser um Estado pela ausência de um.

O Brasil se inventou, desde seu princípio, de tentar ser liberalóide.
É que só conseguiram – esses do ‘controle’ – serem fascistóides com requinte elitóide-escravocrata.
Isso faz com que o ministério “público” impeça o cidadão de fazer o que bem entenda, mas também permite ao Estado não fazer o que bem deve. Mesmo que o cidadão trabalhe, pague imposto e vote em dia.
Aquele caso do casal processado pelo emepê, nas Minas Gerais
Só gostariam, por um entendimento puramente ideológico, que os filhos ‘aprendessem de verdade’, pois alegam que a educação pública (DEVER do Estado) não seria boa aos seus filhos.
Cada qual com seu julgamento, correto?
Não para o ‘Estado’ (sic) brasileiro.
Ao invés de focar seus esforços na TAREFA de trazer o desfavorecido para um patamar de dignidade humana – comida, roupa, casa, educação, transporte, trabalho –, este povo, que não possui cidadania nem emprego nem escola, se preocupa em despender TEMPO e DINHEIRO PÚBLICO para resolver um problema meramente ideológico (que a imprença abutre foca como se fosse uma coisa e tanto para se discutir) que NÃO INTERFERIRÁ EM NADA NOS PROBLEMAS REAIS DO PAÍS. Claro, admitindo que isto é um país, coisa da qual podemos duvidar em certas circunstâncias.
Ou seja, o emepê não é NADA republicano.
Queriam transformar um problema da baixa política em problema criminalístico. Abutres.
Mas tampouco são republicanos os pais da criança, uma vez que deseducam socialmente seus filhos ao impedirem-nos de participar de um ambiente escolar, seja como for este ambiente.
Alegar incompetência estatal não é argumento, se fôssemos partir da premissa de que somos republicanos.
No caso de formos republicanos, algum dia, teríamos de querer começar a pensar muitas coisas, muitas atitudes.

Isso sem falar na tolerância zero ao álcool no volante.
O suposto cidadão ao fazer as supostar aulas e o suposto teste de direção, supostamente aprende que a lei não lhe será condescendente se for pego alcoolizado no volante, certo?
Mas, lei sobre lei, o fachismo fala sempre mais alto.
Agora temos que soprar canudo para provar ou não embriaguez, mesmo se não quisermos.
Somos impelidos pela lei que deveríamos apenas seguir e levar em consideração, sendo que deveríamos tê-lá, republicanamente, como um DEVER, que é coisa bem diferente de obrigação, pois parte de nós e não da coação externa.
Por isso driblamos a lei. Estado de exceção...

Ecocônómicas

O prizidente da república confirma a inflação. Tanto que aumentou o borça-familha.
A solução do peba-palaciano, frente a todo o problema da inflação e da distribuição de renda e de terra nesse país, que se agravou com relação aos outros tempos de inflação, é aumentar o “valor” (sic) “distribuído” (sic) pelo borça-familha.

Corporações transnacionais obtêm lucros recordes com “alimentos” (sic) industrializados, enquanto pelo mundo se passa muita fome.
São DOIS BILHÕES DE MISERÁVEIS, número que aumenta ano a ano.
Grotesco é pouco. Esse cenário é infernal.
E a culpa não é da especulação petrolífera. A culpa é da suposta especulação alimentícia.
Como se o milho fosse tão capaz quanto o petróleo de garantir lucros exorbitantes quando seu preço aumenta mais de 100% em menos de dois anos.
Até porque não existem safras de petróleo... E todos “nos alimentamos” dele. Mas nem todos comemos milho TODO DIA.

E então, no caso da luta pela reforma agrária, os abutres focam apenas nas invasões, e deixam de lado a informação necessária de que É VITAL a necessidade dela.
Como se ela fosse impensável, ou desnecessária.

Falou-se em “mão invisível” do mercado.
Falou-se de “mão dura” do Estado.
Mas no Brasil devemos chamar de “mão leve” da máquina de privilégios.


A Amazônia hoje está preste a ser tomada como zona neutra.
Qualquer um põe a mão.

Pulititicas çapóides

O çapo deu mostras do que será quando sair da prizidência, que é mera condição a que a que está, que ele trata como mérito quando deveria tomar a coisa toda como jugo.
O que foi arrotado com a çabedoria çapóide nessa cúpula do gêoito foi de uma demagogia hipócrita inovadora, e é nada mais que o que será desse çer ignóbiu a vida inteira: se tornará um arrotador de porcarias na condição de “padrinho dos pobrinho”, um bilionário especulista (em São Bernardo já inaugurará dez torres para faturar por baixo cinco milhões...) que usa os pobres para fazer sua imagem multi-facetada e multi-FALSEADA.
Nada mais que isso.

O ziegheilunger, que quer dizer “manga à beira do precipício” na língua barbaresca, mostrou sua cara, e a mais obscura face do çapismo traidor, ao proibir o IPEA de trabalhar como deve, só por causas eleitoreiras.

O çapo acha que a lei eleitoral que impede repasse federal aos municípios nos três meses que antecedem o pleito é uma coisa hipócrita.
Ele bem deve entender o sentido do termo para usá-lo assim ao bel-prazer, uma vez que a vida dele está imersa em tal sentido.
A lei não seria hipócrita se fosse apenas para cercear a própria hipocrisia.
Não, ela não tem nada de bom, de fato. Nada de saudável.
Sua origem e seu fim estão imersos no mesmo caldo original do çapismo.
O golpe sobre o golpe. O cúmulo da hipocrisia, portanto.

Daí o çapo quer promover a cirurgia sexual em hospital público.
Não podemos impedir ninguém de cometer o que queira cometer.
Mas REPUBLICANAMENTE devemos pensar: ISSO SALVA VIDAS?
Não.
Quanta gente há a espera de cirurgias do coração, dos rins, etc, etc?
Portanto o que é urgente? E o que é absurdo político autodeclarado?

O movimento de diminuição da população dos municípios interioranos é nada mais nada menos que uma das faces da elitização.

Jingle paulistano: “deixa a vaca trabalhar”...
Aliás, que belo passo para a sua “carreira” política, dona vaca amarela. Apoiar pimpaulinho e, além de defendê-lo, desagravá-lo de toda a merda.
Um caso em que a vaca amarela engole toda a bosta da panela.

Espasmos

Damas da noite perfumando o minhocão...
Hahahahaha

Usuários de crack migram de esquina conforme são demolidas. Parabéns pelo mundo que deixaremos para os netos.

Encantador foi um editorial da trolha (que se prova a seviço de si e de seu fachismo ridículo), mês passado, a meter pau no berlusca. O roto falando do rasgado.

Bateu o desespero no chuchu, no mês passado, e ele colocou o prizidente da tucanocracia paulista para dizer que o vampiro seria apoiado em 2010...

O chuchu pode até ter conseguido ser candidato.
Mas o vampiro não é bobo. Sabe o que isso acarretará. Tudo seguiu como antes depois do “acordo”, mas agora ainda mais temperado pela demagogia tucanocrata.

Um boçal condenável por corrupção arrota: “morava no jardins e a fui morar na pompéia”.

O estrago, jornal “conceituado”, em certa capa de um sábado, errou ao dizer que a pêéfe teria desfeito algum esquema de desvio de verbas.
Não, haviam apenas prendido uns ladrõezinhos. O esquema continua lá, firme.

Acharam gelo em Marte.
Mas a viking já havia achado, segundo o próprio Raulzito.

Daí soltam dona Ingrid, e o candidato quase-derrotado do bushit passeava pela Colômbia. Lugar certo, hora certa. E nós nos fazemos de cegos...