quinta-feira, outubro 26, 2006

Teresa Social Club

Uma manhã na vida da Princesa

Por Mamãe
Ah, nada como um dia com sol desde cedo. Tetê parece que está bem, aquela febrinha (de novo, por causa do dentinho. Agora é o de cima!) foi mesmo passageira. Ela já está se acostumando a acordar cedo, eu entro no quarto e quando abro a janela ela já levanta com o cabelinho todo bagunçado, cerra os olhinhos por conta da luz e pede a mamadeira pra mamar.
Na escola não quer passar do meu colo pro colo da Paula, prefere ir andando sozinha em direção aos brinquedos. Hoje comeu todo o pãozinho antes de chegar na escola, e a Paula comentou, porque ela sempre chega com um paõzinho e fica um tempão brincando e beliscando, até acabar!

Murar

Puliçia: dinheiro é de lavagem
A PF chega a uma versão quase correta do caso doçiê. Concluiu acertadamente que o dinheiro é proveniente de lavagem (da estratosfera financeira, a qual este Jornar se refere). E liga a lavagem a um suposto caixa dois do petê, o que torna factível o desvio, sempre o desvio, do foco da investigação; acharam certa família, que vive muito bem em um lugar que não se vive tão bem assim, num palacete propriamente dito (o jornal fascista traz estampado na primeira página tal palecete), e acusou os membros desta família de terem comprado os dólares na tal agência de câmbio vicatur em Nova Iguaçu, onde aquele pleiboizinho chato que foi prizidente da une, o lindebergue, é prefeito.
Frente a tudo isso, o churrasqueiro quer construir a versão de que ia mesmo querer o doçiê, oferecido pelo escuso, mas não ia comprá-lo; viria de graça. Então isso reforça a idéia deste Jornar de que o dinheiro não era mesmo para pagar doçiê, mas sim para distribuir entre os elementos da companhia escusa do vedoin. CQD.

Na CPI, o sub relator, carlos sampaio, que conseguiu se reeleger apesar da cláusula de barreira, acusou a PF e o presidente da CPI, biscataia, de atraso na investigação do dinheiro e do doçiê. É um tucanóide que só atrapalha. Pegar o crime ele não quer, mesmo. Envolve o seu chefe vampiro...
E por falar em vampiro, ele disse que só vai depor na CPI se o çapo também for. HÁ! Certo ele!

O teéçeé está permitindo o esbanjamento da grana de campanha dos dois presidenciáveis. Trata-se de caixa dois que está passando sem resistência no rabo da União.

Governabilidade?
O çapo começou a costurar sua “governabilidade”, e partiu para renegociação das dívidas dos estados que estão em lastimável situação. A repactuação das dívidas estão sendo estudadas caso a caso, conforme interesses escusos do çapo ladrão. O dom aecinho e o vampiro já se dizem contra a renegociação. Mas em outros estados, que apóiam o çapo (são dezessete), a onda governista florece, como planta carnívora.
A tucanocracia afundou o çuvaco com o chuchu e agora só restam mesmo o vampiro e o aecinho, na batuta do taço, para negociar o inegociável e imoral apoio pela governabilidade de um país em situação iraquiana de vida.

“Não tenho dúvida de que vamos ganhar”,
Disse o çapo. Este palhaço deve admitir que tem dúvidas, ao contrário do çapóide.

“Rogo a Deus que uma luz se acenda...”,
Disse o chuchu, numa voz de pastor horrível. Virou padreco, chuchulento? Que coisa mais infeliz... Vazia...

Aliás, depois de o patrício da Bahia dizer que petelóides podem mentir, o çapo reconhece que errou. Hahahahaha...

"Sugiro trocar o "Deixa o homem trabalhar!" da propaganda eleitoral por "Bota o homem pra trabalhar!". É mais apropriado."
Paulo Maduro, Penápolis, SP

Cumício
O
çapo admitiu erros. E prevê vitória fácil. E o chuchu apela a Deus.
No palanque com pefelentos e forssa çindicau, o çapo discursou por reestatização, afirmou que já bateu muito no çuvaco e quer comparar seu governo, a partir de agora, apenas com o próprio governo. É a soberba do ignorante.
O chuchu acha isso arrogância e desrespeito ao eleitor. Este palhaço acha também, mas acha pior desrespeito um chuchu falar que é desrespeito. Fica quieto, que você ganha mais.
E pior: o chuchu prometeu, POR ESCRITO, que vai manter a zona franca de Manaus (e vai mesmo, pois não será eleito). Vale o mesmo que a palavra do vampiro? Então não vale a bosta pintada no papel higiênico.

Editoriar

O pefelê talvez perca mais força que a tucanocracia. "Talvez", não. Perderá.
A bigoduda está usando a sigla para se eleger. E tão logo eleita já estará em meio às raposinhas do covil imundo, junto do papai ribamar.
Como permite isso, uma sigla zieg heil, reminiscência dos porões da ditadura, o borrauze? Porque não expulsam essa menininha insolente, "com gosto de sangue", como gosta o nazi-fascista?
Ah... borrauze depende dos marvadezas, no pefelê, que por sua vez se apóia nos remotos grotões de ribamar e seus bigodes. O bigodinho, por exemplo, que é do pevê, que pretenderá levar Gabeira para a presidência da câmara, pois bigode pai não pode ver barbalho na frente que tem um treco. Treme. Tem medo.
A tucanocracia é vítima daquilo que se provou uma auto-armadilha que a çuvaqueira criou, uma aliança que sempre cheirou muitíssimo mal com a pefelentada. Isso se contrapôs durante mais de uma década com os petelóides (hoje, comprovadamente pelo próprio "presidente de honra" do partido, são os aloprados) e aí se incluía pêéçetêú, pêçól, peçêdobê, cuti, MST, tudo junto apoiado nesse petê, que já chegou fragmentado em 2002, e muito comprometido, pois se colocou em profunda relação com lendárias prostitutas "republicanas", pêéle, pêpê, pêtêbê, e com o lado mais perto do ralo sujo do covil, para onde vai todo o mijo e a sujeira. O petê então, tal como se dará com a tucanocracia e a pefeleza, tenderão ao ralo. Chegam fracos por conta do sangramento desse tempo sem fazer nada programático, sem governar de verdade.
Todos apenas despenderam as próprias forças e a força da Nação em picuinhas eleitoreiras, egoístas, acusações apenas para demonstrar o poderzinho que possui para aquele com quem disputa pequeninas fatias de um bolo já embolorado.
O modus operandi tupiniquim sempre foi sujo. As "famílias tradicionais", primeiras donas das capitanias hereditárias, escravocratas, cujo ranço inquisitório é como uma tonelada presa na corrente que agarra o balãozinho chamado Brasil, precisam ser abandonadas na terra para que possamos voar. Esse tipo de gente é como o estepe murcho nas estradas mato-grossenses, no meio das fazendonas sem fim, com aquelas tempestades pantaneiras de cinco dias ininterruptos. Não presta para nada. É a daslu, hoje. O chuchu faz muito bem esse papel, aquela bandeirinha preta, escrita com letras brancas "o bem sempre vence o mal. gelaldo plesidente". Essa bandeira por si só é indício da presença dos cavaleiros do apocalipse. A Armageddon começa na careca do chuchu, e tem extensão na baba que escorre nas abas daquela boca escrota.
Sim, mas o que importa ser dito é que os cães que babam estão encurralados, não tem mais capilaridade, seus quadros se extinguiram.
Marvadeza no senado e no guverno bahiano é uma coisa. Só no senado, com um petelóide patrício no seu ex-guverno, é outra completamente diferente. E lembrar que borrauze se animava com a possibilidade de acabar com aquela raça, que se aventurou a roubar dele o que ele havia herdado...
Claro, isso contando com o çapo saindo vitorioso, por incrível que possa parecer, na reeleição. É que o adversário era fraquinho. Se fosse o vampiro tudo seria muito diferente.
Quanto mais os cães babarem, mais fracos se tornarão.

Mosqueteiro

O Jogo

Um Clássico é sempre um Clássico

O que faltou em técnica sobrou em raça, nos dois times.
Foi um jogo tenso, muito movimentado, e o primeiro tempo começou já com chances, apesar dos maus-tratos que a Redonda Maravilhosa sofreu. Saiu machucada, ela.
O Coringão começou melhor, perdeu várias chances, algumas muito claras. O porco marcando bem, se ressentiu de Edmundo. Se fosse em outros tempos ele poderia ter determinado a partida, feito a diferença.
Roger foi quase assassinado duas vezes na cara do juiz, que nada fez.
O primeiro tempo foi bom, para o jogo que se julgava ser o pior da História, no papel. Talvez até tenha sido, mas a vontade de vencer nunca falta nesse Clássico Sagrado.

Roger, na virada de campo, chinelou e foi substituído por Nadson. Confesso que minha orelha quase estourou de vermelha, por preocupação. O Amoroso então armaria o jogo, o que até proporcionou alívio para a idéia; depois saiu o Ramón, que jogou bem, ou pelo menos tentou, para entrar o Rafael Moura. A orelha quase caiu.
Até que Amoroso coloca a bola no cantinho, e o goleiro do porco, muito bom goleiro, conseguiu evitar. Foi nesse momento que Leão decidiu tirar o homem do meio campo do Corinthians Paulista, e colocou Rafael Fefo. Estávamos aos trinta minutos do segundo tempo. Contusão?? E a tática, Leão??
E eis que numa evidência da Força do Guerreiro; Marcelo Mattos salta livre (em erro de marcação do volante porco) para cabeçear no canto do gol. Um gol quase que achado, quase que feito pelo próprio Padroeiro.
E começava a hora de não saber o que fazer com a bola, o que abriu espaço para o porco, mesmo sem criatividade nenhuma, vir pra cima e buscar um tento. Não havia quem pensasse no Timão.
Mas o que o Timão soube fazer foi dar chutão, só pra afastar o perigo, que voltava quase no mesmo instante. O porco vindo pra cima dava espaço pro ataque Glorioso, mas quem era o ataque? Rafael Moura...
Nadson, em determinado momento, prova o que não sabe fazer: tocar a bola. Armou um contra-ataque perigosíssimo, tirando a bola do Rosinei que sairia praticamente desimpedido para a corrida em direção ao gol.
E o Coringão, num jogo equilibrado e que jogou "melhor", no fim das contas, mesmo capenga e dando chutão, conseguiu quase por milagre segurar o 1 a 0.

Passamos o porco na tabela. Alívio para a Fiel...

Saravá Santo Guerreiro!!!

ALELUIA O MEU CORINGÃO
ALVINEGRO DO MEU CORAÇÃO

Aqui está a prova de que o Corinthianismo é da natureza. São irmãos gêmeos.
"É o amor que florece de criança
e desabrocha neste canto tão feliz,
É o Campeão dos Campeões
eternamente em nossos Corações..."

O Corinthians é preto e branco
onde passa deixa encanto
porque rema contra a maré

O Corinthians é altaneiro
Meu São Jorge Guerreiro
No timão leva fé

O Corinthians sempre aceita a disputa
Nunca foge da luta
Porque é seu ideal

É por isso que eu vivo e canto
na arquibancada eu me agiganto
Sou Timão até morrer