Na PUC
E vim. Com uma baita dor nas costas, perdendo uma aula sobre Maquiavel importantíssima aos meus estudos de
cientiae politicae, mas...
A minha alma é mais importante.
Tantos jogos pertíssimo de casa já perdi – por causa da “parceira”, por coisas a se fazer, mas não, jamais, por pura “bundamolice”.
Dessa vez era um evento sobre a História – coisa raríssima, só os Gaviões para fazer isso em uma Universidade, muito mais perto de casa que o Templo Sagrado do Pacaembu, e sem custo algum, a não ser subir a Monte Alegre suportando essa maldita dor, que Pauleca já me recomendou uma acupuntura...
Não. Coringão, minha alma, meu sangue, todas as minhas células, o ar que inspiro, o ar que expiro, os olhos com os quais enxergo – capengas, precisam de muletas, Corinthianamente imperfeitos que são – tudo meu é Coringão!!
Espermatozóide Corinthiano que fecundou um óvulo Corinthiano. Corinthiano de Mãe e Pai – de 4ª geração.
Salve ó Corinthians!!!
Não pude deixar de aqui estar. E aqui estou.
Neto não virá, só vem no de sexta, disse o rapaz. Basílio e Marcelo já estão a chegar. Nós esperamos.
E quando chegaram os dois, juntos, a cantoria, os nomes gritados em uníssono, a Festa. Corinthians é Festa. O Clube Festeiro, desde antes de nascer como clube. É a Fiel.
Se apresentam, o jornalista Celso, o Mito-Basílio em carne e osso, Marcelo, o representante dos Gaviões. Marcelinho então recebe a primeira pergunta e fala. Diz como foi sua volta esse ano, a gislaine, o preibói, etc. Voltou por amor – e por negócios, admite.
Basílio fala. Sua época era distinta, a Família do Glorioso e Corinthianíssimo Oswaldo Brandão. E o jornalista, Corinthiano, chora. Corinthiano é assim mesmo...
E o rapaz dos Gaviões, liderança articulada, sabe o que diz.
O que se fez lá está lá e ficou lá e no Coração dos Corinthianos. Bom pra quem foi, valeu pela Corinthianidade. O Hino encerrou a sessão.
E quem estava ali não sendo Corinthiano... bem, perdeu tempo...
Hoje: Terrão em campoMarcelo; Fagner, Marinho, Betão e César; Paulo Almeida, Rafael Fefo (Carlão), Wiliam (Daniel) e Renato; Rafael Moura e Wilson
tradituri
O mala abriu a boca pra não falar nada. Mesmo assim a imprensa cheia de marrom soltou os gritinhos nas manchetinhas. Nada do que o mala falou nos é desconhecido. Porém a bobo é “aliada” da “parceira” quando o assunto é grana, e é assim que a coisa é cuspida. Leão, corretíssimo, não respondeu uma vírgula.
O obelisco da José Paulino com a Cônego Martins está abandonado – há muito tempo. Porque, estranhamente (ou não) esse bobesporte e esse jornaleco que outrora foi o Diário Popular falam disso agora?? Desde quando eles se importam com o obelisco?
E o traidor, desde quando se importa com o Glorioso?
FORA CAMBADA ENERGÚMENA. Bando de salafrários.