A Inércia da Agrura
ou “Ser brasileiro”
ou “Nem Relaxa, Nem Goza”Pois é, Simão. Nem goza. “Brasil, abre a cortina do passado”... Era porque quiseram e tentaram forjar, em dada geração, um Brasil.
Queriam que se acreditasse ser grande algo que sequer era algo, nem nunca foi – além de ser, tristemente, palco para a constância da mazela. Começou no navio negreiro e se estende à “crise” aérea (se não contarmos o dia-a-dia de quem depende de ônibus, claro) deste tempo de mesquinhez tecnológica e semi-quântica.
Vamos pensar esse Brasil de verdade, para poder fazer de verdade o Brasil?
Ah, sim,... o Mundo.
Quando os iguais se procuram...
Título da charge monstruosa de um mestre.
Mas a vejo para um caso ainda mais arrepiante. É o prizidente do birdi emocionada e efuzivamente perguntar por palóby em um encontro com o atual ministro mais ausente deste “governo” (alguém é capaz de ver algum planejamento neste “governo” que não o ROUBO?)
Assustador, no caso, é um ser daqueles, um ávido duende leprechaun, procurar o matreiro guarda-porteira do çapo. Convidá-lo para um cafezinho. Sinal de “amizade”?...
Não para esses caras. Business is all. Ou biziniss, cumme se dice alla napuletana.
animal ou politico?
A canalhada não faz só desmoralizar-se. O que causam de péssimo, nocivo, é a desmoralização daquele bio-politikòs retardado que sempre existiu neste país. Até porque o único jeito lógico de salvarem-se da “indignação” da çoçiedade é levando o congreço para o estopim da desmoralização, completa e irrestrita.

É a lójica lulântica.
Convence-se que a política aqui “é assim”. A çoçiedade acredita, engole, deglute e a faz ser perpetuada.
Vamos parar com isso, pois isso causa nulidade em noça çoçiedade. Nulidade jurídica, obviamente.
Pare o Brasil, que queremos descer.
renânsia
País que dá prêmio ao aluno que CONCLUI A ESCOLA – DEVER do Estado (aqui “estado”), DEVER e DIREITO de todo cidadão (que aqui não existe) – JAMAIS será um país de verdade, como de fato nunca foi, não é, e cada vez menos será.
A lójica lulântica-çuvaquenta reza que se deve agir assim para se REVERTER O BAIXO ÍNDICE DE REPROVAÇÃO.
É a çoçiedade que verte toda a energia que consegue gerar, para a corja çangueçuga, que por sua vez deglute e regurgita, tal qual em uma orgia romana.
A culpa, nesta lójica, é do aluno. Se ele não conclui a escola, o erro está nele. Assim como o povo é o culpado pela prosperidade que gerou o apagão aéreo. Ou a imprensa em diversas acusações da pêéfe.
Relaxa e goza, se puder.
Aliás é essa mesma lójica que leva esse prizidente do çenado a dizer que permanece – criando uma crise institucional a partir desta estúpida atitude, em decorrência do fato de ser um inescrupuloso e ganancioso golpista adúltero – para que não se instale uma crise institucional com a sua auto-retirada de cena.
Você compreende, caro leitor?
renânsiaspois aqui é assim
Uma coisa que encalheiros (este Jornar já avisava) deixa bem claro é que prizidentes de ordens de adêvogádos deviam ter muito cuidado ao falar dele.
Não adianta fazer papel de britadeira, pois amanhã será você a brita.
A verdade é que encalheiros encalha o çenado (este Jornar avisava...).
É que na ânsia egoísta de seu sujeitinho sujo imundo ele desarticula e escancara a sujeira.
Claro, ele está contando, certeiramente (ou não) com a imbecilidade da çoçiedade, de forma sempre perigoso. É que a margem de manobra para as próximas falcatruas de seus pares e dele mesmo tende a diminuir, por desmoralizar a própria lei e ordem, tão necessárias para as tais falcatruas. O encalheiros detona uma bomba que se propagará até não se sabe onde.
A mudança, como sempre, está nas mão da çoçiedade, que não conta com nenhum elemento que possa articular qualquer mudança. Indignação de claçe mérdia? HA.
Encalheiros, além de tudo, é um arrogante. Disse que “essa coisa de renuncia” não faz parte do “dicionário” dele, e diz que é “mais que uma questão gramatical, é de perçonalidade”.
Seu argumento, fraquíssimo, é de que a culpa é da imprensa, que divulga a investigação, e ela própria faz suas “investigações”. Por isso quer levar o çenado a uma crise institucional (como se fosse preciso “plantar” crise nesse “governo”...).
Será?...
O fechamento do congreço não pode interessar à mídia, pois um governo sem parlamento é por natureza autoritário, certo, leitor? Se a imprensa seguir também sua natureza, se transforma em grande inimiga do Estado.
Puxa, mas é exatamente isso que está arrotando o encalheiros – num país de “democratas”!
De tudo isso podemos logicamente concluir que não vivemos em um Estado democrático e sim façista. De forma mais canalha possível.
É nisto que reside a arrogância do encalhe.
Mas é óbvio que a manobrinha do encalheiros não iria dar certo. É que a lójica não tem lógica.
O problema começará quando a canalhada ameaçar de verdade obstruir a votação da lei de diretrizes orçamentárias, pois assim ninguém nesse congreço entra em recesso e encalheiros çangrará seu çangue de barata até.
Há tanto o que falar de seus “pares”? Cagüeta, mané. Ameaçou, agora cagüeta.
O fim de seu animalzinho pulitico chegou. Ou será seu recomeço (ACORDA BRASIL!!!)??
Eles te temem tanto, não é mesmo?...
É como o céu, com a diferença de que eu não preciso morrer para entrar. Assim postulou o Darcy sobre o çenado. E nem precisa ser íntegro, decente, cumpridor da palavra, não mentir, etc. Claro que precisamos também lembrar do último capitulo do “Povo Brasileiro”, onde é dito que o Brasil está infestado de babalufes. São corsários que por aqui encontraram fertilidade à sua inversa essência.
Está um verdadeiro pé-no-saco acompanhar o que “acontece” no burrazil.
A arrogância de encalheiros não tem limite. É o braço forte do çapismo, portanto a “infra” que deixa o çapo continuar em seu mundo da lua.
O que ele nota agora é o descontentamento de sua alteza (ele mesmo) por “depender tanto do petê”.
Só que o sustentáculo dele é o... petê. Isso porque o covil é infiel quando pode.
Aliás, admirável mesmo essa confiança no próprio taco deste que encalhou. Processo iniciado, não renuncia mais. Ou seja, perderá muito se for cassado.
Mas encontraram o pizzaiolo.
Esse quintanilia age para obter arquivamento do processo. Viu “erros de tramitação”, pois o encalheiros encaminhou direto para o conçelho de éica, sem que passasse pela mesa diretora. Assim ele deixa de ter culpa no cartório, entendeu?
Nem eu.
É a lójica lulântica, e nosso espírito só compreende a lógica de verdade. Ora pois.
No covil estão doidinhos para tomar o encalhe no lugar do encalhe...
pospreridade çapóideSegundo o “ministro”, a “crise” que se inicia nas promessas do governo aos controladores, ao necessário avanço das tecnologias – pois o erro não foi só não haver contato com o legacy, até porque eram brincalhõezinhos irresponsáveis em um “país” mal visto, estes americanóides, mas mais que isso, não haver controle do aparelho desligado, uma vez que ele partiu ligado. Cadê o radar e o acompanhamento... compreende, caro leitor? Cadê o controle a que se imbuiu os funcionários? – é um sinal de prosperidade.
Na lójica abçurda desse seguidor de vaca amarela e babaluf, a negligencia é avanço. Quer fazer omelete com a casca do ovo.
Ora. Que sejam salvos os aluninhos que aprenderam esta lójica lulântica...
Claro que os brincalhões deviam pagar muito caro – mas a noça mídia os defende, dizendo que “desligaram achando que era o rádio”...
Fim de mundo.
No Brasil o prizidente, çapo, dá a um subordinado o direito de colocá-lo em seu devido lugar.
É que o prizidente do çindicato dos delegaudos da pêéfe em Piratininga disse que o çapo não deveria censurar a pêéfe e o emipê. Deveria sim é se colocar acima destas questões (o çapo é um nanico moral...).
Neste instante o çapo passava a mão na cabecinha do encalheiros...
pobrema
O grau de problema do çapo é não perceber que existem coisas elementares para a sociedade e o ser humano – a ética cabe aqui – e mecanismos fundamentais para o exercício da cidadania.
Afinal democracia é um valor aplicável, não é transcendente.
Aparelhar çangueçuga mençalônicamente o público (não só o borçafamilha) é matar a galinha dos ovos de ouro. O interesse egoístico do ladrão é pequeno frente ao interesse público do cidadão bem educado, bem formado, bem cuidado e respeitado.
E ele veio a declarar, certa feita, em público, que a copa receberá (ia?...) muito mais verba que o (vergonha!) panamericano – que reúne todos os esportes olímpicos em pluralidade muito mais que cidadã, pois necessária. É o cúmulo do déspota emburrecido (menos pelas companhias que pela capacidade de se emburrecer sozinho). É o cumulo do autoritarismo babaca, por querer ser determinante por si só. Ele não está em um buteco, como desenha o mestre Caruso (qual deles?...). Ele está (?) na Presidência da República do Brasil.
Fora a parte antiética, analisemos a parte lógica. Foram gastos – fora a vergonha nacional que virá no atacado – 3,7 bilhões no Pan, em uma só cidade – maravilhosa, por sinal, como nos demonstra Sérgio Mendes e o Bossa 3. Ah, é toda a estrutura olímpica de apartamentos, salas de treino, vestiários, infra para ginástica olímpica, natação, hipismo, etc. E foi mal e porcamente “concluída” (VERGONHA BRASIL).
Em uma copa serão necessários uns três estádios bons e mais dez ou doze reformas nos já existentes (a Nação merece o Templo Sagrado do Pacaembu!!!). O gasto de construção e reformas não chegaria a três bilhões, para doze estádios. Isso sem contar os çangueçugas. É que a infra-estrutura çoçial e das çidades serão os reais empecilhos “caros”.
Relaxa e goza?
Agora o çapo veio coachando seu arroto escroto ao dizer que “não se combate o tráfico com rosas”, ao contrário daquilo que a “mídia” insiste em dizer que foi “violento” é a lójica lulântica, mais uma vez. E depois vem, na avalanche de merda que sai da língua podre desse pútrido, arrotando que o Estado aqui compete com o crime organizado. É o fim da picada. O meque (ministério da enducação) fez cartilha com mapas demonstrando os territórios das facções do crime organizado no Rio.
Mas não acaba por aí não. Nos momentos subseqüentes, durante esse surto espasmódico de alto grau de periculosidade para a alma, ele cita uma historinha pessoal. É que durante as enchentes a familha do çapo cobrava pedágio para os vizinhos “crioulos” passarem pela “popriedade”. E finaliza com um “se não pagassem, não passavam”. Só esse povo para ter um prizidente desse, da forma como chegou ali.
lição de como legislar em causa própriaVê esta estapafúrdia e infame ‘probosta’ desse crivela da univerçal company do roubodedeus?
Lei ruanê para esses bandidinhos??
Ah, sim. Pois isso aqui é Brasil. E eles sabem do sujeitinho.
A Abin quer grampo para deixar de ser “intilijência çurda”...
ou porque a puliça arregaça a favelaO Pçicólogo do Alemão
Por AlemãoIrmãos, não é à toa que o apagão civilizatório não falha nunca neste “país”.
O que menos há por aqui são almas trabalhando, e por isso mesmo tanto trabalho há para tantas almas que por aqui há. Vocês não sentem uma dor profunda em suas almas (supondo que, se chegou até aqui neste jornar ou foi numa busca muito mal feita ou foi porque teve alma para ler o que antecede)?
Ocorre que a serviço da liberalóide idéia façista-hereditária dazelites coronelo-lulística-çuvaquistas, a favela é esporadicamente tratada para o que foi criada (uma sórdida história de esgoto çoçial, para onde vai, cada vez mais longe, o resto çoçial), e, assim, no complexo do Alemão, revoltados ficam os que tentam incessantemente atingir alguma dignidade humana. A puliça abusa, rouba, age de forma pior que os criminosos, pois mais criminosos são que os próprios criminosos – na forma mesma da lei.
A pçicologia do complexo tem, obrigatoriamente, que ser libertária.
Senão reproduzirão puliças dentro da guerrilha do crime, neste ciclo viciado.
Nos acostumamos, sem questionar (o que é atitude burra, estúpida, típica do Brasil), a mencionar algo como “de classe média alta”, de “classe média baixa”, de “classe baixa”, etc. obvio que são nomenclaturas que designam a realidade. É por isso mesmo que o Brasil é estúpido, oras. Sabe até – nem sempre – fazer figura de sua estupidez. Mas não vê isso como seu ocaso, como base de seu apagão civilizatório.
O dia que pararmos com essa besteira, o Brasil necessariamente terá mudado.
E quem duvida, que vá ver de perto o que também se designa como “Brasil profundo”...
Discute-se a delinqüência juvenil no caso dos pleibinhas de Ipanema (que quer dizer “lagoa podre”) como se fosse coisa de agora, coisa “destes moleques inconseqüentes”. Primeiro que são criminosos. Segundo que isso ocorre desde que a humanidade é humanidade. Os moleques deviam ir cortar cana, dormir depois de 18 horas de trabalho braçal, só tomando água e comendo arroz e feijão azedo e frio.
E metade dos que reclamam, analisem o pai de um dos criminosos e percebam a ligação dele com a atitude do filho.
E cheguem à conclusão de que este é um problema endêmico, mais que para o povo deste país, como para a raça humana.
A raça humana acostumou seus filhos a verem a si mesmos conforme as casas decimais que cada um carrega.
pensamento
“De quantas mentiras a alma precisa para continuar preservando a normalidade?”
retrospectivaAfinal, depois de tanto tempo fora, o Jornar precisa atualizar informações...
O petê, como todo “partido” deste país, presta seu maior desserviço ao povo (é possível ainda, depois de tudo??...) ao fechar o voto em lista.
A reforma pulitica já dava sinais de que viria para acabar com a acabada pulitica.
No discurso do cristovam, quando ainda estavam fresquinhas e ardendo as notícias a desrespeito do encalheiros e suas vacas, o pulitico afirma que a indignação do povo viraria revolta. O congresso cairia pela “revolta” dos comuns. Assim, o congreço estaria aberto à festa do fim da democracia. Mencionou o fechamento do congreço. E viu se pendurarem no discurço. Uma tucanóida (marisa do Rio) arrotou que a semana seria decisiva. Dizemos agora, mas diríamos então, que o arroto só fedeu, e não aconteceu.
A coisa vai mal, de fato. Çenadores e diputados afundam numa lama. E se debaixo dos pés mantém esse país, então estamos submersos em lama há muito tempo.
Para certo imbeçil, nesse mesmo dia do discurço cristovâmico, afastar não se justificava, e não havia necessidade de renuncia ao cargo por parte do prizidente encalheiros. Ao mesmo tempo encalheiros declarava seu encalhe: “Não saio!”. Triste Brasil.
Encalhou mesmo. E todos sabiam desde aquele instante que ele deveria ter saído, “para o bem do Brasil” (que “bem”? Aqui não existe isso!)
E veio uma tentativa de pizzaiolo, mas que deixou a pizza queimar. Os “planos” do encalheiros goraram por alguns instantes. Foi o inicio do epitáfio da Republica.
Depois, vê-se o conselho sem conselho e sem nenhuma ética. Provando para si o seu ser.
O çibá çem-voto cai. Ninguém mais quer servir de pizzaiolo para o encalhe.
Mas o çapo é um imbecil de rabo preso. No meio do tiroteio da mídia passa a mãozinha na cabeça do encalheiros dentro do planalto. Levou o acusadíssimo para dentro do palácio! Crise institucional aguda?? Não, isso é Brasil.
É que assim a lójica lulantica do encalheiros de dizer que a mídia, o país – e não ele – são “fascistas”. Mas quem determina a merda é ele mesmo. É exemplo crasso de lójica lulântica. Terrível.
O boca de ovo não é flor que se cheire, mas tem lá suas boas tiradas
"Não dá para entender este governo: o ministro Mares Guia passou quatro anos combatendo o turismo sexual; agora vem a ministra Marta Suplicy e parece querer estimulá-lo".
Legal foi a entrevista com o patrimônio da Republica, o senador Simon.
Vejamos um trecho:
“P:O sr. é tão perigoso assim para ficar no Conselho de Ética?
R: Eu acho que eles pensam isso (risos). Acham que eu sou independente demais para ficar no Conselho de Ética. Eu aceitei com humildade, porque Suassuna, com seu espírito de modernidade, achou que eu estou superado, com meus 75 anos. Eu defendo umas teses que não são muito atuais - ética, moral, essas coisas do passado. Para o Suassuna, tudo isso é coisa superada...”
Veja maisO adevogado do irmão do çapo queria colar a figura de hómi inguinorante no çapo-bróder e, assim, fazer com o que o povo tivesse raiva da acusação. As pesquisas favorecem o çapo, indicando que a estratégia não só aconteceu bem, como abriu uma estrada para a corja çapista. Trata-se do pçicolójeco pupular.
E quem pagaria naquele momento – e se prova hoje com o afastamento do çapo-bróder do inquérito – era o que falou que o çapo-bróder era “atrapalhado”, “devagar”, trouxa, que poderia melar o esquema de milhão por causa de milzinho (as escutas da pêéfe mostram o môréle falando alguma coisa assim). Conseguirão livrá-lo, também.
Ridículo foi o çapo, que se cerce de ignóbeis, dizendo que se “deçepiçionô” com seu cumpádi mureli. Lágrimas de çapo.
Aliás, o çapo queria que os brasileiros falassem bem do Brasil no exterior...
Para os poucos que vão, depois do çapo, ficou impossível. Imaginemos então para os que ficam, sempre.
E veio o...
RELAXA E GOZA, da vaca amarela
Era coisa que se ouvia, quando moleque, da boca de malufistas. Lembro de um colega que gostava do babaluf só por causa da “esperteza” da frase a respeito do estupro, que todos conhecemos. Foi natural essa comparação da vaca com o babaluf durante todo esse tempo, havendo até quem dissesse ser absurda – mas não é, convenhamos. A coisa desanda, de fato.
Depois, para o manteiga, a crise nos aeroportos e na aviação brasileira é um SINAL DE PROSPERIDADE. Talvez pensasse que o encalhe – “não arredo pé”, disse encalheiros – também seria, segundo essa lulântica lójica.
O Incra, assim como o ibama, está dividido ao meio, çegundo a lójica lulântica. A êmipê foi aprovada em 12 de junho. É oficial.
O çapo foi à Índia e ousou atirar para o urânio e a energia nuclear. O Brasil tem jazidas gigantescas desse mineral; ê mundo cão...
Nesse começo de junho parecia que a pêéfe só pensava em MS. É que foi dali que vazou a informação que desencadeou a operação dos caça-níqueis. Só queria pegar bagrinho petelóide. Mas e o TO?
O pib foi anunciado com pompa em 13 de junho.
Diante do pib medíocre, de uma çoçiedade em apagão civilizatorio, JAMAIS de discutirá política econômica sem estarmos envoltos em crise econômica profunda. Pois profundos são os problemas sociais disparados pela desigualdade social.
A crise é espiritual e o çapo quer fazer parecer, para vantagem de sua corja, que não é. Somente os que venderam a alma – e são tantos – vêem a nevoa que o çapo vê. Que impede de enxergar a realidade.
Mediocridade tem limite.
O pib da desigualdade SEMPRE será medíocre.
O lamarca, lá no inferno, recebeu gorda indenização, e foi declarado coronel. Quem fez isso foi o inferno “ofiçial”. Mas que lamarca se exploda, assim como todos o s infernos.
Ocupação da USPJá na semana do dia 10 de junho havia fortes sinais da desocupação. Na verdade os ocupantes atuantes passaram a ser abandonados à própria sorte. Especulava-se uma traiçãozinha, pois a puliça estaria esperando com algemas na saída, mas não foi tudo isso. Houve complacência pois eles eram partidarizados e, além de acordado com setores dessa tchurma, o vampiro tem medo de sua má reputação contraditória e autoritária.
dizonrra
Disse um empresário: “antigamente os çenadores subiam na tribuna para defender a honra. Agora sobem para defender a desonra”.
Mas honra é para gente honrada e no congreço não existe.
Muito se disse sobre a política ter acabado neste país. Mas não é só que a política possa ter acabado como ela de fato nunca existiu, nessa çoçiedade que começou com dono.
Mas pior; não há civilização aqui neste país. É um aglomerado de egoístas imbecis que dominam aglomerados maiores de egoístas imbecis, onde todos querem se dar bem mediante o golpe.
No Brasil não existe essa coisa de “primeiro mundo”. Os ricos aqui não são “primeiro mundo”. Existe o sujeitinho rico/milionário/trilhardário com seu inevitável sujo jeitinho. Ninguém escapa – nem se fossemos ver o intimo da consciência, se é que existe consciência para essa gente.
Pensamento anti-encalheiristicoOu homeopatia para o caráter“DE ONDE CABRITOS VÊM
SE CABRA NÃO TENS?”"Agora deu para entender a sucessão de escândalos envolvendo o governo: era para competir com o crime organizado."Marco Antonio Villa
SESSÃO TRÉCHE
Daniel Gonçalves, 2 anos, panela enfiada na cabeçaO nuncaçabe queria çaber como acender o cachimbo de pedra. E aprendeu direitinho.
InternazionaleO mundo aguarda o strip de Sophia. Ainda. Napoli na serie A.
Uma multinacional fez registro da “marca” rapadura.
Rapá, a rapadura É NOSSA!!!Agora ferveuO hamas tomou o poder em Gaza e o fatah, irrepresentado, dissolveu o governo. Isso foi na metade do mês. Isso fez ferver a coisa no oriente médio inteiro. Ou o fatah promove uma guerra civil fratricida (que é interminável há séculos) ou o hamas ataca recebendo o revide do irmão, de Israel e de quem mais se meter, ou simplesmente Israel abre fogo para remover os radicais...
De qualquer forma, sangue irá jorrar como se fosse um gêiser.
Mas nada é tão evidente quanto a necessária critica incitadora do entendimento de o modo de agir de israel, ôrópa e istaduzunidos proporcionaram o hamas, o azedamento do babaganuch filisteu e o conseqüente acirramento da ridícula percepção que arregimenta o terrorismo.
Não basta dizer só que terrorismo estatal gera terrorismo miliciano, e a postura arrogante desses que detém o poder econômico financista (o mundo não só pode como deve ser outro que não este da çirandinha financista, e a vida não segue só assim como querem esses pazzos) devem ser revistas e evitadas.
A situação é tal que, se israel não apoiar um estado palestino, não sobreviverá para a (indesejada, talvez?...) “paz” (inexistente, com certeza).
O fatah e o hamas (a conquista e o zelo???) deverão entrar cada vez mais em conflitos cada vez mais sangrentos. Novidade? Infelizmente nenhuma.
Que não seja iniciada nenhuma terceira guerra...
Os bancos do homônimo do personagem do Bolaños, assim como os bancos do çapo, lucram seus recordes.
Na necessidade de existência desses “governos” (vejamos também o do cacique), que é o finançismo do caixa dois – e coisinhas até mais cabiludas – está o próprio fim, pois o financismo quer é acabar com esses debilóides...
...E o homônimo do personagem do Bolaños diz que “poucos povos tem sido tão agredidos pelo império quanto o povo de Belarus, e por isso ela é “irmã” na luta.
HA! Pobre imbecilzinho! Ele é tão burrinho... Sua luta se tornou então de poucos – e não do mundo inteiro como de fato deveria ser. Ele diz, sem perceber, pois o “pudê” corrói a pouca alma e desembesta a mediocridade, principalmente dos imbecis, que sua “luta” vale bem pouco. Quase nada.
Mas ele é folgado. Quer também controlar o que não está ao seu alcance. Não me refiro à Venezuela, mas ao çenado brasileiro. Ele “exige” que votem, eçes noços çenadores, em até três meses, a entrada daquele país no mercosul. A comandanta faz o que o çapo deveria fazer e não faz. Ela simplesmente disse que NINGUÉM IMPÕE NADA A NINGUÉM.
Mas enquanto isso ele compra armamento russo de segunda mão – o que é coisa muito mais fina do que temos por aqui. Sobrou para traficante defender o território, em eventual sede de conquista desse imbecil?
É, çapo. Esse seu cumpanherinho tá que tá.
A universidade de Oxford diz que a consciência brasileira quanto às mudanças climáticas é alta. O que é uma grande imbecilidade de se dizer, visto que o povo queima lixo por todo lugar que se vai. Vejamos todo manancial em qualquer cidade brasileira.
Mas é que o pouco que existe é derivado de uma consciência de que aqui houve, um dia, uma exuberante natureza. Claro, com tudo o que foi feito aqui, tudo o que ainda poderíamos ter, até o mais egoísta percebe que tudo mudou, para pior. Para bem pior.
O que é esse estrupício do bushit se metendo em briga de cachorro grande, no Kosovo?...Toma humanidade!
É esse o teu futuro?
“O JACU COMEU
Parte dos consumidores paulistanos foi privada de alguns produtos orgânicos nesta semana. Motivo: uma invasão de jacus em algumas hortas do sul de Minas Gerais. Os jacus tiveram um banquete à base de abobrinhas, brócolis e outras iguarias.
FALTA ALIMENTO
O desmatamento e a alteração do habitat natural desses pássaros os deixa sem a alimentação tradicional, obrigando-os a buscar alimentos nas hortas mais próximas. Eles ainda resistem!”
Cartas Roubadas
Lula e a corrupção
Sempre que o presidente Lula se manifesta sobre corrupção, temos a sensação que não quer ir a fundo no tema. Desde os primeiros casos de seu governo ele arrumou subterfúgios para tratar do assunto. Nunca assumiu “de cara”, no primeiro momento, o problema. “De peito aberto”, como costuma dizer. O problema não é só culpa do presidente, mas ele passa a impressão de que está conivente, ou é inepto, ou aceita como se fosse “coisa enraizada” na nossa cultura. Pode até ser, mas, se quer mudar tanta coisa, por que não mudar neste caso? Toda hora surgem novos e novos casos, e nada de o presidente agir com firmeza e dar o exemplo. Agora está irritado com o caso do irmão e compara corrupção com petróleo... Por que se irritar com o caso do irmão? Ao invés dessa reação, que tenha ações contundentes que mais esse caso merece, e não tape os olhos com peneira, novamente. Corrupção não é como petróleo, não, sr. presidente. Só se for pela sujeira que o produto causa... O próprio petróleo, se fosse válida sua comparação, vai acabar um dia, pois é finito, fonte esgotável de energia. Então a corrupção teria de acabar também... Por que não ter começado a agir anos atrás, quando assumiu a Presidência, contra esse cancro brasileiro, da política (Executivo e Legislativo) ao Judiciário? Sim, anos atrás, pois já tem mais de quatro anos de governo. Quase cinco! E o tempo vai passando. Por outro lado, ainda tem tempo de reverter isso. Aí, sim, nosso presidente passaria à História como O grande presidente da República. Mas, do jeito que as coisas andam, vai passar de outra maneira...
Sérgio Henrique Freire, Piratininga
Impotência e frigidez
A frase de Marta Suplicy se encaixa perfeitamente com o quadro de nosso país. Enquanto nossos governantes relaxam e gozam, o povo sofre de impotência e frigidez diante da onda de estupro feita de corrupção, negligência e impunidade. Talvez nossos governantes devessem fornecer gratuitamente a tal "pílula azul", assim, quem sabe, conseguiríamos chegar ao clímax da ministra.
Moise Moricochi Morato. Franca
Bolsa Gravidez
O governo Lula não faz mais do que sua obrigação legal ao pagar o salário-maternidade para as seguradas desempregadas que estejam no período de graça, pois isso é decorrência do que está previsto na lei nº 8.213/91. Na Justiça Federal, esse tema já é enfrentado há muito tempo, com seguidas derrotas do INSS. Da forma como divulgado, parece mais um "Bolsa Gravidez" do que o respeito a um legítimo direito já assegurado a todas as seguradas.
Karley Corra da Silva, juiz federal substituto da 29ª Vara de BH
Contas do senador
Toda movimentação financeira é lastreada por um histórico, registrado ou não, cujo valor resulta em débito (quando sai) e em crédito (quando entra) numa determinada conta. Quando se paga, o dinheiro saiu de uma conta com saldo abastecido por vendas, remuneração profissional, rendimentos de capital ou de empréstimo de terceiros. O pagamento consecutivo de pensão alimentícia e aluguel efetuado pelo senador Renan Calheiros foi proveniente da venda de gado de suas fazendas, como alegou. Logo, as notas fiscais de produtor rural emitidas formam o histórico do crédito (de conta bancária, de disponibilidade em caixa ou de crédito por operação a prazo) quando da venda do gado, e pagamento da pensão/aluguel, o débito nessa conta, que fica diminuída deste valor, demonstrável mensalmente. Como se observa, é fácil para Calheiros provar a lisura dos recursos próprios, se de fato existe esse histórico contábil seqüencial. Caso contrário, como houve crédito (ingresso) na conta da mãe jornalista, houve débito (saída) na conta de terceiro, que seria a empreiteira. A prova, portanto, é pura questão do histórico do débito/crédito, que resultará em inocência ou culpabilidade. Se os recursos provieram da fazenda, que apareçam as notas fiscais, pois estas é que formariam o liame que se desmembraria nos pagamentos seriados. Não pensem os srs. senadores que nós, seus eleitores, somos todos idiotas.
Vicente Carrara, Mineiros do Tietê
Atenção, pecuaristas
Se Renan Calheiros conseguiu vender 784 cabeças de gado por R$ 1,9 milhão, ou seja, a R$ 2.423 cada, em média, o que estamos fazendo em SP, MS e MT, onde um boi de 18 arrobas, rastreado, não vale mais que R$ 1 mil? Vamos todos para Murici (AL) montar uma frente de venda. Quem sabe, dessa forma, possamos
também pôr as finanças em dia.
Luiz Antonio Fescina, Botucatu
Como deter a corrupção
Sugiro o cancelamento de pagamento de salários a todos os políticos do Brasil. Até porque sempre provam que a enorme quantidade de dinheiro recebido de agrados, mimos, empréstimos, etc., é legal. Já que recebem tanto por fora, não precisam do salário. Outro ponto é incluir nas CPIs o sistema financeiro, afinal, todo o dinheiro movimentado nos casos de corrupção não cabe nem em todas as cuecas do mundo, portanto, os bancos estão lucrando com o dinheiro sujo movimentado e nunca têm de prestar contas. E, para terminar, como a Receita Federal explica aceitar os documentos falsos apresentados, sem ter incluído o contribuinte na malha fina para averiguação? Agora, ai de nós se errarmos um centavo nas nossas declarações...
Aníbal Castilho Lopes, Piratininga
Nota do Filó: FINALMENTE alguém toca no ponto.
Mangabeira Hyde
Mr. Hyde esqueceu de mencionar que sua “fé, esperança e amor” é pelo poder e pelos benefícios que este lhe pode trazer, pois certamente foram essas as razões que o levaram a renunciar ao conforto de sua posição anterior, aos seus vínculos privados, ao calor de sua família e, o mais óbvio, à sua dignidade, negando suas próprias palavras sobre o governo Lulla e se apegando “ao osso”, apesar de não ser bem-vindo ao governo, nem por seu chefe nem pelo cidadãos esclarecidos deste país.
Pulo Ruas, Piratininga
Ópera-bufa
A escolha de Epitácio Cafeteira para relator das denúncias contra o presidente do Senado, Renan Calheiros, não passa de uma verdadeira farsa, um deboche que se atira na face da Nação. Ninguém ignora que Cafeteira, tal como José Sarney, é aliado incondicional do investigado e, como tal, deveria o relator dar-se por impedido, em nome da ética mais elementar. Nós, cidadãos que vivemos neste país, somos obrigados a assistir diariamente a cenas de uma ópera-bufa interminável, tendo como palco o Congresso Nacional e o Palácio do Planalto. Gasta-se tempo inutilmente porque o corporativismo se sobrepõe aos poucos parlamentares dignos, cuja voz é abafada pela maioria, que sempre se volta para seus interesses pessoais, ignorando os do Brasil.
E ainda temos de pagar a conta de toda essa lambança, arcando com o altíssimo custo das duas Casas do Congresso, cujos integrantes deveriam ocupar-se em discutir e votar as leis, em vez de ficarem promovendo julgamentos inócuos e que só servem para envergonhar o País.
João Sarti Junior, Piratininga
Urubus
É vergonhoso o estado de putrefação das nossas instituições governamentais. Fora alguns “gatos-pingados” como o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), o senador Jefferson Peres (PDT-AM) e alguns outros que fazem parte desse grupo seleto que respeito e admiro, só podemos contar com a força divina contra esse bando de urubus carniceiros que mancham a imagem do nosso país.
Andréa Risso, Piratininga
Quem sou eu?
Gostaria de saber de quem é o Brasil. Tive um filho morto dentro de um quartel do Exército brasileiro, servindo à Pátria. Meu filho não pediu para servir ao Exército, mas foi tirado de seu emprego, por força da lei. Nestes festivais de indenizações que vejo por aí, eu nunca fui contemplado com um centavo. Aí me pergunto: será que é porque meu filho morreu trabalhando que não tenho direito? Ou por eu pertencer à classe PPO (pobre, preto e otário)?
Walter Teixeira, Itapetininga
Desmoralização geral
A falta de respeito, ética e decoro vem demonstrando que as autoridades dos três Poderes estão acima das leis e imunes a qualquer tipo de punição. Principalmente quando o presidente ainda afirma que aloprados e companheiros cometeram erros, mas, na verdade, cometeram crimes. Agora até os controladores de vôo se sentem no direito de desafiar as autoridades, visto que o País está numa situação caótica há quase um ano (as autoridades garantiam que tudo seria resolvido em 30 dias...). Esta semana ficamos estarrecidos ao saber que as autoridades responsáveis pelos controladores estão na feira internacional de aviação de Le Bourget, na França - ou seja, não estão nem aí para achar uma solução para o problema. Políticos, lobistas, aloprados, juízes e policiais corruptos, todos estão desmoralizando e destruindo o sistema político em troca de negociatas, boquinhas, caixa 2, notas frias, mensalão, etc. Precisamos enfrentar essa corja com firmeza. E deixá-los numa saia-justa em público, pois, diante das câmeras, viram atores dignos de Oscar da Hipocrisia.
Luiz Henrique Chaves D´avila, Piratininga
Conspiração
Os peemedebistas lamentam que o senador ACM esteja hospitalizado. Acham que, estivesse ele no Senado, as coisas ficariam mais fáceis para Renan Calheiros. Pelo visto, até a Providência conspira contra o presidente do Congresso.
Roberto Bruzadin, Piratininga
Caráter e moral
Ruy Barbosa já dizia que “a Pátria é a família amplificada”. Renan Calheiros fez em sua “pátria diminuta” aquilo que ele e tantos outros políticos de estirpe menor mais praticam no Brasil: a traição! Caráter é moral, moral é prática. Ou se tem ou não se tem. Não pode ser comprada como bois ou falsificada como notas fiscais. Saia daí, Renan, e rapidinho...
Paulo Boccato, São Carlos
Menos vôos?!
Lula declarou que uma solução para atenuar ou reduzir os problemas e a crise do apagão aéreo seria reduzir o número de vôos. Só de uma cabeça sem capacidade para administrar o Brasil poderia surgir algo assim. A perna está doendo, corte-se a perna. Lula deveria entregar o cargo, ou nomear gente realmente competente para gerir o País, e continuar passeando. Tudo fica nas promessas, nada de importante é executado. Temos mais de 400 obras federais paradas em que se gastaram bilhões, e Lula só passeia e fala besteiras. Desde 2003 se sabe que era necessário adquirir novos equipamentos para o controle aéreo, contratar pessoal e treinar essa gente, para que o tráfego funcionasse melhor. Além do mais, são necessários novos aeroportos ou a ampliação de alguns. O que foi feito ou planejado? Nada, como em tudo nesse governo, em que o que mais apareceu foi a corrupção desenfreada, que nem Freud explica.
Carlos Barros Rodrigues, Piratininga
Fazendo uma analogia com a medicina antiga, por vezes penso que o melhor é não estancar a sangria do Congresso. Deixa sangrar. Assim, toxinas como o presidente do Senado & Cia., células malignas oportunistas como alguns integrantes do Conselho de Ética e similares seriam eliminados de circulação. Porém de nada adianta causar o choque hipovolêmico se a Nação não souber transfundir sangue são e compatível com os ideais patrióticos.
Glaucio Cardoso Pinheiro, Tatuí
Nação em ruínas
A situação chegou a tal ponto que ultrapassou a fase crítica para chegar ao caos. Estamos em ruínas. A estrutura social implodiu e salve-se quem puder. Vivemos em estado de anomia. Não há governo, não há autoridade, já não existe convivência possível. A desordem impera e as autoridades de fachada a tudo assistem com passividade criminosa e total desatino. Avolumam-se declarações ministeriais despudoradas e cínicas. De “relaxe e goze” a “reação esquizofrênica” e “é animador o que acontece, pois é causado pelo êxito da economia e mais gente está podendo viajar”, vamos assistindo ao desfilar tragicômico do acinte. Insensatos, despreparados, criminosos a humilhar o povo brasileiro com sorrisos afrontosos. Invasões criminosas no campo, greves orquestradas em todos os setores, até mesmo nas universidades, transformadas em pasto de alienados, tangidos por aventureiros e terroristas, balas perdidas, perdendo vidas. O apagão aéreo é trágico e os socos na mesa, do presidente Lula, e as decantadas 48 horas para solução não passam de jogo de cena, arquivadas como tantas e tantas promessas não cumpridas e não cobradas. Tudo vale, menos a dignidade, a honra, o direito e a cidadania. Santo Agostinho disse: “Pax tranquilitas ordinis” - a paz é a tranqüilidade da ordem. E o santo, doutor da Igreja, sabia bem o que dizia. Não temos ordem e, pois, não podemos ter tranqüilidade. Até quando, Senhor?!
Moacyr Marret, Piratininga
Caso Renan
Por tudo o que já foi noticiado sobre o caso Renan, se ele, como homem público, tivesse um pouco de vergonha, já teria pedido demissão do cargo. O Brasil perde muito tempo e dinheiro para tratar de assuntos particulares de políticos sem compromisso com suas funções. Desde que começou até hoje, o Senado está parado, atrasando o País. Até quando vamos ter esta vergonhosa atitude de políticos? Infelizmente, a nossa política, está podre.
Nelson Trevilato, Piratininga
Mr. Hyde no Ministério
Lula convidou e insistiu em reconvidar para ministro-chefe da antes denominada Sealopra e atual Secretaria Especial de Planejamento Estratégico, o Dr. Jekyll/Mr. Hyde. O homem é completamente alucinado - depoimento de seus alunos - e não quer largar o osso de jeito nenhum! O que será que o
dr. Mangabeira Unger vê de tão interessante ou até mais importante neste país? O homem, inteligentíssimo, já é professor de Harvard e trustee da Brasil Telecom. Eu me pergunto: o que vem fazer aqui, neste país de gente louca e desonesta? Ah, a minha ingenuidade e ignorância... Dr. Jekyll
and Mr. Hyde are coming home!
Marta Lawson, Piratininga
A propósito da nomeação de Mangabeira Unger para o Ministério Lula, é uma pena que a sigla Sealopra deixe de existir. Caía-lhe como uma luva.
Marcos Candau, Piratininga
Aviso: de nada adianta mudar o nome da nova secretaria de que
o sr. Mangabeira Unger ontem tomou posse. Uma vez Sealopra, sempre será Sealopra, principalmente com ele como ministro-
chefe. E quanto a Lula manter o convite para o cargo, claro que
o manteria. Ou acham que Lula está preocupado com o “perfil
ético” de seus ministros?
Miriam Tabarro, Piratininga
Depois vem o presidente pedir a todos que tenham contato com estrangeiros que passem a falar bem do Brasil. Isto é o que mais fazemos todos os que temos oportunidade. Ora, nossa natureza é bela, nosso povo é honesto e trabalhador. Mas temos de dizer também a verdade sobre nossos políticos, em especial os atuais governantes. Quer coisa mais nojenta que essa criação de Ministério para 2022? Coisa de aloprado ou de “sealopra”, o que dá no mesmo. E tudo para tapar a boca de quem, há tão pouco tempo, mostrava a todo mundo a principal qualidade de quem nos governa há cinco anos. O sr. Unger realmente é um mestre em matéria de disfarce. Um monstro, sim, na acepção da palavra. Gostaria de saber se Lula está disposto a criar Ministérios para todos os que falam de suas reais “qualidades”. Haveria espaço para tudo isso?
Plínio Zabeu, Americana
A honra
Frase do senador Calheiros: “Querem assassinar minha honra.” Eu sou um deles, só que não a encontro para consumar o ato.
Humberto de Luna Freire Filho, Piratininga
Canção de ninar
“Boi, boi, boi,/ da boiada da mutreta,/ pega esse senador/ que é um tremendo picareta.”
Túllio Marco Soares Carvalho, Belo Horizonte
Maldade à inglesa
Eu me pergunto se os ingleses são extremamente malvados ou grandes gozadores. Mandar Tony Blair ao Iraque como diplomata foi a melhor piada que ouvi nos últimos tempos... Discretamente, a rainha está dizendo ao poodle do Bush que ele se deve munir
de escovão, água e sabão e limpar a grande porcaria que fez no Oriente Médio, juntamente com seu mentor. Deus salve a rainha!
José Antonio Filardo, Piratininga
Apoio do presidente
Renan Calheiros é um ingrato por pedir mais apoio ao presidente. Ele não reconhece que levou 24 anos para sair de um mísero patrimônio de R$ 26 mil e alcançar o primeiro milhão e que, só nos últimos quatro anos, chegou a R$ 10 milhões. A quem deve tudo isso? E ainda quer mais? Descarado.
Clara Leonor Vaz Guimarães, Piratininga
Rodízio aéreo
O presidente da Infraero defende a cobrança da tarifas mais altas no horário de pico para aliviar o tráfego aéreo. Como ninguém havia pensado nisso antes? Rodízio aéreo, bem a cara dos dirigentes brasileiros: punir a população pela incompetência do governo. O País está-se desfazendo inteiro, não há setor que não tenha sido afetado pela falta de investimentos e prejudicado pelo desvio de dinheiro. Somente o “Lula no País das Maravilhas” acredita que o Brasil está o máximo.
Deborah Marques Zoppi, Piratininga
Vitória da intolerância
Em artigo no Estado de ontem (A23), a reitora da USP diz não haver vitoriosos na greve. Lamentável engano, pois vimos a vitória da intolerância. Movidas pelo espírito do MST, da truculência da antiga URSS e do terrorismo de esquerda, algumas pessoas manipularam a consciência de estudantes que tinham reivindicações legítimas. Esses brucutus jurássicos saíram vitoriosos e, mais uma vez, a nossa frágil democracia foi jogada no lodo, sem que nossas autoridades reagissem à altura,
como no caso das invasões da Unesp. Fica a mensagem: governantes que não dialogam e grevistas intolerantes não merecem
receber pelo que fazem, pago com o suor de nossos trabalhos.
Hugo Hideo Kunii, Campinas
"Greve no metrô? Está pendurado num ônibus superlotado? Relaxa e goza."
Carlos Gaspar, Piratininga
Brasil
Leio, com freqüência, que os políticos brasileiros envolvidos com mensalão, dólares na cueca, corrupção, venda de votos a lobistas, relações perigosas com megaempresas, mentira etc., etc. têm mau caráter. Desejo retificar esse juízo.
Eles, como Macunaíma, não têm caráter, o que é uma coisa muito diferente. Não deixa de ser premonitória uma das passagens de "Macunaíma", de Mario de Andrade. Ele escreve que, antes de deixar o Norte e vir para São Paulo, o seu herói deixou dependurada no alto de uma árvore a sua consciência, para livrá-la das enchentes. Há muitos anos, esses políticos também deixaram suas consciências e vieram para Brasília, onde hoje infestam a Câmara Federal e o Senado.
O ato de Macunaíma é de alto simbolismo. E pergunto se ele não pensava em voltar para a sua região e pegar de novo a sua consciência depois das "aventuras" na paulicéia desvairada.
Antonio de Almeida, doutor em psicologia social, Brasília, DF
USP
Depois de 50 dias de omissão, a reitora da USP, Suely Vilela, tenta passar a culpa para o governo estadual ("Reitora diz que Estado demorou a agir", Cotidiano, 28/6).
Sem tirar a parcela de responsabilidade governamental no caso, cabe perguntar à reitora por que ela não obrigou o cumprimento do mandato de reintegração de posse expedido no dia 16/5, já que tinha pressa. Agora, quando se percebe o tamanho do estrago -não apenas material mas de documentações perdidas-, tenta-se passar a culpa para a frente.
Gilberto Antonio Silva, São Bernardo do Campo