domingo, outubro 15, 2006

Teresa Social Club

Comadrinhas em Peruíbe

Teresa, em viagens, sempre se desenvolve, em poucos dias. A mudança de ambiente, de ares, transformam esta maravilhosa princesa, e sempre foi assim, desde que ela era pequenininha. Lembramos que, na primeira vez que ela viajou, veio pra Peruba. E em dezembro, quando viemos, foi a vez em que ela ficou sentada, sozinha, pela primeira vez.
Por isso, se as viagens ajudam em seu desenvolvimento, Peruíbe pode ser considerado desenvolvimento puro! Ainda veio uma vez só com o pai e a Vó Flavia, e outra vez só com a Vó Silvia e o Vô Guliherme. A casa de Peruíbe é, muito, a sua casa.
E dessa vez pode brincar com a comadrinha, que também está na cidade! Na cidade, porque com essa garoa não tem praia...
O primo da Isadorinha, o Gabriel, não pôde, também, brincar na praia; ele queria soltar uma pipa.
Ficamos em casa, e as duas comadrinhas sempre naquela relação de amor e ódio, brincam e brincam, mas também brigam.

E Tetê não teve a possibilidade de ir junto com a Comadrinha correndo em direção ao mar, mas tomou coragem, que não perde mais, de ir andando feliz em direção ao mar. Foi com a mamãe, lindas, mas estava frio e só molhou os pezinhos. Depois, com o Vô, se empolgou e foi mais fundo, chegando a cair na água e levantar, SORRINDO, felicíssima, sem susto nenhum. Este foi o feriado da Princesa; chuva, mas aventuras. Neste domingão de manhã, pelo menos, pegou um solzinho.

Murar

Editoriar
A
s calotas polares já iniciavam, há mais de duas décadas, o processo irreversível de degelo e o conseqüente aumento do nível das marés, contribuindo para se observar macrocosmicamente que há um desequilíbrio gritante na humanidade e na relação com a natureza, e o superaquecimento do efeito estufa deixa de ser só causa para ser visto como conseqüência, cíclica, de todo o processo.
Esta semana que passou houve um incêndio na Austrália (comum na região, mas não nas proporções que tomou) é um substancial alerta.
Assim como esta eleição que se aproxima, um aviso da ausência de possibilidades.
Os deuses estão dizendo, com isso, à humanidade, que a raiz dela passa a apodrecer, e que a falência orgânica generalizada não tardará a subir ao caule, aos galhos, às folhas.

“A minha vida pública é uma continuação da privada”
B. de Itararé

Não existe programa de governo, não existe política; o futuro, que será de um desses porqueiras, “candidatos”, ou seja, desses ófiçebóis do crime e dos banqueiros, é deveras perigoso.

Esse papo de que o çapo copia as ações programáticas difamadoras de campanha do cocollor/89 é verdade, mas é incompleta. Pois não é só o çapo que o faz, senão todo “ser-político” desse pobre aviltado país.
A cu-t, a une e o mst fazem propaganda contra o chuchu. Os adevogados dizem que é a mesma coisa que fazer propaganda para o çapo. E é. Mas isso é Brasil. Tanto que eles já começam ameaçar um estado de perene conflito entre entidades e governo caso o chuchu seja eleito, colocando de refém, na berlinda, o povo. Isto é Brasil e sempre foi assim.

O çapo, alguma hora, vai precisar dar seus amigos para o abate. Não conseguirá segurar tanto, ainda mais se for o prizidente de novo. E até porque é cada hora um amigo que vai pro saco...

E quer dizer que o negócio do çapo é mandar seus empregadinhos falarem as besteiras todas para depois dizer que é “desproposital” esses aloprados fazerem isso. Dessa forma ele espera se safar das duas culpas, a de caluniar e a de dar ordens criminosas. Que beleza.
Não, o melhor é que a cada dia é uma besteira nova que sai da boca de algum petelóide. Mas isso tem onde parar.

É natural que o çapo já se cague de medo da disputa para a presidência do senado e da câmara. Para isso fechou com a maioria das raposas, governistas ou não, um pacotão para o covil inteiro. Espera que, desse pacotão ao menos a governabilidade lhe apareça. Mas fica sempre a duvida, e o çapo nunca andou em linha reta, e de tão combalido que está, sequer faz o 4.

Pobre chuchu. Foi a João Pessoa e a própria campanha esqueceu o jingle para usarem na carreatinha cuspóide! Ele é constantemente sabotado, de dentro, e resiste nesse papelão. Insiste... Nada além de intransigente e obcecada ambição explica esta obsequiosa atitude para consigo mesmo...

O bigode, já sem saída, admitiu que se encontrou com os aloprados antes de acontecer a negociação do doçiê.
É, bigode.
Sujou.
Mas pelo menos não há espaço para mentiras em seu coração...

BOMBATÔMICA
Há uma unanimidade na questão de os países possuírem a bomba atômica: ela não deveria existir por significar o potencial exterminador instantâneo da humanidade em caso de conflito – isso se todas as nações a possuírem.
Mas é evidente que o mundo sofre ameaça com a simples presença da bomba. Ela em si já é o fim...

Mosqueteiro

Tradituri
Está chegando na netinha do traidor, toda esta investigação da polícia federal sobre esta “parceira”. Não se pode dizer que a PF não esteja no caminho. Vejamos apenas se terá pulso firme até o fim e pegará preibói, traidor, duprá, a cabeça desse negócio sujo que fizeram sobre algo mais que sagrado.
Vejamos se o poder econômico do dinheiro sujo não falará mais alto. Vejamos se a corrupção não perde pelo menos esta parada neste país, e nesta Nação do Timão do povão.
Aquela furada do goleiro da Inglaterra que resultou em um frango monumental (não se recua a bola em direção ao gol jamais), é uma imagem, uma parábola do Corinthians de hoje, em superestrutura, e também no campo.

Clássico dos desesperados
... e dos desamparados superestruturalmente. São, hoje, dois combalidos, dois fim-de-feira. Dois gigantes de massa, do povão; um Timão do povo contra um time para o povo. Isso é um Coringão contra o urubuzinho. E a beleza desse clássico se esvai, no péssimo futebol.
E o Corinthians consegue, nessa mediocridade toda, resgatar da lama o urubu, e acaba por se afundar nela. Saiu do clássico ainda mais desesperado. Mais perto de cair. A esperança não morre.