Batalha dos umbigos
No fim nem um nem o outro faz a menor diferença. Só o que muda é o ego que estará sobre os outros egos. Só.
Ambos, aldinho e chinalha, fazem parte da mesma mentalidade infeliz e usurpadora.
O jutaíno diz que, dando apoio ao chinalha, baixou o preço do fisiologismo.
Trata-se de uma inversão, um despiste, pois na verdade o fisiologismo troca apenas de banca – quem dá as cartas. Umbigo, portanto.
Não há o “melhor institucionalmente” que não passe pela vontade do umbigo.
Tucanocratas viram o perigo que provem do covil, que se debruça sobre o guverno com apetite voraz. O çapo está achando que já perdeu muito com esta voracidade carniceira das raposinhas - ou ele “acordou”, ou prepara nova trairagem, depende só da perspectiva... – e de fato vem perdendo tudo, não só por conta da inatividade.
Então, utilizando-se da concertação, tão esmiuçada neste infame, inventou um tal de chinalha, homem sob a batuta de um pardinho, para, quando for o presidente da casa, ter a mesa dominada pela tucanocracia. Nestas condições os petelóides seriam zumbis, e o resto apenas mendigaria. Mas é obvio que há muito mais por baixo disso.
O aldinho quer fazer crer que nesse embaixo está sua própria força. E aqui um ato falho. Toma para si a “oposição” ao dizer que a tucanocracia se abstém de “fazer oposição”.
Mas com uma faca nas costas ele não poderia agir de outra forma, pobre aldinho (...)
“Questionei meus amigos tucanocratas”, disse o aldinho. E o pardinho?
Aliás, sob esta ótica podemos ver, com a sagacidade, como o vampiro tem acumuladas muitas cartas na manga.
O receio com o pardinho – o retorno dele – é, portanto, mínimo. O pardinho sempre acha que está com tudo e cai.
O problema é uma vaca amarela que poderá acabar voltando para a prefeitura, enterrando um pouco mais aquela carreira chuchulenta (huahuauhaua). O nunkassesab está a fazer um verdadeiro desastre nesse executivo piratiningano, realmente, e pouca chance terá. Está a seguir o umbigo morto-vivo do vampiro e assim sempre se dará mal.
Mas claro, em política tudo depende muito dos ventos. Vejo ainda o veleiro laser de don aecinho como tendo a vela mais rápida. Com ele o vampiro não pode vacilar com nós cegos, pois ele não dá ponto sem nó...
Voltando a câmara, se aldinho se cicatrizar rápido poderá doar todo o sangue que derramou por conta da faca do çapo nas suas costas, aos seus amiguinhos tucanocratas. Ele vence a eleição e é reeleito, e o çapo (burro...) terá um çeverinu muito mais pardinho e perigoso...
Fingimento da tucanocracia
Aldinho falou com çuvaco que lhe falou que, frente ao petista, aldinho é candidato da tucanocracia.
A dondoca virgília disse "A candidatura de Chinaglia representa precisamente tudo aquilo contra o que votaram os nossos 40 milhões de eleitores: a reintrodução de Ricardo Berzoini no comando do PT, a futura anistia de José Dirceu, a absolvição dos "aloprados", a negação do mensalão, a absolvição dos sanguessugas", pois a çuvaqueira dondoquinha lhe disse para dizer.
A tucanocracia está "rachada". O jutaíno garante que garante mais da metade de sua bancada para o chinalha. O fh-se baba... Os cães que babam apostam na terceira via, e o 'grupo dos 30' selam aliança com aldinho, para reforçar a oposição.
Petelóides começam a se animar com a perspectiva de que será tudo com antes, e que os esquemas poderão "estar operando" normalmente. Mas poderá vir um çeverinu ao contrário para o peteloidismo...
Estupro
Ah, como às vezes é ruim ter razão. Escreveu-se no dia 26/3/06 no
Jornar Hecho a Mano que Geni seria estuprada por tarados da usina. Não só seria como foi e está sendo.
Os perdões deste banco que querem que seja dos joões, das marias, dos josés, das fredericas, dos çetubalinos (ops!) acabou por perdoar usineiros inadimplentes em um módico total que ultrapassa R$ 1 bilhão.
Assim é bem fácil ser “capitalista”...
E como pode haver liberalóides criticando o estado brasileiro se eles são os que lucram, apenas e justamente ali? E porque quereriam diminuir a carga tributária se é com ela que azelites “sobrevivem”?
Inducassão e pençamentuO professor Jaguaribe diz em artigo que as crises decorrem de um déficit de pensamento. Cita o século 4 a.c., época de Sólon e Platão; o Renascimento de Copérnico, Kepler e Da Vinci. Épocas em que se “apelou” para o pensar. A pergunta que fica é... e quando uma nação é tão burra que não sabe mais o que é isso (pensar)?
Çuvaquice çapistaQue grande erro a postura institucional do Brasil na relação com a Venezuela. Só cacifa o entrave que haverá com o bushit (queira ou não a máquina carniceira da águia está sob controle dos que controlam o bushit). Por outro lado cacifa os dois lados ao dizer que não é “garoto de recado dozeua”, cacifa Chávez e cacifa bushit pois não se importa com a atitude que eles irão tomar. Não diz nem sim nem não, muito pelo contrário. Parece (e é!) a çuvaquice.
Nesta segunda o çapo deve ir ao Equador, ver a posse de Correa. Diplomacia?? NÃO.
Está fugindo da posse do okamoto no Sebrae...Buraco e história: Piratininga
E cai a terra na região onde estava sendo cavado o túnel para o metrô que ligaria o centro da cidade com Taboão (a Grandiosa Vila Sônia). Um dia de caos. Foi ali perto da casa do Francinha – a Donda em pânico! – bem ali na Capri, na Sumidouro. O túnel podia ser visto quase sem a entrada, toda soterrada. E não parava de deslizar. Vinte operários trabalhavam na hora em que se iniciou a tragédia.
Foi recorde o congestionamento em toda Piratininga. Já passavam de 141 kilômetros às 20:00. A avenida das Nações Unidas foi bloqueada a altura da ponte do Morumbi até a ponte da USP. Foi tanto trânsito que refletiu aqui no Padre Péricles, essa tal de “descida do minhocão” (que dá a volta atrás do padre). A Turiaçu estava tranqüila, no entanto.
Ali foi uma várzea. Tecnicamente várzea são os terrenos que alagam com as cheias do rio, na época das monções. Na “seca” a área vira pasto cheio de formiga. E Piratininga significa isso para os tupinambás, que eram chefiados por Tibiriçá e Caauby quando cá chegava Anchieta. Há 453 anos, nesses dias, é provável que a bandeira que levaria Anchieta aos campos da Muralha, transpondo um obstáculo geográfico magnífico, estivessem saindo de São Vicente. Chegaram aqui numa época de cheia. Provavelmente o caminho que hoje é a Rua Vergueiro tenha sido criado por esses primeiros passos (guiado por índios, claro). Fato é que observaram a grande bacia do Anhembi ali de cima, na nascente do Caaguaçu, onde está hoje o MASP. E então tomaram contato com os tupinambás, que nessa época não se atreviam a descer serra, para evitar fadiga (e o sol). Mas nesse mirante natural Anchieta teve uma visão (não abusa, seu Anchieta...). Quem for no Páteo do Colégio e no museu, verá um quadro sobre a visão. Ele deve ter visto o prédio do banespa e achado aquilo o máximo... Desceram a Consolação, atravessaram o Anhangabaú e chegaram num platô, que era onde ficava a aldeia do Tibiriçá. Ali depois foi a área dos Franciscanos. Depois foram tomar um chá na casa do Caauby, e por lá ficou sendo a área dos beneditinos. No meio do caminho, um pouco mais pra beira do platô, Anchieta fez uma taperinha (o páteo do colégio). Mas pegou a turminha de indiozinhos, a pivetada toda, e foi conhecer a área. Num descampado, de onde se podia ver um riozão que cortava a bacia a leste, ele resolveu dar uma aulinha, se empolgou e rezou uma bela missa.
O riozão é o Tamanduateí (lugar, ou área, onde os tamanduás comem as formigas, em tupi). E voltando ao assunto inicial, Piratininga é o lugar onde os peixes ficam brancos. Ou seja, eles mofam. Se cobrem de fungos. E isso acontece por que eles se represam na cheia, mas quando vem a vasão, eles não conseguem vasar com a água. Morrem. Ficava lotado de peixes “brancos” em todas as várzeas. Assim, as formigas vinham comer fungos, e eram comidas por tamanduás... Nomes indígenas são simplesmente poéticos e instrutivos, sempre. E ali onde estão cavando o túnel do metrô, por milênios, acumulou-se água, fungo e cocô de tamanduá. E, sedimentar, a área tendia ao barro. Barro, quando seca, dificilmente é duro. Água e poeira, quando seca, esfarela. Com um tatuzão daqueles, tudo ficou meio abalado, rachado. E, naquele ponto, com um guindaste daqueles (que tem no largo da Batata também), cair foi a solução da função do rachão. Culpa da chuva ou do engenheiro que não soube fazer as contas (vão culpar algum geólogo...)?
Tragédias
Depois do rio Miraí, um exemplo máximo da imbecilidade da ganância humana, outro exemplo. Erros de cálculo nesse Brasil que em si é um gigantesco erro de cálculo.