Puliçia: dinheiro é de lavagemA PF chega a uma versão quase correta do caso doçiê. Concluiu acertadamente que o dinheiro é proveniente de lavagem (da estratosfera financeira, a qual este Jornar se refere). E liga a lavagem a um suposto caixa dois do petê, o que torna factível o desvio, sempre o desvio, do foco da investigação; acharam certa família, que vive muito bem em um lugar que não se vive tão bem assim, num palacete propriamente dito (o jornal fascista traz estampado na primeira página tal palecete), e acusou os membros desta família de terem comprado os dólares na tal agência de câmbio vicatur em Nova Iguaçu, onde aquele pleiboizinho chato que foi prizidente da une, o lindebergue, é prefeito.
Frente a tudo isso, o churrasqueiro quer construir a versão de que ia mesmo querer o doçiê, oferecido pelo escuso, mas não ia comprá-lo; viria de graça. Então isso reforça a idéia deste Jornar de que o dinheiro não era mesmo para pagar doçiê, mas sim para distribuir entre os elementos da companhia escusa do vedoin. CQD.
Na CPI, o sub relator, carlos sampaio, que conseguiu se reeleger apesar da cláusula de barreira, acusou a PF e o presidente da CPI, biscataia, de atraso na investigação do dinheiro e do doçiê. É um tucanóide que só atrapalha. Pegar o crime ele não quer, mesmo. Envolve o seu chefe vampiro...
E por falar em vampiro, ele disse que só vai depor na CPI se o çapo também for. HÁ! Certo ele!
O teéçeé está permitindo o esbanjamento da grana de campanha dos dois presidenciáveis. Trata-se de caixa dois que está passando sem resistência no rabo da União.
Governabilidade?O çapo começou a costurar sua “governabilidade”, e partiu para renegociação das dívidas dos estados que estão em lastimável situação. A repactuação das dívidas estão sendo estudadas caso a caso, conforme interesses escusos do çapo ladrão. O dom aecinho e o vampiro já se dizem contra a renegociação. Mas em outros estados, que apóiam o çapo (são dezessete), a onda governista florece, como planta carnívora.
A tucanocracia afundou o çuvaco com o chuchu e agora só restam mesmo o vampiro e o aecinho, na batuta do taço, para negociar o inegociável e imoral apoio pela governabilidade de um país em situação iraquiana de vida.
“Não tenho dúvida de que vamos ganhar”,
Disse o çapo. Este palhaço deve admitir que tem dúvidas, ao contrário do çapóide.
“Rogo a Deus que uma luz se acenda...”,
Disse o chuchu, numa voz de pastor horrível. Virou padreco, chuchulento? Que coisa mais infeliz... Vazia...
Aliás, depois de o patrício da Bahia dizer que petelóides podem mentir, o çapo reconhece que errou. Hahahahaha...
"Sugiro trocar o "Deixa o homem trabalhar!" da propaganda eleitoral por "Bota o homem pra trabalhar!". É mais apropriado."Paulo Maduro, Penápolis, SP
Cumício
O çapo admitiu erros. E prevê vitória fácil. E o chuchu apela a Deus.
No palanque com pefelentos e forssa çindicau, o çapo discursou por reestatização, afirmou que já bateu muito no çuvaco e quer comparar seu governo, a partir de agora, apenas com o próprio governo. É a soberba do ignorante.
O chuchu acha isso arrogância e desrespeito ao eleitor. Este palhaço acha também, mas acha pior desrespeito um chuchu falar que é desrespeito. Fica quieto, que você ganha mais.
E pior: o chuchu prometeu,
POR ESCRITO, que vai manter a zona franca de Manaus (e vai mesmo, pois não será eleito). Vale o mesmo que a palavra do vampiro? Então não vale a bosta pintada no papel higiênico.