sexta-feira, dezembro 08, 2006

Teresa Social Club

Tetê, a Terrível
(cheia de dentes no Parque, sabadão de sol)



Dançando flamenco na escola
essa Princesa é do balacobaco e do teretetê


Relatório da escola. Uma das coisas que mais me emocionaram (e à Mamãe também!) na vida. Segurem o choro...

Teresa Lisboa Gonçalves

T
eresa começou a freqüentar o Espaço da Vila no final deste semestre.
Inicialmente, demonstrava atitudes comuns para o período de adaptação das crianças. Circulava pelo espaço, explorando os brinquedos, observando os colegas em atividades e brincando, principalmente no circuito da sala das bolinhas e nas motocas do solário.
No decorrer da sua adaptação, recebeu o apoio do seu tão querido vovô. Logo no primeiro dia, Teresa nos recebeu com muita simpatia e disposição, aceitando muito bem nosso acolhimento. Parecia que já estava há muito tempo no Espaço da Vila!
Sua adaptação foi muito tranqüila, possibilitando a separação definitiva, logo ao final da primeira semana.
Teresa se destaca pelo bom humor e alegria. Estabelece diálogos com todos que dela se aproximam. Quem não conhece a Tetê, nossa simpática tagarela? rss
Muito vigilante e ativa, está sempre observando, para depois repercutir o que vê. Assim ocorre durante as brincadeiras e rodas de música, no calendário e nas atividades de artes, sempre atenta às novidades da nossa rotina.
Sua entrada é tranqüila e marcada por um ritual. Chega com o seu famoso pãozinho com requeijão; gosta de entrar, já andando, e explorar os carrinhos e o cavalinho de madeira, localizados na entrada da sala das portinhas.
Já reconhece grande parte dos amigos de seu grupo e de outras turmas. Nicolas, Miki e o Kiko (Tito), por exemplo. Por serem os primeiros a chegar, permanecem, por um bom período, brincando juntos até a chegada das demais crianças.
Tetê costuma aproximar-se dos amigos e dizer seu simpático “Ooi, a Tetê!”.
Estabelece boa relação com os colegas de turma. Entre todos elege a Rita, o João Ribeiro (que ela adora!), Júlia sua companheira de cantigas de rodas e Marina, sua mais nova amiga.
Seus conflitos surgem ao disputar um brinquedo que esteja com outra criança ou vice versa. Nestes momentos faz-se necessária a intervenção da educadora. Teresa aceita muito bem os limites colocados e entende que deverá esperar um pouquinho para brincar com o brinquedo que o amigo está usando.
Dificilmente chora, quando se sente incomodada por algo e sabe dizer ao amigo quando não está gostando de qualquer atitude que não a agrade. Nessas disputas, por exemplo, quando um amigo pega o que é seu, Teresa segura o objeto com força e diz “muito brava” que é dela. “É Tetê!”.
Suas diversões preferidas são com as cantigas de roda. Caranguejo peixe é está entre suas músicas mais executadas.
Diverte-se também em brincadeiras com bolas, motocas, bonecas, casinha, no circuito da sala das bolinhas e no tanque de areia.
Nossa primeira atividade do dia é a roda de suco. Tetê por ser uma criança que se alimenta muito bem, come a bolacha e bebe o suco “Dudo”, repetindo por algumas vezes. “Mais boaça!”.(bolacha!)
Participa com muita desenvoltura em todas as propostas que oferecemos em nossa grade de rotina. Sempre atenta, consegue envolver-se com todas elas. Quando vê algum suporte fixado na mesa, pega o primeiro lápis que encontra e inicia sua atividade. (A questão é que muitas às vezes as atividades não são da nossa turma!!! rss.)
Sua relação com as educadoras é cercada de muita intimidade e carinho; Teresa nos chama pelo nome - “A Manu!”, “A Paia” e “Géica”.
Em tão pouco tempo de convivência, Teresa já demonstra avanços em sua oralidade, formulando frases e aprimorando seu vocabulário. É muito comunicativa, nos avisando quando deseja algo ou necessita ser trocada. “Tetê te totô!” - Tetê fez coco!
Compreende, com muita clareza, as nossas solicitações, e, da mesma forma, é possível compreendermos o que deseja verbalizar.
Teresa é uma entusiasta de nossas rodas de música! Observa e reproduz os movimentos realizados pelos amigos. Sempre sorrindo, dança e bate palmas. Principalmente quando reconhece a música. e entre elas estão “Borboletinha”, “Sapo Cururu”, “Pato” – que Adora! , “Cai cai balão”, e “Sopa” – do Palavra Cantada.
O momento de areia é muito prazeroso para a nossa pequena. Com muito envolvimento, faz e oferece bolos e chás. No início da sua adaptação incomodava-se em ficar descalça e sujar seus pés. Hoje, já pede nosso auxílio para retirar as meias – “A Paua tia a pé a Tetê!”.
Retira com facilidades os seus sapatos. Por sinal, ficar descalça é o que ela mais ama! rss!
Diariamente são montados circuitos que visam favorecer o aprendizado de habilidades motoras, compatíveis com as capacidades dessa faixa etária.
Neles as crianças são incentivadas a enfrentar diversos desafios motores, dispostos em um percurso a ser transposto; dependuram-se em cordas, rolam pelo colchão, saltam e se colocam em situações nas qual o equilíbrio lhes é exigido. São iniciados com um alongamento para aquecer o corpo e prepará-lo para os desafios que percorrerão pelo trajeto.

Nos circuitos, Teresa realiza os movimentos em cada módulo, com o auxílio de uma educadora; consegue manter a ordem do percurso, mesmo quando não a orientamos passo a passo. Tem preferência em utilizar a cama elástica, o escorregador e em transpor obstáculos, como as teclas utilizadas para esse propósito.
Teresa permanece um longo período envolvida nas propostas de artes. Pinturas com rolinhos e desenhos com o giz de cera são suas atividades preferidas.
Segura o giz com as duas mãos e com elas desenha, simultaneamente. Nas propostas com tintas, não tem como habito melecar-se ou ficar incomodada por estar suja de tinta. Consegue apoiar o pote em uma mão e o pincel em outra, mostrando grande destreza.
A roda de calendário é um evento que ocorre diariamente em todas as turmas do Espaço da Vila e foi pensado como um instrumento de agregação e formação de identidade do grupo. Nela usamos um calendário, onde são registrados, com desenhos, os eventos mais importantes que marcam o dia a dia daquela turma. O desfralde de uma criança, o aniversario de outra, o abandonar da chupeta de uma delas ou a viagem especial de outra. Ou, ainda, a chegada de um novo amigo. Enfim, tudo o que diz respeito aquele grupo é registrado. O que menos importa é o conceito do calendário em si, que por sinal é apreendido.
Nas rodas de conversas e calendário, Teresa permanece atenta sem muitos relatos; apenas aponta os registros apresentados no calendário. Como o de sua entrada no Espaço da Vila. Aponta para o desenho e diz “A Tetê!”.
Os livros são suas grandes paixões. Sempre que encontra um em seu caminho, folheia e realiza uma breve “leitura”. Durante as rodas de história, permanece bem quieta, contemplando o livro, como se quisesse “mergulhar” pelas páginas em suas ilustrações. Em nenhum momento interrompe a narração da educadora ou mostra impaciência em permanecer na roda.
É chegada a hora das crianças relaxarem. Somente as que ainda possuem tal necessidade, como é o caso da Tetê. Mostra-se sonolenta por volta das 11h, contudo consegue participar de todas as atividades, até o momento do relaxamento, com muita energia.
Dorme por apenas 20 minutos e não mostra resistência em receber o auxilio da Amanda, que troca sua fralda, antes do soninho. Teresa é uma das primeiras adormecer, com muitos cafunés e uma suave melodia.
Após acordar, é chegada a hora do almoço.
Teresa é uma criança que se alimenta muito bem e com muita independência, necessitando de pouco auxílio dos adultos.
Verbaliza quando deseja mais comida. “Da banana!”.
Não recusa alimentos e gosta muito de uma saladinha e de frutas. Pêra é a sua preferida; em segundo lugar vem a banana.
Após o almoço, seguimos para a escovação de dentes, quando também nos auxilia na entrega das escovas aos demais colegas. Reconhece todas as crianças e costuma repetir os nomes dos colegas, enquanto faz a distribuição.
É muito prazeroso contar com a alegria da “pequena e grande” Tetê.
Sua alegria e bom humor são contagiantes. Quem resiste aos seus “Tetês?!”, "Mamães" e "Papais"? rss
Envolve-se, cada dia mais, nesse mundo de magia que, pouco a pouco, descobre. Adora colocar fantasias e circular com grande autonomia pelos diversos espaços. Entre um trajeto e outro... “tricota” com um, dá uma observada na turma dos bebês -“A nenê!”, senta na roda de suco de outra turma. Sempre antenada em todos e tudo.
Obrigada, Paula e Filipe, por nos presentear, todos os dias, com a alegria e presença da Teresa, convidando-nos a fazer parte da sua educação.
Sejam bem vindos ao nosso mundo do Espaço da Vila!

Monitora: Ana Paula Carrascosa Vasco
Orientação e Revisão: Ana Paula Yazbek
Novembro/2006

Murar

A “democracia” violentada
Prova da panacéia
O
çupremo acabou por derrubar a cláusula de barreira que determinava aos partidos nanicos no mínimo 5% dos votos para deputado, para que pudessemn fazer parte de comissões na câmara. Não é, portanto, “barreira”, como os liberalóides chamaram, eles que aproveitam o aluguel de certas siglas meretrizes, mas é, sim, o quanto o partido é partido de verdade (se é que existe tal qualidade nesse país).
Não é inconstitucional como querem esses cães que babam na majistratura, mas uma forma de proteger a tão maltratada política (se é que podemos dizer que ela existe mesmo por aqui) da panacéia. E a panacéia venceu, por voz da “justiça”...
Esse marquinho deixa mais uma vez sua marquinha inconstante.
Não existe esse massacre das minorias, com o que os nanicos pretendiam desviar o foco, mas existiria sim o quase impedimento do estupro dessas minorias por partidos grandes. Ele continuará.

chinalhada
Aliados” já abandonam o barquinho do chinalha, que terá de desistir do sonho de ser prizidente da câmara. Derrota para o pardinho.
Os ratos pulam fora do barquinho por conta do fisiologismo que assola a política (que, em seu blog, o ex-gordo jéferçon chama, liberaloidisticamente de pulititica com “p” maiúsculo). É um bando. E aquele berezovisqui virá para engrossar a equipe. Pobre Brasil.

O petê já admite que suas contas, erradisiimas, podem ser aprovadas “com ressalvas”. É o cúmulo da canalhice.

Piratininga na lama
O povo votou num vampiro. Quem governa é o vicezinho, um ser nulo. E o estrupício quer criar um “seguro contra chuva”, sendo que o nosso seguro são os impostos pagos com sangue e suor, e o VOTO na urna (ele não tem nenhum, portanto é descompromissado. Seu compromisso é com a corja que lhe assegura o cargo).
Nunca se sabe o que mais um cãozinho babando pode transmitir de doença.

Para o pilantrinha buçinguer, a implantação do bilhete único foi apressada e não planejada, por que: 1) não foram os cãezinhos que fizeram, dado que nunca fariam, pois 2) isso ajuda as pessoas, ajuda o trabalhador, dá mais dignidade que ficar pagando a cada viagem, e o povo gosta.
Cães não gostam do povo, então precisam achincalhá-lo. CARROCINHA virá pegar safado pilantra assim. E o pior é que não será possível sequer fazer sabão com essas gorduras podríssimas...

O pilantra berezovisqui vê sua estada em London terminar, pois o governo que o acolhe aos poucos acaba, vai indo embora. Será extraditado por qualquer outro governo que chegar. Planos?... Esse país sem lei, talvez o melhor paraíso para pilantras milionários depois da terra dos anglóides. Sugando o sangue do povo brasileiro – e pior, o sangue Corinthiano.

Mosqueteiro

Só o Guerreiro salva a Nação das mazelas
Movimentos
A
ntônio Carlos Zago (cujo nome já designa sua função), Christian (atacante) e André (belo nome, goleiro) do juventude, aquele que foi goleado no Templo Sagrado neste último domingo, estão nos planos de Leão. Marinho acertou seu salário, fechou novo contrato e seguirá no Coringão o ano que vem. Há ainda o Jean, goleiro da Ponte (só jogador de time que foi rebaixado???) e um tal de Arce, atacante do oriente petrolero da Bolívia. Tudo certo e nada resolvido. Nada mesmo.

Um edital convoca para reunião ordinária do Conselho no próximo dia quatorze.

tradituri
N
o terceiro filme da trilogia cinematográfica do Godfather, antes de Michael ter sua grande crise bravíssima de diabetes, ele diz, com aquele gesto siciliano que exprime todo o ódio do mundo: “Tento sair. Quando penso que consegui, eles me puxam de volta!”.
“Está na hora de agir”. Com esta frase o berezovisqui anuncia que não entra em um negócio para perder. O pardinho está ao ladinho dele, debaixo e sobre os panos imundos da mesa podre. Está ali também, naturalmente, o çapo. O lavador quer irrigar com sua água suja imunda não só o Corinthians do Povo, como vários setores da economia desse país-prostíbulo.
Mas o Corinthians não é um negócio. E quem diz que é “corintiano”, vindo com um papinho desses, merece arder no fogo lentamente.